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  • 22/01/2020

    Começa este mês a 50a edição do Fórum Econômico Mundial em Davos que reúne a elite econômica mundial e líderes governamentais para discutir formas de aumentar o PIB de seus respectivos países. Recentemente a “ficha caiu“ para os participantes habituais de Davos que compreenderam que o desenvolvimento econômico é um desafio que não pode ser tratado separadamente das questões acerca do aquecimento global. Uma política climática, se bem conduzida, não prejudica a economia. Pelo contrário, serve de estímulo para aumentar os benefícios do desenvolvimento mundial.

  • 17/09/2019

    Na véspera da posse do presidente Bolsonaro publiquei na Folha de S.Paulo um artigo denominado “Advertência ao Presidente Eleito”, a propósito de sua crítica às mudanças climáticas decorrentes do efeito estufa agravado pelas emissões de gases para a atmosfera. O uso de combustíveis fósseis e as queimadas de florestas, onde se inclui grande parte das emissões do Brasil, contribuem para a emissão desses gases e, portanto, para o aquecimento global. É um fato! Infelizmente a advertência não surtiu o efeito desejado.

  • 11/09/2019

    “Avanço do conhecimento requer ausência de preconceito.... A ciência e a tecnologia, tão negligenciadas no Brasil, modificaram a história da Humanidade”. Confira o artigo da vice-diretora da Coppe, Suzana Kahn, publicado no dia 07/09, no jornal O Globo.

  • 25/04/2019

    Insalubre e irritante para alguns, saudável e lucrativo para outros, o horário de verão é tema de debates acalorados. Proposto por Benjamin Franklin, que percebeu que em certos meses do ano o sol nascia antes das pessoas se levantarem, o horário de verão é atualmente adotado por 70 países. O objetivo do cientista estadunidense era economizar vela. A motivação das economias contemporâneas é economizar energia e diminuir a demanda máxima no horário de ponta.

  • 08/01/2019

    A indicação do futuro ministro do meio ambiente Ricardo Salles agradou o agronegócio e deixou preocupadas as ONGs ambientalistas. Foi objeto de críticas durante a 24ª Conferência das Partes da Convenção do Clima da ONU (COP24), realizada em dezembro, na Polônia, a decisão do presidente eleito Jair Bolsonaro que levou o governo Temer a cancelar a realização no Brasil da Conferência do Clima da ONU em 2019 (COP 25). O Brasil vinha mantendo uma atitude pró-ativa nesta área desde a Rio 92, ganhando forte prestígio internacional.

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