Hackathon IA Coppe 2026: dados reais, desafios reais, soluções com IA

Como a inteligência artificial pode ajudar a enfrentar os desafios da transição energética?

Essa é a pergunta que move o Hackathon IA Coppe 2026, promovido pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e pela Made in Rio, em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), AWS, LNCC e Prefeitura do Rio de Janeiro e patrocínio da OceanPact, da Visagio, do Sebrae e da Faperj.

O desafio reunirá estudantes, profissionais, pesquisadores e startups para desenvolver soluções de inteligência artificial aplicadas a problemas reais da transição energética e descarbonização.

E há um diferencial: os participantes terão acesso a dados do ONS, que poderão ser explorados para identificar padrões, testar hipóteses e desenvolver soluções capazes de apoiar decisões e contribuir para uma transição energética eficiente e resiliente. 

Soluções em IA para problemas reais

A expansão das fontes renováveis, como eólica e solar, traz novos desafios para a operação do sistema elétrico. Em determinadas situações, a geração dessas usinas precisa ser reduzida ou interrompida por restrições da rede de transmissão.

Esse processo, conhecido como curtailment, pode representar desperdício de energia limpa e gerar impactos econômicos e operacionais e será um dos desafios abordados no Hackathon.

Com acesso a registros históricos do ONS, os participantes poderão investigar as condições associadas a esses cortes, identificar padrões e desenvolver modelos e ferramentas de IA que contribuam para compreender e reduzir seus impactos.

Os participantes poderão abordar este e outros desafios, com oportunidades para transformar dados em ideias, ideias em protótipos e protótipos em soluções. 

Não precisa chegar com uma equipe pronta

As inscrições podem ser feitas individualmente, por equipes ´(completas ou parcialmente formada) ou como startups. Os selecionados participarão de um Ideathon, que contará com uma dinâmica específica para a geração de propostas de solução, a partir da formação grupos multidisciplinares.

Cada equipe contará com cinco integrantes:

  • 1 gerente de projeto / scrum master
  • 3 desenvolvedores
  • 1 especialista, com conhecimentos relacionados à transição energética, setor elétrico, O&G, sustentabilidade, descarbonização, políticas públicas, mercado de energia, mercado de crédito de carbono ou áreas correlatas.

 Uma jornada que começa antes do Hackathon

Todos os inscritos poderão participar dos treinamentos preparatórios com AWS, NVIDIA, ONS e a própria Coppe.

Depois, os participantes selecionados avançarão para o Ideathon e para a etapa de desenvolvimento interno, quando terão a oportunidade de aprofundar suas ideias e construir a primeira versão de seus protótipos.

No Hackathon presencial, que ocorrerá no Instituto 12, no Rio de Janeiro, as três equipes com melhor desempenho serão premiadas. A composição das premiações e eventuais prêmios adicionais oferecidos pelos parceiros serão divulgados no site oficial antes da etapa presencial.

Todos os participantes receberão certificados de participação. E as soluções de maior destaque serão convidadas a seguir adiante, com possibilidade de participação em programas de aceleração ou outras iniciativas de continuidade promovidas pela Incubadora de Empresas da Coppe, Prefeitura do Rio, AWS e demais parceiros, apoiadores e patrocinadores.

 Inscrições abertas

As inscrições estão abertas até 4 de setembro.

  • Treinamento online: 8 a 10 de setembro
  • Ideathon: 11 a 13 de setembro
  • Desenvolvimento interno: 14 a 24 de setembro
  • Hackathon presencial: 25 a 27 de setembro
  • Local: Instituto 12 – Leblon
     Endereço: Avenida Ataulfo de Paiva, 120, Leblon

Inscreva-se e venha trabalhar com dados reais, tecnologia de ponta e desafios concretos da transição energética.

Inscrições: hackathon-ia.coppe.ufrj.br

Coppe e Capes debatem desafios e perspectivas da pós-graduação no Brasil

Professora Denise Pires de Carvalho, na Coppe
A professora Denise Pires apresentou números importantes sobre o Sistema Nacional de Pós-Graduação

A Coppe/UFRJ recebeu, em 30 de julho, a presidente da Capes, professora Denise Pires de Carvalho, para uma conversa sobre os desafios e as perspectivas da pós-graduação brasileira. Docente do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) e ex-reitora da UFRJ, Denise apresentou a evolução dos indicadores do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) e discutiu com professores da Coppe mudanças recentes nos critérios de concessão de bolsas e na metodologia da Avaliação Quadrienal da Capes.

Segundo Denise, o Sistema Nacional de Pós-Graduação teve forte expansão entre 2000 e 2015, seguida por um período de retração associado às crises políticas, econômicas e orçamentárias dos anos seguintes. O sistema vem se recuperando gradativamente, e a evolução do número de ingressantes na Coppe acompanha, de acordo com os dados apresentados pela Capes, a tendência observada no SNPG acadêmico, que não considera os cursos de mestrado e doutorado profissionais.

A presidente da Capes destacou ainda o crescimento dos investimentos na pós-graduação e da produção científica brasileira, mas apontou como um dos principais desafios ampliar a transferência desse conhecimento para o setor produtivo.

Condições para formar pesquisadores

Entre os temas levantados pelos professores esteve a necessidade de garantir condições adequadas para a formação de pesquisadores. O professor Daniel Figueiredo, coordenador do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação, chamou atenção para o descompasso entre as condições atuais de financiamento e o nível de dedicação exigido por um curso de doutorado.

A questão, segundo ele, não se resume à recomposição do poder de compra das bolsas, mas envolve reconhecer que dedicar cerca de quatro anos à formação doutoral exige condições materiais compatíveis com esse investimento de tempo e de trajetória profissional.

Daniel também destacou que o custo de vida varia significativamente entre as diferentes regiões do país e que essa diferença já é considerada pela própria Capes em programas de formação no exterior. Para ele, o mesmo debate precisa ser feito em relação às condições oferecidas aos estudantes no Brasil, especialmente em grandes centros urbanos.

Dados e gestão acadêmica

Professor Thiago Ritto, na reunião entre a Coppe e a Capes
O professor Thiago Ritto falou sobre as mudanças que estão sendo discutidas e implementadas na Coppe

Outro tema discutido foi o uso estratégico de dados para o acompanhamento e o aprimoramento da pós-graduação. O diretor-adjunto de Assuntos Acadêmicos da Coppe, professor Thiago Ritto, explicou que a instituição está redesenhando seus processos em conjunto com os coordenadores dos programas, buscando utilizar de maneira mais sistemática as informações acadêmicas produzidas internamente.

“A Coppe sempre utilizou dados para subsidiar suas decisões, mas esse uso ocorreu de forma pontual. Agora, estamos buscando torná-lo mais sistemático e institucional, integrando mais com os dados coletados e fornecidos pelos nossos programas”, explicou o vice-diretor da Coppe, professor Marcello Campos.

Ele também destacou o potencial da Assessoria de Gestão da Qualidade (Coppe Q), que já atua na certificação dos laboratórios da instituição, para apoiar os programas de pós-graduação na adoção de padrões de gestão e excelência acadêmica.

Cooperação internacional

A cooperação internacional também esteve na pauta. A professora Carla Cipolla, do Programa de Engenharia de Produção, manifestou preocupação com a interrupção de parcerias e redes de pesquisa construídas ao longo de anos com instituições europeias, algumas delas com cofinanciamento de fundações estaduais de amparo à pesquisa.

Denise afirmou que buscará articular um diálogo entre Capes, CNPq e a União Europeia para discutir o cofinanciamento das redes de pesquisa Brasil-UE e evitar tratamentos distintos entre os estados brasileiros.

O encontro abriu espaço para que a Capes apresentasse mudanças e perspectivas para o sistema nacional de pós-graduação e, ao mesmo tempo, para que a Coppe levasse à Capes questões diretamente relacionadas às condições de formação, à gestão acadêmica e à sustentabilidade de sua pesquisa e de suas redes de colaboração.

Além do vice-diretor da Coppe, professor Marcello Campos e do diretor-adjunto de Assuntos Acadêmicos, professor Thiago Ritto, participaram do encontro coordenadores e representantes dos 13 programas acadêmicos da Coppe.

Tecnologias da Coppe ganham destaque na cobertura da Rio Innovation Week

Robótica, saúde, mobilidade, realidade virtual e impressão 3D estiveram entre as tecnologias apresentadas durante os quatro dias do evento

Quem passou pelo estande da UFRJ na Rio Innovation Week (RIW) 2026, entre os dias 4 e 7 de agosto, pôde conhecer — e, em alguns casos, experimentar — tecnologias desenvolvidas por pesquisadores da Coppe/UFRJ. As demonstrações atraíram a atenção do público ao longo dos quatro dias e mostraram, de forma concreta, como pesquisas desenvolvidas nos laboratórios da Coppe podem se transformar em soluções para diferentes desafios da sociedade. 

Tecnologias que chamaram a atenção

Entre as atrações apresentadas pela Coppe no estande da UFRJ estavam tecnologias desenvolvidas em diferentes programas e laboratórios, mostrando a diversidade da pesquisa aplicada da instituição. As demonstrações despertaram o interesse do público e também foram destaque em matérias e reportagens durante a RIW.

* Zequinha – Programa de Engenharia de Produção

Controlado com o uso de Inteligência Artificial, o robô Zequinha foi desenvolvido, a partir de oficinas e vivências culturais com crianças do Estado do Rio de Janeiro, mas especificamente do Morro dos Macacos e do Morro de São João. De acordo com seu idealizador, o pesquisador do LTDS, Saulo Dansa, o Zequinha vem sendo trabalhado para servir como um interlocutor entre espaços culturais e eventos, e seus frequentadores, informando a eles tudo o que ocorre no ambiente. Zequinha começou a ser desenvolvido durante o projeto Foca, no Rio de Janeiro, junto com dois outros robôs, o Clebinho e a Berenice, mas o Zequinha foi o que mais avançou e se destacou. Veja o Zequinha em ação

Tecnologias para a saúde – Programa de Engenharia Biomédica

Foram apresentadas soluções que mostram aplicações da engenharia na área da saúde, entre elas o dispositivo não invasivo de estimulação elétrica para redução de tremores associados ao Parkinson, o ChaTB, chatbot em desenvolvimento para apoiar profissionais na prevenção da tuberculose e o sistema portátil  integrado de baixo custo para realização de eletrocardiograma e monitoramento remoto de pacientes. Conheça as soluções da Coppe para a saúde: Bom Dia Rio / TV Brasil (54”07)

Simulador de operações portuárias – Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce)  – Programa de Engenharia Civil

Outro destaque foi o simulador de operação de guindaste que reproduz em um ambiente virtual 3D integrado a cabines físicas reais, as atividades realizadas em operações portuárias, permitindo que o usuário tenha a experiência de operar um equipamento como se estivesse em um porto, incluindo situações adversas, como vento e chuva. Veja como funciona o simulador de guindaste (Começa em 17”45)

EDS Maker –  Programa de Engenharia de Produção

O projeto do laboratório Casulo da Coppe realizou demonstrações de impressão 3D no próprio estande, utilizando filamentos produzidos a partir de resíduos plásticos, como garrafas PET. Veja a transformação de resíduos em novos produtos (Começa em 17”45)

MagLev-Cobra – Programa de Engenharia Elétrica

Por meio de um pequeno aparato flutuando em trilho com ímãs, o público pode conhecer um pouco da tecnologia que faz o veículo se locomover, sem contato direto com os trilhos, reduzindo atrito e possibilitando uma alternativa de transporte urbano mais eficiente. MagLev-Cobra ganha destaque na  RIW

As apresentações foram no estande da UFRJ, com organização do InovaUFRJ e da Pró-Reitoria de Extensão (PR5). Além das demonstrações no estande, a Coppe participou de cerca de 20 painéis e pitchs durante a Rio Innovation Week, com professores, pesquisadores, alunos e representantes de startups residentes na Incubadora de Empresas.

A presença da instituição reforçou a diversidade de sua atuação em pesquisa, inovação e empreendedorismo, aproximando tecnologias desenvolvidas na universidade do público, do setor produtivo e de potenciais parceiros.

Coppe e Marsalgado lançam prêmio para pesquisas em descarbonização marítima e economia azul

A Coppe/UFRJ e a Marsalgado — empresa atuante no setor de transporte marítimo e comprometida com a descarbonização da navegação no Brasil — uniram forças para lançar o Prêmio Especial Oceano e Transição Energética, uma iniciativa voltada a reconhecer e projetar pesquisas, tecnologias e soluções desenvolvidas na Coppe que contribuam para o futuro sustentável dos oceanos e da navegação global.

A premiação está aberta a alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorandos vinculados à Coppe. A participação é gratuita e individual, e as inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio deste formulário.

O oceano e a transição energética

O transporte marítimo movimenta aproximadamente 90% do comércio mundial e responde por cerca de 2,5% das emissões globais de gases de efeito estufa — uma parcela que tende a crescer caso nenhuma ação estrutural seja adotada. A Organização Marítima Internacional (IMO) estabeleceu metas ambiciosas de descarbonização do setor para as próximas décadas, o que abre uma janela estratégica para pesquisadores e inovadores brasileiros.

É exatamente nesse contexto que a parceria entre a Coppe e a Marsalgado se insere: aproximar a pesquisa científica de ponta dos desafios concretos da transição energética, conectando pesquisadores, empresas, instituições públicas e demais organizações interessadas no desenvolvimento e na implementação de soluções de alto impacto.

“Estamos vivendo um momento único, de transição energética e o oceano pode ser um dos protagonistas dessa transição. Um desafio enorme, global, coletivo, que requer várias disciplinas para ser resolvido: IA, logística, economia, energia, políticas públicas. Na Coppe, existem políticas extraordinárias com potencial para mudar o setor. O prêmio nasceu para aproximar a academia da indústria e transformar esse conhecimento em soluções tecnológicas com impacto real. A sua pesquisa pode ajudar a construir o futuro da economia azul e da transição energética no Brasil e nós queremos conhecê-la”, explica Renata de Marsillac, sócia e cofundadora da Marsalgado.

Na avaliação do diretor de Assuntos Acadêmicos, professor Jean-David Caprace, o prêmio reflete a sinergia que existe entre a Coppe e a Marsalgado, na valorização do oceano como fronteira da ciência, na construção de conhecimento sobre transição energética e na priorização da inovação e do empreendedorismo. “A ideia é estimular o desenvolvimento científico na descarbonização do transporte marítimo e acredito que os temas vão despertar o interesse de pesquisadores dos Programas de Engenharia Oceânica, de Transportes, Química, Planejamento Energético, Mecânica e outros”.

Quem pode participar

O Prêmio está aberto a três categorias de participantes, desde que vinculados à Coppe no momento da inscrição:

  • Graduação: alunos envolvidos em programas de Iniciação Científica (IC) da Coppe;
  • Pós-Graduação: alunos regularmente matriculados em cursos de mestrado ou doutorado em qualquer dos programas de pós-graduação da Coppe;
  • Pós-Doutorado: pesquisadores em estágio de pós-doutorado vinculados à Coppe.

Cada participante pode realizar apenas uma inscrição. A participação no Prêmio Oceano e Transição Energética não impede a inscrição simultânea em outras premiações da Coppe, como o Coppe Explica 2026, desde que observadas as regras de cada concurso.

Os temas do Prêmio

As pesquisas, tecnologias ou soluções inscritas devem estar relacionadas a pelo menos um dos seguintes temas:

  • Economia azul — uso sustentável dos recursos oceânicos para o crescimento econômico e a melhoria dos meios de vida;
  • Descarbonização marítima — combustíveis alternativos, propulsão limpa, eficiência energética em embarcações e infraestrutura portuária;
  • Transição energética — tecnologias, modelos e soluções para a substituição de fontes fósseis no setor de transporte;
  • Sustentabilidade dos oceanos — proteção de ecossistemas marinhos, monitoramento ambiental e uso responsável dos recursos hídricos;
  • Enfrentamento das mudanças climáticas — adaptação e mitigação no contexto do transporte marítimo e da economia costeira.

Como funciona o processo seletivo

O Prêmio se desenvolve em etapas:

1. Encontro de apresentação (virtual) — Antes do início das inscrições, a Marsalgado e a Coppe promoverão um encontro virtual aberto a todos os interessados. O evento apresentará a empresa, os temas do Prêmio e as conexões possíveis com as pesquisas desenvolvidas na Coppe. Será também um espaço para tirar dúvidas sobre o processo seletivo.

2. Inscrição — O candidato deverá submeter um resumo executivo de até uma página, explicando de forma clara e objetiva sua pesquisa ou solução e sua relação com os objetivos do Prêmio, além de um vídeo de até três minutos apresentando o trabalho.

3. Pré-seleção — Uma comissão julgadora avaliará os materiais enviados e selecionará os finalistas para a etapa presencial.

4. Pitch Day — 22 de setembro de 2026 — Os finalistas apresentarão um pitch de até três minutos perante a comissão julgadora, em programação integrada à etapa final do Coppe Explica 2026. Após cada apresentação, os jurados poderão formular perguntas para aprofundar a avaliação. A premiação ocorre no mesmo dia, após a apuração dos resultados.

O que os vencedores recebem

Haverá um vencedor em cada categoria (Graduação e Pós-Graduação/Pós-Doutorado). Cada vencedor receberá:

  • R$ 2.500,00 em prêmio em dinheiro;
  • Certificado de premiação;
  • Seis horas de mentoria com executivos do setor de navegação e transição energética;
  • Divulgação institucional da pesquisa nos canais da Coppe/UFRJ e da Marsalgado;
  • Convite para participação em evento de referência relacionado aos temas do Prêmio, conforme disponibilidade e condições a serem definidas pela organização.

Mais informações

Todos os comunicados oficiais sobre o Prêmio serão divulgados no site da Coppe: coppe.ufrj.br e nas redes sociais institucionais.

Dúvidas podem ser enviadas para: asscom@adc.coppe.ufrj.br

Coppe recebe alunos com vocação para ciência e inovação

Os jovens selecionados pela AFS Brasil conheceram a Coppe e algumas de suas tecnologias, em uma visita guiada pelos monitores do Espaço Coppe

A Coppe/UFRJ recebeu essa semana uma visita especial. Um grupo de 49 alunos de ensino médio, selecionados por uma promissora vocação para as áreas STEM (science, technology, engineering and maths – ciência, tecnologia, engenharia e matemática, em inglês). Os alunos, de diversas escolas e regiões, foram selecionados em março, pela AFS, pelo rendimento em disciplinas como matemática e física, e critérios socioeconômicos, e, após um período de treinamento em competências interpessoais para lideranças globais, passaram a semana conhecendo instituições líderes em pesquisa e inovação, como a Coppe, o Instituto Militar de Engenharia (IME), o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) e o Cefet-RJ.

A visita fez parte do AFS Global STEM Innovators, um programa de imersão em instituições líderes em ciência e tecnologia, organizado pela AFS Brasil. O programa é financiado pela BP (antiga British Petroleum), para para estudantes com foco em impacto local, sustentabilidade e desenvolvimento de competências globais. 

Os alunos conheceram projetos de robótica no Lead

O grupo, liderado pela coordenadora de Recebimento da AFS, Thais Grigorovski, foi recebido pela diretora de Extensão, Cleide Lima, que apresentou a Coppe aos alunos e falou sobre as atividades de ensino e pesquisa da instituição, e a sua interação com o setor produtivo em busca de soluções tecnológicas para os desafios propostos pela sociedade.

Em seguida, Erick Alencar e os monitores do Espaço Coppe conduziram os visitantes aos nichos do Espaço, ao MagLev-Cobra, ao Laboratório de Controle e Automação (Lead) e ao Laboratório de Biomecânica.

Sobre a AFS

A AFS é uma organização não governamental internacional e sem fins lucrativos que promove programas de intercâmbio cultural. A sigla AFS originalmente significa American Field Service, nome do antigo serviço de ambulâncias voluntário da Primeira e Segunda Guerras Mundiais cujos motoristas decidiram criar uma rede de paz por meio da educação global.
 
 Saiba mais sobre a organização no site da AFS.

Incubadora da Coppe lança edital para geração de startups de Biotecnologia

A Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ lançou o edital do Programa de Geração de Startups de Biotecnologia, iniciativa voltada à formação de novos negócios inovadores e ao fortalecimento do ecossistema de biotecnologia. O programa receberá inscrições de startups e equipes empreendedoras, além de desafios tecnológicos propostos por empresas e instituições e de organizações interessadas em estabelecer parcerias estratégicas. As inscrições estão abertas até 27 de setembro.

Um dos diferenciais da iniciativa é o mapeamento de desafios tecnológicos apresentados por empresas e instituições públicas e privadas. A proposta é conectar essas demandas a pesquisadores, empreendedores e startups, estimulando o desenvolvimento de soluções inovadoras e ampliando a interação entre a universidade e o setor produtivo.

Os empreendimentos selecionados poderão, conforme disponibilidade, aderência técnica, estágio de desenvolvimento e regras institucionais aplicáveis, acessar a plataforma multiusuária do Biotech Hub da Incubadora da Coppe. A infraestrutura reúne ambientes laboratoriais, equipamentos, serviços de apoio e outros recursos destinados ao desenvolvimento de pesquisas e negócios em biotecnologia. O espaço conta com cinco laboratórios: Hub de Bioimpressão 3D, Laboratório de Bioprocessos, Laboratório de Biologia Molecular, Laboratório de Bioquímica e Laboratório de Microbiologia.

A participação dos empreendimentos inovadores terá duração de até três anos, com possibilidade de prorrogação por mais dois, mediante avaliação. Durante esse período, os participantes serão acompanhados por ciclos de desenvolvimento com duração aproximada de dez semanas. As atividades poderão incluir mentorias, consultorias, capacitações, conexões com o ecossistema de inovação, acompanhamento do plano estratégico (Roadmap) de Tecnologia e Negócio e avaliação da evolução do empreendimento.

Os interessados poderão participar do edital em uma das quatro modalidades:

  • Empreendimentos Inovadores – destinada a startups, deep techs, spin-offs acadêmicas, pesquisadores, empreendedores e equipes com projetos relacionados à Biotecnologia e suas interfaces estratégicas.
  • Desafios Tecnológicos – destinada a empresas, instituições públicas ou privadas e demais organizações interessadas em apresentar demandas, problemas ou oportunidades de inovação relacionadas às áreas temáticas do edital, que serão conectadas a startups, pesquisadores, empreendedores e iniciativas apoiadas pela Incubadora da Coppe para o desenvolvimento de soluções.
  • Parceiros do Ecossistema – destinada a organizações interessadas em apoiar, colaborar ou estabelecer parcerias estratégicas para fortalecer o ecossistema de inovação em Biotecnologia.
  • Empreendimentos Residentes – destinada aos empreendimentos com vínculo ativo na Incubadora da Coppe que desejem manifestar interesse na utilização da infraestrutura do Biotech Hub.

As inscrições deverão ser realizadas mediante o preenchimento do formulário eletrônico correspondente à modalidade escolhida:

  • Formulário de Inscrição de Startups;
  • Formulário de Cadastro de Desafios Tecnológicos;
  • Formulário de Cadastro de Parceiros do Ecossistema.
  • Formulário de Manifestação de Interesse para Utilização da Infraestrutura do Biotech Hub – Startups Residentes da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ

Veja o edital e saiba como participar do programa.

Seminário Economia da Funcionalidade e da Cooperação

Estão abertas as inscrições para o 5º Seminário Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC 2026). Coordenado pelo professor Francisco Duarte, do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ, o evento será realizado nos dias 9 e 10 de setembro, no Cine Henfil – Cinema Público Municipal, em Maricá (RJ), e reunirá pesquisadores, gestores públicos, representantes de organizações, empresas e demais interessados para discutir os desafios e as oportunidades da transição para modelos econômicos mais sustentáveis, colaborativos e inovadores.

Com o tema “O desafio da transição: a EFC e os Ecossistemas Cooperativos Territoriais no Brasil”, o seminário promoverá reflexões sobre estratégias capazes de fortalecer o desenvolvimento territorial, a cooperação entre diferentes atores sociais e a criação de soluções voltadas à sustentabilidade econômica, social e ambiental.

O encontro será uma oportunidade para ampliar o diálogo sobre novos modelos de desenvolvimento, fortalecer redes de cooperação e compartilhar experiências que contribuam para a construção de territórios mais resilientes, inclusivos e sustentáveis. A programação contará com especialistas e profissionais envolvidos com iniciativas relacionadas à Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), abordagem que propõe a geração de valor por meio do uso eficiente de recursos, da cooperação e da inovação nos territórios.

O evento é realizado em parceria pelo Instituto EFC Brasil, Clube EFC Rio, ECT Maricá e Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ, com apoio do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM) e da Prefeitura de Maricá.

5º Seminário Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC 2026)
 
📅 Data: 9 e 10 de setembro
 📍 Local: Cine Henfil – Cinema Público Municipal
 Rua Alferes Gomes, 390 – Maricá (RJ)

As inscrições devem ser realizadas pelo Sympla.

Por que Engenharia? | Da terra ao mar: tudo começa pelo solo

O que o metrô, a Cidade do Rock, a Ponte Rio-Niterói e o pré-sal têm em comum? Na próxima edição do Por que Engenharia?, você vai descobrir como a Engenharia Civil torna possível construir onde parece impossível. O professor Márcio Almeida e a equipe do Laboratório Multiusuário em Modelagem Centrífuga (LM²C), do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ, mostrarão como o estudo dos solos é essencial para garantir a segurança, a estabilidade e o desempenho de obras em terra e no mar.

O Por que Engenharia? é um evento de extensão da Coppe/UFRJ que convida estudantes do ensino médio e todos os interessados em ciência, tecnologia e inovação a conhecerem de perto o impacto da engenharia na sociedade. Venha conversar com pesquisadores, descobrir projetos surpreendentes e explorar as diferentes possibilidades de carreira na área.

Em sua apresentação, o professor Márcio Almeida falará sobre a diversidade da Engenharia — só na Coppe são 13 programas de pós-graduação em Engenharia —, as diferentes áreas de atuação do engenheiro civil, a importância da profissão para a sociedade, a geotecnia e a necessidade de compreender o comportamento dos solos e das rochas. Também mostrará como a modelagem centrífuga geotécnica é aplicada em projetos na terra e no oceano, permitindo transformar ambientes desafiadores em obras de infraestrutura seguras e viáveis.

Ao longo do encontro, serão apresentados problemas e soluções relacionados ao comportamento dos solos, com exemplos concretos como a inclinação da Torre de Pisa, na Itália; o afundamento do solo em Maceió; os edifícios inclinados de Santos (SP); e casos marcantes no Rio de Janeiro, como a Cidade do Rock e a Vila do Pan.

A equipe do LM²C preparou uma apresentação dinâmica e interativa, com demonstrações e atividades que aproximam a teoria da prática e mostram, de forma acessível, como a Engenharia Civil enfrenta alguns dos maiores desafios da construção de grandes obras.

Saiba mais sobre o LM²C.

📅 19 de agosto | 🕙 10h
 📍 Auditório Alberto Luiz Coimbra – Sala G-122 – Centro de Tecnologia da UFRJ

Inscreva-se gratuitamente pelo Sympla e garanta sua vaga!

Coppe e Cedae: parceria estratégica para a segurança hídrica do Rio de Janeiro

José Ricardo Brito, diretor de Saneamento e Grandes Operações da Cedae, durante a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe

A segurança hídrica é um dos pilares da saúde pública, do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida. No Rio de Janeiro, esse desafio impulsiona a parceria entre a Coppe/UFRJ e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), que une a excelência acadêmica da universidade à experiência da companhia estadual responsável pela produção da água tratada que abastece mais de 13 milhões de pessoas no Rio de Janeiro.

A colaboração entre as duas instituições reúne pesquisa científica e experiência operacional para desenvolver soluções voltadas à preservação dos mananciais, à melhoria da qualidade da água e ao fortalecimento da segurança hídrica no estado.

Em 2025, essa colaboração ganhou um novo impulso com a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU), que estabelece uma agenda estruturada de pesquisa, extensão e inovação voltada ao gerenciamento de recursos hídricos e ao aprimoramento da qualidade da água.

Da esquerda para a direita, Daniel Barbosa Okumura (Cedae), e os professores Marysilvia Costa e Glaydston Ribeiro / Foto Luís Alvarenga.

Pelo acordo, os projetos relacionados à gestão de recursos hídricos serão desenvolvidos pelo Programa de Engenharia Civil da Coppe, enquanto as iniciativas voltadas à melhoria da qualidade da água ficarão a cargo do Programa de Engenharia Química. Entre as linhas de pesquisa estão o desenvolvimento de processos oxidativos avançados para a eliminação de poluentes nas águas fluviais e a criação de técnicas para a detecção e quantificação de compostos emergentes presentes nos rios.

Os projetos aproximam a pesquisa acadêmica das demandas da sociedade, contribuindo para o aperfeiçoamento dos sistemas de tratamento de água, para a preservação dos mananciais e para o fortalecimento da segurança hídrica.

A parceria também se estende à formação de talentos e à valorização da ciência. Em 2025, a Cedae foi a Patrocinadora Ouro da  Integra – a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe – reforçando seu compromisso com a inovação, a educação e o desenvolvimento científico. A Semana teve como destaque a primeira edição do concurso  Coppe Explica: Ciência e Tecnologia ao Alcance de Todos, que premiou alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pesquisadores de pós-doutorado pela capacidade de comunicar à sociedade o impacto de suas pesquisas. A Semana também contou com a entrega do Prêmio Mérito Acadêmico, palestras, atividades culturais, esportivas e iniciativas de integração da comunidade acadêmica.

A importância da Cedae para o Rio de Janeiro

A Cedae foi patrocinadora ouro da Integra, a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe, e expôs seu portfólio em um stand no Espaço Coppe

Ao longo de quase cinco décadas, a Cedae desempenhou um papel decisivo na expansão do saneamento no estado. Com os leilões de concessão realizados em 2021, a companhia concentrou sua atuação na produção de água tratada e na operação dos grandes sistemas produtores da Região Metropolitana, consolidando-se como uma das principais responsáveis pela segurança hídrica fluminense.

Essa nova configuração foi acompanhada por investimentos estruturantes, como as obras no Sistema Acari, na Baixada Fluminense, a implantação do Novo Guandu, em Nova Iguaçu, a modernização das Estações de Tratamento de Água (ETAs), dos laboratórios de controle de qualidade e dos sistemas de monitoramento ambiental dos mananciais utilizados para captação.

Ao investir continuamente em inovação, modernização e sustentabilidade, a Cedae fortalece a infraestrutura hídrica do estado e amplia sua capacidade de enfrentar desafios como o crescimento urbano, as mudanças climáticas e a preservação dos recursos naturais.

A parceria entre Coppe e Cedae demonstra o potencial da cooperação para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias, transformar conhecimento científico em soluções de interesse público e formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do saneamento e da gestão dos recursos hídricos. Uma aliança que contribui para a qualidade de vida da população, para a proteção dos mananciais e para o desenvolvimento sustentável do Rio de Janeiro.

Tecnologia Patenteada e desenvolvida em parceria pela BioBeads e a Coppe é eleita a melhor do ano no Brasil

Pesquisa desenvolvida em parceria com laboratório da Coppe/UFRJ, transformada em uma tecnologia patenteada e levada ao mercado por uma startup de base tecnológica incubada na instituição, a BioBeads®, conquistou, no dia 27 de julho, o Prêmio Patente do Ano 2026, concedido pela Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI).

A tecnologia inovadora patenteada pela UFRJ e BioBeads® promete multiplicar em algumas vezes a proteção solar utilizando os mesmos compostos químicos presentes nos protetores convencionais, mas com uma formulação mais segura para os usuários e para o meio ambiente.

A tecnologia premiada envolve o uso de micro e nanopartículas poliméricas biodegradáveis capazes de potencializar a proteção solar. As partículas podem conter ou não ativos fotoprotetores encapsulados e contribuem para a redução da exposição das pessoas a compostos químicos agressivos e, ao mesmo tempo, evitam a eliminação de resíduos de microplásticos no meio ambiente.

Para Amon Costa, sócio-fundador e responsável pelo Marketing da BioBeads®, o objetivo da empresa é transformar ciência em produtos de alto desempenho e menor impacto ambiental.

“A nossa missão é criar produtos de alta performance, que substituem ingredientes nocivos de origem fóssil por alternativas biodegradáveis e biocompatíveis. Enquanto mitigamos a absorção sistêmica de compostos químicos que fazem mal à saúde do usuário, aumentamos a estabilidade dos compostos fotoprotetores com um efeito que melhora seu desempenho. Como resultado, temos uma total otimização da fórmula química, colocando em prática o ditado ‘menos é mais’.”

A trajetória da BioBeads® representa um caminho que a Coppe busca estimular: pesquisas que nascem nos laboratórios, geram conhecimento, tornam-se propriedade intelectual e se convertem em tecnologias com potencial de aplicação pela sociedade e pela indústria.

Fruto de aproximadamente dois anos de pesquisa, a tecnologia foi desenvolvida em colaboração com o Laboratório de Engenharia de Polimerização (Engepol), do Programa de Engenharia Química (PEQ), sob coordenação do professor José Carlos Pinto. O conhecimento gerado ao longo desse período de colaboração foi protegido por patente pela BioBeads®, startup residente na Incubadora de Empresas da Coppe, responsável pelo desenvolvimento e pela inserção comercial da solução no mercado.

A trajetória da tecnologia também demonstra as oportunidades de carreira abertas aos pesquisadores. Parte da inovação nasceu das pesquisas de mestrado e doutorado das engenheiras Martina Pinto e Luciana Dutra no PEQ e no Programa do Pós-Graduação em  Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos (EPQB) da Escola de Química. Hoje, ambas atuam como pesquisadoras de pós-doutorado e também são sócias da BioBeads®, ao lado de Rafael Lima, doutorando do EPQB. Integra ainda a equipe técnica a pesquisadora de pós-doutorado do PEQ, Letícia Miranda, também egressa do EPQB. Os quatro e mais o professor José Carlos Pinto são autores da patente premiada.

Além da patente vencedora — intitulada Micro e nanopartículas poliméricas biodegradáveis e uso destas” —, a BioBeads® já possui outra patente concedida e outras seis tecnologias em processo de proteção intelectual, demonstrando o potencial da pesquisa desenvolvida em parceria com a Coppe para gerar um portfólio contínuo de inovação.

O prêmio confirma que investimentos em pesquisa podem resultar em soluções concretas para desafios da sociedade, fortalecer o ecossistema nacional de inovação e criar novas oportunidades para pesquisadores empreenderem sem abandonar a ciência que deu origem às suas descobertas.

Estudo analisa o aproveitamento da casca de banana para produção de energia e de insumos para a agricultura

Todos os anos, o Brasil produz cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos, mas apenas uma pequena parcela desse volume é reciclada. Boa parte desse material, que hoje representa um passivo ambiental, pode se transformar em uma fonte de energia renovável e de novos produtos de valor agregado.

É justamente esse potencial que reúne pesquisadores da Coppe/UFRJ e da Brunel University London (Inglaterra) no projeto South-East-North Network on Life Cycle Sustainability Assessment of Waste-to-Energy Technologies (SEN4WTE), (Rede Sul-Leste-Norte para Avaliação da Sustentabilidade do Ciclo de Vida de Tecnologias de Conversão de Resíduos em Energia) iniciativa dedicada a avaliar a sustentabilidade de tecnologias capazes de converter resíduos em energia, conhecidas como waste-to-energy (WtE), ou conversão de resíduos em energia.

Um dos estudos concentra-se em um resíduo abundante e pouco aproveitado: a casca de banana. Estima-se que mais de 83 mil toneladas desse material sejam descartadas anualmente no estado do Rio de Janeiro. Em vez de serem simplesmente descartadas, essas cascas podem ser transformadas, por meio da pirólise, em biogás, bio-óleo e biocarvão, produtos com potencial para gerar energia, fertilizantes e outros insumos. A pesquisa demonstra como o reaproveitamento de resíduos pode impulsionar a economia circular, reduzir impactos ambientais e gerar benefícios sociais e econômicos.

O projeto é coordenado pelo professor Amaro Pereira, do Programa de Planejamento Energético (PPE) da Coppe, em parceria com o professor Muhammad Shafique, da Brunel University London. Também participam pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia de Trichy – NITT (Índia), da Universidade de Engenharia e Tecnologia de Taxila – UET Taxila (Paquistão) e do Centro de Pesquisa deJülich (Alemanha).

Da agroindústria para a produção de energia

O estudo conta com a parceria da empresa Fumel, fabricante de doces em Cachoeiras de Macacu (RJ), que gera cerca de duas toneladas diárias de cascas de banana. “Eles buscavam uma destinação ambientalmente adequada para esse resíduo. A partir daí, nossos alunos iniciaram os estudos sobre o ciclo de vida da pirólise da casca de banana, enquanto o professor Henrique Pacheco, do Programa de Engenharia Química da Coppe, ficou responsável pela caracterização do óleo obtido no processo”, explica Amaro Pereira.

Além do bio-óleo, a pirólise produz biogás com potencial para uso doméstico. “Esse biogás pode substituir o uso da lenha para cozinhar, uma realidade que ainda persiste em muitas regiões do Brasil e que representa um exemplo de pobreza energética. É uma tecnologia que aproveita um resíduo e, ao mesmo tempo, pode melhorar a qualidade de vida das pessoas”, destaca o pesquisador.

Outro produto gerado é o biocarvão, que pode ser utilizado tanto como carvão ativado quanto como fertilizante. Ensaios realizados por pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) apontaram elevado potencial agronômico do material.

“A dependência brasileira da importação de fertilizantes ficou ainda mais evidente após a guerra entre Rússia e Ucrânia. Produzir fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais representa uma oportunidade importante para o país. O desafio é integrar essas soluções à própria cadeia produtiva, fortalecendo a economia circular”, afirma Amaro.

Avaliando impactos ambientais e sociais

Além dos aspectos tecnológicos, o projeto busca compreender os impactos ambientais e sociais da conversão de resíduos em energia.

Para isso, a equipe utiliza metodologias de Avaliação do Ciclo de Vida (LCA) e Avaliação Social do Ciclo de Vida (S-LCA), permitindo analisar desde os impactos ambientais da tecnologia até seus efeitos sobre comunidades, geração de emprego, uso de recursos naturais e qualidade de vida.

Essa abordagem amplia a compreensão sobre a viabilidade das tecnologias waste-to-energy e pode contribuir para orientar políticas públicas voltadas à expansão das fontes renováveis de energia e à promoção de uma transição energética socialmente justa.

Até o final do ano, a Coppe receberá os pesquisadores internacionais envolvidos no SEN4WTE para um workshop que apresentará os resultados do projeto e discutirá estratégias para ampliar a adoção de tecnologias de conversão de resíduos em energia no Brasil.

Aluno da Coppe conquista prêmio por pesquisa sobre pavimentação

Em 2024, a premiação internacional da Cátedra Abertis foi em Guadalajara

Saiu o resultado do Prêmio Cátedra Abertis – Brasil, e a Coppe/UFRJ, mais uma vez, teve um aluno reconhecido em uma das mais importantes premiações voltadas à mobilidade sustentável. Alexis Jair Enríquez-León recebeu menção honrosa na categoria Doutorado com a tese “Rumo ao desenvolvimento de um sistema de classificação e caracterização de ligantes asfálticos brasileiros baseado em propriedades reológicas” (Towards the Development of a Rheological-Based Classification and Characterization System for Brazilian Asphalt Binders), desenvolvida sob orientação do professor Thiago Aragão, no Programa de Engenharia Civil.

A pesquisa aborda um desafio estratégico para o Brasil. Com uma das maiores malhas rodoviárias do mundo — mais de 1,7 milhão de quilômetros de estradas — o país depende das rodovias para movimentar cerca de 65% de toda a carga transportada. Melhorar a qualidade dos pavimentos significa aumentar a vida útil das estradas, reduzir os custos de manutenção, diminuir interrupções no transporte e tornar mais eficiente o escoamento da produção, gerando impactos econômicos relevantes para toda a sociedade.

Os prêmios nacionais serão entregues no dia 2 de setembro, em São Paulo, durante evento promovido pela USP e pela Arteris S.A., empresa especializada na gestão de rodovias e integrante do Grupo Abertis.

Além do reconhecimento financeiro, os vencedores nacionais conquistam uma vaga no Prêmio Internacional Cátedra Abertis, no qual disputarão com os melhores trabalhos da rede da Espanha, França, Porto Rico, Chile, Itália e México.

A tese de Alexis Enríquez-León está disponível no site do Programa de Engenharia Civil.

Sobre a pesquisa

O Brasil possui uma das maiores malhas rodoviárias do planeta, e o transporte terrestre é a espinha dorsal da logística nacional. Entretanto, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), mais de 60% das rodovias brasileiras apresentam algum tipo de deterioração, como trincas, buracos e deformações, comprometendo a segurança, elevando os custos de manutenção e aumentando o preço do transporte de pessoas e mercadorias.

Parte desse problema está relacionada à especificação dos ligantes asfálticos — o componente responsável por unir os agregados minerais que formam o pavimento. Embora decisivos para o desempenho das rodovias, os critérios técnicos adotados no Brasil ainda se baseiam, em grande parte, em métodos empíricos desenvolvidos no início do século XX.

Desenvolvido no Laboratório de Misturas Asfálticas da Coppe/UFRJ, o trabalho de Alexis Enríquez-León identificou os parâmetros técnicos mais eficientes para prever o comportamento real dos ligantes asfálticos em serviço e demonstrou que os métodos atualmente exigidos pelas normas brasileiras não são suficientes para avaliar seu desempenho com precisão.

A pesquisa também responde a uma necessidade crescente do setor rodoviário. Hoje, o mercado brasileiro utiliza diferentes tipos de ligantes asfálticos, incluindo asfaltos convencionais (PEN), modificados por polímeros (PMA) e modificados com borracha de pneus inservíveis (RMA). Sem critérios de classificação capazes de distinguir adequadamente o desempenho desses materiais, aumenta o risco de utilização de ligantes inadequados para determinadas condições climáticas e de tráfego, reduzindo a vida útil dos pavimentos.

Os resultados apontam que a adoção de especificações baseadas no desempenho real dos materiais pode trazer benefícios expressivos ao país. Pavimentos mais duráveis reduzem a necessidade de intervenções, diminuem os gastos públicos com conservação das rodovias — que somam dezenas de bilhões de reais todos os anos — e reduzem os custos logísticos enfrentados pelo setor produtivo. Além disso, a maior durabilidade das estradas contribui para diminuir o consumo de materiais, a geração de resíduos e as emissões de carbono associadas às obras de manutenção, tornando a infraestrutura rodoviária brasileira mais eficiente e sustentável.

Coppe apresenta tecnologias e participa de debates estratégicos na Rio Innovation Week

O simulador de guindastes portuários será uma das tecnologias em destaque na RIW

A Coppe/UFRJ estará presente na Rio Innovation Week 2026 (RIW), entre os dias 4 e 7 de agosto, com a apresentação de tecnologias desenvolvidas por seus pesquisadores e a participação em debates sobre inovação, infraestrutura e desenvolvimento tecnológico no Brasil. Em sua sex ta edição, o evento será realizado das 10h às 21h, no Píer Mauá — Avenida Rodrigues Alves, 10, Praça Mauá.

No espaço da UFRJ, organizado pela InovaUFRJ e pela Pró-Reitoria de Extensão (PR5), serão apresentadas algumas das pesquisas que demonstram o potencial da universidade para transformar conhecimento científico em tecnologias aplicadas à sociedade. O estande da UFRJ estará localizado no Armazém Kobra.

Entre os destaques estará o MagLev-Cobra, trem de levitação magnética desenvolvido no Programa de Engenharia Elétrica da Coppe. A tecnologia utiliza um sistema de levitação que permite o deslocamento do veículo sem contato direto com os trilhos, reduzindo atrito e possibilitando uma alternativa de transporte urbano mais eficiente. No último dia do evento, os visitantes poderão acompanhar uma demonstração prática do funcionamento da levitação em um trilho instalado no estande da UFRJ.

Dispositivo para reduzir tremores causados pela doença de Parkinson

A área da saúde também será representada por três tecnologias desenvolvidas no Programa de Engenharia Biomédica da Coppe. Uma delas é um sistema integrado de baixo custo para realização de eletrocardiograma e monitoramento remoto de pacientes. Outra é um dispositivo não invasivo de estimulação elétrica desenvolvido para reduzir os tremores causados pela doença de Parkinson. A terceira tecnologia apresentada será o ChaTB, que é um chatbot que está em desenvolvimento para apoiar profissionais de saúde na prevenção da Tuberculose, preparado para responder às demandas por informação de quem está na ponta do atendimento.

Também estará em exposição, durante os quatro dias do evento, o simulador de guindastes portuários desenvolvido pelo Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce). A tecnologia reproduz, em um ambiente virtual 3D integrado a cabines físicas reais, as atividades realizadas em operações portuárias. O simulador permite que o usuário tenha a experiência de operar um equipamento como se estivesse em um porto, incluindo situações adversas, como vento e chuva.

Ainda no Espaço da UFRJ, também serão realizadas durante três dias (4, 5 e 7) oficinas sobre o EDS Maker, um programa de extensão da universidade, que é executado pelo Casulo da Coppe, utilizando tecnologia para transformar resíduos plásticos, como garrafas PET, em filamentos para impressoras 3D. Além disso, a Incubadora de Empresas da Coppe terá forte atuação, no dia 6, com pitchs e exposição de startups, e com a realização do painel “Start sua ideia conosco”. Neste, Diego Lelis, líder de Biotech, e Rebeca Amaral, líder de Inovação Social, apresentarão oportunidades para transformar ideias em negócios inovadores, além de novidades sobre os próximos editais da Incubadora.

A programação da Coppe no RIW inclui também a participação em debates sobre os desafios tecnológicos das cidades. No primeiro dia do evento, às 17h30, a professora Suzana Kahn, diretora da Coppe, participará do painel “Cidade que Funciona: Inovação na Infraestrutura Invisível”, que discutirá como tecnologia, dados e inovação estão transformando áreas essenciais para o funcionamento das cidades, como conservação urbana, drenagem, manutenção preventiva e adaptação aos eventos climáticos extremos. Além disso, várias startups residentes da Incubadora de Empresas da Coppe marcarão presença participando de painéis, e expondo seus serviços no Galpão do Armazém 5.

Confira a programação dos painéis coma participação de pesquisadores da Coppe

Dia 04/08 – 14h30 – Armazém 4 – Palco 19 (E-GOV) – Painel “O futuro chegou! A aplicação da IA na MB”

  • O professor Roberto Schirru, do Programa de Engenharia Nuclear da Coppe, participa junto com Fábio Borges de Oliveira, diretor do LNCC; Mauricio Pires Malburg da Silveira, da Diretoria Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha do Brasil; e Alfredo Martins Muradas, Assessor de Ciência, Tecnologia & Inovação da Marinha do Brasil.

Dia 04/08 – 15h30 – Armazém 4 – Palco 20 (Transformar RJ) – Painel “O El Niño e suas respostas coordenadas do poder público

  • O professor Tharcisio Fontainha, do Programa de Engenharia de Produção (PEP) da Coppe, participa junto com o Tenente Coronel do Corpo de Bombeiros, Gil Correira Kempers Vieira, também pesquisador do PEP.

Dia 04/08 – 17h30 – Armazém 3 – Palco 15 (Mobilidade Urbana e Smarts Cities) – Painel “ Cidade que Funciona: Inovação na Infraestrutura Invisível”

  • A professora Suzana Kahn, diretora da Coppe, participará junto com Leonardo Junio, al lead (líder de Inteligência Artificial) da Serta Simmons Bedding; e Diego Vaz, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos da Prefeitura do Rio.

Dia 05/08 – 16h30 – Armazém 3  – Palco 15 (Mobilidade Urbana e Smarts Cities) – Painel “Mobilidade Inteligente na Prática

  • A professora Marina Baltar, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe, participa junto com Luiz Carlos Matias, gerente de Projetos de Mobilidade Urbana da Kapsch.

Dia 06/08 – 10h30 – Armazém 3 – Palco 15 (Mobilidade Urbana e Smarts Cities) – Painel “TALKS: Descarbonizar a Cidade Começa pelo Transporte”

  • O pesquisador Edvaldo da Silva Carreira, do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Coppe, participa junto com Iuri Barroso de Moura, gerente de Projetos do ITDP Brasil; e Letícia Diniz Dominguez Lima, secretária adjunta da Prefeitura de São José dos Campos

Dia 06/08 – 13h00 – Armazém 4 – Palco 18 (TIP ANP) – Painel NAVE ANP: startups para acelerar a transformação do setor energético

  • A CEO da startup CarbonAir Energy, Bianca Peres, residentes na Incubadora de Empresas da Coppe, participa junto com Daniel Maia Vieira, diretor da ANP; Lara Arinelli, Task Leader Low Carbon Technologies da Equinor, e Melissa Fernandez, Gerente do IBP

Dia 06/08 – 14h45 – Armazém 5 – Palco 22 (Arena Rio) – Painel “Sua tecnologia está pronta para o mundo real? Do protótipo ao mercado: conheça o Living Lab”

  • O professor Miguel Elias Campista, do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe, participa junto com Mônica Valente, CEO da HRV4Life Saúde e Performance; e Natali Emerick, gerente de Articulações Corporativas do Parque Tecnológico da UFRJ.

Dia 06/08 – 16h30 – Armazém 4 – Palco 20 (Energy Hub) – Painel “Captura de Carbono e Novas Tecnologias Climáticas”

  • A CEO da startup CarbonAir Energy, Bianca Peres, residentes na Incubadora de Empresas da Coppe, participa junto com Fernanda Delgado, CEO da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV); e Felipe Burman, CEO da GLR Tech

Dia 07/08 – 12h30 – Armazém 2 – Palco 8 (Economia Azul) – Painel “Saneamento e Águas Fluviais”

  • O Sócio e CTO da startup Aquapower, residentes na Incubadora de Empresas da Coppe, Caio Gonçalves da Silva, participa junto com Lindália Junqueira, CEO da Ions & Hacking Rio; e Philipe Campello, diretor da Cedae

Dia 07/08 – 13h15 – Armazém 5 – Palco 22 (Arena Rio) – Painel “O Futuro é Nano, a Gestão é Nossa: A Revolução Colaborativa da Rede NanoSaude”

  • A professora da UFRJ Leandra Santos Baptista, fundadora Científica da startup Gcell, e a CEO da startup IK3D Genesis, Isis Paes, ambas residentes na Incubadora de Empresas da Coppe, participam junto com Noélly Alencar, da Firjan, e outros representantes da Rede NanoSaúde: Jéssica Dornelas, CEO da NanoOnco3D; Gabriela Sena Souza, CEO Radiorum; Isabelle Mazza Guimarães, CEO da Flower Nanotechnologye;e Lia Coelho, head de inovação da Rede NanoSaúde

Dia 07/08 – 15h30 – Armazém 3 – Palco 15 (Mobilidade Urbana e Smarts Cities) – Painel “Mobilidade Inclusiva e Acessível”

  • A aluna de mestrado Viviane Helena Zampieri, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe, participa junto com Rui Siqueira da Paiva e Silva, diretor na Prefeitura de Macaé; e Renato Barandier, secretário municipal de Prefeitura de Niterói.

Dia 07/08 – 17h45 – Armazém 5 – Palco 22 (Arena Rio) – Painel “Maravalley no Palco: apresentando startups residentes

  • A CEO da Delta Entech, Fabiola Maranhão, participa junto com Renan Verli, Cofounder da Vox Epower; Mariane Theobaldo, CEO da Predator Sports & Health; e Enylton Machado Coelho, diretor de tecnologia do Eyllo.

Exposição de startups residentes na Incubadora de Empresas da Coppe – Balcão do Armazém 5:

Dia 04/08 – CarbonAir Energy

Dia 05/08 – GNOxi / AllpetSenior / Flowprint

Dia 06/08 – Citometrica Análises Ambientais I.S / IK3D Genesis

Dia 07/08 – Orion Sic

Coppe tem 49 professores contemplados em edital de bolsas de produtividade do CNPq e reforça liderança em pesquisa

Foto: Luara Baggi (Ascom/MCTI)

A Coppe/UFRJ teve 49 professores contemplados na chamada pública de Bolsas de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), um dos mais importantes instrumentos de reconhecimento da excelência científica no Brasil. O resultado reafirma o protagonismo da instituição na produção de conhecimento, na formação de recursos humanos altamente qualificados e no desenvolvimento de pesquisas de impacto para o país.

No total, a UFRJ teve 264 pesquisadores aprovados, consolidando-se entre as universidades com maior número de bolsistas do CNPq. Desse universo, a participação da Coppe evidencia a força de seus programas de pós-graduação e de seus grupos de pesquisa, responsáveis por uma parcela expressiva da excelência científica da Universidade.

A relação final inclui ainda diversos pesquisadores de outras unidades da UFRJ e de instituições parceiras que mantêm colaboração científica com a Coppe, ampliando a rede de pesquisa e inovação da instituição.

As bolsas de produtividade em pesquisa (PQ), produtividade em pesquisa sênior (PQ-Sr) e desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora (DT) são concedidas pelo CNPq a pesquisadores com trajetória consolidada e reconhecida por sua produção científica, tecnológica e de inovação.

Os candidatos são avaliados por comitês especializados de cada área do conhecimento, que consideram critérios como qualidade e regularidade da produção científica, desenvolvimento de tecnologias e patentes, formação de mestres e doutores, liderança acadêmica, gestão científica e inserção nacional e internacional.

As bolsas não financiam projetos específicos. Elas funcionam como um reconhecimento à trajetória acadêmica dos pesquisadores e à continuidade de uma produção científica de alto nível, constituindo um dos principais indicadores de excelência utilizados pelo sistema nacional de ciência e tecnologia. Além de conferir maior visibilidade aos pesquisadores, esse reconhecimento fortalece a reputação institucional como referência em engenharia, tecnologia e inovação.

O resultado final da chamada de bolsas de produtividade em pesquisa (PQ), produtividade em pesquisa sênior (PQ-Sr) e desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora (DT) está disponível no site do CNPq. As bolsas terão início em agosto de 2026, com duração entre três e cinco anos.

Confira, abaixo, os programas contemplados.

Programa de Engenharia Civil (8)

Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (6)

Programa de Engenharia Elétrica (6)

Programa de Engenharia Química (5)

Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (4)

Programa de Engenharia Mecânica (4)

Programa de Engenharia Oceânica (4)

Programa de Engenharia Nuclear (3)

Programa de Engenharia Biomédica (3)

Programa de Engenharia de Transportes (2)

Programa de Planejamento Energético (2)

Programa de Engenharia de Produção (1)

Programa de Engenharia da Nanotecnologia (1)

Coppe recebe simpósio sobre descomissionamento sustentável de ativos offshore

Como transformar o fim da vida útil de plataformas e outras estruturas offshore em uma oportunidade para promover inovação, sustentabilidade e economia circular? Essa é uma das questões que estarão no centro do 2º Simpósio Científico sobre Descomissionamento Sustentável, que será realizado nos dias 4 e 5 de agosto, na Coppe/UFRJ.

O evento reunirá pesquisadores, estudantes, empresas, órgãos governamentais e especialistas para discutir os desafios e as oportunidades do descomissionamento de ativos offshore no Brasil, em uma programação que integra palestras, mesas-redondas e workshops sobre ciência, governança e tomada de decisão.

Aberto ao público, o simpósio é voltado a todos os interessados em descomissionamento, sustentabilidade, economia circular e inovação no setor de óleo e gás, o simpósio conta com patrocínio da empresa Claxton Engineering Services e com o apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Governo do Reino Unido, do Cluster Tecnológico Naval, da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), e do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

O evento será realizado no auditório da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 da UFRJ – Rua Moniz Aragão, 360, bloco 1, Cidade Universitária. As inscrições podem ser realizadas até 1º de agosto.

Estudo da Coppe aponta uso de tecnologias digitais para tornar a logística urbana de alimentos mais eficiente

Reduzir o desperdício de alimentos, diminuir congestionamentos e tornar mais eficiente a distribuição de produtos perecíveis nas grandes cidades. Esses são alguns dos desafios enfrentados pela logística urbana que motivaram uma pesquisa desenvolvida na Coppe/UFRJ. O estudo propõe a aplicação integrada de tecnologias digitais, como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA) e blockchain, para monitorar, em tempo real, as operações de carga e descarga de alimentos.

A pesquisa integra a dissertação de mestrado de Naina Ribeiro Lelis, do Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe, e parte de um problema de grande impacto econômico e social. Segundo a Embrapa, milhões de toneladas de alimentos são perdidas todos os anos devido a falhas no armazenamento, transporte e distribuição. Ao mesmo tempo, grandes centros urbanos convivem com congestionamentos, restrições à circulação de caminhões e dificuldades na gestão de áreas de carga e descarga, fatores que comprometem a qualidade dos produtos, elevam custos logísticos e aumentam as emissões de gases de efeito estufa.

A proposta é utilizar sensores e sistemas inteligentes para acompanhar a ocupação das vagas de carga e descarga, as condições de transporte dos alimentos e o fluxo de distribuição, permitindo que transportadoras e estabelecimentos identifiquem o momento mais adequado para realizar entregas e retiradas. As tecnologias também possibilitam rastrear produtos perecíveis, classificar automaticamente prioridades de entrega e garantir maior segurança e integridade das informações.

Para o professor Matheus Henrique Oliveira, orientador da pesquisa, a adoção dessas ferramentas pode contribuir para enfrentar um dos principais gargalos da infraestrutura brasileira. Em 2025, os custos logísticos do país alcançaram 15,5% do PIB, índice elevado em comparação com economias que possuem sistemas de transporte mais equilibrados. Segundo ele, a integração entre gestão urbana e tecnologias digitais representa uma oportunidade para aumentar a eficiência das cadeias de suprimento, reduzir perdas e fortalecer a competitividade da indústria.

Além dos ganhos econômicos, a pesquisa aponta benefícios para a sociedade ao oferecer subsídios para políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de cidades mais inteligentes e sustentáveis. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o estudo mostra que a digitalização da logística pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana, reduzir desperdícios de alimentos e tornar o abastecimento das cidades mais resiliente.

Os pesquisadores destacam, entretanto, que a adoção dessas tecnologias depende do avanço da infraestrutura digital, da padronização regulatória e da coordenação entre produtores, transportadoras, varejo e poder público. Para o professor Lino Marujo, do Programa de Engenharia de Produção (PEP) da Coppe, a tecnologia já está disponível, mas seu potencial só será plenamente alcançado com modelos de governança capazes de integrar os diferentes agentes da cadeia logística.

Marco Zero: Coppe lança programa de inovação social de base tecnológica

Tecnologia e inovação social para criar soluções capazes de transformar realidades

A Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ lança o Marco Zero, seu Programa de Inovação Social de Base Tecnológica. A iniciativa vai apoiar pesquisadores, estudantes, empreendedores e equipes que desejam transformar conhecimento científico e tecnológico em soluções capazes de enfrentar desafios sociais.

O programa foi criado para apoiar iniciativas em estágio inicial que já identificaram um problema social relevante, mas ainda precisam de metodologia, mentoria e conexões para transformar uma ideia, pesquisa ou tecnologia em uma solução estruturada, validada e com potencial de gerar impacto. As propostas devem abordar áreas como educação, saúde, desenvolvimento territorial, sustentabilidade, inclusão produtiva e outros desafios sociais, sempre alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Segundo Marcos Chaves, head da Incubadora da Coppe, o Marco Zero reúne a experiência da Incubadora de Empresas da Coppe e o legado da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP), incorporada recentemente à Incubadora. “A proposta combina metodologia de empreendedorismo, acompanhamento especializado e uma rede de parceiros para acelerar iniciativas de base tecnológica com propósito social”.

Durante seis meses, os participantes desenvolverão suas soluções com apoio de mentores e especialistas, passando por etapas de validação do problema, desenvolvimento de um Produto Mínimo Viável (MVP), testes com usuários, estratégias de sustentabilidade do negócio, incluindo acesso à Fábrica de Software, criada para apoiar o desenvolvimento das soluções tecnológicas.

“O Brasil produz conhecimento e tecnologia com enorme potencial para enfrentar desafios sociais. O Marco Zero nasce para ajudar essas iniciativas a ganhar estrutura, validar suas soluções e ampliar seu impacto. Como parte do processo, nós forneceremos uma Fábrica de Software para auxiliar na criação de mínimos produtos viáveis das soluções tecnológicas, que sejam funcionais e especializadas para cada modelo de negócio dos empreendedores.”, explica Rebeca Amaral, líder de Inovação Social da Incubadora da Coppe e coordenadora do programa.

O programa conta com financiamento da Finep e apoio do Parque Tecnológico da UFRJ, além de parceiros como Associação Brasileira dos Mentores de Negócios (Abmen), Sebrae e da GSales B2B. Ao longo da jornada, os participantes também terão acesso ao ecossistema de inovação da Coppe, conectando-se a pesquisadores, empresas, investidores e organizações que poderão fortalecer o desenvolvimento de seus projetos.

Assim como já ocorre na Incubadora de Empresas, os novos empreendedores terão auxílio na validação dos modelos de negócio, na identificação de oportunidades e na construção de uma estratégia de entrada e crescimento junto ao público-alvo selecionado. Os novos empreendedores contarão também com mentorias e conexão com o ecossistema de inovação da UFRJ e a parceria de grandes empresas, fundos de investimento e centros de inovação internacionais, assim como de empresas graduadas na Incubadora de Empresas, como a EloGroup e a Visagio.

Segundo Thiago Aragão, diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, ao longo de sua trajetória, a instituição desenvolveu tecnologias que impulsionaram setores estratégicos do país e melhoraram a vida das pessoas. Com o Marco Zero, amplia esse compromisso ao compartilhar sua experiência em inovação com quem quer colocar a tecnologia a serviço da sociedade.

Sua iniciativa pode ser a próxima a transformar conhecimento em impacto social.

Para se inscrever, informe:

  • qual desafio social sua solução pretende enfrentar;
  • quem será beneficiado;
  • em que estágio está a tecnologia ou a proposta.

As inscrições para o Marco Zero estão abertas até 31 de julho. Acesse: https://marcozero.incubadora.coppe.ufrj.br

Esta é uma oportunidade para transformar pesquisa, conhecimento e tecnologia em soluções com impacto social.

MagLev-Cobra poderá contar com tecnologia nacional nos ímãs de seus trilhos

A Coppe/UFRJ reafirma sua liderança no desenvolvimento de soluções tecnológicas para os desafios da mobilidade sustentável e da inovação industrial com mais um avanço do MagLev-Cobra, trem de levitação magnética desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica (Poli). Até outubro deste ano, a versão automatizada do MagLev, produzida pela empresa Aerom, e com apoio da Faperj, deverá iniciar os testes transportando passageiros na linha experimental, no Centro de Tecnologia da UFRJ.

Segundo o professor Richard Stephan, coordenador do projeto e professor do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe, e da Poli, em paralelo foi submetida à Finep uma proposta de financiamento para a realização de um Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA). O estudo tem como finalidade identificar o local para a expansão do percurso do veículo, conforme o cronograma do projeto. A expansão poderia permitir que o MagLev alcance o Parque Tecnológico da UFRJ, que é uma das possibilidades, percorrendo curvas e inclinações, o que ampliará a validação da tecnologia de supercondutividade empregada no sistema.

Richard Stephan explica que a sustentação do MagLev-Cobra é obtida por meio de supercondutores instalados na parte inferior do veículo e de trilhos formados por ímãs de terras raras. “É justamente nesse componente que um novo avanço tecnológico poderá fortalecer ainda mais a autonomia nacional.”

Durante a sétima edição do Congresso Brasileiro de Terras-Raras (VII CBTR), realizada no dia 2 de julho, no Centro de Tecnologia da UFRJ, Richard apresentou o MagLev-Cobra a estudantes, pesquisadores, empresários e investidores de todo o país e defendeu o fortalecimento da produção nacional de ímãs permanentes. Após o evento, dezenas de participantes visitaram o veículo.

Ana Laura, entre seus orientadores, desenvolve recobrimento de ímãs nacional

O professor destacou que foi necessária a importação de uma nova remessa de ímãs da China, agora com revestimentos mais resistentes à corrosão, para substituir os atuais, que passaram a apresentar pontos de ferrugem. Ao mesmo tempo, apontou uma perspectiva promissora: o desenvolvimento de um revestimento com tecnologia brasileira, fruto da pesquisa de doutorado de Ana Laura Campista, do Programa de Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos (EPQB), da Escola de Química da UFRJ., com orientação dos professores Ladimir José de Carvalho e Simone Louise Brasil.

Segundo Ana Laura, recobrimentos metálicos utilizados em ímãs sofrem desgaste ao longo do tempo, especialmente quando expostos à umidade e à chuva. Os novos ímãs importados já utilizam materiais que oferecem maior resistência à corrosão. No entanto, a tecnologia que ela desenvolve em sua pesquisa tem potencial para ampliar ainda mais essa proteção, prolongando a vida útil dos ímãs e reduzindo custos de manutenção.

O interesse despertado pelo projeto também chamou a atenção de pesquisadores de outras instituições. A doutoranda em Engenharia de Produção da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Isadora Marcela de Campos, que participou do congresso, afirmou que acompanha pesquisas sobre terras raras desde o mestrado e considera estratégico o fortalecimento dessa cadeia produtiva no Brasil.

Isadora Marcela defende força-tarefa para produção de ímãs brasileiros

“O Brasil importa ímãs de terras-raras da China e, então, se pudermos produzir, desenvolver e utilizar este material aqui será extraordinário, já que temos capacidade tecnológica, mão de obra qualificada e especialistas envolvidos que querem implementar isso. Agora, é uma força-tarefa, e precisamos de investimentos e de vontade política para dar continuidade ao desenvolvimento e competirmos no mercado internacional com produtos feitos aqui no Brasil”, defende Isadora.

Além de representar um marco para a mobilidade urbana de baixa emissão de carbono, o MagLev-Cobra consolida a capacidade da Coppe de transformar conhecimento científico em inovação com potencial de impacto econômico e social. As pesquisas voltadas à nacionalização de componentes estratégicos demonstram como a universidade contribui para reduzir a dependência tecnológica do país e fortalecer uma cadeia produtiva de alto valor agregado.

Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contato do coordenadorcampos@smt.ufrj.br

Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.

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TítuloEscola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Coordenador: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contato do coordenadorpacheco.h.pacheco@gmail.com e helen@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.

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TítuloLaboratório de Informática e Sociedade – LabIS
Coordenador:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contato do coordenadorhcukier@cos.ufrj.br e lealsobral@cos.ufrj.br

Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.

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TítuloLetramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS
Contato do coordenadorddantas@oceanica.ufrj.br

Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.

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TítuloPolímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contato do coordenadortaissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br

Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.

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TítuloPolímeros: aplicações e uso consciente
Coordenador: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contato do coordenadorariane.pent@gmail.com e ariane@pent.coppe.ufrj.br

Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.

Site onde os trabalhos realizados pelo projeto de extensão são divulgados
Instagram do Grupo EngePol (PEQ/COPPE/UFRJ), onde todos os nossos trabalhos e laboratórios são divulgados, inclusive os do projeto de extensão

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TítuloPrograma de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com

Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ 

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TítuloEspaço COPPE Miguel de Simoni
Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br

Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE  

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br e karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloUBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro

Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenadormatheusoli@hotmail.com

Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.

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TítuloUnidade de Suporte à Inovação Social – USIS
Coordenador:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contato do coordenadorcarla.cipolla@ufrj.br

Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.

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Título“TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
Coordenador:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contato do coordenadorandreanascimento@cos.ufrj.br

Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.

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TítuloApoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenadoramandaxavier86@gmail.com

Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.

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TítuloBoas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens
Coordenador:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contato do coordenadorvanda@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: Entende-se que o acolhimento poderá ampliar sua esfera de atuação, para além do campo psicossocial, podendo alcançar também o contexto socioeconômico, acadêmico, das relações laborais entre outros. Com o passar do tempo, a sobrevivência às situações de adoecimento, outros aspectos do acolhimento foram se apresentando. O acolhimento financeiro, o acolhimento acadêmico, o acolhimento dos conflitos e dificuldades de relacionamentos, o acolhimento laboral pela dificuldade de absorção e entendimento das novas formas de trabalho surgidas. A partir de então, se fez necessário repensar como dar conta de considerar todos esses tipos de acolhimentos. Neste sentido, este projeto pretende evidenciar a importância de compartilhar uma informação que oriente e facilite os indivíduos para o desempenho de ações de acolhimento nos diversos espaços de convivência. Por isso, saberes, convivências e aprendizagens fazem parte de uma via de mão dupla. Ou seja, cada parte tem o que a transmitir, conhecer e se aperfeiçoar com a outra.

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TítuloCapacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python
Coordenador:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contato do coordenador: edmundo@land.ufrj.br

Resumo: Este curso é uma ação prevista no projeto de Extensão “Ensino Hibrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico” já registrado no SIGA, pela COPPE. O projeto de extensão registrado no SIGA tem como um dos seus objetivos a criação de cursos em áreas chave para o desenvolvimento do Estado e de acordo com a experiência multidisciplinar da COPPE. Através de uma parceria com a Ong Ideas de Friburgo que proporcionou a infraestrutura necessária (espaço físico, computadores, pessoal local, etc.) foi criado um local para treinamento de jovens oriundos de escolas públicas do segundo grau. A ideia do curso surgiu durante a elaboração de disciplinas de programação para um curso avançado de técnicas de Inteligência Artificial com o formato hibrido baseado no Aprendizado Voltado a Projetos (PBL, projeto FAPERJ) de forma a que a experiência do projeto em PBL fosse aplicada a jovens alunos. O curso visa introduzir os jovens em linguagens modernas de computação, e fornecer o treinamento essencial para que o aluno da rede pública de ensino possa mais facilmente ingressar no mercado de trabalho local. Os alunos selecionados têm a oportunidade de aprender programação na prática, com base na linguagem Python, para melhor entender e tentar propor soluções a problemas reais e da cidade de Friburgo quando possível. O curso visa também fornecer incentivos para que os egressos possam continuar os estudos em tópicos adicionais de tecnologias da computação.

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TítuloDisseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental
Coordenador:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contato do coordenador: inayacorrea@gmail.com

Resumo: Em sua Décima Edição, a Semana do Meio Ambiente da BR Marinas integra em sua agenda o Dia Mundial do Oceano, inserindo-se no contexto da Década do Oceano da ONU. Este evento conta com os apoios do Núcleo de Vida Marinha e do Centro de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e da Cidade do Rio de Janeiro e da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, trazendo para o público carioca a importância dos Oceanos na mitigação das Mudanças Climáticas, o debate sobre a biodiversidade e as potencialidades do Oceano, e a integração entre Ciência, Educação, Políticas Públicas e Sociedade Civil. Ademais, serão incorporadas pela primeira vez aplicações nucleares e atômicas de medidas para englobar a temática em tela com cujo acadêmico-cientifico. E, por fim, teremos uma ação de Sensibilização Ambiental será realizada através da promoção de um Mutirão de Limpeza com foco nos resíduos sólidos do entorno da Marina da Glória, incluindo o Lixo Marinho, com a participação de voluntários.

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TítuloDroneiros Vonluntários
Coordenador: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenadortcottaf@gmail.com

Resumo: Em 2022, os desastres causaram mais de 30,704 mortes e com 185 milhões de pessoas afetadas, e prejuízos de 223.8 bilhões de dólares segundo o Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). No Brasil, entre 2011 a 2022, especificamente no Rio de Janeiro, houve 591 ocorrências de desastres, resultando em 987 mortes e afetando 3,9 milhões de pessoas, e prejuízos econômicos superior a R$ 3,08 bilhões (Atlas digital de desastres no Brasil, 2023). Tais dados demonstram a importância e a complexidade das Operações Humanitárias e de Desastres (OHD), as quais envolvem o acesso as áreas afetadas, a coordenação de diversos stakeholders e falta de recursos. Assim surge o projeto Droneiros Voluntários, idealizado no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ de forma a auxiliar a escassez de recursos humanos e tecnológicos na resposta a desastres. O projeto conta com uma plataforma tecnológica que atua como um facilitador, unindo proprietários de drones, defesa civil e outras organizações no desenvolvimento de ações de mapeamento de áreas de risco e afetadas por desastres, promovendo uma colaboração entre stakeholders mais eficaz e eficiente no contexto de OHD. Nesse sentido, o projeto atua no engajamento e promoção da troca de conhecimento entre os diferentes atores tratados como público alvo, promovendo OHD eficazes e mais eficientes, com integração entre diferentes áreas de conhecimento científico e pesquisadores de diferentes níveis que atuam em OHD.

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TítuloINSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO
Coordenador:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contato do coordenador: arge@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A InSilicoNet é um espaço de colaboração onde diversos atores da sociedade são convidados a trazer seus problemas técnicos para construir, em conjunto com os membros acadêmicos, soluções tecnológicas inovadoras baseadas em ferramentas digitais. Está estruturado como uma rede de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ e SENAI CETIQT) e profissionais de engenharia com experiência na área de engenharia de sistemas em processos (Process Systems Engineering, PSE). A InSilicoNet tem a missão de promover o desenvolvimento científico e tecnológico comprometidos não apenas com o desempenho econômico, mas com os impactos sociais e ambientais por meio de atividades de extensão integradas a iniciativas de pesquisa e ensino em PSE, contemplando: a) Fábrica de Aprendizagem, que desenvolve competências e habilidades de discentes de graduação e pós-graduação para o trabalho colaborativo empregando PSE na solução de problemas tecnológicos, sociais e ambientais tratáveis por ferramentas de engenharia digital; b) Oferta de cursos de extensão que promovam competência para o desenvolvimento de pesquisa, tecnologia e inovação; e c) Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento integrando discentes de graduação e pós-graduação sob orientação acadêmica e mentoria por indústrias, organizações e/ou governos.

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TítuloRede Refugia
Coordenador:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenadortcottaf@gmail.com

Resumo: O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) revela que em 2022 o mundo ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas em deslocamento forçado, motivados por inúmeras razões. No Brasil, desde 2011 foram realizadas 297.712 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Devido a sua complexidade e alta quantidade de pessoas afetadas, a crise humanitária de refugiados precisa ser enfrentada pelos governos em comunhão com a sociedade civil e o setor privado, a fim de se garantir que as pessoas em deslocamento forçado tenham seus direitos humanos protegidos durante um processo de acolhimento efetivo e atento às suas necessidades. Assim, interessados em auxiliar no enfrentamento brasileiro à crise migratória, a Rede Refugia foi idealizada no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ. Trata-se de uma plataforma tecnológica colaborativa que objetiva facilitar o processo de acolhimento, proteção e integração de pessoas em deslocamento forçado que estão no Brasil. Dessa forma busca-se fortalecer os processos de colaboração mútua entre refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas, poder público, entidades privadas, organizações humanitárias e outros stakeholders. Por meio de um processo de inovação social, a Rede Refugia busca fomentar um ambiente que favoreça a implementação de soluções inovadoras para os problemas vivenciados pelas pessoas em deslocamento forçado vivendo em solo brasileiro.

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Agendamento com a GRH

Setor da COPPE responsável pela orientação aos funcionários, no tocante a direitos e deveres em sua vida funcional, além de promover diversas ações que contribuem para capacitação profissional e bem-estar dos trabalhadores.
A Equipe é formada por profissionais da área de Administração, Recursos Humanos e Pedagogia, que estão prontos para atender a força de trabalho COPPE.

 

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Agendamento de Espaço

O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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Enviar

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Resíduos Químicos

O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Segurança Patrimonial

O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

  • Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
  • Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.

 

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Gestão Eletrônica de Documentos

O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.

Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.

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Limpeza de Espaços

O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Projetos de Arquitetura

O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.

Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.

E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br

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Sistemas da DPADI

O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.

Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.

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Infraestrutura e Redes

O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.

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Manutenção Predial

O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.

Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços: Conserto de ar central, conserto de ar de janela, conserto de ar tipo split, conserto de refrigerador, instalação de ar tipo split, serviço de elétrica, serviço de hidráulica, serviço de lustrador, serviço de pintura, serviço de serralheria, serviços de marcenaria, serviços de obras civis, serviços gerais, troca de disjuntor, troca de lâmpadas

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Patrimônio

O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

Como faço para fazer uma baixa?

Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.

Como faço para fazer uma transferência?

Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.

Como faço para fazer uma doação?

Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.

Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?

Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .

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Agendamento de Transporte

O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.

Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.

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Almoxarifado

O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única

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Descarte de Materiais

O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.

 

Procedimentos

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Terapias no Acolhe COPPE

 

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Atividades de Saúde e Bem Estar

 

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Agendamento de Espaços do Grêmio

Para reserva de locação do salão de eventos da sede do Grêmio ou do campo de futebol para qualquer atividade a ser realizada no local, deve-se seguir os procedimentos adotados na página do grêmio.

 

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Action name: Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education
Coordinator: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contact information: campos@smt.ufrj.br

About the action: The COVID-19 pandemic enforced a drastic transition from the traditional teaching model to strictly online classes, having required a great effort to prepare and offer courses to students ranging from primary to higher education, since only a few were prepared to deal with technologies for online teaching. Even months after social distancing started, the in-person to online transition was not a trivial process, especially when it came to maintaining the quality of the courses offered in this new modality. This process taught us one important lesson: it is necessary that we permanently invest in implementing innovative/efficient technologies for improved teaching and learning. As such, this project aims to support public education in the state of Rio de Janeiro, from basic education to higher Education in engineering at other universities. With a hybrid learning modality, our purpose is to develop resources and courses that incorporate active learning methods, flipped classrooms, multimodality, etc.

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Action name: Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering
Coordinator: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contact information: pacheco.h.pacheco@gmail.com and helen@peq.coppe.ufrj.br

About the action: The Pilot School for In-Person Education (EPP) in Chemical Engineering was created in 1993 by our Program of Chemical Engineering (PEQ/COPPE) as a tool for improvement and continuing education. It was very beneficial for high school and undergraduate teachers, but also very popular with students, technicians, and industry workers in general. This edition of EPP is called ADVANCED TECHNIQUES FOR MATERIALS CHARACTERIZATION and will comprise 10 modules. It consists in teaching cutting-edge methods for characterizing various types of materials, discussing the fundamentals of such techniques, and exemplifying them with real-world data. The modules are as follows: Module 1: Spectroscopy techniques (FTIR, DRIFTS, RAMAN, and UV-vis); Module 2: Nuclear magnetic resonance (NMR); Module 3: X-ray diffraction (XRD); Module 4: Mass spectrometry and temperature-programmed reduction (MS and TPR); Module 5: Gel permeation chromatography (GPC); Module 6: Droplet and particle size analysis; Module 7: Gas and liquid chromatography troubleshooting methods; Module 8: Aspects of petroleum characterization; Module 9: Thermal analysis - TGA, DSC, and DMA; Module 10: Biotechnology in everyday life.

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Action name: Laboratory for Informatics and Society – LabIS
Coordinator:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contact information: hcukier@cos.ufrj.br and lealsobral@cos.ufrj.br

About the action: LabIS stems from the long journey traversed by the work and research of Informatics and Society (IS), a line of research from our Systems Engineering and Computer Science Program (PESC). We are driven by the desire to better comprehend the many faces of our society, seeking to contribute towards more equality and fairness. We develop software for accessibility (LibrasOffice), educational games (Damática), community banks (Mumbuca and Preventório) and offer programming courses for public high school students.

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Action name: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ
Coordinator: DENISE CUNHA DANTAS
Contact information: ddantas@oceanica.ufrj.br

About the action: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly is a project for all those who are not literate and those who did not have access to or did not complete primary and/or lower secondary school at the corresponding age. It was created in 2005 by COPPE's Department of Social Development, based on a survey of civil servants and outsourced workers involved in cleaning and general services. We extended our research to other units and sectors of our university. Today, our students are civil servants and outsourced workers at UFRJ, most of whom work at the Technology Center, and citizens who live near Ilha do Fundão, mainly in Vila Residencial and Complexo da Maré. Our classes are held at the Technology Center for the Basic, Intermediate, and Advanced Literacy classes, Monday to Friday, from 3 p.m. to 4:30 p.m.

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Action name: Polymers in Oil and Gas – Additives
Coordinator:  TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contact information: taissazl@yahoo.com.br and elucas@metalmat.ufrj.br

About the action: our action comprises theoretical and practical classes on obtaining, characterizing, and analyzing the properties of polymers in solution, as well as their applications as additives in the petroleum industry.

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Action name: Polymers: applications and awareness
Coordinator: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contact information: ariane.pent@gmail.com and ariane@pent.coppe.ufrj.br

About the action: Plastic recycling has become a very important matter, since over 60% of all plastic produced globally has already become waste but only 9% has been recycled. In Brazil, the situation is even more alarming. A recent WWF report states that Brazil is the fourth largest producer of plastic waste worldwide, with a recycling rate of less than 2%. Our policies for recycling and environmental education are still insufficient and poorly publicized. Furthermore, plastics have recently been made out to be villains, making it increasingly desirable that these materials are banned. However, it is worth remembering that plastics are polymers with high value-added, low production costs, and very versatile properties. When recycled, they can be reinserted into the production chain, which enables the production of new materials and boosts the energy industry. As such, our project aims to guide and encourage students from public and private schools to reproduce the concept of recycling in their schools, families, and communities. We hold online lectures and fun activities that stimulate the reuse and proper disposal of plastic waste, preventing it from being disposed of in inappropriate places.

For more information about our activities, click here to go to our website.
For more information on our work and laboratories, including those related to our outreach project, go to the Instagram page of the EngePol Group (PEQ/COPPE/UFRJ)

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Action name: A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: Since its creation, the ITCP/COPPE (Technology Business Incubator for Community Cooperatives) has been working to support community-based enterprises, aiming at meeting the needs of the working class and informal workers, which have historically been marginalized and excluded from social actions developed by the government. The new challenges of today require new techniques and tools. As such, this is a proposal that researches innovative business incubation methodologies for the purpose of improving the activities of the incubated enterprises and providing continuity to the actions developed by ITCP/COPPE. Ultimately, implementing such new methodologies will improve the quality of Solidarity Economy Businesses.

 More information on the ITCP/COPPE/UFRJ website.

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Action name: Espaço COPPE Miguel de Simoni
Coordinator: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contact information: werner@cos.ufrj.br

About the action: We promote a guided tour of the Espaço COPPE exhibitions, primarily arranged for high school students from the Rio de Janeiro Metropolitan Area. The visiting groups of students are accompanied by teachers from their corresponding schools. Environments such as Espaço COPPE are driven by science and technology and provide key elements in fostering intrinsically motivated learning. For instance, building personal meaning, taking up challenging tasks, learning to collaborate, and recognizing the positive feelings that come from the efforts we made can potentially induce the formation of new, sometimes more intense bonds.

Espaço COPPE website.

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br and karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG) of the Brazilian Foundation for Quality (FNQ). The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG-TR) proposed by SEGES/Brazilian Ministry of Economy. The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program.

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Action name: UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Project BRA/15/010 – Strengthening and Expanding the National System for Racial Equality is an effort from the Ministry of Women, Family, and Human Rights (MMFDH) and the United Nations Development Programme (UNDP) aimed at decentralizing public policies on racial equality and strengthening and expanding the National System for Racial Equality (Sinapir). The COPPETEC Foundation was one of the organizations selected through the U.Lab project to provide the Local Government of Rio de Janeiro with a government innovation laboratory. Its purpose is to be replicable as a policy to promote racial equality within the Local Sustainable Development Plan at the time of its implementation, as developed by the Office of Planning from the Municipal Chief of Staff's Secretariat (EPL). Within the framework of Sinapir, this project aims to provide the municipality of Rio de Janeiro with a government innovation program that puts black youth at the forefront of technology and is capable of promoting well-being in their daily lives.

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Action name: Support Unit for Social Innovation – USIS
Coordinator:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contact information: carla.cipolla@ufrj.br

About the action: Social innovation is a key aspect to development. The Support Unit for Social Innovation (USIS/UFRJ) is a result of the Latin American Social Innovation Network (LASIN), which is a project funded by the European Commission, aimed at implementing a university-community engagement model based on a combination of curricular and extra-curricular activities, learning materials and tools, practical training, workshops, and mentorship, with its own methodology developed by LASIN, to strengthen the connection of universities with a wider social environment (community groups, NGOs and/or OSCIPS (Civil Society Organizations of Public Interest),

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TítuloObservatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ
Coordenador: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contato do coordenador: luizart@gmail.com

Resumo: O Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ visa visibilizar, fortalecer e refletir sobre tais experiências, seja na promoção de espaços de debate e de ensino-aprendizagem, seja no desenvolvimento de tecnologias com os coletivos envolvidos. Inspira-se na (e em articula-se com a) rede formada por pesquisadores extensionistas iniciada em 2020, o Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM). Este reúne pesquisadores engajados em aliar seus conhecimentos acadêmicos com as atividades práticas de bancos comunitários e moedas sociais do Brasil, nas perspectivas da escuta dos coletivos envolvidos, do engajamento extensionista e da análise das práticas dos coletivos envolvidos. “Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais”. Reúnem práticas e princípios, como a concessão de microcrédito para produção e consumo locais, sempre que possível em moedas sociais (válidas em um território restrito e com paridade com o Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). No Brasil, tais bancos tiveram como experiência pioneira o Banco Palmas (Fortaleza, 1998) e acumulam mais de 150 iniciativas. Com a digitalização de suas moedas sociais, inspiraram e articularam-se com políticas públicas de transferência de renda, notadamente no Estado do RJ.

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Título: MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro
Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com

Resumo: O acesso às tecnologias de comunicação e informação oferece uma gama diversa de instrumentos de coleta de dados capazes de acompanhar o posicionamento de pessoas e objetos no espaço e registrar o seus deslocamentos ao longo do tempo. Compondo este conjunto de instrumentos, destacam-se os dispositivos de IoT (Internet of Things, em inglês e, traduzido para o português, Internet das Coisas), aplicativos, registros de utilização de serviços inteligentes (e.g. cartões, terminais) como potenciais fontes de dados para o planejamento, gestão, operação e monitorização dos serviços de transportes. Nesse contexto, o presente curso tem o propósito de validar o potencial do estado da arte em termos de instrumentos inteligentes de coleta de dados no campo do planejamento da mobilidade urbana para a construção de um ecossistema de planejamento inteligente da mobilidade no Estado do Rio de Janeiro. Metodologicamente, programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema se realiza através do desenvolvimento e validação de uma plataforma informacional voltada para o planejamento da mobilidade de forma inteligente, inclusiva e sustentável com foco nos municípios do Estado do Rio de Janeiro e um programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema.

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TítuloEAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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TítuloEAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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Action name: “Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society
Coordinator:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contact information: andreanascimento@cos.ufrj.br

About the action: All of us from the academic and school community had to adapt ourselves to the use of technological solutions in order to communicate, socialize and engage with each other during the pandemic while aiming towards reproducing a classroom routine. As a result, audiovisual language and the use of portable devices such as smartphones and tablets, which were already a very present reality in our lives, suddenly became fundamental. This proximity was a great motivation that brought to memory the emblematic quote from filmmaker Glauber Rocha – A camera in hand and an idea in my head – which inspired the name of this project and makes us comprehend that our current practice revolves around this idea which represents our current social scenario in the habits of registering and sharing our images, voice messages, our videos, whether directly or indirectly on social media. Therefore, this project aims to meet a technical demand to assist in the production of content regarding the dissemination of research, school work, video lessons, among others, in a way that the audience participating in the project is familiar with the details of audiovisual composition. Emphasizing the use of audiovisual language as a vehicle for learning and sharing knowledge, a dialectical communication where it is important not only to transmit the knowledge generated at universities but also enable society to contribute with its gaze, its action and its criticism.

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Action name: Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: SMEs make up 92% of companies in the State of Rio de Janeiro (RJ) and are responsible for over 50% of formal employment (Brazil, 2020). However, as SMEs face huge challenges, especially due to the extent of the current health, economic and social crisis (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), highlighting the dominant economic model, centered around the mass production of material assets and financial statement (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). In this sense, this project is based on the perspective of the Economy of Functionality and Cooperation (EFC), which aims to provide integrated solutions for assets and services through the cooperation between different territorial actors, abandoning the notion of stability and developing new governance models for companies and territories (Du Tertre et al., 2019). This interactionist approach allows for less consumption of natural resources and a renewal of social bonds, creating resilience for economic relations, which have been so fragile due to the current scenario (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). This project aims to support Micro and Small companies in the state of Rio de Janeiro in developing sustainable economic trajectories, creating a direct impact on society and the scientific community. To this end, it aims to train, monitor and intervene with business leaders for the transition of their economic model based on the Economy of the Functionality and Cooperation Model.

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Action name: Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning
Coordinator:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contact information: vanda@adc.coppe.ufrj.br

About the action: It is understood that when providing care, one can expand the scope of its action beyond the psychosocial field, therefore also reaching the socioeconomic, academic and employment relations context, among others. Over time, other aspects of the care being provided started to emerge, as a way to survive situations of illness, such as financial care, academic care, care regarding relationship conflicts and challenges, as well as regarding labor due to the difficulty in absorbing and comprehending the new emerging work forms. From then on, it has been necessary to rethink a way to encompass all of these different types of care. In this sense, this project intends to highlight the importance of sharing information that directs and helps individuals in performing actions of care in several mutual commonspaces. Therefore, knowledge, coexistence and learning are a part of two-way street, meaning that each part has something to transmit, learn and improve with the other.

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Action name: Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming
Coordinator:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contact information: edmundo@land.ufrj.br

About the action: This course is an action provided for in the Outreach Project: “Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education”, which is already registered in SIGA, by COPPE. The outreach project registered in SIGA has as one of its goals to create courses in key areas for the development of the State and in accordance with COPPE’s multidisciplinary experience. Through a partnership with the Ideias de Friburgo NGO, which provided the necessary infrastructure (physical space, computers, local staff, etc), a space for training youngsters with a public high school background was created. The idea for the course emerged during the development of programming classes for an advanced course in Artificial Intelligence techniques with a hybrid format based on Project-Based Learning (PBL, FAPERJ project) so that the experience of the PBL project was applied to young students. The course aims to introduce the youngsters to modern computer languages as well as provide essential training in order to enable the public school student to enter the local job market more easily. Selected students have the opportunity to learn programming in practice, based on the Python language, to better understand and try to propose solutions to real problems in the city of Friburgo when possible. The course also aims to provide incentive so that egressed students can continue their studies in additional topics of computer technology.

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Action name: The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability
Coordinator:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contact information: inayacorrea@gmail.com

About the action: In its Tenth Edition, BR Marinas’ Environment Week integrates World Ocean Day in its agenda, inserting it within the context of the UN's Ocean Decade. This event is supported by Núcleo de Vida Marinha, Environmental Education Center of Rio de Janeiro's State Environment Department and UNESCO Chair for Ocean Sustainability, bringing awareness to the people of Rio about the importance of the Oceans in mitigating Climate Change, the debate on biodiversity and Ocean potentials, and the integration between Science, Education, Public Policies and Civil Society. Furthermore, nuclear and atomic applications shall be incorporated for the first time as measures to encompass the academic-scientific theme in question. Lastly, we shall hold an Environmental Awareness action which shall be carried out through the promotion of a major Clean-Up Campaign focusing on solid waste in the surroundings of Marina da Glória, including Marine Litter, with the participation of volunteers.

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Action name: Volunteer Drone Pilots
Coordinator: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: In 2022, disasters caused over 30,704 deaths, affected 185 million people, and induced economic losses of 223.8 billion dollars according to the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). In Brazil, between 2011 and 2022, specifically in  Rio de Janeiro, there have been 591 disaster occurrences, resulting in 987 deaths, affecting around 3,9 million people and inducing economic losses of over R$3,08 billion (Digital atlas of disasters in Brazil, 2023). Such data demonstrates the importance and complexity of Humanitarian and Disasters Operations (OHD), which involve access to affected areas, coordination of several stakeholders and lack of resources. Thus, the Volunteer Drone Pilots project was created, idealized within the scope of the COPPE/CT/UFRJ Industrial Engineering Program in order to help with the shortage of human and technological resources in disaster response. The project has a technological platform that acts as a facilitator, uniting drone owners, civil defense and other organizations in the development of actions to map areas at risk and affected by disasters, promoting more effective and efficient collaboration between stakeholders in the context of OHD. In this sense, the project works to engage and promote knowledge exchange among the different actors treated as target audience, promoting effective and more efficient OHD, with the integration of different scientific knowledge areas and researchers of different levels who act in OHD.

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Action name: INSILICONET – PROGRAMMING THE FUTURE
Coordinator:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contact information: arge@peq.coppe.ufrj.br

About the action: InSilicoNet is a collaboration space where diverse actors from society are invited to bring their technical problems to build, together with academic members, innovative technological solutions based on digital tools. It is structured  as a network of seven Universities of the State of Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ and SENAI CETIQT) and engineering professionals with experience in the area of process systems engineering (PSE). InSilicoNet have a mission to promote the scientific and technological development committed not only to the economic performance, but also to the social and environmental impacts through outreach activities integrated to research and teaching initiatives in PSE, contemplating: a) Learning Factory, which develops skills and abilities of undergraduate and graduate students for collaborative work employing PSE to solve technological, social and environmental problems treatable by digital engineering tools; b) Offering outreach courses that promote competence for developing research, technology and innovation; c) Research and Development Projects integrating undergraduate and graduate students under academic supervision and mentoring by industries, organizations and/or governments.

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Action name: Rede Refugia
Coordinator:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: The United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) reveals that in 2022 the world surpassed the mark of 100 million people in forced displacement, motivated by numerous reasons. In Brazil, since 2011 297.712 requests for the recognition of refugee status have been made. Due to its complexity and high amount of people affected, the humanitarian refugee crisis has to be addressed by governments in partnership with civil society and the private sector, in order to ensure that people in forced displacement have their human rights protected during an effective reception process that is attentive to their needs. Thus, those interested in helping Brazil face its migration crisis, Rede Refugia was created within the scope of the Industrial Engineering Program at COPPE/CT/UFRJ. It is a collaborative technological platform that aims to facilitate the process of reception, protection and integration of these people in forced displacement who are in Brazil. In this way, we seek to strengthen the mutual collaboration processes among refugees, asylum seekers, stateless people, public authorities, private entities, humanitarian organizations and other stakeholders. Through a social innovation process, Rede Refugia aims to foster an environment that favors the implementation of innovative solutions to the problems experienced by people in forced displacement living in Brazilian territory.

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Action name: UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency
Coordinator: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contact information: luizart@gmail.com

About the action: The UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency aims to make such experiences visible as well as strengthen and reflect on them, whether by promoting spaces for debate and teaching-learning or by developing technologies with the involved groups. It is inspired by (and works in tandem with) the network formed by science outreach researchers which began in 2020, the Observatory of Community Bank and Local Currency (OBM). This network brings together researchers engaged in allying their academic knowledge with the practical activities of community banks and social currency in Brazil, from the perspective of listening to the involved groups, engaging in outreach work and analysing the practices of the groups involved. “Community Banks are solidarity-based financial services, in a network, of an associative and communitary nature, aimed at generating work and income with a perspective of reorganizing local economies”. They bring together practices and principles, such as a microcredit granting for local production and consumption, whenever possible, in social currencies (valid in a restricted territory and at par with the Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). In Brazil, such banks had Banco Palmas (Fortaleza, 1998) as their pioneering experience and accumulated more than 150 initiatives. With the digitalization of their social currencies, they inspired and worked in tandem with public policies for income transfer, notably in the State of RJ.

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Action name: MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Access to information and communication technologies offers a diverse range of data collection instruments capable of tracking the positioning of people and objects in space and recording their movements over time. Composing this set of instruments, IoT (Internet of Things) devices, applications and records of the use of smart services (e.g. cards, terminals) stand out as potential sources of data for the planning, management, operation, and monitoring of transportation services. In this context, the present course aims to validate the potential of the state of art in terms of intelligent data collection tools within the field of urban mobility planning for the construction of an ecosystem of intelligent mobility planning in the State of Rio de Janeiro. Methodologically, the training program for the regulation, hiring and use of analytical tools and databases on the same topic is carried out through the development and validation of an information platform aimed at planning mobility in an intelligent, inclusive and sustainable way, focusing on the municipalities of the State of Rio de Janeiro.

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Action name: EAD Low Carbon: Offshore renewable energy
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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Action name: EAD Low Carbon: Climate Change
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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O Atendimento na Gerência de Recursos Humanos está sendo realizado através de agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração, contribuindo assim para a sua segurança e saúde. Portanto, escolhe o seu assunto, dia e horário e agende o seu atendimento conosco!

 

Ressaltamos que disponibilizamos TAMBÉM o atendimento on-line, através da ferramenta Google Meet

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O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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