A Coppe e a Escola Politécnica (Poli), da UFRJ, promovem, no dia 19 de maio, às 10h, um seminário que reúne dois nomes de referência para discutir temas essenciais para o Brasil quando falamos de sustentabilidade: saneamento, gestão de resíduos e biodiversidade.
Marilene Ramos é Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Grupo Águas do Brasil. Ela trará uma análise dos avanços e desafios do saneamento no estado do Rio de Janeiro após o novo marco legal, com foco nos impactos para a saúde pública e o desenvolvimento.
Carlos Minc é deputado estadual e ex-ministro do Meio Ambiente. Ele abordará a evolução da legislação ambiental e da gestão de resíduos no país, destacando aprendizados e impactos das políticas públicas ao longo das últimas décadas.
O encontro será realizado no Auditório Alberto Luiz Coimbra, na sala G-122, do CT/UFRJ, com mediação da diretora da Coppe Suzana Kahn e do vice-diretor da Poli, Marcelo Miguez.
Emiliane Daher, pesquisadora pós-doc, nas modernas instalações da Planta de Polímeros do EngePol
Uma solução desenvolvida na Coppe/UFRJ está mais próxima de chegar ao mercado e pode representar um avanço significativo no combate à esquistossomose – uma doença tropical negligenciada (DTN) – que ainda afeta milhões de pessoas no mundo, sobretudo em países do Sul Global, com forte incidência no Brasil.
Resultado de pesquisas conduzidas no Laboratório de Engenharia de Polimerização (EngePol), do Programa de Engenharia Química (PEQ), a tecnologia propõe uma nova forma de administração do praziquantel, medicamento amplamente utilizado no tratamento da doença. A inovação não está na substância em si, já consolidada no mercado, mas na forma como ela é entregue ao paciente — um fator decisivo para a eficácia do tratamento em larga escala.
Ao substituir o comprimido tradicional por sachês para suspensão oral, a solução responde a um desafio concreto de saúde pública: a baixa adesão ao tratamento, especialmente entre crianças, devido ao gosto amargo do medicamento. “Transformamos o fármaco em uma formulação que pode ser dispersa em água, facilitando a administração e permitindo uma dosagem mais precisa, ajustada ao peso do paciente”, explica a pesquisadora Emiliane Daher.
Mais do que conveniência, trata-se de uma inovação com potencial de ampliar o alcance e a efetividade do tratamento em populações vulneráveis.
Tecnologia aplicada a um problema real
A linha de pesquisa, desenvolvida sob coordenação do professor José Carlos Pinto, utiliza tecnologia para encapsular o fármaco em polímeros inteligentes, garantindo sua liberação controlada no organismo. A tecnologia de microencapsulamento — já patenteada pelo EngePol, — permite que o medicamento seja protegido ao longo do sistema gastrointestinal e liberado no momento adequado, em contato com o pH ácido do estômago.
Esse avanço técnico se traduz em benefícios diretos para a saúde pública:
Tecnologia inteligente e maior eficácia
Essa envelopagem polimérica oferece vantagens biológicas e técnicas:
Melhor aproveitamento: Melhora a biodisponibilidade do fármaco no sistema gastrointestinal.
Adesão ao tratamento: Mascara o sabor amargo, principal motivo de rejeição entre crianças.
Versatilidade: Além do uso humano, a tecnologia pode ser adaptada para o mercado veterinário no tratamento de verminoses em animais.
Do laboratório à população
Após anos de desenvolvimento, o projeto entra agora em uma etapa decisiva: a validação em ambiente regulatório e a aproximação com o mercado. O objetivo é obter o registro junto à Anvisa e viabilizar a produção em escala, condição essencial para que a inovação chegue, de fato, a quem precisa.
“E preciso transcorrer um longo caminho da pesquisa em bancada laboratorial até o registro de um novo medicamento e a sua comercialização. Agora, o projeto está bem mais adiantado e buscamos o registro junto à Agência de Vigilância Sanitária Nacional (Anvisa). Para isso, precisamos garantir que o material foi feito em um ambiente certificado, um ambiente que a Anvisa reconheça como seguro, para a gente conseguir dar a entrada no registro. A nossa Planta de Polímeros atende a todos os requisitos, mas ainda não está certificada, então procuramos um parceiro, a Globe Química”, esclarece Emiliane, pós doc do EngePol.
Os próximos passos incluem estudos de estabilidade e testes de biodisponibilidade em humanos, fundamentais para comprovar segurança e eficácia da nova formulação.
Ao transformar conhecimento científico em uma alternativa viável, com potencial de aplicação em larga escala, o projeto exemplifica como laboratórios de pesquisa podem contribuir diretamente para a melhoria das condições de vida da população — especialmente no enfrentamento de doenças negligenciadas.
A Coppe/UFRJ inaugura, no dia 18 de junho, o Biotech Hub — um laboratório multiusuário de biotecnologia criado para acelerar a transformação da pesquisa científica brasileira em soluções inovadoras para a saúde, a indústria e a economia do conhecimento. A iniciativa marca um novo passo estratégico para consolidar o protagonismo do Brasil em um dos setores mais disputados e promissores do mundo.
Instalado na Incubadora de Empresas da Coppe, o novo centro nasce com a missão de reduzir uma das principais barreiras enfrentadas por startups e pesquisadores da área: o acesso à infraestrutura científica avançada necessária para validar, testar e escalar tecnologias de alto valor agregado. O espaço, de 350 m², foi concebido para impulsionar deep techs em áreas como biofármacos, biossimilares, engenharia de tecidos e medicina regenerativa.
Em um cenário global em que a biotecnologia redefine os sistemas de saúde, movimenta bilhões em investimentos e se torna peça central da soberania tecnológica das nações, o Biotech Hub posiciona a Coppe como um dos principais ambientes de inovação científica da América Latina.
Como parte da iniciativa, será inaugurado o Hub de Bioimpressão 3D, desenvolvido em parceria com a divisão Life Science da Merck, referência mundial em ciência e tecnologia. A colaboração reforça o reconhecimento internacional da capacidade científica da Coppe e de sua atuação pioneira na engenharia da saúde.
Segundo a diretora da Coppe, Suzana Kahn, a parceria representa um movimento estratégico para aproximar ciência, inovação e impacto social.
“A escolha da Coppe para essa parceria reflete a excelência do nosso corpo de pesquisadores, a maturidade das pesquisas desenvolvidas na engenharia da saúde e nossa capacidade de transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade. Estamos criando um ambiente capaz de acelerar tecnologias estratégicas para o país e ampliar a presença do Brasil na nova economia da biotecnologia.”
A diretora destaca ainda que o novo laboratório permitirá avanços importantes no desenvolvimento de medicamentos e terapias mais seguras e eficientes.
“Os testes de novos medicamentos poderão utilizar tecnologias capazes de reproduzir, em laboratório, versões miniaturizadas de órgãos humanos. Isso representa uma mudança de paradigma no desenvolvimento de fármacos, reduzindo tempo, custos e ampliando a precisão das pesquisas.”
A Merck apoia o projeto com a ideia de viabilizar a colaboração entre indústrias e academia em áreas como biotintas e testes de medicamentos em organoides, por meio de tecnologia e bioimpressões que cria versões em miniaturas de órgãos humanos, a partir de células-tronco. A meta da Merck é firmar pelo menos oito parcerias, propiciar a geração de cinco startups e duas transferências de tecnologia.
O Biotech Hub foi viabilizado com apoio da Faperj, da Finep, do Inova UFRJ e de parceiros institucionais, consolidando um modelo de cooperação entre universidade, agências públicas e setor produtivo voltado à geração de inovação de alto impacto.
Além de fortalecer o ecossistema nacional de biotecnologia, a iniciativa deve ampliar a competitividade brasileira em um setor intensivo em conhecimento, estimular a criação de startups de base científica e atrair novas parcerias tecnológicas e investimentos para o país.
A cerimônia de inauguração será realizada, às 9 horas, na Inovateca, no Parque Tecnológico da UFRJ, reunindo lideranças acadêmicas, representantes da indústria, pesquisadores e atores do ecossistema de inovação.
Com o Biotech Hub, a Coppe reforça seu papel como uma das principais plataformas de conexão entre ciência de ponta, indústria e desenvolvimento tecnológico no Brasil — transformando conhecimento em soluções capazes de impactar a saúde, a economia e a qualidade de vida da população.
A Coppe/UFRJ é uma dos apoiadores do Energy Summit, o maior evento do Massachusetts Institute of Technology (MIT) no mundo, dedicado a discutir os caminhos da transformação energética, da inovação tecnológica e da transição para uma economia de baixo carbono.
O evento reúne pesquisadores, executivos, investidores e formuladores de políticas públicas para debater soluções reais, aplicáveis e escaláveis para os desafios energéticos globais — conectando ciência, tecnologia, negócios e capital.
Entre os palestrantes já confirmados:
Ben Soltoff – Empreendedor Residente (EIR) no Martin Trust Center for MIT Entrepreneurship
Mariangela Hungria – Pesquisadora da Embrapa Soja e vencedora do “Nobel da Agricultura”
Page Crahan – General Manager da Tapestry, divisão da X (Moonshot Factory), laboratório de inovação da Alphabet (Google)
Jordan Butler – CEO da Cleanlight Inc.
Lars Frølund – Especialista em investimentos em deep tech e Lecturer no MIT
Myfanwy Price Wolf – Diretora de Climate Investment da OGCI
Florian Berg – Pesquisador principal do MIT Sloan School of Management
Além deles, também já estão confirmadas a participação de dois professores da Coppe como palestrantes: Alexandre Szklo e Milad Shadman, dos Programas de Planejamento Energético (PPE) e de Engenharia Oceânica (Peno) e o professor aposentado do PPE e atual membro do Conselho da Axia Energia (antiga Eletrobras), Maurício Tolmasquim.
O Energy Summit acontece de 23 a 25 de junho e, nesta edição, ganha uma casa nova: a Marina da Glória, um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro.
Estão abertas até 31 de maio as inscrições para o Concurso de Debates do Brics 2026. Alunos de mestrado e doutorado deverão debater o tema “Brics e o Sul Global: reformando a governança global ou reproduzindo desigualdades existentes?”, abordando tópicos como a reforma da governança global, sistemas financeiros, desigualdade, resultados de desenvolvimento, representação e segurança global..
A competição é organizada pelo Brics Research Institute, em parceria com a University of Venda (Univen), a Durban University of Technology (DUT) e a TV Brics, e reúne estudantes de pós-graduação do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Cronograma: Abertura das inscrições: 22 de abril de 2026 Encerramento das inscrições: 31 de maio de 2026 Debates nacionais: junho – julho de 2026 Anúncio dos campeões nacionais: meados de agosto de 2026 Workshop de mentoria: final de agosto de 2026
🏆 Prêmio: Os vencedores nacionais de cada país do bloco competirão no campeonato final realizado na Rússia, em dezembro.
No encerramento do Abril Azul, mês dedicado mundialmente à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a Coppe reafirmou seu compromisso em transformar o ambiente acadêmico e tecnológico em um espaço de acolhimento real, e de respeito às potencialidades humanas. O encontro “Autismo: Inclusão, Ciência e Humanização”, realizado nesta quarta-feira, dia 29 de abril, abriu a série de ações planejadas para o “Calendário da Diversidade 2026”, pelo Núcleo Psicossocial Acolhe Coppe.
A escolha do autismo para iniciar este ciclo reflete a responsabilidade institucional diante do aumento dos diagnósticos no Brasil e do desafio de acolher a população neurodivergente no ensino superior e no mercado de trabalho. Para debater o tema, a Coppe reuniu especialistas que são referência no assunto, que abordaram diversas perspectivas, desde a neurodiversidade na docência e a inclusão profissional até as garantias de direitos, aprendizagem e legislação.
Como destacou a diretora de Gestão de Pessoas da Coppe, Vanda Borges, o evento responde à “necessidade de nos apropriarmos de novos conceitos para o aperfeiçoamento das relações interpessoais”. Para o diretor de Assuntos Acadêmicos, professor Jean-David Caprace, este é um passo fundamental para uma Coppe “mais inclusiva, acolhedora e comprometida com a dignidade de todas as pessoas”.
Assista e Participe
Assista o evento na íntegra no Canal da Coppe no YouTube.
Sua opinião é importante: Não deixe de preencher o formulário de avaliação do encontro, e ajude no aprimoramento das próximas ações do Acolhe Coppe.
Calendário da Diversidade 2026: Uma Jornada de Conscientização
O debate sobre o autismo é apenas o primeiro de uma série de encontros planejados pelo Núcleo Psicossocial Acolhe Coppe. Ao longo de 2026, a instituição se voltará a diferentes causas para promover a saúde, o bem-estar e os direitos humanos em sua comunidade. Confira alguns temas:
Junho Vermelho: Foco na conscientização sobre a importância vital da doação de sangue.
Agosto Dourado: Ações de incentivo à amamentação e apoio às mães acadêmicas.
Setembro Amarelo: Um mês dedicado ao diálogo e à prevenção ao suicídio.
Outubro Rosa: Conscientização sobre a detecção precoce do câncer de mama e colo do útero.
Novembro Azul: Foco na saúde do homem e prevenção ao câncer de próstata.
Dezembro Vermelho: Mobilização nacional na luta e prevenção contra o HIV/Aids.
Ciência com Humanização
Ao integrar o Abril Azul a um cronograma tão abrangente, a Coppe demonstra que a excelência científica não está dissociada da responsabilidade social. O letramento contra o capacitismo e a empatia, discutidos intensamente durante o encontro, servirão de base para todos os temas subsequentes do Calendário da Diversidade.
A universidade reafirma-se, assim, como um espaço onde o conhecimento técnico caminha de mãos dadas com a promoção da vida e o respeito à diversidade em todas as suas formas.
A Diretoria de Tecnologia e Inovação e a Incubadora de Empresas da Coppe lançaram a “Pesquisa Empreendedorismo na Coppe/UFRJ”, com o objetivo de mapear o perfil da comunidade e identificar barreiras e incentivos ao empreendedorismo na instituição.
A iniciativa busca compreender tanto quem já empreende quanto aqueles que desenvolvem pesquisas com potencial de se transformar em negócios. A partir dos resultados, será possível traçar estratégias para fortalecer a inovação e ampliar a chegada de tecnologias desenvolvidas na Coppe ao mercado, gerando impacto na sociedade.
A participação é aberta a docentes, alunos, técnicos e pesquisadores. As respostas serão analisadas de forma agregada, com garantia de confidencialidade e sem identificação individual.
O formulário pode ser preenchido até o dia 15 de maio.
O doutorando Túlio Moreira Campos, do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM) da Coppe/UFRJ, conquistou o MEI Young Person’s Award 2025, considerado o mais importante reconhecimento internacional voltado a jovens pesquisadores na área de processamento mineral.
Concedido pela Minerals Engineering International e anunciado em 6 de abril, o prêmio destaca anualmente um pesquisador de até 35 anos com contribuição de excelência e impacto global no setor.
A conquista coloca Túlio entre os poucos brasileiros a receber a honraria — esta é apenas a segunda vez que o prêmio é concedido a um pesquisador do país. A primeira ocorreu em 2013, com Rodrigo Carvalho, hoje professor do PEMM.
O reconhecimento reflete uma trajetória acadêmica de destaque, com pesquisas em quebra de partículas, modelagem matemática e otimização de processos de cominuição, além de uma produção científica expressiva, com artigos publicados em periódicos internacionais e participação em projetos com a indústria.
Entre seus principais resultados está o desenvolvimento de um modelo matemático com operação em tempo real, capaz de coletar dados automaticamente em uma usina de pelotização do Complexo de Tubarão, da Vale S.A. A solução já foi integrada ao processo produtivo e está em fase de implementação como parte de um sistema avançado de controle.
Indicado por seu orientador, o professor Luís Marcelo Tavares, coordenador do Laboratório de Tecnologia Mineral (LTM), Túlio teve sua candidatura avaliada por um comitê internacional, e contou com o apoio dos professores Holger Lieberwirth, da Technische Universität Bergakademie Freiberg (Alemanha) e Malcolm Powell, da University of Queensland (Austrália).
Pesquisadores da Coppe/UFRJ lideram um projeto com potencial para transformar profundamente a cadeia produtiva do lúpulo no Brasil e posicionar o país como referência global entre regiões de clima tropical na produção e fornecimento dessa matéria-prima estratégica.
O lúpulo é uma planta cujas flores, os chamados “cones”, são essenciais para a produção de cerveja, conferindo amargor, aroma e estabilidade à bebida. Mas seu valor vai muito além: seus compostos naturais também têm aplicação nos setores de alimentos, etanol, cosméticos e farmacêutico, ampliando significativamente seu potencial econômico e industrial.
Desenvolvido no Centro Avançado em Sustentabilidade, Ecossistemas Locais e Governança (Casulo), da Coppe, o projeto tem como objetivo replicar, no caso do lúpulo, o que o Brasil já realizou com culturas como a soja e o trigo: adaptar a produção ao ambiente nacional, dominar as tecnologias e alcançar escala com competitividade internacional.
“Estamos falando de estruturar uma nova cadeia produtiva no país, integrando desde o cultivo com agricultura de precisão até o processamento industrial e o controle de qualidade em laboratório próprio”, explica a coordenadora do projeto, professora Amanda Xavier, do Programa de Engenharia de Produção da Coppe, ao qual o Casulo é vinculado.
O Casulo/Coppe já mantém parceria com a Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo (Aprolúpulo), colaboração que resultou no Mapa do Lúpulo Brasileiro 2024, publicado em março de 2026, um documento estratégico para orientar pesquisas, políticas públicas e investimentos na cadeia.
A iniciativa inclui ainda a produção de extratos de lúpulo, insumos de alto valor agregado obtidos por meio de tecnologia avançada de extração com CO₂, capazes de atender diferentes segmentos industriais com padronização, rastreabilidade e fornecimento em escala. “Com agricultura de precisão e controle laboratorial, podemos oferecer extratos padronizados que atendam tanto a cervejarias artesanais quanto à indústria farmacêutica”, diz Amanda Xavier.
Localização: decisão estratégica que pode redefinir um setor
“Estamos falando de estruturar uma nova cadeia produtiva no país”, diz Amanda Xavier.
Mais do que uma escolha operacional, a definição de onde o projeto será implantado tornou-se uma decisão estratégica com impacto direto no desenvolvimento regional e na formação de um novo polo econômico no país.
A região selecionada não apenas receberá investimentos e infraestrutura, mas também concentrará conhecimento técnico, inovação e articulação produtiva — fatores que historicamente transformam territórios em referências nacionais.
“A publicação do Mapa do Lúpulo Brasileiro já começa a nortear decisões de investimento e políticas locais. Teremos agora dados para planejar locais de cultivo, demandas de infraestrutura e iniciativas de capacitação técnica. Além disso, o mapa nos ajuda a priorizar pesquisas para melhoramento genético e desenvolvimento de protocolos de pós-colheita adequados ao clima tropical”, acrescenta a professora da Coppe.
Assim como ocorreu com outras cadeias agrícolas brasileiras, a escolha da localização pode ser o ponto de partida para a consolidação de um ecossistema completo, conectando produção, indústria, pesquisa e mercado. Na prática, trata-se de uma oportunidade concreta de indução de desenvolvimento regional, geração de empregos qualificados e atração de novos negócios.
Vantagem competitiva tropical
Hoje, a maior parte do lúpulo consumido no Brasil é importada, principalmente de regiões de clima frio, onde há apenas uma safra anual devido às condições de luminosidade e temperatura.
No entanto, avanços recentes mostram que o Brasil pode transformar suas características climáticas em vantagem competitiva. Com manejo adequado e uso de tecnologias como suplementação luminosa, é possível alcançar até 2,5 safras por ano — um ganho expressivo de produtividade em relação aos países tradicionais produtores.
Os números evidenciam a dimensão da oportunidade. Em 2024, a produção mundial de lúpulo foi de cerca de 114 mil toneladas. No mesmo período, o Brasil produziu apenas 81 toneladas, frente a uma demanda interna de aproximadamente 7 mil toneladas — um mercado estimado em cerca de R$ 878 milhões por ano. Isso significa que o país produz apenas 1,11% do que consome, revelando uma dependência significativa de importações e um amplo espaço para crescimento.
Nesse contexto, a decisão sobre a localização do projeto ganha ainda mais relevância: ela pode acelerar a substituição de importações, fortalecer a indústria nacional e inserir o Brasil em uma cadeia global de maior valor agregado.
Ciência em rede para acelerar resultados
Liderado pela equipe do Casulo Coppe, o projeto avança por meio de uma ampla rede nacional de pesquisa — com HorgBio (Unesp-Botucatu), Laboratório de Fisiologia Vegetal (Uesc), Laboratório de Cultura de Tecidos de Plantas Ornamentais (Esalq/USP) e o Laboratório de fruticultura do CAV (Udesc Lages) — e com parcerias internacionais que ampliam seu alcance técnico e mercadológico. No âmbito da internacionalização, o Casulo firmou conexões estratégicas com a Bélgica, por meio de parceria com a Université de Mons, país reconhecido por sua tradição cervejeira milenar e cadeias produtivas consolidadas. A parceria se desdobra em pesquisa aplicada junto ao ecossistema da Brussels Beer Project — rede com atuação no Brasil, Bélgica, Escócia, Portugal e Inglaterra — fortalecendo intercâmbio de tecnologias, capacitação e integração entre contextos locais e internacionais. “
“A força do projeto está na integração de competências: do melhor conhecimento agronômico ao processamento industrial. Essa rede acelera a maturação tecnológica e reduz riscos para os produtores. Nossa meta é deixar protocolos e tecnologias em domínio público para que pequenos e médios produtores possam se beneficiar rapidamente, com caminhos reais para inserção competitiva do lúpulo brasileiro em mercados globais”, conclui Amanda Xavier.
Em um cenário global marcado pela volatilidade dos preços de energia e seus efeitos diretos sobre a inflação, o custo do querosene de aviação (QAV) voltou ao centro do debate sobre o preço das passagens aéreas no Brasil. Diante desse contexto, o governo federal adotou uma série de medidas com o objetivo de conter a alta das tarifas e ampliar o acesso ao transporte aéreo.
Para entender os possíveis impactos dessas iniciativas, conversamos com Pedro Maia, doutorando do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, que analisa os efeitos das políticas públicas em um setor altamente sensível a variáveis econômicas e geopolíticas.
Entre as medidas anunciadas, estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre o QAV até o final de maio, a abertura de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para o setor e o parcelamento do aumento de combustível pela Petrobras. As ações refletem uma tentativa de resposta a um problema estrutural: o peso do combustível na composição de custos da aviação.
Pedro Maia, aluno de doutorado do Programa de Planejamento Energético
Como explica o pesquisador, há uma cadeia de repasses que nem sempre é linear. “Os impostos são relevantes na formação do preço do querosene, e o querosene, por sua vez, é um dos principais componentes do preço da passagem aérea. No caso do QAV, os impostos representam cerca de 12%, considerando também o ICMS estadual. Já o repasse para o tíquete aéreo varia entre 30% e 40%”, detalha.
No entanto, a eficácia dessas medidas encontra limites importantes — especialmente em um mercado cada vez mais integrado globalmente. Especialista em descarbonização do transporte aéreo, Pedro destaca que as iniciativas têm impacto restrito à aviação doméstica. “A aviação internacional já opera, em grande medida, com isenção de impostos sobre o querosene. E, embora cerca de 60% da demanda brasileira seja doméstica, os outros 40% estão sujeitos às dinâmicas do mercado internacional, sobre as quais o governo tem pouca capacidade de intervenção direta”, afirma.
Essa limitação evidencia um dos principais desafios contemporâneos da política econômica: equilibrar instrumentos nacionais diante de cadeias globais de formação de preços. “O preço das passagens internacionais é definido majoritariamente pelo mercado. As políticas públicas podem atuar de forma indireta, como no caso das linhas de crédito, mas não têm alcance suficiente para conter movimentos estruturais de preços”, complementa.
Outro ponto central do debate atual é o comportamento da demanda frente ao aumento de custos. Em um ambiente de pressão inflacionária, diferentes perfis de consumidores reagem de maneira distinta. “Não existe uma relação direta entre aumento de preço e queda proporcional da demanda. Alguns segmentos são mais inelásticos, especialmente quando analisamos por faixa de renda ou finalidade da viagem”, explica o pesquisador do laboratório Cenergia.
Segundo o pesquisador, rotas corporativas, como a ponte aérea Rio-São Paulo, podem ser menos sensíveis a aumentos de preços. “Executivos precisam viajar independentemente do custo, e muitas vezes esse valor é absorvido pelas empresas. Isso reduz o impacto imediato sobre a demanda nesses trechos”, observa.
Ao mesmo tempo em que medidas emergenciais buscam aliviar o custo no curto prazo, o debate sobre o preço das passagens aéreas se conecta a uma agenda mais ampla e estrutural — que envolve desde a transição energética e a descarbonização do setor até a necessidade de maior previsibilidade regulatória e eficiência no mercado. Nesse contexto, entender o papel do querosene de aviação vai além de uma questão tributária: trata-se de um elemento-chave em um sistema complexo, onde energia, economia e mobilidade estão cada vez mais interligadas.
A Coppe/UFRJ sediou, de 10 a 15 de abril, a Pan American Marine Energy Conference (Pamec) 2026, principal fórum técnico das Américas dedicado à energia renovável offshore. Realizada pela primeira vez no Brasil, a conferência chegou à sua quarta edição reforçando a inserção internacional da instituição em um tema central para a transição energética global.
Com números expressivos, a Pamec 2026 reuniu 118 participantes de 17 países e mais de 60 instituições, além de contabilizar 109 trabalhos submetidos e 59 apresentações orais — indicadores que evidenciam a relevância científica e o alcance global do encontro.
Organizada e presidida pelo professor do Programa de Engenharia Oceânica (PEnO), Milad Shadman, a conferência abarcou uma ampla agenda de temas estratégicos para o futuro da energia offshore, incluindo eólica offshore; energia das ondas, marés e correntes oceânicas; gradientes térmicos e de salinidade; produção de hidrogênio renovável; e sinergias com a descarbonização do setor de petróleo e gás.
Um dos marcos desta edição foi o anúncio da entrada do Brasil no IEA Ocean Energy Systems (OES), iniciativa internacional de colaboração técnica vinculada à Agência Internacional de Energia (IEA), no âmbito da OCDE. O país será representado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO), coordenado pelo professor da Coppe, Segen Estefen. Para Milad Shadman, “o ingresso do Brasil nesta organização posiciona o país em um novo patamar de inserção internacional na área de energia oceânica”, ampliando oportunidades de cooperação e desenvolvimento tecnológico.
A programação científica destacou pesquisas na fronteira do conhecimento, com temas como o desempenho de turbinas eólicas offshore flutuantes híbridas com colunas de água oscilantes integradas; a classificação de áreas para eólica offshore em mercados emergentes; a formação de competências multilíngues para a economia azul; avaliação de recursos eólicos com uso de modelagem meteoceanográfica, sensoriamento remoto por SAR e inteligência artificial; ferramentas de apoio à decisão para o desenvolvimento sustentável (Coast-Wind); mapeamento de hotspots de correntes no Atlântico tropical; oportunidades e desafios pra projetos de OTEC e SWAC no Oceano Pacífico; e conversão de energia das ondas com uso de IA e IoT.
Andrea Copping, presidente da Pamec, e Milad Shadman, organizador da conferência
O evento contou com ampla participação de alunos, docentes e pesquisadores da Coppe, como o professor Segen Estefen e os pesquisadores Gabriel Machado e Ehsan Nikkhah (PEnO), além do professor Luiz Paulo Assad e da pesquisadora Carina Bock (Programa de Engenharia Civil), entre outros, reforçando o papel da instituição na formação de recursos humanos altamente qualificados.
No encerramento, a premiação de pesquisadores de diferentes países reforçou o caráter internacional e a diversidade acadêmica da conferência, com destaque para trabalhos de Colômbia, Costa Rica e Canadá.
Para Milad Shadman, chair da conferência, o sucesso da Pamec 2026 “é uma demonstração inspiradora do crescente dinamismo no setor de energia offshore” — um movimento no qual a Coppe se consolida como protagonista na articulação entre pesquisa, inovação e cooperação internacional.
O professor do Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe/UFRJ, Márcio D’Agosto, foi nomeado como representante da comunidade científica junto ao Comitê Gestor do Fundo Setorial de Transportes Terrestres e Hidroviários (CT-Transportes), gerido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Finep e do CNPq.
Márcio atuará na formulação e no acompanhamento de políticas públicas voltadas ao setor de transportes no Brasil, contribuindo diretamente para decisões estratégicas que impactam a infraestrutura e o desenvolvimento nacional.
A presença de representantes da Coppe em organismos como o CT-Transportes evidencia o papel central da instituição na articulação entre ciência, tecnologia e políticas públicas. Ao ocupar espaços estratégicos de decisão, pesquisadores da Coppe ampliam o alcance do conhecimento produzido na universidade, garantindo que ele se traduza em soluções concretas para os desafios do país.
Esse tipo de participação reforça a relevância da produção acadêmica da Coppe como base para decisões em nível nacional, além de consolidar sua atuação como referência em inovação e desenvolvimento sustentável no setor de transportes.
O CT-Transportes tem como finalidade financiar projetos de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), com foco em engenharia, logística e segurança, para modernizar e aumentar a competitividade dos transportes rodoviário, ferroviário e aquaviário no Brasil.
Estão abertas, até 15 de maio de 2026, as inscrições para o Programa de Incubação 2026 da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ. A iniciativa é voltada a startups de base tecnológica que desejam estruturar seu modelo de negócio, validar soluções e acelerar sua entrada no mercado.
Com metodologia consolidada em empreendedorismo, o programa integra desenvolvimento tecnológico, inteligência de mercado e capacitação empreendedora, apoiando negócios com alto grau de inovação e forte conexão com a pesquisa científica.
As startups selecionadas terão acesso a mentoria especializada, conexão com investidores e empresas consolidadas, além de integração com o ecossistema de inovação da UFRJ.
O edital e mais informações estão disponíveis no site da Incubadora da Coppe.
Estão abertas as submissões de trabalhos para o 2º Simpósio Científico sobre Descomissionamento Sustentável — uma oportunidade única para compartilhar conhecimento, trocar experiências e contribuir ativamente para a construção da estratégia brasileira no tema.
Organizado pelo Conselho Interdisciplinar para Descomissionamento Sustentável (Conids), o evento será realizado na Coppe/UFRJ, nos dias 4 e 5 de agosto, com o tema “Ciência, decisão e governança na construção da estratégia brasileira”.
Podem submeter resumos e banners estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e professores, nas seguintes áreas:
Em sua segunda edição, o simpósio dá um passo além ao articular ciência, tomada de decisão e governança como pilares essenciais para enfrentar os desafios do descomissionamento sustentável no Brasil.
Com uma abordagem interdisciplinar e estruturada em eixos que integram dimensões técnicas, ambientais, econômicas e territoriais, o evento convida a comunidade acadêmica e científica a construir uma visão sistêmica sobre o tema — conectando conhecimento, inovação e impacto para o futuro.
A eleição projeta a Coppe em um seleto circuito global de excelência acadêmica. A AE reúne cerca de 5.500 membros, entre eles 88 laureados com o Prêmio Nobel, e atua na promoção e disseminação do conhecimento em áreas que vão das ciências naturais e tecnológicas às humanidades, ao direito e às ciências sociais e econômicas.
Renato Cotta é o primeiro brasileiro, nascido no país, a integrar a Academia. Entre os membros também está o professor emérito do Instituto de Física da UFRJ, Takeshi Kodama, nascido na Manchúria e radicado no Brasil.
Ao passar a integrar essa rede internacional de pesquisadores, a Coppe amplia sua presença em fóruns estratégicos que discutem soluções para desafios contemporâneos, com impactos diretos na sociedade e na economia.
O professor foi eleito para a seção de Engenharia, atualmente composta por 65 membros — 48 da Europa e 17 de outros continentes. O processo de eleição é rigoroso e envolve indicação por especialistas, análise detalhada da produção acadêmica e validação pelo Conselho da Academia. A eleição de Cotta foi comunicada no dia 2 de abril.
Representantes do Ministério da Defesa, com os professores Jean-David Caprace e Angela Uller (à esquerda)
A Coppe/UFRJ recebeu, nos dias 7 e 8 de abril, uma delegação do Ministério da Defesa, em mais uma iniciativa voltada ao fortalecimento de capacidades científicas e tecnológicas estratégicas para o país. A visita integra um movimento do Ministério de aproximação com centros de excelência das universidades brasileiras, com o objetivo de identificar competências capazes de contribuir para a defesa nacional no longo prazo.
Liderada pelo coronel Ben-Hur de Albuquerque e Silva, assessor de Fomento e Pesquisa da Chefia de Educação e Cultura (CHEC), a comitiva buscou ampliar a articulação entre diferentes atores do sistema nacional de inovação — um alinhamento considerado essencial para a construção de um ecossistema robusto de pesquisa e desenvolvimento em defesa.
Egresso da Coppe, onde obteve os títulos de mestre e doutor em Engenharia Civil, o coronel destacou a importância de consolidar uma visão estratégica de Estado: “Nosso desafio é conectar, de forma contínua, academia, indústria e Forças Armadas, criando uma cultura sólida de defesa e estruturando um ecossistema nacional de pesquisa alinhado aos objetivos estratégicos do país.”
A perspectiva de longo prazo foi enfatizada como elemento central dessa agenda. Segundo ele, políticas de defesa exigem horizontes de 20 a 30 anos, demandando continuidade de investimentos e integração entre pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico. “O financiamento é o elo que conecta o conhecimento à soberania tecnológica”, afirmou.
Nesse contexto, foram apresentadas as diretrizes estabelecidas em portarias recentes do governo federal — a Portaria GM-MD 1.112, de 2024, que define as áreas tecnológicas de interesse da defesa nacional, como defesa química, biológica, nuclear e radiológica (DBNQR), dinâmica de fluidos computacional, defesa cibernética, fotônica, quântica, robótica e nanotecnologia; e a Portaria GM-MD 840, de 2025, que traz a lista de tecnologias críticas para a defesa nacional brasileira, como criptografia pós-quântica, sensores de alta precisão, materiais avançados, nanotecnologia, inteligência artificial e defesa nuclear.
A Coppe demonstrou sua ampla capacidade de resposta a esses desafios. Representantes de 12 de seus 13 programas de pós-graduação apresentaram competências e projetos já em desenvolvimento, evidenciando a diversidade e a profundidade de sua atuação em áreas estratégicas.
Além da excelência acadêmica e de iniciativas voltadas à transferência de tecnologia e à conexão com o setor produtivo, foi destacado o papel do ecossistema de inovação da instituição. As iniciativas foram apresentadas por seus responsáveis: o diretor-adjunto de Tecnologia e Inovação, professor Thiago Aragão; o diretor-executivo da Fundação Coppetec, professor Glaydston Ribeiro; a coordenadora de acesso ao mercado da Incubadora de Empresas, Laura Scofield; e a diretora da Unidade Embrapii-Coppe, professora Angela Uller.
A presença dessas lideranças reforçou a integração entre pesquisa, inovação e gestão, evidenciando a capacidade da Coppe de transformar conhecimento científico em soluções estratégicas para o país.
O evento contou contou com a participação de representantes dos programas acadêmicos, como o professor Daniel Figueiredo, coordenador do PESC (com o microfone)
A visita incluiu também uma imersão em laboratórios de ponta, como o Laboratório de Tecnologia Oceânica (LabOceano); o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce); o Laboratório de Monitoração de Processos (LMP); o Laboratório de Biomecânica; o Laboratório de Controle e Automação, Engenharia de Aplicação e Desenvolvimento (Lead); o Laboratório de Nano e Microfluídica e Microssistemas (LabMems); o Laboratório de Tecnologia Submarina (LTS); e um conjunto amplo de laboratórios do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC).
Recebida pela diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, e pelo diretor acadêmico, professor Jean-David Caprace, a comitiva reforçou a percepção de que a instituição desempenha um papel estratégico na construção da autonomia tecnológica brasileira.
Também participaram do encontro professores de diferentes áreas da engenharia, representando a diversidade de competências da Coppe: Luciano Menegaldo (Engenharia Biomédica); Luís Sagrilo (Engenharia Civil); Edson Watanabe (Engenharia Elétrica); Carolina Naveira-Cotta (Engenharia Mecânica); Jean-David Caprace (Engenharia Oceânica); Alan Lima (Engenharia Nuclear); Frederico Kronemberg (Engenharia Química); Marcelino Vieira (Engenharia de Transportes); Fernando Gomes (Engenharia da Nanotecnologia); Bluma Guenter (Engenharia Metalúrgica e de Materiais); Jano Moreira (Engenharia de Sistemas e Computação); e Tharcisio Fontainha (Engenharia de Produção).
A fome voltou ao centro das preocupações globais – não por falta de alimentos, mas pela fragilidade dos sistemas que os produzem e distribuem. Recentemente, o WFP (World Food Programme, em tradução literal, Programa para a Fome Mundial), agência da ONU, emitiu um alerta para riscos recordes de fome à medida que o conflito no Oriente Médio avança, preços disparam e sistemas de produção de alimentos são deteriorados, podendo massacrar populações particularmente próximas à fome, e/ou insegurança alimentar na região, bem como em áreas distantes do conflito. De acordo com números da ONU, 363 milhões de pessoas estão em risco severo de fome em 2026 e, desse total, 45 milhões estão nessa condição apenas devido ao conflito no Oriente Médio.
As guerras recentes e ainda em curso, como as da Ucrânia e do Oriente Médio, estão mostrando algo que passa despercebido no dia a dia: a comida que chega à nossa mesa depende diretamente de cadeias globais vulneráveis, especialmente no caso dos fertilizantes. Quando esses fluxos são interrompidos, o impacto é imediato: os preços sobem, a produção agrícola encarece e o risco de insegurança alimentar aumenta, ainda de acordo com dados da ONU.
Os fertilizantes nitrogenados, como a ureia, são um dos pilares da agricultura moderna e estão presentes, direta ou indiretamente, em grande parte dos alimentos que consumimos. O problema é que sua produção depende fortemente do gás natural – um recurso predominantemente fóssil e concentrado em poucos países e altamente sensível a crises geopolíticas, tal como é o caso do petróleo e seus derivados. A guerra na Ucrânia já havia exposto essa dependência ao afetar grandes exportadores. Agora, a instabilidade no Oriente Médio amplia o risco sobre energia, logística e preços globais. O preço da ureia já subiu 33% no Brasil desde o início do conflito, segundo reportagem de O Globo (11 de março de 2026). Outras informações podem ser encontradas em diferentes veículos internacionais, que detalham indicadores específicos. Para o Brasil, que importa a maior parte dos fertilizantes que utiliza (cerca de 85% segundo a ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos), isso significa vulnerabilidade econômica e produtiva. Em um cenário de conflito prolongado, o custo da comida tende a subir – e quem mais sofre sempre são as populações mais vulneráveis.
Mas crises também abrem oportunidades. O Brasil tem condições únicas para reduzir essa dependência e construir um sistema mais resiliente. O país já é uma potência agrícola e possui uma das maiores capacidades do mundo em bioenergia. O aproveitamento de biogás e de resíduos sólidos urbanos para produzir fertilizantes pode transformar um problema ambiental em solução estratégica. Tecnologias mais modernas, como processos descentralizados e rotas eletroquímicas, começam a tornar possível produzir insumos agrícolas de forma mais sustentável e menos dependente de mercados externos instáveis, conforme apontam pesquisas realizadas na Coppe/UFRJ.
O Plano Nacional de Fertilizantes, estabelecido pelo Governo Federal, tem como principal meta fortalecer políticas de incremento da competitividade da produção e da distribuição de fertilizantes no Brasil de forma sustentável.
A questão, portanto, não é apenas garantir produção, mas também garantir segurança. A fome no século XXI não será resolvida apenas aumentando a oferta de alimentos, mas fortalecendo os sistemas que a sustentam e a logística para a sua distribuição. As guerras atuais deixam claro que depender excessivamente de poucos fornecedores e de combustíveis fósseis é um risco que não podemos mais ignorar. Para o Brasil, repensar a produção de fertilizantes não é apenas uma agenda ambiental ou tecnológica – é uma questão de soberania e de segurança alimentar.
Cabe destacar a criação do Centro Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP). O CEFENP tem por finalidade principal promover a ciência, a tecnologia e a inovação no Brasil, e atuar como instituição de suporte estratégico para execução operacional, com ênfase no setor de fertilizantes e nutrição de plantas, alinhada com políticas públicas vigentes. O CEFENP está em fase de instalação no Parque Tecnológico da UFRJ e será capaz de testar novas tecnologias, escalonar processos e métodos, e propor soluções para os problemas destacados acima. Trata-se de um momento histórico que abre a oportunidade para que a pesquisa nacional relacionada à produção de alimentos seja impulsionada, agregando todos os setores – a academia, os produtores e os centros de pesquisa. Que sejamos capazes de colocar em prática as premissas do Plano Nacional de Fertilizantes, ajudando o país neste momento delicado e assegurando a segurança alimentar da população.
* Príamo Albuquerque Melo Junior é Professor Titular do Programa de Engenharia Química da Coppe/UFRJ. Atua como representante institucional da UFRJ no Comitê Gestor Permanente para Levantamento de Estratégias de Fomento à Produção de Fertilizantes no Governo do Estado do Rio de Janeiro.
O Brasil avança em uma decisão estratégica que pode marcar o futuro de uma das fontes renováveis mais promissoras: a realização do primeiro leilão de áreas para parques eólicos em alto mar. Esse processo vem sendo concluído em etapas — e, nesta quarta-feira, 1º de abril, uma das mais importantes foi concluída.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a resolução que estabelece as diretrizes para a regulamentação da Lei nº 15.097/2025, de Eólicas Offshore. A medida define as bases para a organização do setor e representa um passo essencial para viabilizar os futuros leilões.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, as novas diretrizes impulsionam o desenvolvimento da fonte. “Essa energia é uma aliada estratégica da transição energética, e o potencial brasileiro comprova essa relevância. Trata-se de mais um avanço no aproveitamento do potencial energético nacional, com estímulo à tecnologia, à inovação e ao fortalecimento da articulação institucional”, afirmou.
As diretrizes estabelecem critérios para a seleção das áreas, condições de participação das empresas e parâmetros para a exploração dos projetos, abrindo caminho para a elaboração dos editais e o lançamento dos leilões.
A Coppe/UFRJ tem participado desse processo desde suas etapas preparatórias, contribuindo com estudos técnicos que apoiam a formulação dessas diretrizes. Em março, os professores Milad Shadman e Amaro Pereira (dos Programas de Engenharia Oceânica e de Planejamento Energético, respectivamente) estiveram em Brasília para apresentar o estudo “Apoio ao processo de seleção e concessão de área para eólica offshore no Brasil”, durante o Workshop Brasil–Reino Unido de Eólica Offshore.
Coordenado por Milad, o trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da Coppe — nos programas de Engenharia Oceânica e Planejamento Energético — em parceria com a ORE Catapult, com financiamento do governo britânico.
Com base na experiência do Reino Unido — referência global no setor —, o estudo analisa como adaptar modelos internacionais à realidade brasileira, oferecendo subsídios técnicos para o planejamento e a tomada de decisão governamental que agora se refletem nas diretrizes aprovadas.
Entre os principais resultados, destaca-se a estimativa de um potencial técnico de aproximadamente 98 GW, equivalente a cerca de sete usinas de Itaipu Binacional operando a plena capacidade e a quase metade da capacidade instalada atual do Brasil. Essa estimativa considera áreas delimitadas entre regiões com até 50 metros de profundidade (linha batimétrica) e distâncias de até 30 quilômetros da costa.
O estudo também aborda aspectos técnicos essenciais, como os efeitos de esteira entre turbinas e entre os parques (wake effects, fenômeno onde turbinas eólicas que estão na frente afetam o fluxo de vento que chega às turbinas de trás), fundamentais para otimizar a disposição dos parques e maximizar sua eficiência, além de questões regulatórias e modelos de comercialização de energia.
Segundo os pesquisadores, essas análises oferecem uma base sólida para orientar decisões sobre zoneamento marítimo, planejamento portuário e políticas públicas que garantam o desenvolvimento seguro, eficiente e competitivo do setor.
Para o professor Milad Shadman, o país vive um momento decisivo: “A eólica offshore tem potencial para se tornar uma indústria estratégica, com geração de empregos e impactos socioeconômicos relevantes, impulsionando setores como logística, infraestrutura portuária e indústria naval. Nesse contexto, será um vetor importante no processo de neoindustrialização do Brasil.”
O processo de concessão segue sendo coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, por meio de um grupo interministerial com a participação de 17 pastas.
Apesar dos desafios logísticos — como a necessidade de adaptação de portos e estaleiros —, os pesquisadores destacam que o Brasil já possui uma base industrial relevante, que pode servir de base para o desenvolvimento da cadeia produtiva.
Eles também ressaltam a importância de um planejamento cuidadoso, que considere o uso compartilhado do mar e evite conflitos com atividades como pesca, navegação, turismo e exploração de óleo e gás.
“A participação da Coppe desde o início é fundamental para garantir que diferentes visões — da academia, da indústria e do setor público — contribuam para a construção de um modelo robusto e equilibrado”, conclui Milad Shadman.
Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
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Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS Contato do coordenador: campos@smt.ufrj.br
Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.
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Escola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.
Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.
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Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
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Título: Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS Contato do coordenador: ddantas@oceanica.ufrj.br
Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.
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Polímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
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Título: Polímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES Contato do coordenador: taissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br
Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.
Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.
Programa de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
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Título: Programa de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com
Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ
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Espaço COPPE Miguel de Simoni
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Título: Espaço COPPE Miguel de Simoni Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br
Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE
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SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.
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SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
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Título: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contato do coordenador: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br
Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.
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UBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro
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Título: UBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro
Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com
Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.
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Unidade de Suporte à Inovação Social – USIS
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Título: Unidade de Suporte à Inovação Social – USIS Coordenador: CARLA MARTINS CIPOLLA Contato do coordenador: carla.cipolla@ufrj.br
Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.
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“TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
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Título: “TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE Coordenador: ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA Contato do coordenador: andreanascimento@cos.ufrj.br
Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.
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Apoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
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Título: Apoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com
Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.
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Boas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens
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Título: Boas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens Coordenador:VANDA BORGES DE SOUZA Contato do coordenador: vanda@adc.coppe.ufrj.br
Resumo: Entende-se que o acolhimento poderá ampliar sua esfera de atuação, para além do campo psicossocial, podendo alcançar também o contexto socioeconômico, acadêmico, das relações laborais entre outros. Com o passar do tempo, a sobrevivência às situações de adoecimento, outros aspectos do acolhimento foram se apresentando. O acolhimento financeiro, o acolhimento acadêmico, o acolhimento dos conflitos e dificuldades de relacionamentos, o acolhimento laboral pela dificuldade de absorção e entendimento das novas formas de trabalho surgidas. A partir de então, se fez necessário repensar como dar conta de considerar todos esses tipos de acolhimentos. Neste sentido, este projeto pretende evidenciar a importância de compartilhar uma informação que oriente e facilite os indivíduos para o desempenho de ações de acolhimento nos diversos espaços de convivência. Por isso, saberes, convivências e aprendizagens fazem parte de uma via de mão dupla. Ou seja, cada parte tem o que a transmitir, conhecer e se aperfeiçoar com a outra.
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Capacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python
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Título: Capacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python Coordenador:EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA Contato do coordenador: edmundo@land.ufrj.br
Resumo: Este curso é uma ação prevista no projeto de Extensão “Ensino Hibrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico” já registrado no SIGA, pela COPPE. O projeto de extensão registrado no SIGA tem como um dos seus objetivos a criação de cursos em áreas chave para o desenvolvimento do Estado e de acordo com a experiência multidisciplinar da COPPE. Através de uma parceria com a Ong Ideas de Friburgo que proporcionou a infraestrutura necessária (espaço físico, computadores, pessoal local, etc.) foi criado um local para treinamento de jovens oriundos de escolas públicas do segundo grau. A ideia do curso surgiu durante a elaboração de disciplinas de programação para um curso avançado de técnicas de Inteligência Artificial com o formato hibrido baseado no Aprendizado Voltado a Projetos (PBL, projeto FAPERJ) de forma a que a experiência do projeto em PBL fosse aplicada a jovens alunos. O curso visa introduzir os jovens em linguagens modernas de computação, e fornecer o treinamento essencial para que o aluno da rede pública de ensino possa mais facilmente ingressar no mercado de trabalho local. Os alunos selecionados têm a oportunidade de aprender programação na prática, com base na linguagem Python, para melhor entender e tentar propor soluções a problemas reais e da cidade de Friburgo quando possível. O curso visa também fornecer incentivos para que os egressos possam continuar os estudos em tópicos adicionais de tecnologias da computação.
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Disseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental
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Título: Disseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental Coordenador:INAYA CORREA BARBOSA LIMA Contato do coordenador: inayacorrea@gmail.com
Resumo: Em sua Décima Edição, a Semana do Meio Ambiente da BR Marinas integra em sua agenda o Dia Mundial do Oceano, inserindo-se no contexto da Década do Oceano da ONU. Este evento conta com os apoios do Núcleo de Vida Marinha e do Centro de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e da Cidade do Rio de Janeiro e da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, trazendo para o público carioca a importância dos Oceanos na mitigação das Mudanças Climáticas, o debate sobre a biodiversidade e as potencialidades do Oceano, e a integração entre Ciência, Educação, Políticas Públicas e Sociedade Civil. Ademais, serão incorporadas pela primeira vez aplicações nucleares e atômicas de medidas para englobar a temática em tela com cujo acadêmico-cientifico. E, por fim, teremos uma ação de Sensibilização Ambiental será realizada através da promoção de um Mutirão de Limpeza com foco nos resíduos sólidos do entorno da Marina da Glória, incluindo o Lixo Marinho, com a participação de voluntários.
Resumo: Em 2022, os desastres causaram mais de 30,704 mortes e com 185 milhões de pessoas afetadas, e prejuízos de 223.8 bilhões de dólares segundo o Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). No Brasil, entre 2011 a 2022, especificamente no Rio de Janeiro, houve 591 ocorrências de desastres, resultando em 987 mortes e afetando 3,9 milhões de pessoas, e prejuízos econômicos superior a R$ 3,08 bilhões (Atlas digital de desastres no Brasil, 2023). Tais dados demonstram a importância e a complexidade das Operações Humanitárias e de Desastres (OHD), as quais envolvem o acesso as áreas afetadas, a coordenação de diversos stakeholders e falta de recursos. Assim surge o projeto Droneiros Voluntários, idealizado no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ de forma a auxiliar a escassez de recursos humanos e tecnológicos na resposta a desastres. O projeto conta com uma plataforma tecnológica que atua como um facilitador, unindo proprietários de drones, defesa civil e outras organizações no desenvolvimento de ações de mapeamento de áreas de risco e afetadas por desastres, promovendo uma colaboração entre stakeholders mais eficaz e eficiente no contexto de OHD. Nesse sentido, o projeto atua no engajamento e promoção da troca de conhecimento entre os diferentes atores tratados como público alvo, promovendo OHD eficazes e mais eficientes, com integração entre diferentes áreas de conhecimento científico e pesquisadores de diferentes níveis que atuam em OHD.
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INSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO
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Título: INSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO Coordenador:ARGIMIRO RESENDE SECCHI Contato do coordenador: arge@peq.coppe.ufrj.br
Resumo: A InSilicoNet é um espaço de colaboração onde diversos atores da sociedade são convidados a trazer seus problemas técnicos para construir, em conjunto com os membros acadêmicos, soluções tecnológicas inovadoras baseadas em ferramentas digitais. Está estruturado como uma rede de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ e SENAI CETIQT) e profissionais de engenharia com experiência na área de engenharia de sistemas em processos (Process Systems Engineering, PSE). A InSilicoNet tem a missão de promover o desenvolvimento científico e tecnológico comprometidos não apenas com o desempenho econômico, mas com os impactos sociais e ambientais por meio de atividades de extensão integradas a iniciativas de pesquisa e ensino em PSE, contemplando: a) Fábrica de Aprendizagem, que desenvolve competências e habilidades de discentes de graduação e pós-graduação para o trabalho colaborativo empregando PSE na solução de problemas tecnológicos, sociais e ambientais tratáveis por ferramentas de engenharia digital; b) Oferta de cursos de extensão que promovam competência para o desenvolvimento de pesquisa, tecnologia e inovação; e c) Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento integrando discentes de graduação e pós-graduação sob orientação acadêmica e mentoria por indústrias, organizações e/ou governos.
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Rede Refugia
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Título: Rede Refugia Coordenador:THARCISYO COTTA FONTAINHA Contato do coordenador: tcottaf@gmail.com
Resumo: O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) revela que em 2022 o mundo ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas em deslocamento forçado, motivados por inúmeras razões. No Brasil, desde 2011 foram realizadas 297.712 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Devido a sua complexidade e alta quantidade de pessoas afetadas, a crise humanitária de refugiados precisa ser enfrentada pelos governos em comunhão com a sociedade civil e o setor privado, a fim de se garantir que as pessoas em deslocamento forçado tenham seus direitos humanos protegidos durante um processo de acolhimento efetivo e atento às suas necessidades. Assim, interessados em auxiliar no enfrentamento brasileiro à crise migratória, a Rede Refugia foi idealizada no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ. Trata-se de uma plataforma tecnológica colaborativa que objetiva facilitar o processo de acolhimento, proteção e integração de pessoas em deslocamento forçado que estão no Brasil. Dessa forma busca-se fortalecer os processos de colaboração mútua entre refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas, poder público, entidades privadas, organizações humanitárias e outros stakeholders. Por meio de um processo de inovação social, a Rede Refugia busca fomentar um ambiente que favoreça a implementação de soluções inovadoras para os problemas vivenciados pelas pessoas em deslocamento forçado vivendo em solo brasileiro.
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Agendamento com a GRH
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Agendamento com a GRH
Setor da COPPE responsável pela orientação aos funcionários, no tocante a direitos e deveres em sua vida funcional, além de promover diversas ações que contribuem para capacitação profissional e bem-estar dos trabalhadores.
A Equipe é formada por profissionais da área de Administração, Recursos Humanos e Pedagogia, que estão prontos para atender a força de trabalho COPPE.
O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:
O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.
O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.
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Gestão Eletrônica de Documentos
Gestão Eletrônica de Documentos
O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.
Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.
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Limpeza de Espaços
Limpeza de Espaços
O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.
Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.
E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br
O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.
Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.
O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.
O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.
Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços: Conserto de ar central, conserto de ar de janela, conserto de ar tipo split, conserto de refrigerador, instalação de ar tipo split, serviço de elétrica, serviço de hidráulica, serviço de lustrador, serviço de pintura, serviço de serralheria, serviços de marcenaria, serviços de obras civis, serviços gerais, troca de disjuntor, troca de lâmpadas
O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Como faço para fazer uma baixa?
Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.
Como faço para fazer uma transferência?
Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.
Como faço para fazer uma doação?
Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.
Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?
Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .
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Agendamento de Transporte
Agendamento de Transporte
O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.
Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.
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Almoxarifado
Almoxarifado
O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única
Para reserva de locação do salão de eventos da sede do Grêmio ou do campo de futebol para qualquer atividade a ser realizada no local, deve-se seguir os procedimentos adotados na página do grêmio.
Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education
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Action name: Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education Coordinator: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS Contact information: campos@smt.ufrj.br
About the action: The COVID-19 pandemic enforced a drastic transition from the traditional teaching model to strictly online classes, having required a great effort to prepare and offer courses to students ranging from primary to higher education, since only a few were prepared to deal with technologies for online teaching. Even months after social distancing started, the in-person to online transition was not a trivial process, especially when it came to maintaining the quality of the courses offered in this new modality. This process taught us one important lesson: it is necessary that we permanently invest in implementing innovative/efficient technologies for improved teaching and learning. As such, this project aims to support public education in the state of Rio de Janeiro, from basic education to higher Education in engineering at other universities. With a hybrid learning modality, our purpose is to develop resources and courses that incorporate active learning methods, flipped classrooms, multimodality, etc.
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Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering
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Action name: Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering Coordinator: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO Contact information: pacheco.h.pacheco@gmail.com and helen@peq.coppe.ufrj.br
About the action: The Pilot School for In-Person Education (EPP) in Chemical Engineering was created in 1993 by our Program of Chemical Engineering (PEQ/COPPE) as a tool for improvement and continuing education. It was very beneficial for high school and undergraduate teachers, but also very popular with students, technicians, and industry workers in general. This edition of EPP is called ADVANCED TECHNIQUES FOR MATERIALS CHARACTERIZATION and will comprise 10 modules. It consists in teaching cutting-edge methods for characterizing various types of materials, discussing the fundamentals of such techniques, and exemplifying them with real-world data. The modules are as follows: Module 1: Spectroscopy techniques (FTIR, DRIFTS, RAMAN, and UV-vis); Module 2: Nuclear magnetic resonance (NMR); Module 3: X-ray diffraction (XRD); Module 4: Mass spectrometry and temperature-programmed reduction (MS and TPR); Module 5: Gel permeation chromatography (GPC); Module 6: Droplet and particle size analysis; Module 7: Gas and liquid chromatography troubleshooting methods; Module 8: Aspects of petroleum characterization; Module 9: Thermal analysis - TGA, DSC, and DMA; Module 10: Biotechnology in everyday life.
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Laboratory for Informatics and Society – LabIS
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Action name: Laboratory for Informatics and Society – LabIS Coordinator: HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN Contact information: hcukier@cos.ufrj.br and lealsobral@cos.ufrj.br
About the action: LabIS stems from the long journey traversed by the work and research of Informatics and Society (IS), a line of research from our Systems Engineering and Computer Science Program (PESC). We are driven by the desire to better comprehend the many faces of our society, seeking to contribute towards more equality and fairness. We develop software for accessibility (LibrasOffice), educational games (Damática), community banks (Mumbuca and Preventório) and offer programming courses for public high school students.
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Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ
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Action name: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ Coordinator: DENISE CUNHA DANTAS Contact information: ddantas@oceanica.ufrj.br
About the action: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly is a project for all those who are not literate and those who did not have access to or did not complete primary and/or lower secondary school at the corresponding age. It was created in 2005 by COPPE's Department of Social Development, based on a survey of civil servants and outsourced workers involved in cleaning and general services. We extended our research to other units and sectors of our university. Today, our students are civil servants and outsourced workers at UFRJ, most of whom work at the Technology Center, and citizens who live near Ilha do Fundão, mainly in Vila Residencial and Complexo da Maré. Our classes are held at the Technology Center for the Basic, Intermediate, and Advanced Literacy classes, Monday to Friday, from 3 p.m. to 4:30 p.m.
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Polymers in Oil and Gas – Additives
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Action name: Polymers in Oil and Gas – Additives Coordinator: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES Contact information: taissazl@yahoo.com.br and elucas@metalmat.ufrj.br
About the action: our action comprises theoretical and practical classes on obtaining, characterizing, and analyzing the properties of polymers in solution, as well as their applications as additives in the petroleum industry.
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Polymers: applications and awareness
Demo Description
Action name: Polymers: applications and awareness Coordinator: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA Contact information: ariane.pent@gmail.com and ariane@pent.coppe.ufrj.br
About the action: Plastic recycling has become a very important matter, since over 60% of all plastic produced globally has already become waste but only 9% has been recycled. In Brazil, the situation is even more alarming. A recent WWF report states that Brazil is the fourth largest producer of plastic waste worldwide, with a recycling rate of less than 2%. Our policies for recycling and environmental education are still insufficient and poorly publicized. Furthermore, plastics have recently been made out to be villains, making it increasingly desirable that these materials are banned. However, it is worth remembering that plastics are polymers with high value-added, low production costs, and very versatile properties. When recycled, they can be reinserted into the production chain, which enables the production of new materials and boosts the energy industry. As such, our project aims to guide and encourage students from public and private schools to reproduce the concept of recycling in their schools, families, and communities. We hold online lectures and fun activities that stimulate the reuse and proper disposal of plastic waste, preventing it from being disposed of in inappropriate places.
A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators
Demo Description
Action name: A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contact information: amandaxavier86@gmail.com
About the action: Since its creation, the ITCP/COPPE (Technology Business Incubator for Community Cooperatives) has been working to support community-based enterprises, aiming at meeting the needs of the working class and informal workers, which have historically been marginalized and excluded from social actions developed by the government. The new challenges of today require new techniques and tools. As such, this is a proposal that researches innovative business incubation methodologies for the purpose of improving the activities of the incubated enterprises and providing continuity to the actions developed by ITCP/COPPE. Ultimately, implementing such new methodologies will improve the quality of Solidarity Economy Businesses.
Action name: Espaço COPPE Miguel de Simoni Coordinator: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER Contact information: werner@cos.ufrj.br
About the action: We promote a guided tour of the Espaço COPPE exhibitions, primarily arranged for high school students from the Rio de Janeiro Metropolitan Area. The visiting groups of students are accompanied by teachers from their corresponding schools. Environments such as Espaço COPPE are driven by science and technology and provide key elements in fostering intrinsically motivated learning. For instance, building personal meaning, taking up challenging tasks, learning to collaborate, and recognizing the positive feelings that come from the efforts we made can potentially induce the formation of new, sometimes more intense bonds.
QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS
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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br and karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br
About the action:Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG) of the Brazilian Foundation for Quality (FNQ). The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program
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QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE
Demo Description
Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br
About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG-TR) proposed by SEGES/Brazilian Ministry of Economy. The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program.
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UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro
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Action name: UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contact information: matheusoli@hotmail.com
About the action: Project BRA/15/010 – Strengthening and Expanding the National System for Racial Equality is an effort from the Ministry of Women, Family, and Human Rights (MMFDH) and the United Nations Development Programme (UNDP) aimed at decentralizing public policies on racial equality and strengthening and expanding the National System for Racial Equality (Sinapir). The COPPETEC Foundation was one of the organizations selected through the U.Lab project to provide the Local Government of Rio de Janeiro with a government innovation laboratory. Its purpose is to be replicable as a policy to promote racial equality within the Local Sustainable Development Plan at the time of its implementation, as developed by the Office of Planning from the Municipal Chief of Staff's Secretariat (EPL). Within the framework of Sinapir, this project aims to provide the municipality of Rio de Janeiro with a government innovation program that puts black youth at the forefront of technology and is capable of promoting well-being in their daily lives.
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Support Unit for Social Innovation – USIS
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Action name: Support Unit for Social Innovation – USIS Coordinator: CARLA MARTINS CIPOLLA Contact information: carla.cipolla@ufrj.br
About the action: Social innovation is a key aspect to development. The Support Unit for Social Innovation (USIS/UFRJ) is a result of the Latin American Social Innovation Network (LASIN), which is a project funded by the European Commission, aimed at implementing a university-community engagement model based on a combination of curricular and extra-curricular activities, learning materials and tools, practical training, workshops, and mentorship, with its own methodology developed by LASIN, to strengthen the connection of universities with a wider social environment (community groups, NGOs and/or OSCIPS (Civil Society Organizations of Public Interest),
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Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ
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Título: Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ Coordenador: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA Contato do coordenador: luizart@gmail.com
Resumo: O Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ visa visibilizar, fortalecer e refletir sobre tais experiências, seja na promoção de espaços de debate e de ensino-aprendizagem, seja no desenvolvimento de tecnologias com os coletivos envolvidos. Inspira-se na (e em articula-se com a) rede formada por pesquisadores extensionistas iniciada em 2020, o Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM). Este reúne pesquisadores engajados em aliar seus conhecimentos acadêmicos com as atividades práticas de bancos comunitários e moedas sociais do Brasil, nas perspectivas da escuta dos coletivos envolvidos, do engajamento extensionista e da análise das práticas dos coletivos envolvidos. “Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais”. Reúnem práticas e princípios, como a concessão de microcrédito para produção e consumo locais, sempre que possível em moedas sociais (válidas em um território restrito e com paridade com o Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). No Brasil, tais bancos tiveram como experiência pioneira o Banco Palmas (Fortaleza, 1998) e acumulam mais de 150 iniciativas. Com a digitalização de suas moedas sociais, inspiraram e articularam-se com políticas públicas de transferência de renda, notadamente no Estado do RJ.
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MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro
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Título: MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com
Resumo: O acesso às tecnologias de comunicação e informação oferece uma gama diversa de instrumentos de coleta de dados capazes de acompanhar o posicionamento de pessoas e objetos no espaço e registrar o seus deslocamentos ao longo do tempo. Compondo este conjunto de instrumentos, destacam-se os dispositivos de IoT (Internet of Things, em inglês e, traduzido para o português, Internet das Coisas), aplicativos, registros de utilização de serviços inteligentes (e.g. cartões, terminais) como potenciais fontes de dados para o planejamento, gestão, operação e monitorização dos serviços de transportes. Nesse contexto, o presente curso tem o propósito de validar o potencial do estado da arte em termos de instrumentos inteligentes de coleta de dados no campo do planejamento da mobilidade urbana para a construção de um ecossistema de planejamento inteligente da mobilidade no Estado do Rio de Janeiro. Metodologicamente, programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema se realiza através do desenvolvimento e validação de uma plataforma informacional voltada para o planejamento da mobilidade de forma inteligente, inclusiva e sustentável com foco nos municípios do Estado do Rio de Janeiro e um programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema.
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EAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano
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Título: EAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br
Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.
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EAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas
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Título: EAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br
Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.
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“Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society
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Action name: “Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society Coordinator: ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA Contact information: andreanascimento@cos.ufrj.br
About the action: All of us from the academic and school community had to adapt ourselves to the use of technological solutions in order to communicate, socialize and engage with each other during the pandemic while aiming towards reproducing a classroom routine. As a result, audiovisual language and the use of portable devices such as smartphones and tablets, which were already a very present reality in our lives, suddenly became fundamental. This proximity was a great motivation that brought to memory the emblematic quote from filmmaker Glauber Rocha – A camera in hand and an idea in my head – which inspired the name of this project and makes us comprehend that our current practice revolves around this idea which represents our current social scenario in the habits of registering and sharing our images, voice messages, our videos, whether directly or indirectly on social media. Therefore, this project aims to meet a technical demand to assist in the production of content regarding the dissemination of research, school work, video lessons, among others, in a way that the audience participating in the project is familiar with the details of audiovisual composition. Emphasizing the use of audiovisual language as a vehicle for learning and sharing knowledge, a dialectical communication where it is important not only to transmit the knowledge generated at universities but also enable society to contribute with its gaze, its action and its criticism.
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Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories
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Action name: Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contact information: amandaxavier86@gmail.com
About the action: SMEs make up 92% of companies in the State of Rio de Janeiro (RJ) and are responsible for over 50% of formal employment (Brazil, 2020). However, as SMEs face huge challenges, especially due to the extent of the current health, economic and social crisis (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), highlighting the dominant economic model, centered around the mass production of material assets and financial statement (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). In this sense, this project is based on the perspective of the Economy of Functionality and Cooperation (EFC), which aims to provide integrated solutions for assets and services through the cooperation between different territorial actors, abandoning the notion of stability and developing new governance models for companies and territories (Du Tertre et al., 2019). This interactionist approach allows for less consumption of natural resources and a renewal of social bonds, creating resilience for economic relations, which have been so fragile due to the current scenario (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). This project aims to support Micro and Small companies in the state of Rio de Janeiro in developing sustainable economic trajectories, creating a direct impact on society and the scientific community. To this end, it aims to train, monitor and intervene with business leaders for the transition of their economic model based on the Economy of the Functionality and Cooperation Model.
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Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning
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Action name: Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning Coordinator:VANDA BORGES DE SOUZA Contact information: vanda@adc.coppe.ufrj.br
About the action: It is understood that when providing care, one can expand the scope of its action beyond the psychosocial field, therefore also reaching the socioeconomic, academic and employment relations context, among others. Over time, other aspects of the care being provided started to emerge, as a way to survive situations of illness, such as financial care, academic care, care regarding relationship conflicts and challenges, as well as regarding labor due to the difficulty in absorbing and comprehending the new emerging work forms. From then on, it has been necessary to rethink a way to encompass all of these different types of care. In this sense, this project intends to highlight the importance of sharing information that directs and helps individuals in performing actions of care in several mutual commonspaces. Therefore, knowledge, coexistence and learning are a part of two-way street, meaning that each part has something to transmit, learn and improve with the other.
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Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming
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Action name: Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming Coordinator:EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA Contact information: edmundo@land.ufrj.br
About the action: This course is an action provided for in the Outreach Project: “Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education”, which is already registered in SIGA, by COPPE. The outreach project registered in SIGA has as one of its goals to create courses in key areas for the development of the State and in accordance with COPPE’s multidisciplinary experience. Through a partnership with the Ideias de Friburgo NGO, which provided the necessary infrastructure (physical space, computers, local staff, etc), a space for training youngsters with a public high school background was created. The idea for the course emerged during the development of programming classes for an advanced course in Artificial Intelligence techniques with a hybrid format based on Project-Based Learning (PBL, FAPERJ project) so that the experience of the PBL project was applied to young students. The course aims to introduce the youngsters to modern computer languages as well as provide essential training in order to enable the public school student to enter the local job market more easily. Selected students have the opportunity to learn programming in practice, based on the Python language, to better understand and try to propose solutions to real problems in the city of Friburgo when possible. The course also aims to provide incentive so that egressed students can continue their studies in additional topics of computer technology.
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The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability
Demo Description
Action name: The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability Coordinator:INAYA CORREA BARBOSA LIMA Contact information: inayacorrea@gmail.com
About the action: In its Tenth Edition, BR Marinas’ Environment Week integrates World Ocean Day in its agenda, inserting it within the context of the UN's Ocean Decade. This event is supported by Núcleo de Vida Marinha, Environmental Education Center of Rio de Janeiro's State Environment Department and UNESCO Chair for Ocean Sustainability, bringing awareness to the people of Rio about the importance of the Oceans in mitigating Climate Change, the debate on biodiversity and Ocean potentials, and the integration between Science, Education, Public Policies and Civil Society. Furthermore, nuclear and atomic applications shall be incorporated for the first time as measures to encompass the academic-scientific theme in question. Lastly, we shall hold an Environmental Awareness action which shall be carried out through the promotion of a major Clean-Up Campaign focusing on solid waste in the surroundings of Marina da Glória, including Marine Litter, with the participation of volunteers.
About the action: In 2022, disasters caused over 30,704 deaths, affected 185 million people, and induced economic losses of 223.8 billion dollars according to the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). In Brazil, between 2011 and 2022, specifically in Rio de Janeiro, there have been 591 disaster occurrences, resulting in 987 deaths, affecting around 3,9 million people and inducing economic losses of over R$3,08 billion (Digital atlas of disasters in Brazil, 2023). Such data demonstrates the importance and complexity of Humanitarian and Disasters Operations (OHD), which involve access to affected areas, coordination of several stakeholders and lack of resources. Thus, the Volunteer Drone Pilots project was created, idealized within the scope of the COPPE/CT/UFRJ Industrial Engineering Program in order to help with the shortage of human and technological resources in disaster response. The project has a technological platform that acts as a facilitator, uniting drone owners, civil defense and other organizations in the development of actions to map areas at risk and affected by disasters, promoting more effective and efficient collaboration between stakeholders in the context of OHD. In this sense, the project works to engage and promote knowledge exchange among the different actors treated as target audience, promoting effective and more efficient OHD, with the integration of different scientific knowledge areas and researchers of different levels who act in OHD.
About the action: InSilicoNet is a collaboration space where diverse actors from society are invited to bring their technical problems to build, together with academic members, innovative technological solutions based on digital tools. It is structured as a network of seven Universities of the State of Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ and SENAI CETIQT) and engineering professionals with experience in the area of process systems engineering (PSE). InSilicoNet have a mission to promote the scientific and technological development committed not only to the economic performance, but also to the social and environmental impacts through outreach activities integrated to research and teaching initiatives in PSE, contemplating: a) Learning Factory, which develops skills and abilities of undergraduate and graduate students for collaborative work employing PSE to solve technological, social and environmental problems treatable by digital engineering tools; b) Offering outreach courses that promote competence for developing research, technology and innovation; c) Research and Development Projects integrating undergraduate and graduate students under academic supervision and mentoring by industries, organizations and/or governments.
About the action: The United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) reveals that in 2022 the world surpassed the mark of 100 million people in forced displacement, motivated by numerous reasons. In Brazil, since 2011 297.712 requests for the recognition of refugee status have been made. Due to its complexity and high amount of people affected, the humanitarian refugee crisis has to be addressed by governments in partnership with civil society and the private sector, in order to ensure that people in forced displacement have their human rights protected during an effective reception process that is attentive to their needs. Thus, those interested in helping Brazil face its migration crisis, Rede Refugia was created within the scope of the Industrial Engineering Program at COPPE/CT/UFRJ. It is a collaborative technological platform that aims to facilitate the process of reception, protection and integration of these people in forced displacement who are in Brazil. In this way, we seek to strengthen the mutual collaboration processes among refugees, asylum seekers, stateless people, public authorities, private entities, humanitarian organizations and other stakeholders. Through a social innovation process, Rede Refugia aims to foster an environment that favors the implementation of innovative solutions to the problems experienced by people in forced displacement living in Brazilian territory.
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UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency
Demo Description
Action name: UFRJObservatory of Community Bank and Digital Local Currency Coordinator: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA Contact information: luizart@gmail.com
About the action: The UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency aims to make such experiences visible as well as strengthen and reflect on them, whether by promoting spaces for debate and teaching-learning or by developing technologies with the involved groups. It is inspired by (and works in tandem with) the network formed by science outreach researchers which began in 2020, the Observatory of Community Bank and Local Currency (OBM). This network brings together researchers engaged in allying their academic knowledge with the practical activities of community banks and social currency in Brazil, from the perspective of listening to the involved groups, engaging in outreach work and analysing the practices of the groups involved. “Community Banks are solidarity-based financial services, in a network, of an associative and communitary nature, aimed at generating work and income with a perspective of reorganizing local economies”. They bring together practices and principles, such as a microcredit granting for local production and consumption, whenever possible, in social currencies (valid in a restricted territory and at par with the Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). In Brazil, such banks had Banco Palmas (Fortaleza, 1998) as their pioneering experience and accumulated more than 150 initiatives. With the digitalization of their social currencies, they inspired and worked in tandem with public policies for income transfer, notably in the State of RJ.
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MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro
Demo Description
Action name: MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contact information: matheusoli@hotmail.com
About the action: Access to information and communication technologies offers a diverse range of data collection instruments capable of tracking the positioning of people and objects in space and recording their movements over time. Composing this set of instruments, IoT (Internet of Things) devices, applications and records of the use of smart services (e.g. cards, terminals) stand out as potential sources of data for the planning, management, operation, and monitoring of transportation services. In this context, the present course aims to validate the potential of the state of art in terms of intelligent data collection tools within the field of urban mobility planning for the construction of an ecosystem of intelligent mobility planning in the State of Rio de Janeiro. Methodologically, the training program for the regulation, hiring and use of analytical tools and databases on the same topic is carried out through the development and validation of an information platform aimed at planning mobility in an intelligent, inclusive and sustainable way, focusing on the municipalities of the State of Rio de Janeiro.
About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.
About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.
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Agendamento com a GRH
Demo Description
O Atendimento na Gerência de Recursos Humanos está sendo realizado através de agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração, contribuindo assim para a sua segurança e saúde. Portanto, escolhe o seu assunto, dia e horário e agende o seu atendimento conosco!
O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:
Auditório G-122
Auditório bloco M – anexo
Grêmio da Coppe
Tenda do auditório G-122
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Agendamento de Transporte
Demo Description
O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.
Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.