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  • Giuseppe Bacoccoli: o maestro do petróleo

    Nascido na Itália, em 1941, o pesquisador da Coppe, Giuseppe Bacoccoli, se mudou para o Brasil com sua família, em 1957, acompanhando seu pai que era engenheiro e veio trabalhar no Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro, em 1969, e atuou por 34 anos na Petrobras. Na Coppe, ingressou no ano 2000, no Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce). O pesquisador, um dos maiores especialistas do país em exploração e produção de petróleo e gás, revelou -se um dedicado mestre. Giuseppe Bacoccoli faleceu dia 18 de novembro, aos 68 anos.

  • Alberto Coimbra: criação da Coppe e o sonho do Brasil independente

    Alberto Luiz Galvão Coimbra formou-se pela Escola Nacional de Química da extinta Universidade do Brasil, por onde também se doutorou em Ciências depois de fazer mestrado em Engenharia Química na Universidade de Vanderbilt, nos EUA. Na época, abandonou seis de seus sete empregos para, em regime de tempo integral e dedicação exclusiva, colocar em prática uma idéia fixa: conjugar ensino e pesquisa para formar engenheiros criadores e não apenas operadores. Essa era, e ainda é, na opinião do professor, a condição necessária para manter um país independente.

  • Agustín Ferrante: O solista do petróleo

    Agustín Juan Ferrante é um pioneiro do uso da computação em engenharia estrutural no Brasil. Mas é, sobretudo, o homem que, ao lado do professor Lobo Carneiro, abriu novos caminhos para a COPPE em direção ao mar. Foi dele a iniciativa de procurar a Petrobras para propor um trabalho conjunto, de longo prazo, para formação de recursos humanos e desenvolvimento de ferramentas computacionais para a engenharia de estruturas. A ligação da COPPE com a Petrobras, modelo de cooperação entre academia e indústria, equipou a COPPE com alguns dos mais sofisticados laboratórios do mundo e formou, para as empresas e as universidades brasileiras, recursos humanos de alto nível, que ajudaram a conquistar para o Brasil a liderança mundial da tecnologia de produção de petróleo no mar.

  • Webe Mansur: mestre por vocação

    Webe João Mansur graduou-se em Engenharia Civil na UFRJ, no ano de 1971, década em que a Engenharia no Brasil passava por um grande momento: era o período das grandes construções. O clima de otimismo da época, a facilidade para física e matemática e a habilidade com as ciências exatas, foram os fatores que o direcionaram para o mestrado da COPPE. Webe, quatro anos depois, se tornou professor auxiliar do Programa de Engenharia Civil e iniciou seu doutorado.

  • Amaranto Pereira: o engenheiro brasileiro descoberto na França

    Amaranto Lopes Pereira formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A partir de então, sua carreira decolou. Um ano depois já ingressava na Great Western, empresa com sede no Canadá, que em 1957 passou a ser a Rede Ferroviária do Nordeste, onde exerceu o cargo de Diretor Administrativo entre 1962 e 1965.

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