Suzana Kahn assume a direção da Coppe em cerimônia concorrida

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Data: 24/07/2023

A Coppe/UFRJ realizou nesta segunda-feira, 24 de julho, a cerimônia de posse da professora Suzana Kahn e do professor Marcello Campos, como diretora e vice-diretor da instituição. A solenidade contou com a participação do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates; e do secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luis Fernandes, da diretora da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Symone Araújo, do reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho, da vice-reitora, professora Cassia Turci, e do decano do Centro de Tecnologia, professor Walter Suemitsu.

A nova diretora destacou que a Coppe, como o maior centro de ensino e pesquisa em Engenharia, deve repensar seu papel. “As novas áreas não têm mais aquelas fronteiras tradicionais do conhecimento. Pensando nisso, criamos o Centro de Soluções Tecnológicas de Baixo Carbono e anunciamos o Coppe Inteligência Artificial, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Em breve, inauguraremos um conjunto de laboratórios de engenharia biomédica e de nanotecnologia, criando então um grupo de engenharia da saúde”, antecipou professora Suzana.

Enfatizando sua alegria em liderar uma diretoria “jovem, diversa, sintonizada e afinada”, Suzana parafraseou o sambista Arlindo Cruz ao dizer que após a instituição enfrentar anos difíceis com pandemia e cortes orçamentários, “nós vamos achar o tom, um acorde com um lindo som, vamos fazer com que fique bom”.

A professora Suzana fez questão de reconhecer os méritos da gestão do professor Romildo Toledo, de quem foi vice-diretora, agradecendo pela confiança demonstrada. “Eu nunca tinha participado da diretoria, embora tenha acompanhado por anos por meio do Pinguelli, que pra mim era a Coppe personificada. Ele me ensinou a valorizar a filosofia, a história da ciência e entender a nossa responsabilidade nunca nos omitirmos”, referindo-se ao professor Luiz Pinguelli Rosa, por cinco vezes diretor da Coppe.

O vice-diretor, professor Marcello Campos, agradeceu às muitas mensagens de parabéns que receberam após a vitória na consulta à comunidade e brincou que, em pouco tempo, as congratulações foram substituídas por votos de boa sorte. Marcello agradeceu ao corpo social da Coppe, aos colegas da diretoria passada e ao ex-diretor, professor Romildo, “para quem o copo estava sempre meio cheio, sempre com serenidade e esperança”.

Professor Marcello disse encontrar sábios todos os dias, pelos corredores da Coppe, “como o amigo e mentor, Paulo Sérgio Diniz, que há tantas décadas olha por mim, e o professor Edson Watanabe, um grande exemplo”. “É daqui que saem soluções de baixo carbono, energias renováveis, biotecnologia, vacinas. Soluções que impulsionam as mudanças que a sociedade espera. Essa é a Coppe, instituição sexagenária com disposição de atleta olímpica, pronta para atender aos desafios de um mundo em constante transformação”.

O professor Romildo Toledo agradeceu a todos os que trabalharam com ele nos quatro anos em que esteve à frente da instituição, aos coordenadores dos 13 programas acadêmicos e ao Conselho Deliberativo, e reverenciou o professor Luiz Pinguelli Rosa, falecido em 2022 e que por quatro vezes dirigiu a Coppe, pela sua contribuição institucional e científica. “Fico muito feliz com a renovação da diretoria que se inicia, isso é muito importante para a instituição. Jovens assumindo posições de gestão pública é fundamental”, elogiou.

Olhando em retrospectiva a própria gestão, o professor Romildo avaliou que não foram tempos fáceis para as universidades, em geral, e a Coppe, em particular. “Enfrentamos uma pandemia, em meio a um governo federal que manifestamente tinha desprezo pela ciência, tecnologia, educação, meio ambiente, cultura e, estranhamente, até pela saúde. Foram enormes os bloqueios orçamentários em todas essas áreas”, avaliou.

Coordenador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Materiais e Tecnologias de Baixo Impacto Ambiental na Construção Sustentável (Numats), Romildo agradeceu também aos colegas e pesquisadores do laboratório por “suportar minhas ausências nesses quatro anos” e à sua família, “pelo tempo subtraído ao assumir cargos públicos”.

Romildo ressaltou a conjuntura difícil com uma abrupta queda de 45% nas verbas para pesquisa e desenvolvimento, em 2020, e destacou que a Coppe fechou 2022 com receita 10% superior ao nível de 2019 e com a previsão de ter, em 2023, um montante 30% superior ao de 2019.

Olhando para o futuro e ajudando a construí-lo

O reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho, disse estar emocionado ao conduzir sua primeira cerimônia dando posse a uma nova diretoria de unidade acadêmica, por considerar a Coppe – “este belíssimo instituto, este templo do saber” – como também sendo sua casa. O reitor elogiou o trabalho conduzido pela Fundação Coppetec e destacou a participação dos professores da Coppe no GT Coronavírus, criado pela universidade durante a pandemia. “Guilherme Horta Travassos, Célio Costa, Leda Castilho que está desenvolvendo uma vacina. Jurandir Nadal que produziu um ventilador pulmonar, quando faltavam ventiladores no mundo. A Coppe foi um vetor importantíssimo”.

O professor Medronho exortou a comunidade acadêmica a “sair da torre de marfim e interagir mais com a sociedade”. “Precisamos criar um marco civilizatório e temos muito a fazer. Devemos formar não apenas mão de obra para o mercado, mas formar cidadãos comprometidos com a mudança da sociedade. Precisamos de um mundo mais solidário, mais justo, mais fraterno, mais saudável e mais sustentável”.

A vice-reitora, professora Cássia Turci, elogiou o trabalho do CoppeComb, laboratório vinculado ao Programa de Engenharia Química da Coppe, durante a pandemia, na produção e distribuição de álcool 70º, e o trabalho conjunto com o ex-diretor da Coppe, professor Luiz Pinguelli Rosa. “Pude trabalhar em parceria e com muito respeito, com o professor Pinguelli, sempre pensando na UFRJ e no desenvolvimento da Educação em nosso país. Precisamos pensar em novos valores para nossa sociedade, desenvolver empatia, pensar na inteligência afetiva. A professora Suzana falou em trabalhar em time e eu concordo, não podemos trabalhar isoladamente. Tenho certeza de que Suzana e Marcello serão muito felizes na condução desta instituição que nos deu tantos nomes importantes para a universidade, como o professor Giulio Massarani”.

O decano do Centro de Tecnologia (CT), professor Walter Suemitsu, ressaltou que a Coppe foi a origem de vários programas de pós-graduação na UFRJ e disse esperar que a sólida tradição acadêmica seja mantida. Suemitsu destacou ainda a atuação da professora Suzana Kahn no debate acadêmico sobre mudanças climáticas e observou que a instituição já atua fortemente em prol dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Nossas histórias são indissociáveis e, em grande medida, nossas equipes também”, ponderou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, que listou vários projetos conjuntos entre a Coppe e a estatal. “Temos 135 termos de cooperação vigentes e eles somam 559 milhões de reais. Nossas instituições não apenas olham para o futuro, mas ajudam a construí-lo”.

Segundo o secretário-executivo do MCTI, Luís Rebelo Fernandes, a história da Coppe se entrelaça com a estruturação do sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação e “é uma das estrelas da coroa do sistema. Uma construção feita por gigantes como os ex-diretores, Alberto Luiz Coimbra, Luiz Pinguelli, Romildo Toledo, e Angela Uller, que antecipou o florir dos novos tempos sendo a primeira a trazer a força feminina à direção da Coppe”, reconheceu.

Fernandes observou que o Brasil foi o país que mais regrediu em publicações indexadas e que isso não é consequência somente da pandemia, que atingiu a todos os países. “Isso é fruto do negacionismo ter sido transformado em doutrina oficial de governo e do colapso do sistema federal de fomento. Durante a maior parte do governo passado, 90% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Vamos reconstruir a Ciência para reconstruir o Brasil. Vamos lançar novos editais do Proinfra, que somarão 6,4 bilhões de reais em quatro anos. A isso se soma nosso aporte de 41 bilhões de reais da nova política industrial, com 25 bilhões em créditos e 16 bilhões em subvenções”, pontuou o secretário-executivo

Symone Araújo, diretora da ANP, pediu maior representatividade nas instituições acadêmicas e científicas, e elogiou a nova diretora da Coppe: “Suzana traz um charme, um savoir faire, uma beleza, e o sorriso no rosto muda a vida”.

O evento contou ainda com depoimentos gravados em vídeo pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e ex-ministro do MCTI, Celso Pansera; da presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), professora Helena Nader, e da presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), professora Mercedes Bustamante. Diversas autoridades públicas, como o ex-deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) e a secretária municipal de Ciência e Tecnologia, professora Tatiana Roque, Telmo Ghiorzi, presidente da ABESpetro, e representantes de diversas unidades da UFRJ estiveram presentes.

A professora Suzana Kahn e o professor Marcello Campos estão à frente da nova diretoria, da qual também participam a professora Marysilvia Costa, diretora de Tecnologia e Inovação; o professor Thiago Aragão, diretor-adjunto de Empreendedorismo; o professor Jean-David Caprace, diretor Acadêmico; o professor Thiago Ritto, diretor-adjunto Acadêmico; a técnica-administrativa Cleide Lima, diretora-adjunta de Extensão; a professora Amanda Xavier, diretora de Planejamento, Administração e Desenvolvimento Institucional; o professor Tharcisio Fontainha, diretor-adjunto de Planejamento, Administração e Desenvolvimento Institucional; a técnica-administrativa Vanda Borges, diretora-adjunta de Gestão de Pessoas; o professor Glaydston Ribeiro, diretor-executivo da Fundação Coppetec; e o professor Antonio Figueiredo, diretor-superintendente da Fundação Coppetec.

Confira a solenidade, na íntegra, no canal da Coppe no YouTube.

Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contato do coordenadorcampos@smt.ufrj.br

Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.

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TítuloEscola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Coordenador: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contato do coordenadorpacheco.h.pacheco@gmail.com e helen@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.

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TítuloLaboratório de Informática e Sociedade – LabIS
Coordenador:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contato do coordenadorhcukier@cos.ufrj.br e lealsobral@cos.ufrj.br

Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.

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TítuloLetramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS
Contato do coordenadorddantas@oceanica.ufrj.br

Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.

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TítuloPolímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contato do coordenadortaissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br

Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.

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TítuloPolímeros: aplicações e uso consciente
Coordenador: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contato do coordenadorariane.pent@gmail.com e ariane@pent.coppe.ufrj.br

Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.

Site onde os trabalhos realizados pelo projeto de extensão são divulgados
Instagram do Grupo EngePol (PEQ/COPPE/UFRJ), onde todos os nossos trabalhos e laboratórios são divulgados, inclusive os do projeto de extensão

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TítuloPrograma de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com

Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ 

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TítuloEspaço COPPE Miguel de Simoni
Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br

Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE  

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br e karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloUBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro

Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenadormatheusoli@hotmail.com

Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.

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TítuloUnidade de Suporte à Inovação Social – USIS
Coordenador:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contato do coordenadorcarla.cipolla@ufrj.br

Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.

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Título“TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
Coordenador:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contato do coordenadorandreanascimento@cos.ufrj.br

Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.

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TítuloApoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenadoramandaxavier86@gmail.com

Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.

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