Coppe Explica: quando a pesquisa sai do título e ganha significado para a sociedade

Ao ler o título de uma tese, muitas vezes é difícil imaginar o problema que aquela pesquisa pretende solucionar, quem poderá se beneficiar dela ou mesmo onde aquele conhecimento poderá ser aplicado. O próprio pesquisador, ao explicar seu trabalho, tende, muitas vezes, a concentrar a atenção no método, nas etapas da pesquisa e nos resultados obtidos. Nem sempre, porém, consegue traduzir esse conhecimento para uma linguagem que permita ao público compreender seu significado e seu valor.

Foi para enfrentar esse desafio que a Coppe realizou, pela segunda vez, o Coppe Explica, iniciativa que estimula alunos e pesquisadores a apresentar suas pesquisas de forma clara, em vídeos de até três minutos. Os vencedores da segunda edição foram anunciados no dia 22 de setembro, durante a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe.

Suzana Kahn à esquerda de Marlene Oliveira, coordenadora da Assessoria de Comunicação da Coppe

A dificuldade de aproximar temas científicos do cotidiano das pessoas também faz parte da experiência profissional da diretora da Coppe, professora Suzana Kahn. Durante a premiação, ela contou que precisou aprender a explicar, em pouco tempo e de maneira compreensível, questões complexas relacionadas às mudanças climáticas.

“Eu trabalhava com o deputado Carlos Minc, que ficava agoniado quando eu tentava explicar todas as variáveis que envolvem o clima. E acabei sendo muito treinada por ele para me comunicar em pouquíssimo tempo, em três minutos, sobretudo com a imprensa, de forma que a sociedade pudesse entender o que eu fazia”, contou Suzana.

Para a diretora, a capacidade de explicar a pesquisa também está relacionada à responsabilidade de uma universidade pública em mostrar à sociedade o conhecimento que produz e suas possíveis contribuições. “Acho muito importante ajudar na satisfação que temos que dar à sociedade, pois estamos em uma universidade pública, e é importante demonstrar o que estamos devolvendo a esta sociedade”, afirmou.

Da tese para a vida cotidiana

Os vídeos apresentados no Coppe Explica mostram, na prática, o que muda quando uma pesquisa é apresentada a partir da questão que ela busca responder e de sua possível contribuição.

Anielly Bastos, vencedora da categoria Doutorado

Foi o caso de Anielly Bastos Vaz de Jesus, do Programa de Engenharia Biomédica, vencedora da categoria Doutorado. O título de sua tese, “Corpos Ressonantes: uma experiência neuro-anatomo-fisicamente dançante”, pouco revela, à primeira vista, sobre a aplicação do estudo. Em sua apresentação, porém, Anielly explica que a pesquisa investiga como o cérebro reage ao movimento de uma dança, utilizando sensores para captar esses movimentos, e como esse conhecimento pode contribuir para a reabilitação fisioterapêutica.

Maria Victoria, vencedora da categoria Metrado e do Voto Popular

Na categoria Mestrado, Maria Victoria Almeida do Carmo, do Programa de Engenharia Mecânica, foi a primeira colocada e também venceu o Voto Popular. Sua dissertação, intitulada “Descrição Termomecânica de Ligas com Memória de Forma Considerando um Modelo Constitutivo com Cinética de Transformação de Fase Linear”, trata da modelagem do comportamento de ligas que podem retornar à sua configuração original depois de sofrer uma deformação e receber determinados estímulos. A modelagem pode ajudar a compreender, prever e aprimorar o desempenho de materiais nos quais são utilizadas.

Os exemplos mostram um dos objetivos do Coppe Explica: ir além do título e do processo de uma pesquisa para tornar mais claro o problema investigado, o conhecimento produzido e sua possível contribuição para a sociedade.

Nesta edição, sete estudantes foram premiados nas categorias Doutorado, Mestrado e Iniciação Científica.

Pesquisa e transição energética

A preocupação em aproximar ciência, aplicação e sociedade também esteve presente no Prêmio Especial “Oceano e Transição Energética”, realizado em parceria com a Marsalgado. O vencedor foi Bruno Mello Maciel, do Programa de Engenharia da Nanotecnologia, com a pesquisa “ Combustível Marítimo a partir do CO2 do oceano”.

Ao apresentar seu trabalho, Bruno relacionou a pesquisa a um desafio concreto da transição energética no setor marítimo. Segundo ele, cerca de 98% da frota naval utiliza combustíveis fósseis, responsáveis por emissões de CO₂. Parte desse carbono é absorvida pelos oceanos, o que pode contribuir para problemas ambientais e para a corrosão das embarcações.

Bruno Mello exibe o certificado de vencedor ao lado de Cristiane Barcelar e de Jean-David

A pesquisa investiga uma rota que utiliza o próprio CO₂ dissolvido na água do mar para produzir e-metanol marítimo, combustível de menor impacto ambiental. A proposta combina a captura e a conversão do carbono em uma única rota, utilizando o oceano como reservatório de carbono.

Para a CEO da Marsalgado, Cristiane Barcelar, aproximar pesquisadores e empresas é fundamental para que soluções desenvolvidas na academia possam avançar. “A proposta da Marsalgado é ser um viabilizador desta transição, seja em parceria com a iniciativa privada, governos ou academia”, afirmou.

Ao colocar pesquisadores diante do desafio de explicar suas pesquisas para além da linguagem acadêmica, o Coppe Explica busca desenvolver uma habilidade que pode fazer diferença não apenas na comunicação com o público, mas também no diálogo com empresas, parceiros, gestores e outros públicos interessados em ciência, tecnologia e inovação. 

Confira os premiados e os vídeos

Categoria Doutorado

1º lugar – Anielly Bastos Vaz de Jesus
 
Programa de Engenharia Biomédica
 Pesquisa: Corpos Ressonantes: uma experiência neuro-anatomo-fisicamente dançante

2º lugar – Huang Ken Wei
 
Programa de Planejamento Energético
 Pesquisa: Análise sistêmica de combustíveis de baixo carbono para o transporte marítimo e corredores verdes: avaliação utilizando um modelo global de avaliação integrada

3º lugar – Ana Flavia Martins Rodrigues
 
Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais
 Pesquisa: Do resíduo à proteção: Carbon Dots como inibidores de corrosão

Categoria Mestrado

1º lugar – Maria Victoria Almeida do Carmo
 
Programa de Engenharia Mecânica
 Pesquisa: Descrição Termomecânica de Ligas com Memória de Forma Considerando um Modelo Constitutivo com Cinética de Transformação de Fase Linear

2º lugar – João Vítor Correia Pessoa
 
Programa de Engenharia Elétrica
 Pesquisa: Modelagem preditiva para declínio cognitivo usando grafos de conhecimento e dados longitudinais

Coppe Explica – Categoria Iniciação Científica

1º lugar – Ariane Macedo Farias
 
Programa de Engenharia Química
 Pesquisa: Desenvolvimento e otimização de processos de purificação de surfactina por ultrafiltração tangencial para aplicações biotecnológicas de alto valor agregado

1º lugar – Wellington Moraes
 
Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais
 Pesquisa: Carbon dots derivados de biomassa como inibidores de corrosão

Prêmio Especial “Oceano e Transição Energética”

1º lugar – Bruno Mello Maciel
 
Programa de Engenharia da Nanotecnologia
 Pesquisa: Combustível Marítimo a partir do CO2 do Oceano

Coppe e Cetem sugerem alterações na Política de Mineração e assinam acordo para cooperação tecnológica e acadêmica

Silvia Cristina do Cetem, e Suzana Kahn da Coppe, assinam o acordo de parceria

O Brasil tem potencial para desenvolver tecnologias nacionais para a exploração, o beneficiamento e a transformação de terras-raras e outros minerais críticos e estratégicos. Para que esse potencial se concretize, no entanto, é preciso garantir que os recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), previstos na Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), sejam efetivamente aplicados no setor mineral, com a participação de empresas e instituições de pesquisa brasileiras.

Essa foi uma das principais questões discutidas pela Coppe/UFRJ e pelo Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) em debate realizado no dia 21 de setembro, que também marcou a assinatura de um Protocolo de Intenções (MoU) entre as duas instituições para ampliar a cooperação científica, tecnológica e acadêmica na área mineral.

O debate teve como foco o papel da Agência Nacional de Mineração (ANM) na criação de mecanismos capazes de estimular investimentos em PD&I e contribuir para o aprimoramento da PNMCE, sancionada recentemente. A proposta é fortalecer a capacidade brasileira de desenvolver as tecnologias necessárias à exploração de minerais críticos e estratégicos, um tema relacionado à segurança do abastecimento, à transição energética e à soberania tecnológica do país.

 Recursos para pesquisa

Conforme destacou a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, a nova política prevê investimentos em PD&I, mas é preciso garantir que esses recursos sejam efetivamente aplicados em pesquisa e desenvolvimento voltados ao setor mineral e cheguem às instituições e empresas capazes de desenvolver essas tecnologias.

“Estamos vivenciando um mundo em transformação. Este desenvolvimento tecnológico na área mineral, de terras-raras, é muito importante, e é essencial que tenhamos garantia de investimentos. A Coppe tem sistematicamente investido em tecnologias na área de óleo e gás devido à ANP – Agência Nacional de Petróleo –, com sua cláusula de PD&I, que é um exemplo de que este modelo funciona. O mesmo deveria acontecer para esta nova fronteira, com uma estrutura de funcionalidade contínua”, defende a diretora da Coppe.

O debate também chamou atenção para a necessidade de assegurar recursos que já estão previstos para pesquisa no setor mineral. A diretora do Cetem, Silvia Cristina França, explicou que a legislação destina 1,8% da arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) ao Cetem e 7% à ANM.

A garantia desses recursos é um dos desafios a serem enfrentados, já que os valores previstos anteriormente não vêm sendo repassados integralmente.

Para ilustrar a situação, Silvia relatou que a arrecadação anual da produção mineral está na casa dos R$ 8 bilhões. Nesse cenário, o Cetem deveria receber cerca de R$ 140 milhões por ano. “Fazendo aqui um cálculo por alto, desde que a lei foi publicada, em 2017, nós teríamos que ter recebido quase R$ 1 bilhão de reais corrigidos, mas de 2018 até agora recebemos cerca de R$ 2,5 milhões ao longo desse tempo. Então, o Estado brasileiro precisa definir que isso é importante e fazer esses repasses”, explicou.

Para Suzana, tanto a regularização dos repasses já previstos quanto a definição de mecanismos para garantir os novos investimentos em PD&I devem integrar as propostas a serem encaminhadas ao Governo Federal.

Pela PNMCE, a aplicação obrigatória em PD&I será de, no mínimo, 0,3% da receita operacional bruta das atividades relacionadas aos minerais críticos e estratégicos nos primeiros seis anos, além de 0,2% destinados à integralização de cotas no Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM). Depois desse período, o percentual mínimo destinado a PD&I passa a 0,5%. A lei também permite que parte dos recursos de PD&I seja aportada ao FGAM ou a fundo privado destinado a incentivar pesquisa, desenvolvimento e inovação.

É justamente nesse ponto que Coppe e Cetem defendem mecanismos que assegurem que os recursos destinados à pesquisa sejam efetivamente investidos no desenvolvimento tecnológico do setor mineral brasileiro, fortalecendo empresas e instituições nacionais. 

Coppe e Cetem ampliam cooperação

A discussão sobre a necessidade de ampliar a capacidade tecnológica brasileira ganhou um desdobramento concreto com a assinatura, na abertura do evento, de um Protocolo de Intenções (MoU) entre Coppe e Cetem. O acordo estabelece as bases para a cooperação científica, tecnológica, acadêmica e institucional entre as duas instituições.

A parceria prevê o desenvolvimento conjunto de estudos, pesquisas, projetos e soluções inovadoras relacionados aos recursos minerais, com ênfase em minerais críticos e estratégicos e mineração sustentável.

Os minerais estratégicos são considerados essenciais ao desenvolvimento econômico e têm aplicações em áreas como alta tecnologia, defesa e transição energética. Já os minerais críticos são aqueles cujo suprimento está sujeito a riscos, que podem estar relacionados à concentração geográfica da produção, à dependência externa, à instabilidade geopolítica ou a limitações tecnológicas.

Um exemplo é o enxofre, citado por Silvia como um mineral cujo fornecimento ao Brasil foi afetado pela concentração da produção em países envolvidos em conflitos, com consequências para a fabricação de fertilizantes.

Nesse contexto, a parceria entre Coppe e Cetem busca ampliar a capacidade brasileira de desenvolver tecnologias para diferentes etapas da cadeia mineral, da exploração e do beneficiamento à transformação e ao reaproveitamento de resíduos, com atenção especial às terras-raras.

O Brasil possui a segunda maior reserva de terras-raras do mundo, estimada em 11 milhões de toneladas, mas ainda precisa ampliar sua capacidade tecnológica para transformar esse recurso em produtos e processos de maior valor agregado.

A retomada e a formação de competências também estão entre os desafios. Marisa Nascimento, coordenadora de Processos Metalúrgicos e Ambientais do Cetem, explicou que o Brasil já teve duas grandes fases de exploração de terras-raras, uma entre o final da década de 1990 e o início dos anos 2000 e outra em 2012. Agora, segundo ela, o país entra em uma terceira fase, mas precisa recuperar conhecimentos, retomar estudos e formar novamente equipes especializadas em áreas que perderam continuidade por falta de investimentos.

Marisa também destacou a importância de considerar a circularidade desde o desenho da cadeia produtiva dos minerais, incluindo o reaproveitamento de resíduos.

As terras-raras são utilizadas na fabricação de produtos de alto valor agregado, como smartphones, veículos elétricos e turbinas eólicas. Para o professor Luís Marcelo Tavares, do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM) da Coppe, o desenvolvimento dessas pesquisas também contribui para formar especialistas capazes de atuar em diferentes etapas da cadeia mineral, da pesquisa geológica ao desenvolvimento de processos e tecnologias.

Além de Luís Marcelo, que apresentou parte das atividades realizadas no Laboratório de Tecnologia Mineral (LTM), por ele coordenado, também participaram das apresentações os professores do PEMM Marcelo Mansur, do Laboratório de Processos Hidrometalúrgicos (LPH); Pedro Ribeiro, do Laboratório de Eletroquímica Aplicada (LEA); e Ismael Flores, do Laboratório de Inovação e Sustentabilidade Siderúrgica (LISS). A coordenadora de Planejamento, Gestão Estratégica e Inovação do Cetem, Andrea Rizzo, apresentou atividades de pesquisa e desenvolvimento da instituição.

A cooperação entre Coppe e Cetem busca, assim, aproximar competências complementares e contribuir para que o Brasil avance no desenvolvimento de tecnologias próprias para minerais estratégicos para seu desenvolvimento econômico e tecnológico.

Uma agenda de Estado para o Rio de Janeiro

Sydnei Menezes (CAU), professora Suzana Kahn (Coppe) e Miguel Fernández (CREA)
Sydnei Menezes (CAU), professora Suzana Kahn (Coppe) e Miguel Fernández (CREA)

A Coppe/UFRJ, o CREA-RJ e o CAU-RJ uniram forças para propor aos candidatos ao Governo do Estado do Rio de Janeiro uma Carta de Compromissos, com uma agenda de políticas públicas voltada ao desenvolvimento socioeconômico do estado, com planejamento e continuidade para além de um ciclo de governo.

A iniciativa reúne três instituições de Estado, com autonomia e atuação nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e arquitetura, para apresentar propostas e colocar suas capacidades técnicas à disposição dos candidatos e da sociedade. A intenção é contribuir para uma agenda de desenvolvimento que não fique condicionada ao calendário eleitoral e que combine capacidade de planejamento, execução e acompanhamento das políticas públicas.

A Carta propõe que o Rio de Janeiro aproveite melhor sua capacidade científica, tecnológica e profissional para formular e executar uma estratégia permanente de desenvolvimento. O documento está organizado em três eixos: capacidade técnica do estado para planejar e executar; projetos estruturantes para o desenvolvimento do estado; e modernização, recuperação e preservação da infraestrutura existente.

A Carta foi assinada pela diretora da Coppe/UFRJ, professora Suzana Kahn; pelo presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández; e pelo presidente do CAU-RJ, Sydnei Menezes.

“É um momento propício para nos unirmos em prol de um desenvolvimento mais moderno para o Rio de Janeiro, com mais tecnologia embarcada em sua infraestrutura. Conhecemos a força das instituições de ensino e pesquisa sediadas em nosso estado e acreditamos que o governo do estado tem grande capacidade para construir esse futuro, com mais desenvolvimento, oportunidades, inovação e qualidade de vida para a nossa população”, afirmou Suzana Kahn.

Capacidade técnica para planejar e executar

O primeiro eixo da Carta trata da necessidade de fortalecer a capacidade técnica permanente do Estado. Entre as propostas estão o fortalecimento das estruturas de Engenharia e Arquitetura Pública, a preservação da memória técnica do estado e a valorização de profissionais qualificados em posições estratégicas dos órgãos públicos.

A proposta parte do entendimento de que políticas públicas e projetos de infraestrutura exigem conhecimento técnico acumulado e equipes capazes de acompanhar as diferentes etapas de planejamento, contratação, execução e manutenção.

Para o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, a recuperação dessa capacidade técnica é uma questão que ultrapassa governos. “É fundamental que a gente tenha uma visão estratégica que transcenda qualquer governo sobre o desenvolvimento de infraestrutura no nosso estado”, afirmou.

Segundo Miguel, o primeiro eixo também reforça a importância da engenharia, da arquitetura e do desenvolvimento científico para a formulação das políticas públicas. Ele destacou ainda a necessidade de que cargos estratégicos relacionados às áreas tecnológica, de engenharia e arquitetura sejam ocupados por profissionais com formação adequada.

Projetos estruturantes para o desenvolvimento

O segundo eixo reúne projetos considerados estratégicos para ampliar a integração territorial e a capacidade de desenvolvimento do estado. A Carta propõe uma agenda de investimentos que conecte diferentes regiões do Rio de Janeiro, fortaleça cadeias produtivas e enfrente problemas históricos de mobilidade, habitação e saneamento.

Entre as prioridades apresentadas estão a implantação da Linha 3 do Metrô, a modernização e expansão da rede ferroviária, a implantação da EF-118 e o Anel Rodoviário da BR-101 em Campos dos Goytacazes.

A proposta é recuperar uma visão de planejamento que considere os projetos de infraestrutura como parte de uma estratégia integrada de desenvolvimento, e não apenas como intervenções isoladas.

Para Sydnei Menezes, presidente do CAU-RJ, a retomada do planejamento urbano é fundamental. Ele citou como exemplo projetos viários do Rio de Janeiro que, segundo ele, foram resultado de planos elaborados décadas atrás.

“As últimas obras viárias significativas, Linha Vermelha e Linha Amarela, são obras provenientes do planejamento do Plano Doxiadis (projeto urbanístico encomendado em 1964 pelo antigo estado da Guanabara – governo Lacerda – ao urbanista grego Constantino Doxiadis). São obras resultantes de um planejamento que aconteceu há décadas. A questão do planejamento se perdeu ao longo do tempo”, afirmou.

Da infraestrutura existente ao futuro

O terceiro eixo chama atenção para uma dimensão frequentemente associada às obras públicas: a necessidade de cuidar do que já existe.

A Carta propõe uma política permanente de avaliação, modernização, recuperação e renovação da infraestrutura do estado, considerando que parte das estruturas existentes se aproxima do fim de sua vida útil e precisa ser acompanhada antes que problemas se transformem em situações emergenciais.

O eixo também inclui habitação de interesse social e desenvolvimento urbano, com ações preventivas para evitar a ocupação irregular, além de uma política de saneamento integrado que articule segurança hídrica, abastecimento, drenagem, tratamento de esgoto e eliminação dos lixões.

Para Miguel Fernández, essa mudança de perspectiva é necessária porque obras públicas não são permanentes. “Se o grande desafio da engenharia das décadas anteriores era, principalmente, atender um crescimento populacional sobre um déficit existente, o desafio dessa nova geração passa também, principalmente, por preservar aquilo que já existe ou substituir aquilo que existe”, explicou.

Tragédias evitadas não geram capas de jornais

Ao defender a importância de investir na manutenção e na prevenção, o presidente do CREA-RJ destacou uma característica da infraestrutura que dificulta sua percepção pela sociedade: quando uma obra funciona adequadamente, seu resultado muitas vezes não é percebido.

A lógica preventiva, no entanto, pode evitar perdas humanas, econômicas e ambientais. Nesse sentido, a manutenção da infraestrutura deve ser tratada como parte da política de desenvolvimento, e não apenas como resposta a situações emergenciais.

A Carta busca, assim, ampliar o debate sobre infraestrutura para além da construção de novas obras, incluindo a capacidade do Estado de acompanhar, manter, modernizar e substituir estruturas existentes.

Retomar o diálogo entre governo e instituições

Os dirigentes das três instituições assinaram a Carta de Compromissos, que será entregue aos candidatos

Outro ponto destacado pelos dirigentes é a necessidade de aproximar novamente o poder público das instituições que acumulam conhecimento técnico sobre o desenvolvimento urbano e a infraestrutura.

Segundo Sydnei Menezes, entidades profissionais historicamente participaram da formulação de políticas e projetos em colaboração com os governos. Para ele, recuperar esse diálogo é também uma forma de fortalecer o planejamento e a qualidade das decisões públicas.

“Os departamentos de engenharia, os departamentos de arquitetura eram ocupados por profissionais dedicados exclusivamente às suas atividades. E tinham espaço para trazer sugestões e ideias para os governantes tomarem suas decisões”, afirmou.

Na avaliação de Sydnei, a definição de prioridades e prazos para obras públicas muitas vezes acaba condicionada à lógica dos ciclos eleitorais, em detrimento das características técnicas dos projetos.

Ao apresentar a Carta, as três instituições reforçam que a proposta não é uma agenda para uma gestão específica, mas uma contribuição para que o Rio de Janeiro retome uma perspectiva de planejamento capaz de atravessar diferentes governos.

“Não é uma carta de propostas para uma gestão, para um governo. É uma visão de longo prazo para o Rio”, afirmou Miguel Fernández.

A solenidade de apresentação e assinatura da Carta de Compromissos está disponível no canal da Coppe no YouTube.

A íntegra da Carta de Compromissos está disponível abaixo.

BNDES, Coppe e Governo do RJ assinam memorando de entendimento para expansão das linhas 2, 3 e 4 do metrô

Projetos foram identificados no Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Governo do Estado do Rio de Janeiro assinaram nesta sexta-feira, 25, um Memorando de Entendimentos com o objetivo de coordenar a estruturação dos projetos de mobilidade urbana da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, identificados pelo Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU). A assinatura foi realizada no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense.

Conforme define o memorando, o BNDES fará a estruturação da expansão do sistema metroferroviário, compreendendo: Linha 2 (Estácio-Carioca/Praça XV, com potencial expansão da Pavuna até Baixada Fluminense), Linha 3 (Carioca/Praça XV-Niterói-São Gonçalo-Itaboraí) e Linha 4 (Jardim Oceânico-Alvorada-Recreio). Para cada uma delas, serão desenvolvidos os estudos previstos no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

No caso da Linha 3, o trabalho será em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Serão aproveitados os estudos produzidos pela Coppe/UFRJ, no âmbito do Projeto Prisma, que já incluem um diagnóstico técnico-operacional e urbanístico. O memorando também prevê medidas institucionais complementares, como o avanço da governança metropolitana e a integração tarifária, com participação do Instituto Rio Metrópole (IRM), autarquia vinculada ao governo estadual que atua no planejamento e na execução de políticas públicas na região metropolitana.

“Os projetos incluídos nesse memorando de entendimentos são projetos que o BNDES já vem estudando. Eles estão incluídos no Estudo Nacional de Mobilidade Urbana. E agora nós vamos começar a desenvolver as fases iniciais desses projetos”, disse o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. “Vamos ver o que precisa ser atualizado e deixar tudo preparado para que o próximo governo, se assim desejar, comece a realizar esses projetos”, acrescentou.

O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, destacou que os projetos contribuem para uma maior integração da região metropolitana. “Com esse acordo, serão entregues estudos já bem delineados para o próximo governante. São projetos que incorporam uma visão econômica muito adequada para o Rio de Janeiro. Consideramos que o estudo de mobilidade urbana liderado pelo BNDES oferece o contorno mais adequado para o estado. E quando o estado aproveita um estudo feito por um banco de desenvolvimento, há também uma economia. O estado não precisa contratar outro ator para a realização desse tipo de estudo”

Além de Nelson Barbosa e Ricardo Couto, o memorando foi assinado por Glaydston Mattos Ribeiro, professor do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe; e pelo presidente do IRM, Roberto Leão. “Um sistema de transporte adequado pode impulsionar vários setores da economia e essa atuação conjunta pode contribuir muito com o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro”, comentou Glaydston.

ENMU – O EMNU é um mapeamento de projetos e a proposição de políticas para estabelecer as bases para a transformação do transporte público coletivo em 21 regiões metropolitanas do Brasil. O estudo reúne um banco de dados com 187 projetos de mobilidade urbana, que correspondem a mais de 3 mil km de metrôs, BRTs, trens e VLTs.

O ENMU mostra, por exemplo, o impacto de cada proposta na redução das emissões de poluentes e gases do efeito estufa (GEE) e em sinistros, além da previsão de embarques/dia e de investimento. Os projetos são analisados partir de mais de 100 indicadores técnico-operacionais, econômico-financeiros, socioambientais e urbanísticos que permitem sua priorização.

Juntas, as iniciativas propostas poderão evitar 27 mil vítimas de sinistros de trânsito e 3 milhões de toneladas anuais de CO₂, reduzir em 11% o custo das viagens e em 16% o tempo médio de deslocamento da população, gerando benefícios sociais superiores a R$ 400 bilhões. Os impactos também se estendem à cadeia produtiva, com potencial para mobilizar mais de 1 milhão de empregos e demandar até 7.600 ônibus elétricos e 2.400 carros metroferroviários.

O estudo foi elaborado entre 2024 e 2026 e tem como foco as 21 regiões metropolitanas mais populosas do Brasil. A iniciativa considera projeções populacionais e de demanda em um horizonte de 30 anos, com o objetivo de apoiar o planejamento de sistemas de transporte mais integrados, eficientes e sustentáveis.

* Com Assessoria de Comunicação do BNDES

Professora da Coppe é diplomada como membro afiliada da Academia Brasileira de Ciências

Professora Ariane Batista (Foto: Academia Brasileira de Ciências)

A professora Ariane Batista, coordenadora do Programa de Engenharia da Nanotecnologia (PENt) da Coppe/UFRJ, foi diplomada como membro afiliada da Academia Brasileira de Ciências (ABC) nesta terça-feira, 23 de setembro. A categoria reconhece jovens pesquisadores de excelência e representa também uma forma de valorizar e dar visibilidade à nova geração de cientistas brasileiros.

A solenidade de diplomação foi realizada na sede da ABC, no Centro do Rio, e reuniu os novos membros afiliados, que apresentaram suas trajetórias acadêmicas e de pesquisa. Na apresentação “Da farmácia à engenharia da nanotecnologia: uma trajetória em busca de inovação em saúde”, Ariane Batista contou como sua formação em Farmácia a levou à pesquisa em Engenharia da Nanotecnologia.

Além de Ariane, foram diplomados Daniel Sedorko (Museu Nacional/UFRJ), Fernanda Ferreira Cruz (Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho/UFRJ), João Pedro Gonçalves Ramos (IMPA) e Luana da Silva Magalhães Forezi (UFF).

A categoria de membros afiliados da ABC foi criada em 2007 para reconhecer jovens cientistas de excelência, com até 40 anos, de diferentes regiões do país. A cada ano, são eleitos cinco pesquisadores de cada uma das seis regiões consideradas pela Academia, para mandatos de cinco anos, não renováveis.

Ariane Batista é pesquisadora da área de nanotecnologia aplicada à saúde. Confira o perfil da professora no site da ABC. A apresentação de Ariane pode ser assistida no vídeo da transmissão da solenidade, disponível no canal da ABC no YouTube. A participação da professora começa a partir de 5h12.

Integridade e responsabilidade: conheça a nova política de compliance da Coppetec

A Fundação Coppetec  atualizou sua Política de Integridade e Transparência e seu Código de Conduta e Ética para incorporar novas práticas de gestão, acompanhar mudanças nas exigências de órgãos de controle e financiadores e fortalecer a cultura de integridade na instituição.

A Fundação Coppetec já possuía uma política de integridade, implementada em 2017. A atualização foi conduzida pela área de Compliance para revisar as práticas adotadas pela Fundação e adequá-las ao contexto atual, considerando também as especificidades das fundações de apoio.

Como explica Tarcísio Aguiar, responsável pela área de Compliance, a integridade está ligada à forma como a Fundação conduz seus negócios, com transparência, honestidade e respeito às normas e leis aplicáveis.

“Eu e a pesquisadora Renata Ferreira realizamos um benchmark com outras fundações de apoio e conduzimos essa atualização conforme as boas práticas do mercado, principalmente relacionadas à fundação de apoio. O nosso nicho é muito específico. Somos uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos e gerimos recursos tanto públicos quanto privados. Então são normas diferentes que temos que conhecer, respeitar e seguir”.

“O mundo vai se atualizando e as instituições precisam estar acompanhando isso. Mudança de cultura é um ponto-chave. Não é porque fazíamos de determinado jeito há 20 anos que faremos igual hoje. Precisamos acompanhar as melhores práticas de gestão”.

Outro aspecto destacado por Tarcísio é a importância de incorporar a integridade desde o início dos projetos, e não apenas na etapa de prestação de contas.

“Em nosso trabalho, precisamos pensar de forma preventiva. Desde o primeiro momento da proposta, se começarmos a caminhar conforme preconizam as diretrizes das instituições, dos financiadores, etc., quando chegarmos ao nosso resultado final, a prestação de contas, tudo estará conforme o que precisamos”, esclarece Tarcísio.

Compliance Day

Tarcísio Aguiar; professor Glaydston Ribeiro; professora Amanda Xavier e Renata Ferreira

Para apresentar a nova Política de Integridade e Transparência e o novo Código de Conduta e Ética aos seus colaboradores, a Fundação Coppetec promoveu, no dia 9 de setembro, o seu primeiro Compliance Day.

Na abertura do evento, a diretora-superintendente, professora Amanda Xavier, destacou que a atualização dá continuidade a um processo que já vinha sendo desenvolvido pela Fundação. “Nada mais é que a forma das decisões que a gente toma e os atos que a gente tem no cotidiano. Tarcísio e Renata tiveram um foco muito grande em desenvolver todas as atualizações desta política e trazer essas novas práticas de melhoria contínua”, explicou.

O diretor-executivo da Fundação, professor Glaydston Ribeiro, ressaltou que a atualização reforça o alinhamento da Coppetec às expectativas de financiadores e órgãos de controle e amplia a atenção à ética e à transparência nas relações com diferentes públicos.

Tarcísio explicou ainda que a política estabelece princípios e diretrizes para a atuação da Fundação e se aplica a todos que se relacionam com a Coppetec, incluindo dirigentes, colaboradores, parceiros, fornecedores, bolsistas, estagiários e terceiros.

O responsável pela área de Compliance também chamou atenção para a diversidade de instituições apoiadas pela Coppetec e para a necessidade de observar as regras específicas de cada uma delas.

“A missão da Fundação é gerir projetos de ensino, pesquisa e inovação, extensão e desenvolvimento institucional, com agilidade, eficácia e transparência em prol da UFRJ e demais instituições apoiadas. É importante frisar que cada uma dessas instituições tem suas regras próprias. Tem suas determinações, tem suas resoluções, tem várias situações particulares em cada uma delas”, completou o advogado, especialista em compliance.

Saiba mais sobre a Política de Integridade e Transparência da Fundação Coppetec e confira a página de Transparência, por meio da qual a Fundação presta contas à sociedade, parceiros e auditores sobre os recursos geridos nos projetos que contam com seu apoio.

Elo da Integridade

Cada gerência da Coppetec escolheu um colaborador para ser o seu Elo da Integridade

Outra novidade apresentada é a criação do Elo da Integridade. O setor de Compliance e a diretoria definiram um colaborador de cada gerência para atuar como elo da integridade, fortalecendo a conexão entre as equipes e a área de Compliance da Fundação.

“Os elos participarão de reuniões esporádicas com a área de Compliance, contribuindo para a disseminação da cultura de integridade e o fortalecimento da comunicação com as equipes, promovendo maior integração entre todas as gerências da Fundação. A ideia é que haja um maior envolvimento dos representantes, promovendo novas oportunidades de participação, mantendo o engajamento contínuo das gerências. Os elos serão a ponte entre as equipes e o setor de compliance.”

Pacto Brasil

A Fundação Coppetec aderiu, em 2025, ao Pacto Brasil, uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que estimula empresas e entidades privadas atuantes no país a assumir, voluntariamente, compromisso público com a integridade empresarial.

Durante o Compliance Day, Tarcísio também destacou que a adesão ao Pacto Brasil está alinhada às práticas de integridade adotadas pela Fundação e reforça o compromisso com ética, transparência, gestão de riscos e prevenção de irregularidades.

Entre os objetivos do Pacto Brasil estão fortalecer o compromisso da alta direção com padrões de integridade, ampliar a transparência e contribuir para a prevenção de fraudes e corrupção. A iniciativa também busca estimular relações com parceiros e fornecedores que compartilhem princípios de ética e integridade.

A atualização da Política de Integridade e Transparência, o novo Código de Conduta e Ética, a criação do Elo da Integridade e a adesão ao Pacto Brasil fazem parte de um mesmo movimento: incorporar a integridade ao cotidiano da Coppetec e às relações que a Fundação mantém com seus diferentes públicos.

Coppe apoia 56º Congresso CINASE, que reúne especialistas para discutir desafios do setor elétrico

Foto CINASE 2023, também realizado no Rio de Janeiro

Os principais desafios e transformações do setor elétrico brasileiro estarão em debate no 56º Congresso CINASE – Circuito Nacional do Setor Elétrico, que será realizado nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, no Expo Rio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Com apoio da Coppe/UFRJ, o evento reunirá especialistas para discutir temas como políticas energéticas, transição energética, armazenamento de energia e novas tecnologias que vêm modificando o setor.

Alunos da Coppe e da Escola Politécnica da UFRJ terão inscrição gratuita, de acordo com a disponibilidade de vagas. Para participar, é necessário fazer a inscrição por este link.

Entre os participantes do congresso estão os professores Glauco Taranto e Antônio Carlos Siqueira de Lima, do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe. No dia 30, às 9h45, Glauco participa do painel “Geração e Transmissão de Energia Elétrica no Brasil”. No dia 1º de outubro, às 11h30, Antônio Carlos participa do painel especial “Aterramento de Usinas, Subestações e Linhas de Transmissão”.

Homenagem a professores da Coppe

A programação do CINASE inclui ainda a cerimônia de entrega do Prêmio O Setor Elétrico, no dia 29 de setembro, que neste ano homenageará os professores do PEE da Coppe Djalma Falcão e Richard Stephan, além de três engenheiros.

A premiação reconhece profissionais com atuação em projetos de relevância no setor elétrico nas áreas de Instalações Elétricas, Inovação Tecnológica, Projeto Luminotécnico, Pesquisa & Desenvolvimento e Energia Renovável. A cerimônia será realizada das 19h às 23h, também no Expo Rio Cidade Nova.

56º Congresso CINASE – Circuito Nacional do Setor Elétrico
 📅 30 de setembro e 1º de outubro
 📍 Expo Rio Cidade Nova – Rua Beatriz Larragoiti Lucas, s/n
 🎓 Inscrição gratuita para alunos da Coppe e da Escola Politécnica da UFRJ, conforme disponibilidade de vagas

Para mais informações e acesso à programação completa, consulte o site do CINASE.

Coppe, CREA-RJ e CAU-RJ defendem junto aos candidatos o fortalecimento da capacidade técnica do estado

Suzana Kahn, Miguel Fernández e Sydnei Menezes: união pelo fortalecimento da engenharia e arquitetura públicas

Pela primeira vez nas eleições do Estado do Rio, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-RJ) e a Coppe/UFRJ se unem para defender junto aos candidatos majoritários a estruturação da Engenharia e da Arquitetura públicas como uma política de Estado.

No dia 28, na Coppe, os dois conselhos e a instituição de ciência de tecnologia vão apresentar uma carta de compromissos, que defende desde o fortalecimento do Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura (IEEA) até a criação de estruturas estaduais voltadas para a prevenção de enchentes e deslizamentos – a exemplo da Rio Águas e da GEO Rio, do município do Rio – passando pela presença de engenheiros e arquitetos à frente de órgãos públicos com atividade-fim no setor.

O documento propõe que o IEEA exerça nas áreas técnicas função equivalente à desempenhada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) no âmbito jurídico, com planos de carreira e formação continuada. A carta sugere também a criação de uma secretaria estadual de recuperação da infraestrutura para estabelecer estratégias permanentes de recuperação e renovação das infraestruturas existentes.

O presidente do CREA-RJ, engenheiro Miguel Fernández, ressalta a importância da iniciativa inédita.

Os dois conselhos de classe do setor tecnológico, com a principal instituição de pesquisa e desenvolvimento na área tecnológica do nosso estado, se uniram para apresentar aos candidatos ao governo do Estado quais são os principais temas que hoje a gente entende como fundamentais, pensando no desenvolvimento do nosso Estado nas próximas décadas”, explica Fernández, acrescentando que o Estado precisa de uma política de fortalecimento de sua área técnica com visão de futuro.

“É necessário que se pense além do ciclo político, porque o tempo do setor tecnológico não dialoga com o tempo da política. A decisão no setor de infraestrutura não é muitas vezes no mandato de quatro anos. É necessário que você tenha uma visão de estadista. Por isso, as instituições que assinam essa carta estão alertando o próximo governador para a necessidade de se ter uma visão de longo prazo, como no passado outros governantes já tiveram, para poder garantir a infraestrutura existente hoje”, destacou o presidente do CREA-RJ.

O presidente do CAU-RJ, Sydnei Menezes, enfatizou que a carta é fundamental para uma política de estado.

“A carta-compromisso, elaborada a partir de sugestões do CREA-RJ, do CAU-RJ e da Coppe, é baseada num projeto para infraestrutura urbana do estado para os próximos anos. É uma proposta que traz a necessidade de participação efetiva de técnicos, arquitetos, urbanistas, engenheiros na elaboração desses projetos e na execução dessas obras. Isso é fundamental enquanto estratégia para o desenvolvimento econômico e social do Estado do Rio de janeiro”, afirmou Menezes.

A diretora da Coppe, professora Suzana Kahn Ribeiro, defende que “a ciência e a inovação produzidas no Rio sejam instrumentos para pensar e construir o Rio das próximas décadas.”

“O próximo governo do Rio de Janeiro terá uma oportunidade importante de construir uma agenda de desenvolvimento que ultrapasse os ciclos de governo, apoiada em planejamento, conhecimento e capacidade técnica. O Estado conta com instituições de ensino e pesquisa de excelência, e a Coppe vem contribuindo há décadas para o desenvolvimento do Rio de Janeiro, transformando ciência, tecnologia e inovação em soluções para desafios concretos da sociedade”, afirmou Suzana, que a contribuição da Coppe, aliada dos conselhos de classe, pode ser grande “em áreas como saneamento, mobilidade, prevenção de riscos e cidades inteligentes e sustentáveis.”

O documento propõe uma agenda estratégica de desenvolvimento para o quadriênio 2027–2030, colocando a Engenharia, a Arquitetura, a Ciência e a Tecnologia como pilares de um projeto de Estado de longo prazo que supere a descontinuidade das trocas de gestão. 

Os três eixos do documento

A iniciativa destaca a necessidade de transformar a base técnico-científica e as vocações econômicas fluminenses em políticas públicas fundamentadas em evidências. As entidades signatárias ressaltam que, embora o Rio de Janeiro disponha de centros de pesquisa de excelência e profissionais qualificados, o Estado segue enfrentando entraves estruturais históricos que exigem capacidade permanente de planejamento, execução e investimentos contínuos. 

A proposta está estruturada em três eixos centrais de atuação. O primeiro deles, focado na capacidade técnica de planejar e executar, defende o fortalecimento institucional do Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura (IEEA), conferindo-lhe uma função técnica permanente análoga à desempenhada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) no âmbito jurídico, com financiamento garantido por contratos de obras e serviços públicos. 

Ainda no primeiro eixo, as entidades defendem a ocupação de posições estratégicas nos órgãos de atividade-fim — tais como DER-RJ, EMOP-RJ, Cedae, Inea, Cehab e agências reguladoras — por profissionais com comprovada qualificação técnica. Para combater os recorrentes impactos de eventos climáticos extremos, propõe-se também a criação de órgãos estaduais dedicados à mitigação de riscos: o “RJ Águas”, voltado para drenagem e cheias, e o “Geo-RJ”, voltado para contenção e gestão de encostas vulneráveis. 

O segundo eixo reúne projetos estruturantes indispensáveis para impulsionar o desenvolvimento econômico, a logística e a sustentabilidade regional. No campo da mobilidade, ganham prioridade a implantação da Linha 3 do Metrô, a revitalização e segurança da malha ferroviária, a ferrovia EF-118 e a construção do Anel Rodoviário da BR-101 no município de Campos dos Goytacazes. 

Na área de desenvolvimento urbano e social, o documento estabelece a premissa de que a Engenharia e a Arquitetura devem chegar antes das ocupações irregulares, superando ações meramente paliativas por meio de programas contínuos de habitação de interesse social com infraestrutura completa. Como complemento, a pauta de saneamento integrado preconiza a ampliação e redundância no abastecimento hídrico da Região Metropolitana, captações em tempo seco e a extinção definitiva dos lixões. 

O terceiro eixo foca na transição das estruturas do passado para o futuro, sob o princípio de prevenir para não remediar. Diante do envelhecimento e da obsolescência de patrimônios essenciais, a carta alerta para a urgência de avaliar e recuperar instalações críticas antes que ocorram falhas operacionais ou tragédias, citando nominalmente o Sistema de Transposição de Santa Cecília e os sistemas de sinalização ferroviária. 

Para operacionalizar essa estratégia preventiva, as instituições sugerem a criação de uma Secretaria de Recuperação de Infraestrutura estadual. Inspirada no modelo de conservação urbana, a pasta terá a missão específica de inventariar, monitorar e restaurar grandes obras de arte especiais e estruturas vitais do Estado, incluindo pontes, viadutos, túneis, emissários e adutoras. 

Como pólo acadêmico e de inovação, a Coppe reafirma sua disposição em oferecer suporte técnico-científico, modelagens e diagnósticos aplicados às políticas públicas, integrando a pesquisa de ponta aos desafios reais da administração pública estadual. 

Por fim, a adesão formal dos candidatos às diretrizes do manifesto será acompanhada e divulgada diretamente a mais de 125 mil profissionais com registro no CREA-RJ e no CAU-RJ, assim como à comunidade acadêmica e à sociedade fluminense. As instituições reiteram o convite aos postulantes ao Palácio Guanabara para que assumam publicamente o compromisso com uma gestão técnica, sustentável e voltada para o futuro do Estado.

Pesquisa aponta caminhos para fortalecer o empreendedorismo na Coppe

Levantamento identifica barreiras e oportunidades para ampliar a transformação de conhecimento científico em startups, tecnologias e soluções de impacto

Empreender a partir da pesquisa científica é uma possibilidade que vem ganhando espaço nas universidades e entre estudantes e pesquisadores. Na Coppe/UFRJ, essa trajetória começou há mais de três décadas, com a criação da Incubadora de Empresas, em 1994, e ganhou novas iniciativas ao longo dos anos. Agora, a instituição quer entender como ampliar esse movimento e fazer com que mais resultados de pesquisa possam chegar ao mercado e à sociedade na forma de tecnologias, startups e soluções de impacto.

Para orientar esse movimento, a Diretoria de Tecnologia e Inovação da Coppe, em parceria com a Incubadora de Empresas, realizou a pesquisa “Por que não se empreende mais na Coppe?”. O levantamento ouviu alunos, ex-alunos, professores, técnicos, pesquisadores e empreendedores ligados à Incubadora com o objetivo de compreender os obstáculos ao empreendedorismo e identificar oportunidades para ampliar a geração de startups e spin-offs a partir das pesquisas desenvolvidas na instituição.

Mais do que apontar dificuldades, os resultados ajudam a construir uma agenda de ações, incluindo debates na instituição para discutir quais e de que forma as implementar. Entre as principais sugestões apresentadas pelos participantes estão o desenvolvimento de um programa de formação empreendedora na Coppe, apontado por 61,4% dos respondentes, e o compartilhamento dos laboratórios da Coppe e de suas capacidades com startups, mencionado por 50,9%.

Também foram sugeridos a criação de um incentivo específico para o empreendedorismo na Coppe e o desenvolvimento de um programa de aceleração para apoiar a estruturação de modelos de negócios de startups e spin-offs. Um dos motivos do não empreendedorismo na instituição, apontados por 81,5% dos entrevistados, é a falta de mentalidade empreendedora entre os alunos, ficando este item entre as quatro maiores dificuldades. 

Segundo Thiago Aragão, diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, a instituição tem um grande potencial para geração de empreendedores. “Estamos inseridos em um grande ambiente de inovação, que é o parque laboratorial da instituição. Então, temos que estimular nosso corpo social a desenvolver seu lado empreendedor e, para tanto, fizemos este levantamento de forma a entender como podemos aproveitar ainda melhor as condições que já possuímos.”

Uma trajetória que já começou

O movimento de fortalecimento do empreendedorismo não parte do zero. A Incubadora de Empresas da Coppe foi criada em 1994, tornando-se uma das estruturas pioneiras da instituição na aproximação entre pesquisa, inovação e mercado.

Ao longo dos anos, outras iniciativas ampliaram esse ambiente. Entre elas estão ações de empreendedorismo social, a criação do Biotech Hub, em parceria com empresas do setor, e a realização de hackathons e programas voltados à inovação. A Coppe também possui uma infraestrutura laboratorial de grande porte e competências científicas em áreas estratégicas, criando condições diferenciadas para o desenvolvimento de tecnologias e negócios de base científica.

O desafio identificado pela pesquisa é, portanto, menos o de criar um ambiente empreendedor e mais o de ampliar, conectar e tornar mais acessíveis as oportunidades já existentes, criando novas possibilidades para que pesquisadores e estudantes possam transformar seus conhecimentos e resultados de pesquisa em empreendimentos. Isso, a partir do desenvolvimento da mentalidade empreendedora.

Para o professor Luiz Landau, coordenador do Lamce, deixar na universidade tecnologias com potencial de aplicação sem buscar caminhos para levá-las ao mercado representa uma perda de oportunidade. “Sou fã do empreendedorismo. Acho um desperdício de talento colocar em uma prateleira e deixar lá o que se desenvolve nos laboratórios durante as teses e tem características de produto”, afirma.

Landau reconhece, no entanto, que transformar uma tecnologia em negócio exige competências que nem sempre fazem parte da formação de pesquisadores. “Do nosso laboratório saíram diversas startups de sucesso, mas, de uma forma geral, sei que algumas não vão em frente. Isso não ocorre pela questão tecnológica, mas muito pela questão de suporte a uma empresa que inicia. Nós somos pesquisadores, cientistas, e não investidores e administradores. Então, o que faltava, na verdade, era esse elo, que hoje começa a ser preenchido com uma série de iniciativas, porque se percebeu que estamos atrasados em relação ao empreendedorismo e à geração de startups”, explica.

O novo papel da universidade

O movimento acompanha uma transformação mais ampla no papel das universidades. Além da produção de conhecimento e da formação de profissionais, instituições de pesquisa vêm sendo cada vez mais estimuladas a contribuir para a geração de inovação, novos negócios e impacto econômico e social. “O desafio da nova economia é agilizar a conversão de conhecimento de PD&I em ativos de mercado, como as empresas. E a universidade tem muito a contribuir com isso, notadamente a Coppe, que desenvolve projetos para a indústria há décadas”, explica a líder de ecossistema da Incubadora da Coppe, Lilian Migon Matt. Ela foi  a responsável pela estruturação técnica da pesquisa, utilizando metodologia consolidada e desenvolvida no Massachussets Institute of Technology (MIT).

Ao mesmo tempo, as possibilidades de carreira de estudantes e pesquisadores também se diversificaram. Criar uma deep tech, participar de uma spin-off, transferir uma tecnologia para o mercado ou desenvolver uma solução em parceria com empresas passaram a fazer parte do horizonte profissional de muitos pesquisadores, ao lado da trajetória acadêmica tradicional.

Nesse contexto, incubadoras, parques tecnológicos, agências de inovação, empresas, investidores, programas de formação e redes de mentoria passam a desempenhar um papel importante na construção de um ecossistema capaz de aproximar ciência, empreendedorismo e mercado. Para Thiago, a pesquisa ajuda justamente a identificar onde a Coppe pode avançar. “Temos iniciativas importantes, mas precisamos conectá-las melhor e criar condições para que mais pessoas da Coppe possam conhecer e acessar os instrumentos de empreendedorismo disponíveis.”

O que a pesquisa aponta

Os participantes identificaram diferentes fatores que dificultam o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras na Coppe. Entre os principais estão:

Os resultados mostram que o desafio não está apenas na disposição individual para empreender. É necessário fortalecer um ambiente que aproxime pesquisadores de mentores, investidores, empresas e outros atores do ecossistema de inovação, além de ampliar o conhecimento sobre instrumentos de apoio já disponíveis. 

Oportunidades identificadas

A pesquisa também perguntou aos participantes quais iniciativas poderiam contribuir para fortalecer o empreendedorismo na Coppe.

Outras propostas incluem a criação de um incentivo específico para empreendedorismo e de um programa de aceleração para apoiar a estruturação de modelos de negócios de startups e spin-offs. 

Energia: um potencial ainda a explorar

Uma das áreas em que esse potencial é especialmente evidente é a de Energia, uma das grandes vocações da Coppe, mas que ainda tem participação relativamente pequena na criação de startups e deep techs.

Segundo dados do Radar Deep Techs 2025, da Emerge Brasil, apresentados na pesquisa, apenas 6,9% das deep techs brasileiras estão concentradas em energia e sustentabilidade, enquanto setores como saúde e bem-estar, agro e alimentos apresentam participação maior.

Para a Coppe, ampliar a capacidade de transformar conhecimento em empreendimentos nessa área representa uma oportunidade estratégica, especialmente diante dos desafios relacionados à transição energética e à descarbonização.

A questão é particularmente relevante porque tecnologias desenvolvidas em universidades e centros de pesquisa podem demandar ciclos mais longos de desenvolvimento e investimentos maiores antes de chegarem ao mercado. Criar mecanismos capazes de apoiar esse percurso é um dos desafios colocados para o ecossistema de inovação. 

Conectar a Coppe ao ecossistema

Outro ponto destacado pela pesquisa é a necessidade de ampliar a articulação da Coppe com o ecossistema de inovação e empreendedorismo da UFRJ.

Isso envolve fortalecer conexões com estruturas como o Inova UFRJ, o Parque Tecnológico e outras unidades da universidade, como a Coppead e a  Escola Politécnica. Ao mesmo tempo, é necessário ampliar as relações com atores externos, como empresas, investidores, empreendedores, órgãos governamentais, agências de fomento e outras instituições de pesquisa.

“É uma articulação que pode permitir construir engajamento com atores alinhados ao propósito coletivo de geração de deep techs não só na Coppe, mas no Brasil como um todo. São atores que têm contribuído para o desenvolvimento econômico de regiões ao redor do mundo, a partir de prioridades coletivas capazes de gerar valor e impacto territorial”, diz Lilian Migon. Ela ainda destaca que o levantamento revelou a necessidade de ampliar o conhecimento da própria comunidade sobre instrumentos de apoio ao empreendedorismo e o perfil de quem empreende atualmente na instituição. Um exemplo é o Doutor Empreendedor, da Faperj, entre outras iniciativas de agências de fomento. 

Da pesquisa à ação

Realizada entre abril e julho de 2026, a pesquisa foi estruturada em três etapas, utilizando metodologia desenvolvida no MIT. Inicialmente, foi formado um grupo focal com 11 participantes, reunindo empreendedores residentes na Incubadora, alunos, docentes e pesquisadores com potencial para empreender, e docentes que já possuem experiência empreendedora. As contribuições desse grupo subsidiaram a elaboração de um formulário eletrônico, que recebeu 57 respostas da comunidade Coppe. Na terceira etapa, foram realizadas 27 entrevistas individuais, que permitiram validar “os achados” das etapas anteriores.

A partir dos resultados, a Diretoria de Tecnologia e Inovação, por meio da Incubadora de Empresas, avalia novas iniciativas para fortalecer o empreendedorismo na instituição.

A intenção é avançar de forma articulada, aproveitando estruturas e experiências que a Coppe já possui e criando novas conexões entre ciência, empresas e sociedade. “Temos que encontrar um equilíbrio entre a atividade acadêmica e a criação de novos caminhos para que o conhecimento produzido na Coppe chegue ao mercado e à sociedade. A pesquisa nos deu elementos concretos para avançar nessa direção”, conclui Thiago Aragão.

O levantamento representa, assim, um ponto de partida para uma nova etapa: ampliar a cultura empreendedora da Coppe, fortalecer seu ecossistema e criar mais oportunidades para que o conhecimento produzido na instituição possa também se transformar em empresas, tecnologias e soluções de impacto.

Coppe inaugura exposição “Voando em campus”

Foto de um gibão-de-couro, feita pelo professor Sergio Lima Netto

A Coppe/UFRJ inaugura no dia 21 de setembro, às 14h30, a exposição “Voando em campus”, com parte de um acervo fotográfico das mais de 200 aves que foram catalogadas na Cidade Universitária. A exposição tem curadoria do professor Sergio Lima Netto, do Programa de Engenharia Elétrica, e reúne o seu próprio material com o acervo de Alfredo Heleno de Oliveira, servidor aposentado da Prefeitura Universitária, que dedicou mais de 40 anos a registrar e fotografar os pássaros que habitam a Ilha do Fundão ou que por ela passam, em seu trajeto de migração.

Essa exposição marca a abertura de um novo nicho do Espaço Coppe, no Bloco-I, chamado “O olhar para além da Engenharia”. O novo local, que ocupa o nicho 2 (entre as salas I-106 e I-108, próximo ao final do Bloco C do Centro de Tecnologia), visa demonstrar, por meio de exposições artísticas temporárias, como as chamadas “hard sciences” não estão descoladas da sensibilidade artística e da conexão com o ambiente que nos cerca.

O acervo completo com os registros fotográficos de 215 espécies, com uma breve descrição bilíngue (português/inglês), feitos pelo professor Sérgio Lima Netto e Alfredo Heleno de Oliveira, será publicado no começo de 2027 no livro “Guia de Aves da UFRJ (Ilha do Fundão)”. A obra conta também com a revisão científica da professora Vânia Soares Alves, do Instituto de Biologia, que atua no Laboratório de Ornitologia do instituto.

A presença da exposição no CT busca sensibilizar e ampliar a consciência ambiental da comunidade que circula, trabalha, estuda e produz Ciência e Tecnologia no país. O objetivo central é lembrar que o conhecimento científico voltado ao desenvolvimento social não está separado do meio ambiente; ele deve caminhar lado a lado com o respeito, o cuidado e a preservação ativa da natureza.

Coppe e Cetem debatem como acelerar atividades de pesquisas e desenvolvimento em minerais críticos e terras-raras

A Coppe/UFRJ e o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) irão discutir possibilidades para que a Agência Nacional de Mineração (ANM) estimule investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D). A ideia é aprimorar o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), ampliando e dando maior previsibilidade aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico no setor, especialmente em minerais críticos e terras-raras.

O objetivo é contribuir para que o Brasil avance não apenas na produção desses recursos, mas também no domínio das tecnologias necessárias para explorá-los e processá-los, um aspecto estratégico para a soberania do país. Este assunto será debatido na próxima segunda-feira, dia 21 de setembro, na abertura da Semana Acadêmica da Coppe, no auditório da instituição.

O desejável é que, com a PNMCE, se tenha mecanismos similares ao modelo adotado pela ANP para estimular investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Nos contratos de concessão de petróleo e gás, a cláusula de P&D determina que as empresas invistam 1% da receita bruta da produção dos campos que pagam Participação Especial – compensação financeira aplicada aos campos de grande produção ou alta rentabilidade – em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Os recursos são destinados diretamente a instituições de pesquisa credenciadas pela ANP, sem passar pelo orçamento público.

Esse mecanismo contribuiu para fortalecer a capacidade brasileira de desenvolver tecnologias para a exploração e produção de petróleo, inclusive em águas profundas e ultraprofundas. Esta experiência de sucesso acumulada no setor de petróleo deve ser considerada na construção de um modelo de financiamento à pesquisa em minerais críticos e terras-raras, garantindo recursos contínuos para o desenvolvimento de conhecimento e tecnologias no país.

De acordo com a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, a experiência da ANP mostra que uma política de investimentos contínuos em pesquisa pode ser decisiva para transformar a disponibilidade de recursos naturais em capacidade tecnológica nacional. Um exemplo simbólico é a exploração e produção de petróleo na área do pré-sal, que se tornou realidade com tecnologias desenvolvidas em grande parte em universidades e centros de pesquisa brasileiros, como a Coppe, reduzindo a dependência de soluções desenvolvidas no exterior.

“No petróleo, o Brasil entendeu que não bastava ter a reserva: era preciso desenvolver a tecnologia para explorá-la. Foi essa capacidade tecnológica que ajudou o país a conquistar soberania em uma área estratégica. Com os minerais críticos e as terras-raras, temos uma oportunidade semelhante”, afirma Suzana.

A professora defende a adoção de um modelo que assegure a aplicação contínua dos recursos em pesquisa e desenvolvimento, evitando que os investimentos sejam retidos ou contingenciados. Segundo ela, a retenção de recursos pode gerar atrasos ou até descontinuidade nas pesquisas, prejudicando o avanço tecnológico, a formação de pesquisadores e profissionais qualificados e a capacidade de o país desenvolver soluções próprias para uma cadeia considerada estratégica.

“Se o Brasil apenas extrair e exportar esses minerais, continuará dependente de outros países nas etapas de maior valor tecnológico da cadeia. O desafio é desenvolver conhecimento e tecnologia para que o país tenha condições de decidir como esses recursos serão explorados e utilizados”, explica Suzana.

A aproximação entre Coppe e Cetem também ganha um caráter institucional com a assinatura, durante o evento, de um Protocolo de Intenções (MoU) entre as duas instituições. O acordo estabelece as bases para a cooperação científica, tecnológica, acadêmica e institucional entre o Cetem e a Coppe, visando ao desenvolvimento conjunto de estudos, pesquisas, projetos e soluções inovadoras relacionados aos recursos minerais, com ênfase em minerais críticos e estratégicos e mineração sustentável.

Além da professora Suzana, participarão do evento a diretora do Cetem, Silvia Cristina França, e os professores Luís Marcelo Tavares, Marcelo Mansur e Pedro Ribeiro, do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Coppe. O tema é “Coppe e Cetem: minerais críticos, estratégicos e terras-raras para a soberania tecnológica”.

O evento, dia 21 de setembro, terá seu início às 11 horas, e o auditório da Coppe fica na sala 122 do bloco G, no Centro de Tecnologia da UFRJ – Avenida Horácio Macedo, 2030,  Cidade Universitária.

Coppe de Portas Abertas – participe!

No dia 23 de setembro, a Coppe/UFRJ abre suas portas para quem está pensando em fazer mestrado ou doutorado em Engenharia e quer conhecer, de perto, um dos maiores centros de pesquisa e formação em engenharia da América Latina.

Será um dia para conhecer a Coppe por dentro, conversar com quem faz pesquisa e descobrir onde o seu próximo passo pode levar. Inscreva-se pelo Sympla e escolha se quer visitar nossos laboratórios, no turno da manhã ou da tarde.

O que você vai encontrar?

Visitas a laboratórios

Na Coppe, você encontra mais de 130 laboratórios, pesquisa interdisciplinar, conexões com empresas e instituições nacionais e internacionais e um ambiente voltado à produção de conhecimento com impacto.

Muitos desses laboratórios e espaços de pesquisa têm acesso restrito. O Coppe de Portas Abertas é uma oportunidade especial para conversar com pesquisadores e conhecer laboratórios que trabalham com inteligência artificial, criptografia, engenharia de sinais, redes e impressão 3D; tecnologias aplicadas à Engenharia da Saúde; pesquisas em química aplicada, cultivos celulares, biocombustíveis e combustíveis sustentáveis para aviação; além de grandes estruturas de pesquisa voltadas à engenharia offshore, ao pré-sal e às energias renováveis no oceano. E muito mais.

Conversa com professores e pesquisadores

Conheça os 13 programas de pós-graduação, tire dúvidas sobre as áreas de pesquisa e descubra qual delas combina com seus interesses e planos profissionais.

Espaço de empreendedorismo e inovação

Conheça o ecossistema que aproxima pesquisa e mercado, com startups, tecnologias e iniciativas que transformam conhecimento em soluções e novos negócios.

Por que conhecer a Coppe?

Porque a pós-graduação pode ser muito mais do que uma continuidade da graduação. É uma oportunidade para aprofundar seus conhecimentos, participar de pesquisas de fronteira, trabalhar em desafios reais e ampliar suas possibilidades profissionais — na academia, na indústria ou no empreendedorismo.

Venha descobrir como a Coppe pode abrir portas para você:

23 de setembro de 2026, das 9 às 15 horas

Local: Bloco A do Centro de Tecnologia (CT/UFRJ)
Av. Athos da Silveira Ramos, 149

IA em pauta: inscrições abertas para o II EngenharIA

EngenharIA

Da corrosão em amarras de plataformas de petróleo à detecção de anomalias em parques eólicos, passando por hospitais e redações de jornalismo, a Inteligência Artificial (IA) já faz parte da rotina de diferentes setores. Mapear esse movimento e discutir os desafios que ele traz é a proposta do II EngenharIA – Colóquio de Inteligência Artificial na Engenharia, promovido pelo Núcleo de Transferência de Tecnologia (NTT) da Coppe/UFRJ, em parceria com a Secretaria de Estado de Transformação Digital do Rio de Janeiro.

De 13 a 15 de outubro, pesquisadores, estudantes, profissionais de empresas e gestores públicos se reúnem no Auditório da Coppe para apresentar pesquisas, aplicações em andamento e experiências com IA em diferentes áreas. Entre os destaques está a apresentação do Plano de Inteligência Artificial Fluminense, por Madalena Alves, subsecretária estadual de estratégia digital e dados.

A programação também contará com representantes de instituições como LNCC e CBPF e de empresas como Shell, Globo, Itaú Unibanco, iFood, TechnipFMC, Deutsche Bank e Sebrae. São 17 organizações convidadas, ampliando o diálogo entre universidade, setor produtivo e poder público.

O evento também contará com apresentações de Fábio Borges, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC); Clécio De Bom, coordenador científico do Laboratório de Inteligência Artificial Aplicada (LabIA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF); Ben-Hur Correia, coordenador de IA e Estratégia Digital do Jornalismo da Globo; Juliana Lohmann, coordenadora de Inovação em Governos do Sebrae/RJ; Vinicius Machado, líder de IA da Shell; Carlos Alberto Marenga, CEO da Avivus Health Tech, dentre outros.

O Colóquio será realizado no Auditório da Coppe, na Sala G-122, de 13 a 15 de outubro, sempre das 13 às 17h30. A inscrição é gratuita e o evento é aberto a estudantes, pesquisadores, profissionais e demais interessados no tema.

Inscrições e programação completa.

Aluno da Coppe desenvolve plataforma para otimizar produção de biometano e captura de CO2 no Brasil

Matheus Poggio, doutor em Planejamento Energético
Matheus Poggio, doutor em Planejamento Energético

Uma plataforma desenvolvida no Programa de Planejamento Energético (PPE) da Coppe/UFRJ foi reconhecida no Energy Summit Global 2026, vencendo a categoria Descarbonização e, na disputa entre trabalhos das cinco categorias do evento, o prêmio geral. O projeto, desenvolvido pelo aluno Matheus Poggio sob orientação dos professores Alexandre Szklo e Pedro Rochedo, integra, em um único modelo matemático, informações para definir onde produzir biometano, como transportá-lo e como gerar créditos de carbono.

Batizada de Grid Routing Optimization of Biomethane Transport and CO₂ (Groot), a ferramenta parte de resíduos já disponíveis em larga escala na indústria sucroalcooleira, como a vinhaça e a torta de filtro. Por meio da digestão anaeróbica, esses materiais podem ser transformados em biogás e, após a purificação, em biometano. O processo também permite separar e capturar o CO₂, que pode ser destinado ao armazenamento geológico e gerar créditos de carbono.

“O biogás é composto basicamente por biometano e outros gases, entre eles o CO₂. No processo de purificação, o biometano é separado, e o CO₂ pode ser capturado e armazenado no subsolo (BECCS), gerando créditos de carbono. É uma forma de aproveitar diferentes produtos de uma mesma cadeia”, explica Matheus.

Para testar a plataforma, o pesquisador utilizou dados do estado de São Paulo, que concentra grande produção de etanol e demanda por gás natural. “Usei a base de dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), cujo Webmaps mostra a localização de todas as plantas de produção de etanol, com latitude, longitude e produção. Com esses três elementos, o Groot pode rodar cenários para qualquer local do país”, explica Matheus.

Um dos diferenciais do Groot é integrar energia, gestão de resíduos e captura de carbono na análise. A plataforma permite simular diferentes cenários e avaliar investimentos, custos de transporte e receitas associadas à produção de biometano e à comercialização de créditos de carbono.

Nos cenários analisados para São Paulo, com horizonte de 2030 a 2060, a captura do CO₂ da fermentação alcoólica chegou a multiplicar em até 4,5 vezes o valor presente líquido dos projetos. A ferramenta também foi capaz de processar cenários com mais de cem plantas em menos de 45 segundos.

Com interface desenvolvida em Python, o Groot gera mapas georreferenciados, dashboards, cronogramas de investimento e informações sobre custos e receitas. A proposta é facilitar o uso dos resultados por profissionais que não necessariamente tenham conhecimento de programação ou de termofluidos.

Os resultados gerados pelo Groot fornecem subsídios para a calibração de metas de programas como o RenovaBio e o desenho de leilões de biometano no Brasil. Para Poggio, a ferramenta pode ser útil especialmente no planejamento de políticas públicas. “Governos, seja o federal ou os estaduais, podem elaborar planos para ampliação do uso de biometano e sua utilização em estratégias para realizar a captura de carbono via BECCS e gerar créditos de carbono”, afirma.

O trabalho pode contribuir para o planejamento da expansão do biometano no país e para programas relacionados a energia, economia circular e descarbonização, ao considerar o aproveitamento de resíduos agroindustriais como parte de uma cadeia integrada de produção de energia e remoção de carbono. Dessa forma, o gerenciamento desses resíduos pode se tornar uma oportunidade para ampliar a produção de energia renovável e contribuir para o objetivo brasileiro de alcançar a neutralidade de carbono.

Projeto Prisma da Coppe será apresentado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Os avanços do Projeto Prisma, realizado pelo Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, serão apresentados, na próxima terça-feira, dia 15 de setembro, durante o debate público “Linha 3 do Metrô – Conexão da Baía de Guanabara” na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Durante o evento, promovido pelo vereador Flávio Valle, presidente da Comissão de Turismo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro,  o professor do PET, Rômulo Orrico, fará uma apresentação com foco nos impactos da implantação da Linha 3 no município do Rio. A proposta do evento  é usar os estudos acadêmicos como base para discutir a viabilidade e os possíveis impactos da Linha 3 na mobilidade da Região Metropolitana.

O evento é aberto ao público e foram convidados para participar vereadores, prefeitos do Rio e de Niterói, e representantes da sociedade civil, além de outras autoridades.

Serviço

Debate Público Linha 3 do Metrô – Conexão da Baía de Guanabara
 Data: 15 de setembro de 2026
 Horário: das 10h às 13h
 Local: Salão Nobre da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Palácio Pedro Ernesto

Marco regulatório, a chave para as hidrelétricas reversíveis

A transição energética traz novos desafios para o sistema elétrico brasileiro. À medida que o país amplia a participação de fontes renováveis e intermitentes, como solar e eólica, cresce também a necessidade de soluções capazes de armazenar energia e conferir maior flexibilidade à operação do sistema. Entre essas alternativas estão as usinas hidrelétricas reversíveis (UHRs), uma tecnologia madura, de grande capacidade e longa vida útil, mas que ainda não encontrou espaço no Brasil.

Foi para discutir as oportunidades e os obstáculos ao desenvolvimento das UHRs no país que a Coppe/UFRJ reuniu especialistas de diferentes segmentos do setor elétrico. Para a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, promover debates como esse faz parte do papel da instituição de trazer para o ambiente acadêmico questões estratégicas para o país e aproximar a universidade dos desafios enfrentados pela sociedade e pelo setor produtivo. Ela destacou também a importância de oferecer aos alunos a oportunidade de acompanhar diretamente essas discussões e de encontrar, em um mesmo painel, representantes de diferentes setores do sistema elétrico.

Mediado por Suzana, o painel contou com a participação de Marcos Aurélio Izumida Martins, gerente de P&D e Inovação da Axia Energia; Jairo Terra Ferreira Filho, chefe de Regulação e Litígios da PSR; Ricardo Oliveira, diretor-presidente da Geocoba; Marcelo Lopes, diretor de Operação de Geração e Transmissão da Neoenergia; e do professor Djalma Falcão, do Programa de Engenharia Elétrica.

Jairo Terra; Marcos Izumida Martins; professora Suzana Kahn; professor Djalma Falcão; Ricardo Oliveira e Marcelo Lopes

Ao longo do encontro, houve consenso entre os participantes sobre a importância das usinas reversíveis para o futuro do sistema elétrico. Entre seus principais atributos estão a maturidade tecnológica, a elevada capacidade de armazenamento e geração e a flexibilidade operacional que podem oferecer, especialmente em um cenário de crescente participação de fontes renováveis e intermitentes.

Durante sua apresentação, o professor Djalma Falcão fez uma ampla introdução sobre as UHRs e destacou as vantagens da tecnologia. “Além de cumprir um importante papel pelo armazenamento de energia, as UHRs têm uma série de atrativos e vantagens, uma delas é que é uma tecnologia madura. Além disso, tem grande capacidade de geração e é um investimento com grande longevidade (80 anos ou mais de vida útil).”

Segundo Djalma, o sistema elétrico brasileiro tem enfrentado desafios relacionados à perda de inércia física, ao enfraquecimento da robustez e ao aumento das oscilações. Nesse contexto, as UHRs poderiam contribuir para ampliar a flexibilidade operacional, reduzir o curtailment — redução da potência de geração para manter a estabilidade da rede —, além de auxiliar no controle de frequência e tensão e no amortecimento de oscilações.

Mas, se a tecnologia já é conhecida e apresenta vantagens para o sistema, por que as UHRs ainda não avançaram no Brasil?

Para Jairo Terra Ferreira Filho, a resposta passa necessariamente pela regulação. A regulamentação das usinas reversíveis vem sendo discutida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde 2023 e, segundo ele, pode funcionar como um catalisador para o desenvolvimento desses projetos. “O potencial econômico, não só o potencial técnico, depende muito da regulação. Implementar uma usina reversível demanda muito investimento logo no começo da sua operação e esse investimento só vai ser recuperado ao longo de 20, 30, 40, até 50 anos.”

O chefe de Regulação e Litígios da PSR lembrou ainda que o Brasil tem um histórico positivo de apoio de bancos públicos a investimentos intensivos em capital, característica que poderia contribuir para viabilizar projetos de UHRs.

As análises realizadas pela PSR também indicam um potencial expressivo. Segundo Jairo, o modelo computacional Hera apontou um potencial ótimo de 31,2 GW de UHRs até 2050, considerando a relação custo-benefício da tecnologia e sua interação com as demais fontes de energia.

Em uma das simulações apresentadas, foram consideradas restrições como uma queda mínima de 300 metros e uma distância de três quilômetros entre os reservatórios superior e inferior. O resultado indicou uma redução de até R$ 5 bilhões nos custos do sistema em 2050 quando comparada a uma configuração sem a expansão de usinas reversíveis.

Para Marcos Aurélio Izumida Martins, entretanto, o desafio começa ainda antes da implantação das usinas: é preciso desenvolver bons projetos capazes de despertar o interesse dos investidores. “Não tivemos ainda um grande despertar de projetos de usinas reversíveis que cativassem o interesse efetivamente da empresa desde a época que ainda era a Eletrobras. Acho que seria importante a gente começar a questionar isso. Por que a gente não tem projetos relevantes?”

Na avaliação de Marcos, a questão regulatória é central porque está diretamente relacionada à viabilidade econômica dos empreendimentos. “Eu acho que o carro-chefe é a questão regulatória, que leva a reboque a questão econômica. O marco regulatório vai dar para os projetos uma base econômica de remuneração desses investimentos.”

Marcelo Lopes concordou que a criação de uma carteira de projetos é uma etapa fundamental para que as UHRs possam sair do papel. Ele chamou atenção, porém, para o alto custo e o longo período necessários para desenvolver esses estudos. “Para você colocar um projeto de usina reversível de pé, você precisa de dois a quatro anos de estudo de desenvolvimento e um desembolso de até 100 milhões de reais.”

Como alternativa, Marcelo citou a experiência de New South Wales, na Austrália, onde o governo oferece fundos recuperáveis para a realização de estudos de projetos. A proposta, segundo ele, poderia inspirar uma solução brasileira. “Então, poderia ser um caminho também, através do BNDES, através de outras entidades, de financiadores, de promover, por exemplo, esses fundos recuperáveis, para que os agentes possam investir esses 60, 120 milhões de reais nos estudos, para criar essa carteira de projetos para o país.”

Já Ricardo Oliveira destacou a necessidade de construir uma solução adequada às características brasileiras. Para ele, o país possui condições de desenvolver uma estratégia própria para as UHRs, sem simplesmente reproduzir experiências internacionais. “O Brasil é um país que tem lições a ensinar ao mundo em energia. A única coisa que falta para implementar UHRs é conectar os agentes e os incentivos.”

Segundo Ricardo, experiências de outros países podem servir como referência, mas precisam ser adaptadas à realidade brasileira, considerando a dimensão territorial e as características específicas do sistema elétrico nacional.

O debate mostrou que o desenvolvimento das hidrelétricas reversíveis no Brasil não depende apenas da disponibilidade do recurso ou da maturidade da tecnologia. É necessário criar condições regulatórias e econômicas, desenvolver uma carteira de projetos e articular os diferentes agentes envolvidos.

O painel está disponível na íntegra no canal da Coppe no YouTube.

Coppe promove palestra sobre gerenciamento de projetos e aplicação da ISO 9001

Como transformar os princípios de gerenciamento de projetos em ferramentas aplicáveis ao desenvolvimento de produtos e serviços? Essa é a proposta da palestra “Gerenciamento de projetos aplicado ao desenvolvimento de produtos e serviços: integrando a ISO 9001 ao mundo real”, promovida pela Assessoria de Qualidade da Coppe/UFRJ (Coppe-Q), no dia 14 de setembro, às 13h.

O evento é destinado a professores, pesquisadores, alunos, técnicos e gestores da Coppe que coordenam ou participam de projetos e gestão da qualidade de seus setores. Roberta Oliveira, coordenadora do Coppe-Q, diz que para as equipes de laboratórios, por exemplo, é muito útil, principalmente para quem lida com rotinas de ensaios, calibração, manutenção da qualidade e adequação dos processos laboratoriais aos requisitos da ISO 9001 no dia a dia. 

“Para quem trabalha em projetos específicos, incluindo aqueles executados em parceria com a indústria, também é perfeito. A palestra mostrará a seus executores, pesquisadores e gerentes como alinhar o escopo e as entregas aos padrões de qualidade sem engessar a operação”, diz Roberta.

A atividade vai mostrar, de forma prática, como os fundamentos de gerenciamento de projetos, apresentados pelo PMI/PMBOK, se relacionam com o Requisito 8.3 da NBR ISO 9001, que trata de projeto e desenvolvimento de produtos e serviços. A proposta é aproximar conceitos que muitas vezes são tratados separadamente e mostrar como podem ser aplicados no dia a dia de projetos.

Entre os temas abordados estão:

  • diferenças entre projeto e operação;
  • ciclo de vida e grupos de processos;
  • definição e detalhamento das entradas do projeto;
  • revisão, verificação e validação;
  • saídas e gestão de mudanças previstas no Requisito 8.3;
  • relação entre o desenvolvimento de produtos e serviços e o pensamento baseado em riscos, previsto na cláusula 6.1 da ISO 9001.

A palestra será conduzida por Edilson Barros, engenheiro mecânico, doutorando do Programa de Engenharia de Produção da Coppe e profissional com 20 anos de experiência em gerenciamento de projetos. Possui MBA em Gestão de Projetos, MBA em Gestão Empresarial pela FGV e certificação PMP (Project Management Professional), do Project Management Institute.

A atividade é aberta ao público e será realizada no Coppe-I, sala 118, Bloco I, Centro de Tecnologia da UFRJ.

Inscrições: clique aqui.

Professora da Coppe participa de evento sobre adaptação climática no RJ

A professora Andrea Santos, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, participa na segunda-feira, dia 14 de setembro, do evento “Adaptação Climática em foco: Rio de Janeiro”. Promovido pela Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro, do Ministério Público Federal, o evento tem o objetivo de discutir estratégias de enfrentamento aos desafios das mudanças climáticas.

A programação contará com painéis científicos, governamentais e jurídicos, orientados não apenas à reflexão conceitual sobre o meio ambiente, mas também à apresentação de resultados práticos e iniciativas efetivas de adaptação climática.

A professora Andrea participará do primeiro painel, das 9h35 às 10h35, voltado para a apresentação dos cenários locais das mudanças climáticas e a discussão de políticas para o enfrentamento de seus efeitos. Também serão abordadas medidas de adaptação local, a partir de bases científicas e pesquisas acadêmicas.

O evento será realizado das 9h às 18h, no auditório da Procuradoria da República no Rio de Janeiro, na Avenida Nilo Peçanha, 31, Centro do Rio. As inscrições devem ser realizadas pelo Google Docs, e o evento também poderá ser acompanhado pelo YouTube.

Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contato do coordenador: campos@smt.ufrj.br

Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.

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Título: Escola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Coordenador: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contato do coordenador: pacheco.h.pacheco@gmail.com e helen@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.

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Título: Laboratório de Informática e Sociedade – LabIS
Coordenador:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contato do coordenador: hcukier@cos.ufrj.br e lealsobral@cos.ufrj.br

Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.

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Título: Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS
Contato do coordenador: ddantas@oceanica.ufrj.br

Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.

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Título: Polímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contato do coordenador: taissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br

Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.

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Título: Polímeros: aplicações e uso consciente
Coordenador: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contato do coordenador: ariane.pent@gmail.com e ariane@pent.coppe.ufrj.br

Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.

Site onde os trabalhos realizados pelo projeto de extensão são divulgados
Instagram do Grupo EngePol (PEQ/COPPE/UFRJ), onde todos os nossos trabalhos e laboratórios são divulgados, inclusive os do projeto de extensão

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Título: Programa de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com

Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ 

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Título: Espaço COPPE Miguel de Simoni
Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br

Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE  

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Título: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenador: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br e karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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Título: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenador: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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Título: UBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro

Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com

Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.

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Título: Unidade de Suporte à Inovação Social – USIS
Coordenador:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contato do coordenador: carla.cipolla@ufrj.br

Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.

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Título: “TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
Coordenador:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contato do coordenador: andreanascimento@cos.ufrj.br

Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.

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Título: Apoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com

Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.

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Título: Boas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens
Coordenador:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contato do coordenador: vanda@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: Entende-se que o acolhimento poderá ampliar sua esfera de atuação, para além do campo psicossocial, podendo alcançar também o contexto socioeconômico, acadêmico, das relações laborais entre outros. Com o passar do tempo, a sobrevivência às situações de adoecimento, outros aspectos do acolhimento foram se apresentando. O acolhimento financeiro, o acolhimento acadêmico, o acolhimento dos conflitos e dificuldades de relacionamentos, o acolhimento laboral pela dificuldade de absorção e entendimento das novas formas de trabalho surgidas. A partir de então, se fez necessário repensar como dar conta de considerar todos esses tipos de acolhimentos. Neste sentido, este projeto pretende evidenciar a importância de compartilhar uma informação que oriente e facilite os indivíduos para o desempenho de ações de acolhimento nos diversos espaços de convivência. Por isso, saberes, convivências e aprendizagens fazem parte de uma via de mão dupla. Ou seja, cada parte tem o que a transmitir, conhecer e se aperfeiçoar com a outra.

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Título: Capacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python
Coordenador:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contato do coordenador: edmundo@land.ufrj.br

Resumo: Este curso é uma ação prevista no projeto de Extensão “Ensino Hibrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico” já registrado no SIGA, pela COPPE. O projeto de extensão registrado no SIGA tem como um dos seus objetivos a criação de cursos em áreas chave para o desenvolvimento do Estado e de acordo com a experiência multidisciplinar da COPPE. Através de uma parceria com a Ong Ideas de Friburgo que proporcionou a infraestrutura necessária (espaço físico, computadores, pessoal local, etc.) foi criado um local para treinamento de jovens oriundos de escolas públicas do segundo grau. A ideia do curso surgiu durante a elaboração de disciplinas de programação para um curso avançado de técnicas de Inteligência Artificial com o formato hibrido baseado no Aprendizado Voltado a Projetos (PBL, projeto FAPERJ) de forma a que a experiência do projeto em PBL fosse aplicada a jovens alunos. O curso visa introduzir os jovens em linguagens modernas de computação, e fornecer o treinamento essencial para que o aluno da rede pública de ensino possa mais facilmente ingressar no mercado de trabalho local. Os alunos selecionados têm a oportunidade de aprender programação na prática, com base na linguagem Python, para melhor entender e tentar propor soluções a problemas reais e da cidade de Friburgo quando possível. O curso visa também fornecer incentivos para que os egressos possam continuar os estudos em tópicos adicionais de tecnologias da computação.

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Título: Disseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental
Coordenador:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contato do coordenador: inayacorrea@gmail.com

Resumo: Em sua Décima Edição, a Semana do Meio Ambiente da BR Marinas integra em sua agenda o Dia Mundial do Oceano, inserindo-se no contexto da Década do Oceano da ONU. Este evento conta com os apoios do Núcleo de Vida Marinha e do Centro de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e da Cidade do Rio de Janeiro e da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, trazendo para o público carioca a importância dos Oceanos na mitigação das Mudanças Climáticas, o debate sobre a biodiversidade e as potencialidades do Oceano, e a integração entre Ciência, Educação, Políticas Públicas e Sociedade Civil. Ademais, serão incorporadas pela primeira vez aplicações nucleares e atômicas de medidas para englobar a temática em tela com cujo acadêmico-cientifico. E, por fim, teremos uma ação de Sensibilização Ambiental será realizada através da promoção de um Mutirão de Limpeza com foco nos resíduos sólidos do entorno da Marina da Glória, incluindo o Lixo Marinho, com a participação de voluntários.

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Título: Droneiros Vonluntários
Coordenador: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenador: tcottaf@gmail.com

Resumo: Em 2022, os desastres causaram mais de 30,704 mortes e com 185 milhões de pessoas afetadas, e prejuízos de 223.8 bilhões de dólares segundo o Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). No Brasil, entre 2011 a 2022, especificamente no Rio de Janeiro, houve 591 ocorrências de desastres, resultando em 987 mortes e afetando 3,9 milhões de pessoas, e prejuízos econômicos superior a R$ 3,08 bilhões (Atlas digital de desastres no Brasil, 2023). Tais dados demonstram a importância e a complexidade das Operações Humanitárias e de Desastres (OHD), as quais envolvem o acesso as áreas afetadas, a coordenação de diversos stakeholders e falta de recursos. Assim surge o projeto Droneiros Voluntários, idealizado no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ de forma a auxiliar a escassez de recursos humanos e tecnológicos na resposta a desastres. O projeto conta com uma plataforma tecnológica que atua como um facilitador, unindo proprietários de drones, defesa civil e outras organizações no desenvolvimento de ações de mapeamento de áreas de risco e afetadas por desastres, promovendo uma colaboração entre stakeholders mais eficaz e eficiente no contexto de OHD. Nesse sentido, o projeto atua no engajamento e promoção da troca de conhecimento entre os diferentes atores tratados como público alvo, promovendo OHD eficazes e mais eficientes, com integração entre diferentes áreas de conhecimento científico e pesquisadores de diferentes níveis que atuam em OHD.

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Título: INSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO
Coordenador:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contato do coordenador: arge@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A InSilicoNet é um espaço de colaboração onde diversos atores da sociedade são convidados a trazer seus problemas técnicos para construir, em conjunto com os membros acadêmicos, soluções tecnológicas inovadoras baseadas em ferramentas digitais. Está estruturado como uma rede de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ e SENAI CETIQT) e profissionais de engenharia com experiência na área de engenharia de sistemas em processos (Process Systems Engineering, PSE). A InSilicoNet tem a missão de promover o desenvolvimento científico e tecnológico comprometidos não apenas com o desempenho econômico, mas com os impactos sociais e ambientais por meio de atividades de extensão integradas a iniciativas de pesquisa e ensino em PSE, contemplando: a) Fábrica de Aprendizagem, que desenvolve competências e habilidades de discentes de graduação e pós-graduação para o trabalho colaborativo empregando PSE na solução de problemas tecnológicos, sociais e ambientais tratáveis por ferramentas de engenharia digital; b) Oferta de cursos de extensão que promovam competência para o desenvolvimento de pesquisa, tecnologia e inovação; e c) Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento integrando discentes de graduação e pós-graduação sob orientação acadêmica e mentoria por indústrias, organizações e/ou governos.

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Título: Rede Refugia
Coordenador:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenador: tcottaf@gmail.com

Resumo: O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) revela que em 2022 o mundo ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas em deslocamento forçado, motivados por inúmeras razões. No Brasil, desde 2011 foram realizadas 297.712 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Devido a sua complexidade e alta quantidade de pessoas afetadas, a crise humanitária de refugiados precisa ser enfrentada pelos governos em comunhão com a sociedade civil e o setor privado, a fim de se garantir que as pessoas em deslocamento forçado tenham seus direitos humanos protegidos durante um processo de acolhimento efetivo e atento às suas necessidades. Assim, interessados em auxiliar no enfrentamento brasileiro à crise migratória, a Rede Refugia foi idealizada no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ. Trata-se de uma plataforma tecnológica colaborativa que objetiva facilitar o processo de acolhimento, proteção e integração de pessoas em deslocamento forçado que estão no Brasil. Dessa forma busca-se fortalecer os processos de colaboração mútua entre refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas, poder público, entidades privadas, organizações humanitárias e outros stakeholders. Por meio de um processo de inovação social, a Rede Refugia busca fomentar um ambiente que favoreça a implementação de soluções inovadoras para os problemas vivenciados pelas pessoas em deslocamento forçado vivendo em solo brasileiro.

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Agendamento com a GRH

Setor da COPPE responsável pela orientação aos funcionários, no tocante a direitos e deveres em sua vida funcional, além de promover diversas ações que contribuem para capacitação profissional e bem-estar dos trabalhadores.
A Equipe é formada por profissionais da área de Administração, Recursos Humanos e Pedagogia, que estão prontos para atender a força de trabalho COPPE.

 

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Agendamento de Espaço

O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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Enviar

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Resíduos Químicos

O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Segurança Patrimonial

O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

  • Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
  • Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.

 

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Gestão Eletrônica de Documentos

O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.

Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.

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Limpeza de Espaços

O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Projetos de Arquitetura

O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.

Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.

E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br

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Sistemas da DPADI

O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.

Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Infraestrutura e Redes

O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.

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Manutenção Predial

O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.

Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços: Conserto de ar central, conserto de ar de janela, conserto de ar tipo split, conserto de refrigerador, instalação de ar tipo split, serviço de elétrica, serviço de hidráulica, serviço de lustrador, serviço de pintura, serviço de serralheria, serviços de marcenaria, serviços de obras civis, serviços gerais, troca de disjuntor, troca de lâmpadas

Clique aqui para agendar

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Patrimônio

O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

Como faço para fazer uma baixa?

Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.

Como faço para fazer uma transferência?

Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.

Como faço para fazer uma doação?

Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.

Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?

Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .

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Agendamento de Transporte

O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.

Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.

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Almoxarifado

O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única

Clique aqui para agendar

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Descarte de Materiais

O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.

 

Procedimentos

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Terapias no Acolhe COPPE

 

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Atividades de Saúde e Bem Estar

 

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Agendamento de Espaços do Grêmio

Para reserva de locação do salão de eventos da sede do Grêmio ou do campo de futebol para qualquer atividade a ser realizada no local, deve-se seguir os procedimentos adotados na página do grêmio.

 

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Action name: Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education
Coordinator: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contact information: campos@smt.ufrj.br

About the action: The COVID-19 pandemic enforced a drastic transition from the traditional teaching model to strictly online classes, having required a great effort to prepare and offer courses to students ranging from primary to higher education, since only a few were prepared to deal with technologies for online teaching. Even months after social distancing started, the in-person to online transition was not a trivial process, especially when it came to maintaining the quality of the courses offered in this new modality. This process taught us one important lesson: it is necessary that we permanently invest in implementing innovative/efficient technologies for improved teaching and learning. As such, this project aims to support public education in the state of Rio de Janeiro, from basic education to higher Education in engineering at other universities. With a hybrid learning modality, our purpose is to develop resources and courses that incorporate active learning methods, flipped classrooms, multimodality, etc.

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Action name: Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering
Coordinator: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contact information: pacheco.h.pacheco@gmail.com and helen@peq.coppe.ufrj.br

About the action: The Pilot School for In-Person Education (EPP) in Chemical Engineering was created in 1993 by our Program of Chemical Engineering (PEQ/COPPE) as a tool for improvement and continuing education. It was very beneficial for high school and undergraduate teachers, but also very popular with students, technicians, and industry workers in general. This edition of EPP is called ADVANCED TECHNIQUES FOR MATERIALS CHARACTERIZATION and will comprise 10 modules. It consists in teaching cutting-edge methods for characterizing various types of materials, discussing the fundamentals of such techniques, and exemplifying them with real-world data. The modules are as follows: Module 1: Spectroscopy techniques (FTIR, DRIFTS, RAMAN, and UV-vis); Module 2: Nuclear magnetic resonance (NMR); Module 3: X-ray diffraction (XRD); Module 4: Mass spectrometry and temperature-programmed reduction (MS and TPR); Module 5: Gel permeation chromatography (GPC); Module 6: Droplet and particle size analysis; Module 7: Gas and liquid chromatography troubleshooting methods; Module 8: Aspects of petroleum characterization; Module 9: Thermal analysis - TGA, DSC, and DMA; Module 10: Biotechnology in everyday life.

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Action name: Laboratory for Informatics and Society – LabIS
Coordinator:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contact information: hcukier@cos.ufrj.br and lealsobral@cos.ufrj.br

About the action: LabIS stems from the long journey traversed by the work and research of Informatics and Society (IS), a line of research from our Systems Engineering and Computer Science Program (PESC). We are driven by the desire to better comprehend the many faces of our society, seeking to contribute towards more equality and fairness. We develop software for accessibility (LibrasOffice), educational games (Damática), community banks (Mumbuca and Preventório) and offer programming courses for public high school students.

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Action name: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ
Coordinator: DENISE CUNHA DANTAS
Contact information: ddantas@oceanica.ufrj.br

About the action: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly is a project for all those who are not literate and those who did not have access to or did not complete primary and/or lower secondary school at the corresponding age. It was created in 2005 by COPPE's Department of Social Development, based on a survey of civil servants and outsourced workers involved in cleaning and general services. We extended our research to other units and sectors of our university. Today, our students are civil servants and outsourced workers at UFRJ, most of whom work at the Technology Center, and citizens who live near Ilha do Fundão, mainly in Vila Residencial and Complexo da Maré. Our classes are held at the Technology Center for the Basic, Intermediate, and Advanced Literacy classes, Monday to Friday, from 3 p.m. to 4:30 p.m.

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Action name: Polymers in Oil and Gas – Additives
Coordinator:  TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contact information: taissazl@yahoo.com.br and elucas@metalmat.ufrj.br

About the action: our action comprises theoretical and practical classes on obtaining, characterizing, and analyzing the properties of polymers in solution, as well as their applications as additives in the petroleum industry.

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Action name: Polymers: applications and awareness
Coordinator: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contact information: ariane.pent@gmail.com and ariane@pent.coppe.ufrj.br

About the action: Plastic recycling has become a very important matter, since over 60% of all plastic produced globally has already become waste but only 9% has been recycled. In Brazil, the situation is even more alarming. A recent WWF report states that Brazil is the fourth largest producer of plastic waste worldwide, with a recycling rate of less than 2%. Our policies for recycling and environmental education are still insufficient and poorly publicized. Furthermore, plastics have recently been made out to be villains, making it increasingly desirable that these materials are banned. However, it is worth remembering that plastics are polymers with high value-added, low production costs, and very versatile properties. When recycled, they can be reinserted into the production chain, which enables the production of new materials and boosts the energy industry. As such, our project aims to guide and encourage students from public and private schools to reproduce the concept of recycling in their schools, families, and communities. We hold online lectures and fun activities that stimulate the reuse and proper disposal of plastic waste, preventing it from being disposed of in inappropriate places.

For more information about our activities, click here to go to our website.
For more information on our work and laboratories, including those related to our outreach project, go to the Instagram page of the EngePol Group (PEQ/COPPE/UFRJ)

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Action name: A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: Since its creation, the ITCP/COPPE (Technology Business Incubator for Community Cooperatives) has been working to support community-based enterprises, aiming at meeting the needs of the working class and informal workers, which have historically been marginalized and excluded from social actions developed by the government. The new challenges of today require new techniques and tools. As such, this is a proposal that researches innovative business incubation methodologies for the purpose of improving the activities of the incubated enterprises and providing continuity to the actions developed by ITCP/COPPE. Ultimately, implementing such new methodologies will improve the quality of Solidarity Economy Businesses.

 More information on the ITCP/COPPE/UFRJ website.

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Action name: Espaço COPPE Miguel de Simoni
Coordinator: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contact information: werner@cos.ufrj.br

About the action: We promote a guided tour of the Espaço COPPE exhibitions, primarily arranged for high school students from the Rio de Janeiro Metropolitan Area. The visiting groups of students are accompanied by teachers from their corresponding schools. Environments such as Espaço COPPE are driven by science and technology and provide key elements in fostering intrinsically motivated learning. For instance, building personal meaning, taking up challenging tasks, learning to collaborate, and recognizing the positive feelings that come from the efforts we made can potentially induce the formation of new, sometimes more intense bonds.

Espaço COPPE website.

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br and karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG) of the Brazilian Foundation for Quality (FNQ). The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG-TR) proposed by SEGES/Brazilian Ministry of Economy. The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program.

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Action name: UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Project BRA/15/010 – Strengthening and Expanding the National System for Racial Equality is an effort from the Ministry of Women, Family, and Human Rights (MMFDH) and the United Nations Development Programme (UNDP) aimed at decentralizing public policies on racial equality and strengthening and expanding the National System for Racial Equality (Sinapir). The COPPETEC Foundation was one of the organizations selected through the U.Lab project to provide the Local Government of Rio de Janeiro with a government innovation laboratory. Its purpose is to be replicable as a policy to promote racial equality within the Local Sustainable Development Plan at the time of its implementation, as developed by the Office of Planning from the Municipal Chief of Staff's Secretariat (EPL). Within the framework of Sinapir, this project aims to provide the municipality of Rio de Janeiro with a government innovation program that puts black youth at the forefront of technology and is capable of promoting well-being in their daily lives.

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Action name: Support Unit for Social Innovation – USIS
Coordinator:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contact information: carla.cipolla@ufrj.br

About the action: Social innovation is a key aspect to development. The Support Unit for Social Innovation (USIS/UFRJ) is a result of the Latin American Social Innovation Network (LASIN), which is a project funded by the European Commission, aimed at implementing a university-community engagement model based on a combination of curricular and extra-curricular activities, learning materials and tools, practical training, workshops, and mentorship, with its own methodology developed by LASIN, to strengthen the connection of universities with a wider social environment (community groups, NGOs and/or OSCIPS (Civil Society Organizations of Public Interest),

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Título: Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ
Coordenador: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contato do coordenador: luizart@gmail.com

Resumo: O Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ visa visibilizar, fortalecer e refletir sobre tais experiências, seja na promoção de espaços de debate e de ensino-aprendizagem, seja no desenvolvimento de tecnologias com os coletivos envolvidos. Inspira-se na (e em articula-se com a) rede formada por pesquisadores extensionistas iniciada em 2020, o Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM). Este reúne pesquisadores engajados em aliar seus conhecimentos acadêmicos com as atividades práticas de bancos comunitários e moedas sociais do Brasil, nas perspectivas da escuta dos coletivos envolvidos, do engajamento extensionista e da análise das práticas dos coletivos envolvidos. “Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais”. Reúnem práticas e princípios, como a concessão de microcrédito para produção e consumo locais, sempre que possível em moedas sociais (válidas em um território restrito e com paridade com o Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). No Brasil, tais bancos tiveram como experiência pioneira o Banco Palmas (Fortaleza, 1998) e acumulam mais de 150 iniciativas. Com a digitalização de suas moedas sociais, inspiraram e articularam-se com políticas públicas de transferência de renda, notadamente no Estado do RJ.

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Título: MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro
Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com

Resumo: O acesso às tecnologias de comunicação e informação oferece uma gama diversa de instrumentos de coleta de dados capazes de acompanhar o posicionamento de pessoas e objetos no espaço e registrar o seus deslocamentos ao longo do tempo. Compondo este conjunto de instrumentos, destacam-se os dispositivos de IoT (Internet of Things, em inglês e, traduzido para o português, Internet das Coisas), aplicativos, registros de utilização de serviços inteligentes (e.g. cartões, terminais) como potenciais fontes de dados para o planejamento, gestão, operação e monitorização dos serviços de transportes. Nesse contexto, o presente curso tem o propósito de validar o potencial do estado da arte em termos de instrumentos inteligentes de coleta de dados no campo do planejamento da mobilidade urbana para a construção de um ecossistema de planejamento inteligente da mobilidade no Estado do Rio de Janeiro. Metodologicamente, programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema se realiza através do desenvolvimento e validação de uma plataforma informacional voltada para o planejamento da mobilidade de forma inteligente, inclusiva e sustentável com foco nos municípios do Estado do Rio de Janeiro e um programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema.

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Título: EAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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Título: EAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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Action name: “Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society
Coordinator:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contact information: andreanascimento@cos.ufrj.br

About the action: All of us from the academic and school community had to adapt ourselves to the use of technological solutions in order to communicate, socialize and engage with each other during the pandemic while aiming towards reproducing a classroom routine. As a result, audiovisual language and the use of portable devices such as smartphones and tablets, which were already a very present reality in our lives, suddenly became fundamental. This proximity was a great motivation that brought to memory the emblematic quote from filmmaker Glauber Rocha – A camera in hand and an idea in my head – which inspired the name of this project and makes us comprehend that our current practice revolves around this idea which represents our current social scenario in the habits of registering and sharing our images, voice messages, our videos, whether directly or indirectly on social media. Therefore, this project aims to meet a technical demand to assist in the production of content regarding the dissemination of research, school work, video lessons, among others, in a way that the audience participating in the project is familiar with the details of audiovisual composition. Emphasizing the use of audiovisual language as a vehicle for learning and sharing knowledge, a dialectical communication where it is important not only to transmit the knowledge generated at universities but also enable society to contribute with its gaze, its action and its criticism.

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Action name: Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: SMEs make up 92% of companies in the State of Rio de Janeiro (RJ) and are responsible for over 50% of formal employment (Brazil, 2020). However, as SMEs face huge challenges, especially due to the extent of the current health, economic and social crisis (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), highlighting the dominant economic model, centered around the mass production of material assets and financial statement (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). In this sense, this project is based on the perspective of the Economy of Functionality and Cooperation (EFC), which aims to provide integrated solutions for assets and services through the cooperation between different territorial actors, abandoning the notion of stability and developing new governance models for companies and territories (Du Tertre et al., 2019). This interactionist approach allows for less consumption of natural resources and a renewal of social bonds, creating resilience for economic relations, which have been so fragile due to the current scenario (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). This project aims to support Micro and Small companies in the state of Rio de Janeiro in developing sustainable economic trajectories, creating a direct impact on society and the scientific community. To this end, it aims to train, monitor and intervene with business leaders for the transition of their economic model based on the Economy of the Functionality and Cooperation Model.

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Action name: Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning
Coordinator:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contact information: vanda@adc.coppe.ufrj.br

About the action: It is understood that when providing care, one can expand the scope of its action beyond the psychosocial field, therefore also reaching the socioeconomic, academic and employment relations context, among others. Over time, other aspects of the care being provided started to emerge, as a way to survive situations of illness, such as financial care, academic care, care regarding relationship conflicts and challenges, as well as regarding labor due to the difficulty in absorbing and comprehending the new emerging work forms. From then on, it has been necessary to rethink a way to encompass all of these different types of care. In this sense, this project intends to highlight the importance of sharing information that directs and helps individuals in performing actions of care in several mutual commonspaces. Therefore, knowledge, coexistence and learning are a part of two-way street, meaning that each part has something to transmit, learn and improve with the other.

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Action name: Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming
Coordinator:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contact information: edmundo@land.ufrj.br

About the action: This course is an action provided for in the Outreach Project: “Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education”, which is already registered in SIGA, by COPPE. The outreach project registered in SIGA has as one of its goals to create courses in key areas for the development of the State and in accordance with COPPE’s multidisciplinary experience. Through a partnership with the Ideias de Friburgo NGO, which provided the necessary infrastructure (physical space, computers, local staff, etc), a space for training youngsters with a public high school background was created. The idea for the course emerged during the development of programming classes for an advanced course in Artificial Intelligence techniques with a hybrid format based on Project-Based Learning (PBL, FAPERJ project) so that the experience of the PBL project was applied to young students. The course aims to introduce the youngsters to modern computer languages as well as provide essential training in order to enable the public school student to enter the local job market more easily. Selected students have the opportunity to learn programming in practice, based on the Python language, to better understand and try to propose solutions to real problems in the city of Friburgo when possible. The course also aims to provide incentive so that egressed students can continue their studies in additional topics of computer technology.

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Action name: The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability
Coordinator:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contact information: inayacorrea@gmail.com

About the action: In its Tenth Edition, BR Marinas’ Environment Week integrates World Ocean Day in its agenda, inserting it within the context of the UN's Ocean Decade. This event is supported by Núcleo de Vida Marinha, Environmental Education Center of Rio de Janeiro's State Environment Department and UNESCO Chair for Ocean Sustainability, bringing awareness to the people of Rio about the importance of the Oceans in mitigating Climate Change, the debate on biodiversity and Ocean potentials, and the integration between Science, Education, Public Policies and Civil Society. Furthermore, nuclear and atomic applications shall be incorporated for the first time as measures to encompass the academic-scientific theme in question. Lastly, we shall hold an Environmental Awareness action which shall be carried out through the promotion of a major Clean-Up Campaign focusing on solid waste in the surroundings of Marina da Glória, including Marine Litter, with the participation of volunteers.

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Action name: Volunteer Drone Pilots
Coordinator: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: In 2022, disasters caused over 30,704 deaths, affected 185 million people, and induced economic losses of 223.8 billion dollars according to the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). In Brazil, between 2011 and 2022, specifically in  Rio de Janeiro, there have been 591 disaster occurrences, resulting in 987 deaths, affecting around 3,9 million people and inducing economic losses of over R$3,08 billion (Digital atlas of disasters in Brazil, 2023). Such data demonstrates the importance and complexity of Humanitarian and Disasters Operations (OHD), which involve access to affected areas, coordination of several stakeholders and lack of resources. Thus, the Volunteer Drone Pilots project was created, idealized within the scope of the COPPE/CT/UFRJ Industrial Engineering Program in order to help with the shortage of human and technological resources in disaster response. The project has a technological platform that acts as a facilitator, uniting drone owners, civil defense and other organizations in the development of actions to map areas at risk and affected by disasters, promoting more effective and efficient collaboration between stakeholders in the context of OHD. In this sense, the project works to engage and promote knowledge exchange among the different actors treated as target audience, promoting effective and more efficient OHD, with the integration of different scientific knowledge areas and researchers of different levels who act in OHD.

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Action name: INSILICONET – PROGRAMMING THE FUTURE
Coordinator:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contact information: arge@peq.coppe.ufrj.br

About the action: InSilicoNet is a collaboration space where diverse actors from society are invited to bring their technical problems to build, together with academic members, innovative technological solutions based on digital tools. It is structured  as a network of seven Universities of the State of Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ and SENAI CETIQT) and engineering professionals with experience in the area of process systems engineering (PSE). InSilicoNet have a mission to promote the scientific and technological development committed not only to the economic performance, but also to the social and environmental impacts through outreach activities integrated to research and teaching initiatives in PSE, contemplating: a) Learning Factory, which develops skills and abilities of undergraduate and graduate students for collaborative work employing PSE to solve technological, social and environmental problems treatable by digital engineering tools; b) Offering outreach courses that promote competence for developing research, technology and innovation; c) Research and Development Projects integrating undergraduate and graduate students under academic supervision and mentoring by industries, organizations and/or governments.

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Action name: Rede Refugia
Coordinator:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: The United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) reveals that in 2022 the world surpassed the mark of 100 million people in forced displacement, motivated by numerous reasons. In Brazil, since 2011 297.712 requests for the recognition of refugee status have been made. Due to its complexity and high amount of people affected, the humanitarian refugee crisis has to be addressed by governments in partnership with civil society and the private sector, in order to ensure that people in forced displacement have their human rights protected during an effective reception process that is attentive to their needs. Thus, those interested in helping Brazil face its migration crisis, Rede Refugia was created within the scope of the Industrial Engineering Program at COPPE/CT/UFRJ. It is a collaborative technological platform that aims to facilitate the process of reception, protection and integration of these people in forced displacement who are in Brazil. In this way, we seek to strengthen the mutual collaboration processes among refugees, asylum seekers, stateless people, public authorities, private entities, humanitarian organizations and other stakeholders. Through a social innovation process, Rede Refugia aims to foster an environment that favors the implementation of innovative solutions to the problems experienced by people in forced displacement living in Brazilian territory.

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Action name: UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency
Coordinator: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contact information: luizart@gmail.com

About the action: The UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency aims to make such experiences visible as well as strengthen and reflect on them, whether by promoting spaces for debate and teaching-learning or by developing technologies with the involved groups. It is inspired by (and works in tandem with) the network formed by science outreach researchers which began in 2020, the Observatory of Community Bank and Local Currency (OBM). This network brings together researchers engaged in allying their academic knowledge with the practical activities of community banks and social currency in Brazil, from the perspective of listening to the involved groups, engaging in outreach work and analysing the practices of the groups involved. “Community Banks are solidarity-based financial services, in a network, of an associative and communitary nature, aimed at generating work and income with a perspective of reorganizing local economies”. They bring together practices and principles, such as a microcredit granting for local production and consumption, whenever possible, in social currencies (valid in a restricted territory and at par with the Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). In Brazil, such banks had Banco Palmas (Fortaleza, 1998) as their pioneering experience and accumulated more than 150 initiatives. With the digitalization of their social currencies, they inspired and worked in tandem with public policies for income transfer, notably in the State of RJ.

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Action name: MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Access to information and communication technologies offers a diverse range of data collection instruments capable of tracking the positioning of people and objects in space and recording their movements over time. Composing this set of instruments, IoT (Internet of Things) devices, applications and records of the use of smart services (e.g. cards, terminals) stand out as potential sources of data for the planning, management, operation, and monitoring of transportation services. In this context, the present course aims to validate the potential of the state of art in terms of intelligent data collection tools within the field of urban mobility planning for the construction of an ecosystem of intelligent mobility planning in the State of Rio de Janeiro. Methodologically, the training program for the regulation, hiring and use of analytical tools and databases on the same topic is carried out through the development and validation of an information platform aimed at planning mobility in an intelligent, inclusive and sustainable way, focusing on the municipalities of the State of Rio de Janeiro.

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Action name: EAD Low Carbon: Offshore renewable energy
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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Action name: EAD Low Carbon: Climate Change
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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O Atendimento na Gerência de Recursos Humanos está sendo realizado através de agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração, contribuindo assim para a sua segurança e saúde. Portanto, escolhe o seu assunto, dia e horário e agende o seu atendimento conosco!

 

Ressaltamos que disponibilizamos TAMBÉM o atendimento on-line, através da ferramenta Google Meet

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O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.

Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.

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O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.

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O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.

Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.

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Infraestrutura e Redes

O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.

Acesse aqui

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O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

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O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.

Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços:

Conserto de ar central
Conserto de ar de janela
Conserto de ar tipo split
Conserto de refrigerador
Instalação de ar tipo split
Serviço de elétrica
Serviço de hidráulica
Serviço de lustrador
Serviço de pintura
Serviço de serralheria
Serviços de marcenaria
Serviços de obras civis
Serviços gerais
Troca de disjuntor
Troca de lâmpadas

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O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

Como faço para fazer uma baixa?

Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.

Como faço para fazer uma transferência?

Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.

Como faço para fazer uma doação?

Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.

Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?

Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .

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O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.

Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.

E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br

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O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.

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O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

  • Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
  • Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.

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Sistemas Administrativos da DPADI

O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.

Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.

Sistemas Desenvolvidos pelo CISI

Solicitação de material de uso interno para unidades da COPPE

Serviços para manutenção predial nas unidades da COPPE

Emissão orçamentária e financeira pelo sistema SIAFI

Serviços para limpeza, transporte e descartes de materiais e equipamentos
Controle de bens permanentes da COPPE

Controle dos alunos de pós-graduação da COPPE

Controle de manutenção e reposição de extintores de incêndios nas unidades da COPPE

Monitorar a atuação dos serviços que DPADI oferece para a COPPE
Controle de alunos externos e emissão de certificados de disciplinas oferecidas na COPPE

Solicitação de serviços de segurança na área prevencionista e descartes de resíduos químicos

Aqui você pode sugerir ideias e mudanças em diversas áreas da DPADI

Avaliação de Docentes COPPE

Desenvolvimento e Manutenção de Sites

O serviço de Desenvolvimento e manutenção de Sites é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do gerente do setor (contato: gielkop@cisi.coppe.ufrj.br).

Este serviço está disponível para toda a COPPE.

Sites desenvolvidos pelo CISI

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O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única.

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