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  • Aquilino Senra: da base à primeira divisão

    A curiosidade demonstrada desde criança para compreender os mistérios do eletromagnetismo, da mecânica newtoniana, das reações nucleares e da gênese do universo levou Aquilino Senra Martinez, 63 anos, a optar pelas ciências exatas. Quando finalmente decidiu-se pela Física, já pensava em desenvolver um trabalho eminentemente teórico, como o faz até hoje.

  • Emilio La Rovere: pioneirismo na área ambiental

    Carioca, nascido em Botafogo, Emilio Lèbre La Rovere, 62 anos, herdou do pai, Ruggiero, a vocação para a engenharia e das leituras a predileção pela economia. Mas foi a partir do seu primeiro estágio, na Finep, que optou pela pesquisa, dando início a uma carreira bem-sucedida. Na parede do seu gabinete, um fac-símile atesta sua contribuição na conquista do prêmio Nobel da Paz de 2007.

  • Saul Fuks: um idealista que apostou na academia

    Professor titular da Coppe/UFRJ, Saul Fuks passou a se dedicar à vida acadêmica desde que ingressou na Instituição, em 1970. Mestre em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ (1970) e doutor em Pesquisa Operacional pela Universidade de Berkeley (1980), o professor ajudou a criar e coordenou o primeiro curso de mestrado e doutorado em planejamento urbano do Brasil, o Planejamento Urbano e Regional (PUR), que, anos depois, foi transferido para a Faculdade de Arquitetura da UFRJ, passando a se chamar Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur). Também foi um dos fundadores do Programa Interdisciplinar em Filosofia da Ciência, que nasceu na Coppe.

  • Paulo Sérgio Diniz: a opção pelos livros que abrem as portas para o mundo

    Paulo Sérgio Ramirez Diniz é doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade de Concordia - Canadá. Professor da COPPE desde 1984, já orientou 37 dissertações de Mestrado e teses de Doutorado e publicou 220 artigos em periódicos e em congressos nacionais e estrangeiros.

  • Alberto Luiz Galvão Coimbra: O idealismo em ação

    É inegável que Alberto Luiz Galvão Coimbra viu muito, muito longe, ao fundar a Coppe, em 1963. Numa época em que ser professor universitário no Brasil era só uma atividade extra, ele mexeu em vespeiros ao defender energicamente um modelo de ensino baseado em horário integral, com dedicação exclusiva. Quando as escolas de Engenharia se preocupavam, basicamente, em formar profissionais para o mercado, ele queria investir em pesquisa.

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