De 3 a 6 de novembro, evento reúne palestras, minicursos e apresentações científicas sobre o uso da IA na pesquisa, na indústria e na formação de engenheiros. O primeiro dia terá minicursos remotos.
A inteligência artificial já está mudando a maneira de pesquisar, desenvolver produtos e controlar processos industriais. Mas como aproveitar essas ferramentas na Engenharia Química? Que oportunidades elas abrem para a pesquisa e a inovação?
Essas são algumas das questões que estarão em pauta no Colóquio de Engenharia Química 2026, promovido pelo Programa de Engenharia Química (PEQ) da Coppe/UFRJ, de 3 a 6 de novembro, com o tema “Engenharia Química na era da IA: Inovação, Sustentabilidade e Formação”.
Para estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais da área, o Colóquio é uma oportunidade de conhecer aplicações da inteligência artificial, acompanhar pesquisas em desenvolvimento e discutir como essas tecnologias podem contribuir para processos mais eficientes e sustentáveis. A programação também aborda as competências necessárias aos engenheiros diante das transformações na pesquisa e no mercado de trabalho.
Realizado desde 2001, o evento promove o intercâmbio entre universidade, indústria e outros setores da sociedade. Nesta edição, a proposta é discutir as possibilidades que a IA oferece e os desafios de sua incorporação à pesquisa, aos processos industriais e à formação em Engenharia Química.
Minicursos remotos abrem a programação
Na terça-feira, 3 de novembro, o Colóquio começa com minicursos on-line dedicados a aplicações práticas da inteligência artificial. Entre os temas estão o uso de IA para potencializar a pesquisa e a escrita acadêmica, o aprendizado de máquina orientado por princípios físicos e a otimização de experimentos químicos.
Os minicursos permitem conhecer novas ferramentas e explorar possibilidades de aplicação nos estudos e na atividade profissional, sem a necessidade de comparecer presencialmente à Coppe. A inscrição é específica e deve ser feita pela plataformaEven3.
Três dias de atividades presenciais
De 4 a 6 de novembro, a programação será presencial, no auditório da Coppe, sala G-122, bloco G do Centro de Tecnologia da UFRJ.
As atividades estarão organizadas em quatro eixos: Fronteiras da Pesquisa e Desenvolvimento; Automação, Gêmeos Digitais e Sustentabilidade; Modelagem Híbrida: Um Novo Paradigma da Engenharia Química; e Educação, Ética e o Engenheiro do Futuro. A programação inclui palestras, apresentações de trabalhos científicos e debates sobre as aplicações e os desafios da inteligência artificial na área.
Quem nunca escalou o time ideal, contestou uma substituição ou cravou o resultado de uma partida? No futebol, todo mundo tem opinião. Mas transformar palpites em análises, calcular as chances de uma equipe vencer um campeonato ou entender o que os dados revelam sobre o desempenho dos jogadores exige método, matemática e tecnologia. É esse lado do futebol que o Symposium on Analytics for Football Excellence (SAFE 2026) vai explorar nos dias 12 e 13 de novembro, no Rio de Janeiro.
Na terceira edição do evento, organizado por pesquisadores da Coppe/UFRJ e da Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro (UFCIRJ), ex-Cefet/RJ, os participantes poderão aprender como ferramentas de análise são aplicadas a problemas reais do esporte, conhecer pesquisas da área e discutir questões que já fazem parte das partidas, como o uso do árbitro de vídeo (VAR).
Como montar a tabela de um campeonato? E como prever quem vai ganhar?
Essas são algumas das perguntas que estarão na programação dos minicursos oferecidos pelo Laboratório de Analytics for Competitive Excellence (ACE), responsável pela organização do SAFE. Um deles vai mostrar como organizar uma tabela de campeonato; o outro abordará a previsão de resultados em competições como a Copa do Mundo.
Para quem estuda ou trabalha com ciência de dados, estatística, pesquisa operacional e inteligência artificial, os minicursos são uma oportunidade de conhecer aplicações dessas áreas no esporte. Para estudantes, pesquisadores e profissionais interessados em futebol, também é uma chance de descobrir como perguntas comuns sobre o jogo podem ser investigadas com ferramentas científicas.
VAR: até onde a tecnologia deve decidir?
A tecnologia não entra em campo apenas para analisar números e prever resultados. Ela também pode interferir diretamente no andamento de uma partida. E é aí que surge uma discussão que divide torcedores: até onde as decisões devem ficar nas mãos dos árbitros e até onde os sistemas tecnológicos devem influenciá-las?
Esse será o tema da mesa-redonda “Analytics, VAR e Integridade Competitiva: Até Onde a Tecnologia Deve Decidir no Futebol?”. O debate reunirá Marcelo Barreto, editor e apresentador do SporTV; Lucas Tavares, da Federação Paulista de Futebol (FPF) e professor da Universidade Municipal de São Caetano do Sul; e Victor Valério, professor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), que está implantando um Laboratório do Futebol e um Centro de Treinamento e Pesquisa voltados para o esporte.
Futebol também é laboratório
O Laboratório de Analytics for Competitive Excellence (ACE) é coordenado pelos professores Pedro Henrique González Silva, do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (Pesc) da Coppe, e Glauco Amorim, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPCIC) da UFCIRJ. No laboratório, professores e estudantes aplicam conhecimentos de matemática, estatística e computação à análise de problemas do futebol e de outros esportes.
O SAFE 2026 será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, das 9h às 18h, na ESPM Villa Aymoré, na Glória. O evento é voltado a estudantes, pesquisadores e profissionais interessados em conhecer as aplicações da ciência e da tecnologia no futebol.
As inscrições estão abertas até 10 de novembro, com diferentes modalidades e valores. Confira a programação completa, consulte as opções de inscrição e participe do SAFE 2026 clicandoaqui.
Os interessados em apresentar estudos nas sessões técnicas podem fazer a submissão até o dia 25 de outubro, clicando no mesmo link para as inscrições (acima) . Os resumos devem ter no máximo quatro páginas, e os trabalhos serão apresentados oralmente durante o evento, o que faz do SAFE um bom espaço para discutir pesquisa em andamento com quem atua no futebol.
Selecionados em concurso que reuniu 113 candidatos para oito vagas, os professores atuarão em áreas estratégicas da engenharia, da ciência e da tecnologia.
Na próxima terça-feira, 20 de outubro, a Coppe/UFRJ dará as boas-vindas a seus oito novos professores, selecionados em concurso realizado em março. Os docentes chegam com trajetórias e competências em áreas como mudanças climáticas, sistemas de energia, saúde e nanotecnologia, ciência de dados e inovação.
Para marcar a chegada dos novos colegas, a Diretoria de Assuntos Acadêmicos promoverá um workshop de integração. A programação abordará informações acadêmicas importantes para o exercício da docência, o ecossistema de inovação da instituição, a comunicação institucional e a importância de preservar e fortalecer a marca Coppe, além das atribuições e competências da administração central.
A programação de recepção permitirá que os docentes conheçam melhor a estrutura da Coppe, suas iniciativas institucionais e as oportunidades de colaboração, favorecendo sua integração à comunidade acadêmica.
Conheça os novos professores
Crístofer Marques (Lattes) é mestre em Modelagem Computacional e doutor em Engenharia Oceânica pela Coppe. Foi docente da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) desde 2009, com pesquisas em sistemas energéticos marítimos, propulsão, geração de potência, otimização e simulação numérica.
Thomas Campello (Lattes) é mestre e doutor em Engenharia Elétrica pela Coppe e atuou como docente no Cefet-RJ. Seus temas de pesquisa incluem computação científica, qualidade de energia, modelagem matemática de equipamentos elétricos e transitórios eletromagnéticos.
Camila Callegari Ludovique (Lattes) é mestre e doutora em Planejamento Energético pela Coppe. Pesquisa a relação entre energia e economia, com foco em decisões de investimento, comportamento da demanda, mercados de energia e avaliação econômica de políticas públicas.
Gerd Angelkorte (Lattes) é mestre e doutor em Planejamento Energético pela Coppe. Desenvolve pesquisas sobre a integração entre clima, uso do solo, energia e água, além de mitigação das mudanças climáticas, descarbonização, soluções baseadas na natureza e bioinovação.
Roberta Leitão (Lattes) é mestre e doutora em Engenharia Nuclear pela Coppe. Sua atuação envolve aplicações de radioisótopos e espectroscopia de raios X, especialmente técnicas de fluorescência de raios X, como micro-XRF e TXRF.
Heleno Campos Junior (Lattes) é mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e doutor em Computação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisa engenharia de software, com foco em manutenção e evolução de sistemas, gerência de configuração e testes.
Jéssica Alves (Lattes) é mestre e doutora em Engenharia da Nanotecnologia pela Coppe. Pesquisa a produção de nano e micropartículas poliméricas biocompatíveis e biodegradáveis para aplicações biológicas, incluindo processos de síntese e caracterização de polímeros.
Cristina Marins (Lattes) é mestre e doutora em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Investiga os impactos sociais das tecnologias digitais, especialmente no trabalho e na política, e atua também com análise de dados e consultoria sobre cultura política, internet e comportamento eleitoral. Recebeu o Hunt Postdoctoral Fellowship, destinado a antropólogos em início de carreira com pesquisas consideradas pioneiras.
Estudo desenvolvido em parceria com a TotalEnergies compara alternativas de transmissão e conexão de grandes empreendimentos e contribui para o planejamento da expansão da energia eólica no mar. O projeto conquistou o primeiro lugar geral do Prêmio O Setor Elétrico.
A expansão da energia eólica offshore, gerada por parques instalados no mar, exige soluções capazes de transportar grandes volumes de eletricidade até a rede em terra com segurança e estabilidade. Para contribuir com esse desafio, pesquisadores do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe/UFRJ desenvolveram estudos para avaliar alternativas de conexão desses empreendimentos ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Coordenado pelo professor Glauco Taranto, no Laboratório de Sistemas de Potência (Laspot), o projeto “Conexão de Parques Eólicos Offshore ao Sistema Interligado Nacional” é financiado pelaTotalEnergies, com recursos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) daAgência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A conexão de parques eólicos offshore de grande escala envolve desafios que vão além da instalação dos aerogeradores. É necessário definir como a energia será transportada até a costa e em quais pontos deverá ser integrada à rede elétrica brasileira. Para isso, os pesquisadores analisaram diferentes configurações de parques, alternativas de transmissão e pontos de conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Essas escolhas influenciam a capacidade de transmissão, os níveis de tensão e a estabilidade do sistema elétrico. Os estudos fornecem subsídios técnicos para a tomada de decisões sobre a implantação desses empreendimentos, considerando tanto a potência gerada quanto a capacidade da infraestrutura existente.
Segundo Glauco Taranto, o projeto busca fornecer à TotalEnergies conhecimentos técnicos para avaliar como grandes volumes de energia eólica produzida no mar poderão ser integrados ao SIN. A comparação entre tecnologias de transmissão permite identificar pontos de conexão mais apropriados e avaliar possíveis problemas de estabilidade e tensão em diferentes condições de operação.
Os resultados também podem contribuir para o planejamento da expansão da geração eólica offshore no Brasil, oferecendo referências técnicas para decisões de empresas do setor e para a integração futura dessa fonte à matriz elétrica brasileira.
Além de Glauco Taranto, integram a equipe os professores Djalma Falcão e Bráulio Oliveira, do Laspot; Edson Watanabe, do Laboratório de Eletrônica de Potência (Elepot); e Robson Dias, do Laboratório de Fontes Alternativas de Energia (Lafae). O projeto contou ainda com a participação de cerca de dez pesquisadores, em sua maioria alunos. Como desdobramento do trabalho, será publicado um livro em inglês, atualmente em fase de editoração, que reunirá os estudos desenvolvidos.
Reconhecimento
O projeto conquistou o primeiro lugar na categoria Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e, em seguida, o primeiro lugar geral do Prêmio O Setor Elétrico. A premiação ocorreu durante a 56ª edição do Congresso CINASE — Circuito Nacional do Setor Elétrico —, realizada entre 30 de setembro e 1º de outubro, no Expo Rio Cidade Nova. O resultado foi anunciado em 29 de setembro.
A cerimônia também homenageou cinco profissionais por suas trajetórias de destaque no setor elétrico. Entre eles estavam os professores do PEE Richard Stephan e Djalma Falcão.Confira alista de projetos premiados e profissionais homenageados.
A Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ lançou oficialmente, no dia 18 de setembro, o Programa Marco Zero – Inovação Social de Base Tecnológica. Criado para apoiar iniciativas que utilizam ciência, tecnologia e inovação para enfrentar desafios sociais e territoriais, o programa começa com 10 empresas selecionadas entre 300 empreendimentos que participaram do processo seletivo. As empresas foram apresentadas durante a cerimônia de lançamento.
O número de interessados mostra a demanda por iniciativas que buscam colocar conhecimento e tecnologia a serviço de questões sociais e de soluções para diferentes desafios da sociedade. Segundo Rebeca Amaral, coordenadora de Inovação Social do Marco Zero, a proposta é reunir diferentes atores do ecossistema de inovação para fortalecer projetos que desenvolvam e apliquem tecnologias voltadas à transformação social.
As soluções propostas pelas novas empresas abrangem diferentes áreas, como tecnologias sustentáveis de impressão direta para odontologia, identificação de problemas de visão em crianças, Internet das Coisas (IoT) aplicada a cisternas inteligentes e sistemas de alerta para mulheres sob risco de ameaças.
Thiago Aragão, diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe
Para Thiago Aragão, diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, o Marco Zero amplia o compromisso da instituição de compartilhar sua experiência em inovação com quem quer colocar a tecnologia a serviço da sociedade. Segundo ele, ao longo de sua trajetória, a Coppe desenvolveu tecnologias que contribuíram para o avanço de setores estratégicos do país, como óleo e gás, e outras que chegaram ao cotidiano das pessoas. O desafio agora é ampliar esse alcance para novas demandas sociais.
De acordo com Marcos Chaves, Gerente da Incubadora da Coppe, o Marco Zero reúne a experiência já existente na Incubadora e o legado da antiga Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP), recentemente incorporada à estrutura. “A proposta combina metodologia de empreendedorismo, acompanhamento especializado e uma rede de parceiros para acelerar iniciativas de base tecnológica com propósito social”, afirma.
O Marco Zero conta com parceiros como a Finep e amplia a atuação da Incubadora da Coppe, incorporando ao seu ecossistema iniciativas que articulam tecnologia, empreendedorismo e inovação social.
Durante o lançamento, foi realizada a mesa-redonda “Inovação Social de Base Tecnológica: desafios e oportunidades”. Com mediação de Rebeca Amaral, coordenadora de inovação social pela Incubadora e também pesquisadora no Centro Avançado em Sustentabilidade, Ecossistemas Locais e Governança (Casulo) da Coppe, o debate reuniu representantes da área de Tecnologia Social da Subsecretaria de Tecnologias Sociais da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Nides/UFRJ, da Abmen, do Programa Pista, executado pelo PNUD, e do Laboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios (LTDS), do Programa de Engenharia de Produção da Coppe. Neste diálogo, foi possível construir uma perspectiva ampliada sobre a integração entre ciência, tecnologia e inovação para corroborar com soluções voltadas a desafios sociais e territoriais, desde a intencionalidade na criação até o potencial das articulações e ecossistemas neste processo.
Conheça as empresas selecionadas
* Helio Energy – Desenvolveu tecnologia para conectar prédios das prefeituras ao planejamento fotovoltaico, por meio de um software, que funciona como um ecossistema completo que identifica, prioriza e viabiliza os melhores projetos para cada município. A tecnologia tem alto potencial de aplicação, uma vez que apenas 5% dos prédios públicos se beneficiam a geração distribuída.
* Pólen Design – Criou um protótipo de plataforma que organiza sinais dispersos, sobre as pessoas pessoas com 15 anos ou mais que têm a educação básica incompleta. Pela plataforma, equipes que atuma com educação têm como priorizar casos, planejar encaminhamentos e conectarem pessoas à programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e à oportunidades de carreira. Trata-se de uma ferramenta que pode ajudar a solucionar um problema que atinge a 64 milhões de brasileiros.
* Safea – Criação de uma ferramenta que, instalada no celular, pode proteger mulheres e meninas. No Brasil, mais de 29 milhões de mulheres já sofreram violência. pelo aplicativo e com apenas um toque, quem estiver sob ameaça pode compartilhar localização, enviar alerta de emergência para seus contatos. A ferramenta permite a gravação de áudio, e ainda acionar o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), caso necessário . Tudo isso de forma bem discreta.
* Sitimi Labs Inovação – Atua com pesquisas, desenvolvimento e inovação em negócios socioambientais alto impacto positivo. Entre as tecnologias, está a que utiliza Internet das Coisas (IoT) para cisternas inteligentes, incluindo cisternas transportáveis e que utilizam painel fotovoltaico.
* Sistema Rihanna – Criou um sistema que conecta risco climático, mobilidade e operação, transformando a previsibilidade em recomendação para quem tem o poder de decisão, antes de determinar uma interrupção..
* Social Visão do Bem (SVB) – Criação do Corujinha Bem, uma tecnologia social que substitui a triagem de acuidade visual de uma criança, por meio do uso de um game. Enquanto ela brinca, se identifica de precisa ou não usar óculos.A importância da tecnologia está no fato de que 20% das crianças em fase de alfabetização tem problemas de visão não identificados.
* Vem Estar – Criou uma plataforma social que conecta os idosos que vivem isolados socialmente, o que representa 25% do total desta faixa etária, a eventos e lugares validados. Pela plataforma eles têm incentivo de encontros, por afinidade, o que traz um grande benefício para este grupo, incluindo os que têm deficiência.
* Veredictos – Estão construindo um equipamento portátil para detectar com o uso de IA doenças que cegam às pessoas sem serem notadas. Muitas doenças oftalmológicas só são percebidas quando a vista começa a embaçar e, além disso, cerca de 77% dos municípios brasileiros não têm oftalmologista.
* Vozes Talent – Desenvolveu uma plataforma que reúne quatro pilares essenciais para reduzir a desigualdade para as mulheres na ocupação de cargos nas área de tecnologia. A maioria da população brasileira é constituída por mulheres (51,5%), porém na ocupação de cargos ligados à tecnologias elas ocupam apenas 39,2% de um total de 1,2 milhões. Os pilares envolvem teste de direcionamento profissional, formação, mentoria e um banco de talentos.
* Luísa Schubach (nome da empresa em definição) – Criou uma tecnologia sustentável de impressão direta, que funciona a partir de um dispositivo feito de resina e fabricado em impressora 3D, para substituir produtos produzidos com métodos tradicionais que usam plástico na fabricação. São métodos que passam por várias etapas até o produto chegar ao paciente, e isso significa mais materiais e resíduos e maior emissão de carbono.
Pesquisadores da Coppe/UFRJ estão desenvolvendo técnicas de inteligência artificial e visão computacional para detectar defeitos estruturais em tanques de plataformas flutuantes de produção, armazenamento e transferência de petróleo (FPSOs). A tecnologia busca contribuir para a avaliação da integridade dessas estruturas, apoiando inspeções e decisões de manutenção e ajudando a antecipar problemas que podem comprometer a segurança e a confiabilidade das operações offshore.
Os estudos são liderados pelos professores Sergio Lima Netto, atual diretor da Escola Politécnica (Poli) da UFRJ, e Eduardo Antônio Barros da Silva, ambos do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe e do Departamento de Engenharia Elétrica da Poli. As pesquisas são realizadas no Laboratório de Sinais, Multimídia e Telecomunicações (SMT).
Uma das frentes do trabalho utiliza técnicas de inteligência artificial para construir, a partir de fotografias, uma representação tridimensional de ambientes internos dos tanques. O método considera características como a geometria espacial, aparência, variações de cor e luminosidade e o posicionamento dos elementos presentes no ambiente.
A partir dessa representação 3D, os pesquisadores pretendem utilizar técnicas de visão computacional para identificar falhas estruturais, como corrosão e rachaduras. “Com essa técnica, iremos fazer a representação 3D de algumas estruturas e, em cima dessa representação, detectar falhas estruturais como corrosão e rachaduras usando técnicas de visão computacional”, explica Sergio Lima Netto.
O trabalho vem sendo desenvolvido em colaboração com a ABS Group, que atua na área de inspeção, certificação e integridade de ativos. A parceria foi reconhecida no dia 22 de setembro, durante a ROG 2026, quando os professores receberam uma placa de homenagem da empresa pela colaboração nos estudos voltados ao desenvolvimento dessas tecnologias.
Igor, segundo à direita, conquista Prêmio Plínio Cantanhede na ROG 2026
Professores, pesquisadores e alunos da Coppe/UFRJ participaram da Rio Oil & Gas (ROG) 2026, realizada de 21 a 24 de setembro, no Riocentro, com contribuições em debates sobre inovação, transição energética e desafios da indústria, além da apresentação de pesquisas e tecnologias. Um dos destaques foi a conquista do Prêmio Plínio Cantanhede por Igor Barreto Julião, aluno do Programa de Planejamento Energético (PPE), no eixo Diversificação Energética e Soluções de Baixo Carbono.
O trabalho premiado, intitulado Qual será a demanda por materiais críticos para o Brasil atingir suaNDC? investiga a demanda por materiais essenciais para que o país cumpra suas metas climáticas, formalizadas na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), no âmbito do Acordo de Paris. Desenvolvido no Centro de Economia Energética e Ambiental (Cinergia), o estudo teve orientação dos professores Alexandre Szklo e Roberto Schaeffer e foi reconhecido no tema “Minerais Críticos e Estratégicos para a Transição Energética”.
Participação em debates
Alfredo Renault, diretor do Centro Virtual de Soluções Tecnológicas de Baixo Carbono, moderou três sessões sobre o papel do setor de petróleo e gás na transição energética, o uso da inteligência artificial na cadeia energética e os desafios para levar a inovação à aplicação prática.
Marysilvia Costa, diretora de Tecnologia e Inovação da Coppe, participou de uma sessão promovida pelo iUP IBP sobre cenários futuros do setor energético, com discussões sobre avanços tecnológicos, inteligência artificial, descarbonização e transição geracional. Também debateu a conexão entre demandas da indústria e soluções de pequenas empresas, durante o Fórum Sebrae de Oportunidades no Óleo e Gás.
Entre os demais participantes da Coppe nos debates estiveram os professores Gabriela Ribeiro Pereira e Paulo Emílio Valadão de Miranda, do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM).
Pesquisas e tecnologias apresentadas
A participação da Coppe na programação técnica e na área de exposição incluiu estudos e soluções desenvolvidos em laboratórios da instituição e por startups vinculadas à sua Incubadora de Empresas.
Inspeção de estruturas offshore: a equipe do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem (LNDC) apresentou a ferramenta MIRE, desenvolvida em parceria com a Petrogal Brasil para inspecionar dutos offshore com revestimento interno polimérico. A pesquisadora Marcella Grosso também apresentou um robô híbrido para inspeção automatizada de cascos de plataformas FPSO e um sistema de inspeção e monitoramento de dutos offshore. Os dois estudos foram desenvolvidos em parceria com a Petrogal Brasil.
Sistemas de ancoragem offshore: Rodrigo Soares, pesquisador de pós-doutorado do Programa de Engenharia Oceânica, apresentou um estudo desenvolvido no Laboratório de Ondas e Correntes, em parceria com a DELP Engenharia Mecânica, sobre estabilidade direcional e instalação de torpedo piles, estruturas utilizadas em sistemas de ancoragem offshore.
Recuperação avançada de petróleo: Agatha Densy dos Santos Francisco apresentou duas pesquisas do Laboratório de Recuperação Avançada de Petróleo (LRAP), relacionadas à caracterização da molhabilidade de rochas, com foco no aumento da recuperação de óleo, e ao uso da reinjeção de CO₂.
Tecnologias de baixo carbono: a CarbonAir Energy, startup residente na Incubadora de Empresas da Coppe, apresentou uma planta desenvolvida no Brasil para capturar dióxido de carbono diretamente da atmosfera. A CEO da empresa, Bianca Peres, participou da apresentação no espaço iUP Innovation Connections, onde a startup Orion também mostrou seus projetos.
A participação na ROG 2026 evidenciou a diversidade das pesquisas da Coppe voltadas ao setor energético, da integridade de estruturas offshore à transição para uma economia de baixo carbono, além da contribuição da instituição para aproximar pesquisa, inovação e demandas da indústria.
E se um município pudesse saber, com até três semanas de antecedência, que uma onda de internações por doenças respiratórias estava se aproximando? Esse tempo pode fazer uma diferença decisiva para a saúde pública: permite preparar equipes, organizar leitos, direcionar medicamentos e insumos e reforçar o atendimento antes que a demanda aumente.
É essa capacidade de dar tempo para o poder público agir que está no centro do Aesop – Sistema de Antecipação de Surtos com Potencial Pandêmico, desenvolvido desde 2022 em uma parceria entre o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia e a Coppe/UFRJ. O sistema está em fase de implementação pelo Ministério da Saúde e já está em uso pelo SUS.
O Aesop combina inteligência artificial, modelagem matemática e ciência de dados para cruzar diferentes fontes de informação e identificar sinais que podem indicar o aumento de doenças. Em análises realizadas, o sistema conseguiu identificar, com até três semanas de antecedência, o aumento de internações por doenças respiratórias em cerca de 60% dos casos analisados.
O sistema utiliza dados que o próprio Ministério da Saúde já produz continuamente, como registros da atenção primária, informações da rede laboratorial e, em parceria com a IQVIA, dados de vendas de medicamentos em farmácias. Também pode incorporar informações disponíveis na web e nas redes sociais, além de dados de mobilidade terrestre, aérea e fluvial.
Na prática, o objetivo é transformar esses dados dispersos em avisos que ajudem gestores a tomar decisões antes que uma situação de saúde se agrave.
“O ganho de alguns dias, ou mesmo semanas, pode fazer diferença significativa na forma como os gestores organizam a assistência à população”, explica o professor Luiz Landau, do Programa de Engenharia Civil da Coppe. Segundo ele, o trabalho da equipe do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) envolveu modelagem, visualização científica e o desenvolvimento de um painel que permite apresentar as informações de maneira clara para diferentes perfis de gestores de saúde.
Da identificação do sinal à ação
O Aesop trabalha em três frentes complementares.
A primeira é a vigilância sindrômica, que monitora diferentes bases de dados em busca de alterações que possam indicar aumento de casos.
A segunda é a coleta inteligente de amostras: quando um padrão anormal é identificado, o sistema pode orientar a vigilância epidemiológica sobre onde realizar a coleta de amostras clínicas. Essas amostras são então analisadas por sequenciamento genético, permitindo identificar rapidamente patógenos conhecidos e, eventualmente, novos agentes infecciosos.
A terceira frente é o mapeamento das possíveis rotas de disseminação. A partir de dados de mobilidade, modelos matemáticos projetam como um patógeno pode se espalhar entre diferentes regiões, oferecendo aos gestores informações para orientar medidas preventivas e a distribuição de recursos.
Para integrar todas as informações adequadas à tomada de decisão foi desenvolvida uma plataforma digital que conecta visualização científica e banco de dados. A plataforma constitui o principal ponto de interface entre o sistema de análise e os gestores de vigilância em saúde.
A interface permite a visualização de sinais de anomalia em diferentes escalas territoriais (municípios, regiões imediatas, estados e nacional). Há um painel estratégico simplificado, voltado à tomada de decisão rápida por gestores, e um painel técnico mais detalhado, destinado a análises aprofundadas por epidemiologistas e analistas.
Embora tenha sido desenvolvido inicialmente com foco em doenças respiratórias, o sistema foi ampliado também ao monitoramento de arboviroses, como dengue e zika, e está em desenvolvimento para detecção de síndromes diarreicas.
Testado em situação real
O Aesop já foi testado em escala real. No Amazonas, durante 11 semanas de operação, o sistema gerou 86 alertas antecipados. Em um dos episódios, identificou um aumento de síndrome gripal três semanas antes da elevação dos casos, permitindo uma resposta mais rápida da vigilância local. Além disso, Minas Gerais também iniciou as tratativas para iniciar os testes operacionais em agosto a partir de suas unidades estaduais e municipais.
O projeto também utiliza métodos metagenômicos para aprimorar a identificação de agentes infecciosos e já colaborou na identificação de mais de 330 patógenos respiratórios. Os trabalhos já publicados no Aesop podem ser acessados em https://cidacs.bahia.fiocruz.br/aesop/artigos-cientificos/.
Na Coppe, participam pesquisadores do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce), do Núcleo Avançado de Computação de Alto Desempenho (Nacad) e dos Programas de Engenharia Biomédica e de Engenharia de Produção.
Segundo Landau, a amplitude da colaboração é um dos pontos fortes do projeto. “O Aesop é resultado de uma parceria muito extensa, muito abrangente, em prol da saúde pública em nosso país”, destaca.
Liderado pelo pesquisador da Fiocruz, Manoel Barral-Netto, o projeto reúne uma ampla rede de instituições, entre elas a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado (Acessa), a IQVIA e a Rede Genômica Fiocruz.
O desenvolvimento do sistema foi financiado pela Fundação Rockefeller, como apoio fundador e agora está financiado pelo Ministério da Saúde.
Ao transformar dados em sinais de alerta, o Aesop pode ajudar a mudar a lógica da resposta a emergências de saúde: em vez de esperar a demanda chegar aos hospitais, oferecer ao poder público tempo para se preparar
A tecnologia do MagLev-Cobra, trem de levitação magnética desenvolvido pela Coppe/UFRJ em parceria com a Escola Politécnica (Poli) da UFRJ, foi licenciada, no dia 1º de outubro, para a empresa Aerom. Com o licenciamento, a empresa passa a ter autorização para utilizar a tecnologia e fabricar a nova versão do veículo, abrindo caminho para uma nova etapa de testes e para o avanço do projeto em direção ao mercado.
O novo modelo foi projetado pela Aerom com sistemas de portas, refrigeração e automação compatíveis com padrões internacionais. A transferência da tecnologia foi conduzida pela Agência Inova UFRJ e representa um passo importante na trajetória do MagLev-Cobra, que começou a ser desenvolvido há cerca de 20 anos.
Richard Stephan faz uma retrospectiva do projeto
O próximo passo será a realização de novos testes, com viagens diárias previstas para os próximos meses. A expectativa é que essa etapa permita ao projeto alcançar o TRL 8 (Technology Readiness Level 8), nível de maturidade tecnológica em que uma solução já está integrada e validada em condições reais de operação.
“É impossível uma universidade galgar níveis de maturidade tecnológica tão elevados sem uma parceria. É impossível conduzir um projeto desse dentro da universidade sem uma empresa, e a empresa certa é a Aerom”, afirmou o professor Richard Stephan, coordenador do projeto e professor do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe e da Poli.
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Da pesquisa aos testes em condições reais
Ao longo de sua trajetória, o MagLev-Cobra passou por diferentes etapas de desenvolvimento e testes. Durante quatro anos de operação experimental, o veículo transportou mais de 20 mil passageiros. Os testes também permitiram identificar problemas e desenvolver novas soluções, como no caso da oxidação dos ímãs de terras raras utilizados nos trilhos.
O sistema de levitação do MagLev-Cobra combina supercondutores instalados na parte inferior do veículo e trilhos formados por ímãs de terras raras. Nesse componente, uma nova solução desenvolvida na UFRJ poderá contribuir para ampliar a autonomia tecnológica do projeto: um revestimento para os ímãs, resultado da pesquisa de doutorado de Ana Laura Campista, do Programa de Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos (EPQB), da Escola de Química da UFRJ.
Para Richard, a parceria com a Aerom representa justamente a conexão necessária para que uma tecnologia desenvolvida na universidade avance para níveis mais elevados de maturidade e possa chegar ao mercado.
“Devemos cada vez mais aproveitar o conhecimento gerado aqui na universidade”, diz Suzana Kahn
A diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, também destacou a importância dessa conexão. Segundo ela, a universidade reúne grande potencial para transformar pesquisa em soluções aplicadas, mas precisa ampliar as pontes com o setor produtivo para que essas tecnologias avancem.
“Temos tantas coisas na universidade, tanto potencial de transformar uma pesquisa em algo já comercial e atender às demandas da sociedade, mas nos falta esta ponte, esta persistência, ou essa capacidade empreendedora”, afirmou Suzana. “Devemos cada vez mais aproveitar o conhecimento gerado aqui na universidade, dar o retorno à sociedade, para que tenhamos de fato a comercialização de uma série de inovações tecnológicas que produzimos aqui.”
Para o reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho, a transformação do conhecimento científico em produtos, serviços e tecnologias é parte importante da contribuição da universidade para a sociedade.
“O Brasil precisa produzir, difundir conhecimento, formar profissionais e fortalecer a pesquisa básica, e precisa também ampliar sua capacidade de transformar esse patrimônio em inovação, em produtos, serviços e tecnologias úteis à população. Por isso, a parceria entre a universidade e o setor produtivo é fundamental”, destacou.
A diretora da Inova UFRJ, professora Daniela Uziel, ressaltou a importância de estimular pesquisadores a pensar também nos caminhos que suas tecnologias podem percorrer fora da universidade. Segundo ela, é preciso ampliar o número de pesquisadores que tenham essa perspectiva e busquem empresas para desenvolver e levar suas tecnologias adiante.
O CEO da Aerom, Marcus Coester, classificou o MagLev-Cobra como uma tecnologia de fronteira na área de transportes. Para ele, embora o Brasil tenha uma estrutura científica de excelência, é necessário ampliar os investimentos direcionados ao desenvolvimento tecnológico.
Um passo para aproximar a tecnologia do mercado
Daniela Uziel, Roberto Medronho, Richard Stephan e Marcus Coester após a assinatura do licenciamento
Para a Coppe, o caso também ilustra um dos desafios da inovação no país: criar mecanismos para que o conhecimento produzido nas universidades atravesse a etapa de pesquisa e desenvolvimento e chegue ao setor produtivo e à sociedade.
O licenciamento foi assinado pelo reitor da UFRJ, Roberto Medronho; pelo CEO da Aerom, Marcus Coester; e pela diretora da Inova UFRJ, Daniela Uziel. Também participaram do evento a vice-reitora da UFRJ, professora Cássia Turci; a decana do Centro de Tecnologia da UFRJ, professora Cláudia Morgado; e o subsecretário de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro, Maurício Guedes.
O professor Márcio Almeida, da Coppe/UFRJ, é o acadêmico responsável pela 22a edição da Palestra Milton Vargas, um dos eventos mais tradicionais da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS). O professor do Programa de Engenharia Civil (PEC) levará a dez capitais do nosso país sua apresentação “Da Terra ao Mar: previsão e experimentação em geotecnia”, de 6 de outubro a 23 de novembro.
Da Terra ao Mar: uma trajetória
O tema escolhido por Márcio Almeida acompanha sua própria trajetória acadêmica. Sua experiência inicial foi com solos moles, área que reúne a maior parte das orientações que fez ao longo da carreira. A palestra parte desse panorama inicial, migra para barragens de rejeitos e pilhas na área de mineração, e encerra com o papel da modelagem física.
A mudança de escala é um dos fios condutores da apresentação. Obras onshore, mesmo de grande porte, permitem monitoramento em escala real. Já em águas profundas, com estruturas de diferente ordem de magnitude, a estratégia é outra: entram em cena os modelos físicos reduzidos, testados em centrífugas geotécnicas de macrogravidade, capazes de simular as tensões da obra real.
“Levar adiante uma palestra que carrega o nome de Milton Vargas é, para mim, motivo de orgulho e também de grande responsabilidade.Vamos estimular os colegas que não estão nessa área a sair da caixinha e entrar nesse universo”, diz o professor, que coordena o Laboratório Multiusuário em Modelagem Centrífuga (LM²C).
Em entrevista ao canal da ABMS, no YouTube, o professor comenta sobre o convite e adianta os principais eixos da palestra.
O professor Márcio Almeida foi o palestrante da quinta edição do “Por que Engenharia?”, evento de extensão da Coppe que convida estudantes do ensino médio e todos os interessados em ciência, tecnologia e inovação a conhecer de perto o impacto da Engenharia na sociedade.
Sobre a Palestra Milton Vargas
Uma das iniciativas mais tradicionais da ABMS, a Palestra Milton Vargas promove o intercâmbio técnico e científico entre profissionais, pesquisadores e estudantes de geotecnia, homenageando a cada edição nomes que marcaram a história da engenharia geotécnica brasileira.
– 6 de outubro, 18h30 – Belo Horizonte (MG): Auditório da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade FUMEC (FEA/FUMEC)
– 7 de outubro, 19h – Goiânia (GO): Auditório Professor Biolkino Pereira, Escola de Engenharia Civil e Ambiental da UFG
– 9 de outubro, 19h – Porto Velho (RO): Teatro Banzeiros, R. José do Patrocínio, 110, Centro
– 20 de outubro, 18h – Vitória (ES): Auditório do Crea-ES, R. Izidro Benezath, 48, Enseada do Suá
– 21 de outubro, 15h – Salvador (BA): Auditório da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (SEINFRA), 4ª Avenida, nº 440, Centro Administrativo da Bahia (CAB)
– 22 de outubro, 19h – Recife (PE): Auditório Joseph Mesel, Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco (Poli/UPE), Rua Benfica, nº 455, Madalena
– 29 de outubro, 18h – Rio de Janeiro (RJ): Clube de Engenharia, Av. Rio Branco, 124, Centro
– 10 de novembro, 18h30 – São Paulo (SP): Instituto de Engenharia
– 11 de novembro, 19h – Curitiba (PR): Instituto de Engenharia do Paraná (IEP)
– 23 de novembro, 13h30 – Porto Alegre (RS): GEORS, PUCRS
A equipe vencedora entre Marcos Chaves e Suzana Kahn
Maratona reuniu 60 finalistas de diferentes áreas para trabalhar com dados e problemas do setor elétrico e desenvolver protótipos com inteligência artificial
Como usar dados e inteligência artificial para enfrentar problemas reais da transição energética? Essa foi a pergunta que mobilizou 60 participantes, distribuídos em 12 equipes, durante a etapa final do Hackathon IA 2026, realizado entre 25 e 27 de setembro, no Instituto 12, no Leblon. Promovida pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e pela Made in Rio, a maratona colocou estudantes, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas diante de desafios concretos do setor de energia.
Ao longo da competição, as equipes tiveram acesso a dados reais e se debruçaram sobre problemas que vão do desperdício de energia renovável à redução do uso de usinas termelétricas. Com apoio de mentores especializados em energia, inteligência artificial, produto, inovação e negócios, os participantes desenvolveram protótipos e tiveram cinco minutos para apresentar não apenas o que construíram, mas como aquelas soluções poderiam ser aplicadas fora do hackathon.
Para o gerente executivo da Incubadora de Empresas da Coppe, Marcos Chaves Martins, a experiência mostra o potencial de aproximar conhecimento, talento e problemas concretos. “Ver 60 hackers pegarem dados reais do setor elétrico e, em três dias, entregarem protótipos que respondem a problemas do ONS e da Taesa mostra o tamanho do talento que o Rio forma. Tenho certeza que o potencial deste movimento que envolve o hackathon é enorme para a formação das pessoas e para a qualificação das ideias. A Incubadora está de portas abertas para que esses projetos virem empresas.”
A competição começou 20 dias antes da etapa presencial, com atividades de treinamento e um ideathon, etapa dedicada a formação da ideia. Os 60 finalistas foram selecionados entre mais de 530 inscritos. Durante a maratona, além dos mentores, os participantes tiveram contato com representantes da Prefeitura do Rio, Sebrae e Invest.Rio e de empresas como Visagio, Grupo Guanabara, Taesa e OceanPact. Também acompanharam o evento representantes do BNDES Garagem e o Corporate Venture Capital (CVC) da Petrobras.
Três equipes premiadas
“A experiência mostra o potencial de aproximar conhecimento, talento e problemas concretos”, avalia Marcos Chaves
A equipe Atanora conquistou o primeiro lugar com a Predicta, tecnologia que utiliza inteligência artificial para antecipar picos de demanda e indicar momentos de menor custo e maior eficiência para o consumo de energia. A proposta pode ajudar distribuidoras a aliviar a pressão sobre a rede e consumidores a reduzir gastos.
Formada por Larissa Cunha Pinheiro, doutora pelo Programa de Engenharia Nuclear da Coppe, Pedro Aquino da Costa e Rômulo Ferreira Goes, da UFF, Raul de Almeida Castro Neto, Uerj, e Ricardo Fernandes de Araújo, do Cefet/RJ, a equipe recebeu R$ 10 mil, US$ 10 mil em créditos daAWS e, para seguir desenvolvendo as propostas, duas semanas de acesso ao Supercomputador Santos Dumont que, instalado no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), é um dos mais potentes do Brasil,
Em segundo lugar ficou a CapiWatt, que desenvolveu uma ferramenta de IA para pesquisar e organizar processos regulatórios da Aneel, oferecendo respostas acompanhadas de fontes verificáveis. A equipe recebeu R$ 7 mil, US$ 10 mil em créditos da AWS e duas semanas de acesso ao Santos Dumont.
O terceiro lugar ficou com a GPU Team, que utilizou dados do ONS e inteligência artificial para identificar gargalos na transmissão e simular investimentos em infraestrutura capazes de reduzir o desperdício de energia eólica e solar. A equipe recebeu R$ 5 mil, US$ 10 mil em créditos da AWS e duas semanas de acesso ao supercomputador.
Da competição para a inovação
“Tais soluções são uma forma de devolvermos à sociedade o investimento”, diz Suzana Kahn
O hackathon criou um ambiente para que os participantes pudessem experimentar, trabalhar em equipe e aplicar tecnologia a problemas que já fazem parte da realidade do setor energético.
Para a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, a integração entre diferentes áreas de conhecimento é um dos aspectos que torna a experiência relevante. “Eu vejo que este hackathon e suas diferentes áreas do conhecimento, de transferências e experiências, trará um resultado muito interessante. Desejo que essas soluções possam ter continuidade, gerando pequenas empresas, startups e, de repente, uma grande empresa. Tais soluções são uma forma de devolvermos à sociedade o investimento que se faz na universidade.”
“Nós queremos continuar tendo produção científica de alto nível”, diz Thiago Aragão
O diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, professor Thiago Aragão, também destacou a possibilidade de transformar os resultados da pesquisa em iniciativas que cheguem à sociedade. “Nós queremos continuar tendo produção científica de alto nível, com padrão internacional, mas que isso seja um meio, e não um fim. Queremos que a sociedade se beneficie do que desenvolvemos.”
Os projetos seguem agora para uma nova etapa, com possibilidade de incubação e conversas com empresas interessadas em levar algumas das soluções adiante. A iniciativa reforça a proposta da Incubadora de aproximar a capacidade científica e tecnológica da Coppe de oportunidades concretas de inovação e empreendedorismo.
Para Luana Helsinger, cofundadora e CEO da Made in Rio, a realização do hackathon também evidencia a combinação, no Rio de Janeiro, entre uma forte vocação para energia e uma base científica e tecnológica formada por instituições de pesquisa e ensino.
O Hackathon IA Coppe 2026 foi promovido pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e pela Made in Rio, em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), AWS, LNCC e Prefeitura do Rio de Janeiro, e contou com o patrocínio da OceanPact, Visagio, Sebrae e Faperj.
Confira os três equipes vencedoras
1º lugar: Atanora Larissa Cunha Pinheiro (Coppe), Pedro Aquino da Costa (UFF), Raul de Almeida Castro Neto (UERJ), Rômulo Ferreira Goes (UFF) e Ricardo Fernandes de Araújo (CEFET/RJ).
Solução: usa IA para antecipar picos de demanda e indicar quando é mais barato e eficiente consumir energia, ajudando a reduzir a pressão sobre a rede.
Prêmio: R$10 mil em dinheiro + US$ 10 mil em créditos da AWS + duas semanas de acesso ao Supercomputador Santos Dumont
2º lugar: CapiWatt Eric Ruas Leão (PUC-Rio), Carolina Figueiredo Germano (UERJ), Thiago Henriques (PUC-Rio), Eduardo Motta (PUC-Rio) e Jerônimo Augusto Soares (PUC-Rio).
Solução: usa IA para pesquisar e organizar processos regulatórios da ANEEL, entregando respostas com fontes verificáveis e reduzindo o tempo gasto por advogados na busca e análise de informações.
Prêmio: R$7 mil em dinheiro + US$ 10 mil em créditos da AWS + duas semanas de acesso ao Supercomputador Santos Dumont
3º lugar: GPU Team Luciano Chinilato (PUC-Minas), Luciano de Souza Bernardino (IBMEC-RJ), Brener Sousa da Silva (IBMR), Thomas Farias Viana (IME) e Guilherme Vasconcellos Marcelino (UFRJ).
Solução: usa dados do ONS e inteligência artificial para identificar gargalos de transmissão e simular quais investimentos em infraestrutura poderiam recuperar energia eólica e solar hoje desperdiçada.
Prêmio: R$5 mil em dinheiro + US$ 10 mil em créditos da AWS + duas semanas de acesso ao Supercomputador Santos Dumont
Os professores Segen Estefen, Luiz Landau e Suzana Kahn (diretora da Coppe)
*A partir de Comunicação INPO
O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO), a Coppe/UFRJ e a Society for Underwater Technology(SUT/Brasil) estão levando alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro a uma experiência única: uma visita virtual à exploração do mar profundo.
Estudantes do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Dom Hélder Câmara, no Engenho de Dentro, foram à Coppe/UFRJ, na quinta-feira, 24/9, para uma experiência que os levou virtualmente ao oceano profundo. No Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce), eles conheceram o navio de pesquisas oceanográficas R/V Falkor (too), da Schmidt Ocean Institute (SOI), e conversaram ao vivo com pesquisadores brasileiros que estavam a bordo da embarcação, na costa de Fortaleza (CE).
Alunos testam um mini-ROV
A atividade marcou o início da iniciativa “Mergulho nas Águas Profundas do Atlântico Sul”, promovida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO), em parceria com a Coppe/UFRJ e a Society for Underwater Technology (SUT/Brasil). Até o fim de outubro, o projeto promoverá encontros virtuais entre estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro e pesquisadores envolvidos em expedições ao oceano profundo.
Durante a visita, os alunos acompanharam demonstrações de equipamentos utilizados na pesquisa oceanográfica, como veículos operados remotamente (ROVs), capazes de ultrapassar 4 mil metros de profundidade para coletar animais, rochas e amostras de água, além de veículos subaquáticos autônomos (AUVs) e drones.
A transmissão foi conduzida pelos pesquisadores Gabriela Filgueiras e Gabriel Pileggi, ambos do Laboratório de Ecologia e Evolução de Mar Profundo (Lamp), da Universidade de São Paulo (USP). A bordo do Falkor (too), os pesquisadores mostraram laboratórios e equipamentos do navio e explicaram como são realizadas a coleta de organismos e sedimentos e a identificação de novas espécies. Eles participam de uma expedição internacional na Zona de Fratura Romanche, uma das regiões menos conhecidas do Oceano Atlântico, localizada entre a costa brasileira e a África.
Para Segen Estefen, diretor-geral do INPO e professor do Programa de Engenharia Oceânica da Coppe, aproximar os estudantes desse universo pode despertar o interesse pela pesquisa e pelas diferentes profissões relacionadas ao oceano. “Convidamos alunos de escolas públicas para esta visita a um navio de pesquisas oceanográficas com a ideia de motivá-los a desenvolver pesquisas e, no futuro, trabalhar na área do oceano. Precisamos preservar o mar e tratá-lo de forma sustentável.”
A experiência também aproximou os estudantes de uma tecnologia desenvolvida na própria Coppe. Após o contato com os pesquisadores a bordo do Falkor (too), eles conheceram a Luma, primeiro ROV brasileiro a mergulhar nas águas da Antártida. O veículo foi desenvolvido no Laboratório de Controle e Automação, Engenharia de Aplicação e Desenvolvimento (Lead), sob coordenação do professor Alessandro Jacoud, do Programa de Engenharia Elétrica.
A atividade contou com a participação da diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, e do coordenador do Lamce, professor Luiz Landau.
Próximos encontros
A iniciativa “Mergulho nas Águas Profundas do Atlântico Sul” terá encontros com seis escolas públicas do Rio de Janeiro:
02/10 – Cefet – Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Maracanã)
06/10 – Escola Municipal Gonçalves Dias (São Cristóvão)
14/10 – Escola Municipal Rivadavia (Cidade Nova)
20/10 – Escola Estadual Prefeito Mendes de Moraes (Ilha do Governador)
A iniciativa é promovida pelo INPO, em parceria com o Schmidt Ocean Institute (SOI) e a Society for Underwater Technology (SUT/Brasil), com apoio dos laboratórios Lamce e Lead, da Coppe, e da USP.
Quem está pensando em fazer mestrado ou doutorado em Engenharia teve, no dia 23 de setembro, a oportunidade de conhecer de perto as possibilidades oferecidas pela Coppe/UFRJ. Na segunda edição do Coppe de Portas Abertas, estudantes e profissionais puderam visitar laboratórios, conversar com professores, pesquisadores e alunos e conhecer os 13 programas de pós-graduação da instituição, além de iniciativas ligadas ao empreendedorismo e à inovação.
Realizado no hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT), o evento reuniu em um só lugar diferentes caminhos de formação e atuação profissional. Os visitantes puderam conhecer 27 laboratórios, alguns deles espaços que não fazem parte de visitas abertas ao público, e conversar diretamente com integrantes dos programas sobre áreas de pesquisa, linhas de trabalho e possibilidades de formação.
Também foram apresentados dois projetos interdisciplinares da Coppe, o MagLev-Cobra e o Orla sem Lixo, que ajudaram a mostrar, na prática, a diversidade de pesquisas desenvolvidas na instituição e sua relação com problemas concretos.
Os experimentos do Laboratório Mulitusuário em Modelagem Centrífuga (LM²C) chamaram a atenção do público
Da pós-graduação ao empreendedorismo
A programação também mostrou que a trajetória na Coppe pode seguir diferentes caminhos. A Incubadora de Empresas participou desta edição com um espaço dedicado ao empreendedorismo, apresentando iniciativas que aproximam pesquisa, tecnologia e mercado.
Uma das empresas incubadas, a Delta Entech, também participou do evento e apresentou seu portfólio de soluções inovadoras para desafios ambientais, com produtos para remoção de gases tóxicos da atmosfera, e também economia circular, com a reciclagem e reaproveitamento de material descontaminado, mostrando aos visitantes um exemplo de como conhecimentos e tecnologias desenvolvidos no ambiente acadêmico podem chegar ao mercado.
A presença da Incubadora ampliou o olhar sobre as possibilidades que podem surgir a partir da formação e da pesquisa na Coppe, incluindo a criação e o desenvolvimento de negócios de base tecnológica.
Ao reunir 13 programas de pós-graduação, 27 laboratórios, projetos interdisciplinares e o Ecossistema de Inovação da Coppe, o Portas Abertas ofereceu aos visitantes uma visão mais ampla das possibilidades de formação e atuação profissional e uma oportunidade de conhecer, de perto, diferentes caminhos antes de escolher o próximo passo.
O que explica a crise estrutural, nada passageira, do Rio de Janeiro? A mudança da capital para Brasília? A perda de dinamismo da indústria? A dependência da economia de óleo e gás? Para discutir essas questões, a Coppe/UFRJ recebeu o professor e urbanista Mauro Osório, da Faculdade Nacional de Direito (FND/UFRJ), que há décadas estuda o desenvolvimento do estado. A palestra buscou entender a trajetória econômica do Rio e, principalmente, discutir caminhos para o futuro fluminense.
“O carioca, em relação ao conhecimento local, é como um turista apressado”, observou Osório, que começou a estudar o Rio ainda em 1978, durante um estágio com o célebre geógrafo Milton Santos, um dos grandes nomes do pensamento social brasileiro.
Para o professor, um dos marcos da trajetória de perda de dinamismo do estado foi a transferência da capital para Brasília, consolidada nos anos 1970. Embora reconheça a importância da mudança para a integração nacional, Osório avalia que o Rio não recebeu medidas capazes de compensar os efeitos econômicos da perda da capital. “A gente só começa a perceber os efeitos da transferência, principalmente na década perdida, nos anos 80, mas desde os anos 70 nós já somos a economia que menos cresce e fomos o estado que mais perdeu participação no PIB nacional”, afirmou.
Os dados do mercado de trabalho ajudam a dimensionar essa trajetória. Segundo informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), fornecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Rio tinha 520 mil empregos na indústria de transformação em 1985. Em 2025, eram 419 mil. No período, o estado caiu da segunda para a sexta posição entre aqueles com maior número de empregos no setor. Enquanto estados como Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais ampliaram sua participação, a indústria de transformação responde hoje por cerca de 8% do emprego formal no Rio.
O mercado de trabalho também revela desafios importantes. Embora a taxa de desemprego brasileira esteja em 5,4%, no Rio chega a 7,1%, segundo os dados apresentados pelo professor. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o índice alcança 16,7%, contra 11,7% na média nacional.
Osório chamou atenção ainda para as desigualdades dentro do próprio estado. “A desigualdade no Rio se dá do centro para a periferia. A Baixada Fluminense tem sido um deserto produtivo.” Para ele, uma agenda de desenvolvimento precisa priorizar essas regiões, começando pela infraestrutura para criar condições de atração de investimentos e geração de empregos qualificados. O professor também defendeu a reestruturação do setor público e o enfrentamento dos problemas de segurança que afetam o ambiente econômico e social do estado.
Uma agenda para o futuro
Apesar do diagnóstico desafiador, a palestra não se limitou a apontar os problemas. “Precisamos ser realistas no diagnóstico e otimistas nas soluções”, resumiu Osório.
Coordenador do programa interinstitucional de estímulo à pesquisa sobre o estado do Rio de Janeiro, organizado pelo Fórum de Reitores das Instituições Públicas de Ensino do Estado do Rio de Janeiro (Friperj), o professor propõe a construção de uma Agenda Fluminense, reunindo governo e instituições de pesquisa em torno de estratégias de desenvolvimento.
Entre os setores apontados como estratégicos estão a economia e inovação em saúde; petróleo, gás e transição energética; turismo, entretenimento, cultura e mídia; indústria de defesa; e agroindústria.
A proposta parte de uma premissa simples: conhecer melhor o estado é uma condição para enfrentar seus desafios. “Para sair dessa crise, primeiro a gente precisa entender que crise é essa. O médico, se não tiver um bom diagnóstico, não salva o paciente.”
Uma cidade com focos de dengue para identificar. Uma região que precisa ser evacuada. O desafio de descobrir um novo medicamento. Esses foram alguns dos cenários encontrados pelos participantes da 4ª edição do Clube de Jogos da Coppe/UFRJ, realizada no dia 24 de setembro, durante a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe.
Cerca de 20 jogos e simuladores estiveram à disposição de estudantes, pesquisadores e visitantes, que puderam jogar, conhecer projetos desenvolvidos na Coppe e participar de oficinas sobre criação de jogos e game design. A programação mostrou como essas ferramentas podem ser utilizadas não apenas para diversão, mas também para ensinar, simular situações e apresentar questões de ciência e tecnologia de maneira mais interativa.
Bianca Valverde experimenta o jogo Mobilize!
Entre os participantes estava a pesquisadora da Escola de Química da UFRJ Bianca Valverde, que experimentou o Mobilize!, jogo desenvolvido por estudantes da Escola Politécnica da UFRJ para identificar focos de dengue em diferentes pontos de uma cidade.
Para Bianca, a possibilidade de abordar um tema de saúde pública por meio de um jogo pode facilitar a compreensão, especialmente entre crianças. “O jogo é uma forma muito mais lúdica para se passar uma informação, e as crianças ainda passam essas informações a seus pais”, avaliou, enquanto participava da atividade.
Jogos que aproximam diferentes áreas
A programação foi organizada pelo doutorando Mateus Espanha, do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC), que reuniu jogos desenvolvidos em laboratórios, projetos de pesquisa e ações de extensão. A iniciativa também evidenciou as parcerias que vêm sendo construídas em torno dos jogos e de suas aplicações.
Um dos exemplos foi o DiscoverX, desenvolvido pelo Laboratório de Ludologia, Engenharia e Simulação da Coppe (Ludes), do PESC, em parceria com a Fiocruz. O jogo apresenta, em sete etapas, o processo de descoberta de um medicamento, permitindo que os participantes conheçam de forma interativa diferentes fases deste percurso.
Também estavam presentes jogos desenvolvidos em parceria com outras unidades da UFRJ, mostrando que a criação de jogos pode aproximar diferentes áreas do conhecimento e gerar novas formas de apresentar conteúdos científicos.
Outra atração foi um simulador da plataforma Rota, desenvolvida no Centro de Estudos e Pesquisas em Engenharia de Defesa (Ceped), do Programa de Engenharia de Produção. Usando óculos de realidade virtual, os participantes eram transportados para uma região que precisava ser evacuada e tinham de encontrar um ponto de apoio para se abrigar.
Jogos como ferramenta de aprendizagem
Além das demonstrações, o Clube de Jogos promoveu oficinas que permitiram aos participantes conhecer um pouco mais sobre o processo de criação dessas ferramentas, incluindo uma atividade específica de game design.
A proposta é mostrar que jogos e simuladores podem ser utilizados em diferentes contextos, aproximando pessoas de temas científicos, reproduzindo situações que seriam difíceis de experimentar na vida real e criando ambientes para aprender de maneira mais participativa.
O Clube de Jogos da Coppe é organizado pela Diretoria de Tecnologia e Inovação da instituição, com apoio do InovaUFRJ e dos laboratórios Casulo, Ceped e Desis, do Programa de Engenharia de Produção (PEP), e do Ludes, do Programa de Engenharia de Sistemas (PESC). A iniciativa conta ainda com a colaboração dos projetos de extensão Eds Maker e LabEscola3D.
Cerca de 40 estudantes dos três anos do ensino médio da Faetec Visconde de Mauá, reunidos pelo interesse em Engenharia, passaram uma manhã diferente na Coppe/UFRJ, no dia 24 de setembro. A turma, formada majoritariamente por meninas, integra o Faetec 4.0: Projeto Mais Meninas na Tecnologia, iniciativa que estimula o contato das estudantes com a tecnologia e a prática em laboratório. A visita fez parte de mais uma edição do programa de extensão Ciência em Rede, da Coppe, com apoio da Faperj.
No Laboratório de Processamento Termomecânico (Termic), do Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM), os estudantes acompanharam de perto como uma lâmina de alumínio pode ganhar forma e se transformar em produtos como uma latinha de refrigerante. A professora Rafaella Martins Ribeiro conduziu a atividade e mostrou os equipamentos utilizados no processamento do material, explicando, de maneira didática e prática, o que acontece em diferentes etapas da fabricação.
Ana Clara, à direita, estuda Engenharia em casa lendo livro sobre metais
A demonstração também mostrou que, por trás de um produto comum do dia a dia, existe uma série de decisões de Engenharia. Não basta dar forma ao alumínio: é preciso definir características que permitam que o produto seja seguro, resistente, leve e adequado ao uso e à reciclagem.
“É importante desenvolver um produto que seja barato e seguro, sem riscos de partículas do alumínio se desprenderem e interferirem no organismo das pessoas. Uma latinha, por exemplo, tem que ser leve, preparada para ser empilhada e deve ter flexibilidade para ser amassada, de forma a facilitar sua reciclagem”, explicou Rafaella.
Para Ana Clara, estudante do 1º ano de Eletrônica, a experiência reforçou um interesse que ela já cultiva fora da sala de aula. “Estudo Engenharia em casa, lendo livros sobre metais, além do que já faço na Faetec na prática. Eu gostaria de trabalhar com materiais grandes na indústria e usando máquinas como essas”, contou.
Mais meninas na tecnologia
Maria de Fátima diz que a visita propicia o conhecimento da operacionalidade às alunas
O Faetec 4.0: Projeto Mais Meninas na Tecnologia surgiu para ampliar a familiaridade das estudantes com atividades práticas e ambientes tecnológicos. Segundo a professora de Biologia Maria de Fátima, muitas meninas inicialmente não se veem como técnicas ou profissionais da área. “Esta visita que estamos fazendo aqui na Coppe propicia o conhecimento da operacionalidade a essas alunas, o que torna o processo de aprendizado mais atrativo. Muda a visão da aluna e também sua perspectiva de futuro”, afirmou.
A programação não ficou restrita ao Termic. Divididos em três grupos, os estudantes visitaram também o Espaço Coppe, onde conheceram outras pesquisas desenvolvidas na instituição, e participaram da 4ª edição do Clube de Jogos, realizada durante a Semana Acadêmica e Cultural da Coppe.
A passagem pela Coppe combinou, assim, diferentes formas de conhecer a Engenharia: a observação de um processo dentro de um laboratório, o contato com pesquisas desenvolvidas na instituição e uma atividade mais descontraída, que estimulou a interação e o raciocínio.
Ciência em Rede
O Ciência em Rede é um programa de extensão da Coppe/UFRJ, com apoio da Faperj, que aproxima estudantes do ensino médio das pesquisas desenvolvidas na Engenharia. A iniciativa busca apresentar aos jovens, de forma acessível e por meio de experiências práticas, o trabalho realizado nos laboratórios e as possibilidades de formação e atuação nas áreas de ciência, tecnologia e inovação.
A exposição, com fotos e curadoria do professor Sérgio Lima Netto, inaugura o espaço “O olhar para além da Engenharia”
A Coppe/UFRJ inaugurou, em 21 de setembro, a exposição “Voando em campus”, que reúne parte do acervo fotográfico das mais de 200 espécies de aves já catalogadas na Cidade Universitária. A mostra marca também a abertura de um novo ambiente do Espaço Coppe, o “O olhar para além da Engenharia”, criado para receber exposições artísticas temporárias e revelar outros olhares de quem ensina, trabalha ou estuda no Centro de Tecnologia.
Com curadoria do professor Sergio Lima Netto, do Programa de Engenharia Elétrica, a exposição reúne fotografias produzidas por ele e pelo servidor aposentado da Prefeitura Universitária Alfredo Heleno de Oliveira, que dedicou mais de 40 anos a observar, registrar e fotografar as aves que habitam a Ilha do Fundão ou passam pela região durante seus trajetos migratórios.
São 28 fotografias impressas, acompanhadas por um monitor de tela grande que exibe imagens de mais de 60 outras espécies, com uma breve descrição de cada uma. O material faz parte de um levantamento que identificou 215 espécies na Cidade Universitária. O acervo completo, com registros fotográficos e descrições bilíngues (português e inglês), será publicado no início de 2027 no livro Guia de Aves da UFRJ (Ilha do Fundão).
A obra terá também a revisão científica da professora Vânia Soares Alves, do Instituto de Biologia da UFRJ, que atua no Laboratório de Ornitologia.
Um encontro entre duas gerações
A exposição reúne o trabalho de dois fotógrafos que chegaram à observação de aves em momentos diferentes. Sergio Netto começou a “passarinhar” há cerca de dois anos, primeiro no Jardim Botânico e depois na UFRJ, onde trabalha e costuma chegar cedo. Foi nesse período que conheceu Alfredo Heleno, que já era uma referência entre os observadores de aves da Ilha do Fundão.
“Nos grupos de passarinheiros sempre citavam o Alfredo Heleno como uma referência na fotografia de aves na Ilha do Fundão, e um dia, ao sair para fotografar, eu o encontrei”, conta Sergio.
“Eu comecei a montar a minha planilha de espécies encontradas e fotografadas tendo a planilha dele como referência. O objetivo do livro é consolidar o trabalho iniciado por ele. Não se preserva o que não se conhece. Precisamos conhecer a biodiversidade presente em nossa universidade, para valorizá-la e preservá-la”, explica o professor Sergio, também diretor da Escola Politécnica (Poli/UFRJ).
Olhar para além da Engenharia
A exposição foi escolhida para inaugurar o novo nicho “O olhar para além da Engenharia”, localizado no Bloco I do Centro de Tecnologia. O espaço foi concebido e criado pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, por Fernanda Metello e Yasmin Gomes, e é gerido pela Diretoria de Extensão da Coppe.
A proposta é mostrar, por meio de exposições artísticas temporárias, que as chamadas hard sciences também dialogam com a sensibilidade artística e com o ambiente que nos cerca. No caso de “Voando em campus”, a presença das aves no Centro de Tecnologia cria uma oportunidade para ampliar a percepção sobre a biodiversidade da própria universidade.
A exposição busca sensibilizar estudantes, pesquisadores, servidores e demais pessoas que circulam pelo CT para a relação entre ciência, ambiente e preservação. O registro da biodiversidade, nesse sentido, é também uma forma de conhecê-la e valorizá-la.
Visitação
Voando em campus pode ser visitada às quartas-feiras, das 10h às 16h. Nos demais dias, é necessário fazer oagendamento.
Durante a Semana Acadêmica e Cultural, a Coppe/UFRJ recebeu, no dia 21 de setembro, representantes daSouthwest Jiaotong University (SWJTU), na China, para apresentar oportunidades de estudo, pesquisa e intercâmbio internacional. Sediada em Chengdu, capital da província de Sichuan, a universidade tem tradição nas áreas de engenharia, transporte e infraestrutura e mantém programas de formação e pesquisa em diferentes áreas.
A palestra foi conduzida pelo professor Junhua Xu, diretor-adjunto do Escritório de Cooperação e Intercâmbio Internacional, e por Hai Chi, gerente de Assuntos Estudantis Internacionais. Eles apresentaram possibilidades de mobilidade acadêmica, estudos e colaboração em pesquisa para estudantes e pesquisadores estrangeiros.
“Nossa universidade tem o mais abrangente conjunto de plataformas de pesquisa do setor ferroviário mundial, com 104 laboratórios, e trabalhamos rumo à sustentabilidade do transporte ferroviário. A Southwest Jiaotong promove a conectividade global e fomenta o intercâmbio internacional entre pessoas por meio da educação”, destacou o professor Xu.
Além de apresentar as oportunidades de intercâmbio aos alunos da Coppe, a visita contribuiu para ampliar o diálogo entre as duas instituições e discutir possibilidades de uma cooperação acadêmica e científica mais abrangente.
O encontro foi mediado pelo diretor de Assuntos Acadêmicos da Coppe, professor Jean-David Caprace, e pelo professor Richard Stephan, do Programa de Engenharia Elétrica.
“Embora o idioma seja uma barreira para ambos, os chineses são um povo caloroso, amigável e prestativo. Eles sempre buscam ajudar e, quando não entendem inglês, procuram quem saiba para que possam ajudar o estrangeiro. China e Brasil têm suas especificidades e seus próprios desafios, mas têm muitas similaridades também”, afirmou Richard.
O caminho para Chengdu
Segundo Hai Chi, a Southwest Jiaotong University mantém cerca de 200 parcerias em 60 países e territórios. Estudantes estrangeiros interessados em ingressar na universidade devem preencher, em inglês ou chinês, o formulário disponível nosite de admissão da SWJTU, pagar a taxa de registro e, posteriormente, solicitar o visto de estudante correspondente ao período de permanência na China.
Para os cursos de pós-graduação, foram apresentadas as seguintes condições:
Doutorado: ter mestrado e idade inferior a 40 anos;
Mestrado: ter graduação e idade inferior a 35 anos.
Os candidatos também devem comprovar proficiência em chinês ou inglês. A universidade oferece quatro modalidades de bolsas, integrais ou parciais: CSC Scholarship, SWJTU Presidential Scholarship, Chengdu Government Scholarship e MOFCOM Scholarship.
Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
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Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS Contato do coordenador: campos@smt.ufrj.br
Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.
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Escola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.
Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.
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Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
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Título: Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS Contato do coordenador: ddantas@oceanica.ufrj.br
Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.
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Polímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
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Título: Polímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES Contato do coordenador: taissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br
Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.
Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.
Programa de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
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Título: Programa de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com
Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ
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Espaço COPPE Miguel de Simoni
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Título: Espaço COPPE Miguel de Simoni Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br
Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE
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SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.
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SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
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Título: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contato do coordenador: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br
Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.
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UBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro
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Título: UBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro
Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com
Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.
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Unidade de Suporte à Inovação Social – USIS
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Título: Unidade de Suporte à Inovação Social – USIS Coordenador: CARLA MARTINS CIPOLLA Contato do coordenador: carla.cipolla@ufrj.br
Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.
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“TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
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Título: “TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE Coordenador: ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA Contato do coordenador: andreanascimento@cos.ufrj.br
Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.
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Apoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
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Título: Apoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com
Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.
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Boas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens
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Título: Boas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens Coordenador:VANDA BORGES DE SOUZA Contato do coordenador: vanda@adc.coppe.ufrj.br
Resumo: Entende-se que o acolhimento poderá ampliar sua esfera de atuação, para além do campo psicossocial, podendo alcançar também o contexto socioeconômico, acadêmico, das relações laborais entre outros. Com o passar do tempo, a sobrevivência às situações de adoecimento, outros aspectos do acolhimento foram se apresentando. O acolhimento financeiro, o acolhimento acadêmico, o acolhimento dos conflitos e dificuldades de relacionamentos, o acolhimento laboral pela dificuldade de absorção e entendimento das novas formas de trabalho surgidas. A partir de então, se fez necessário repensar como dar conta de considerar todos esses tipos de acolhimentos. Neste sentido, este projeto pretende evidenciar a importância de compartilhar uma informação que oriente e facilite os indivíduos para o desempenho de ações de acolhimento nos diversos espaços de convivência. Por isso, saberes, convivências e aprendizagens fazem parte de uma via de mão dupla. Ou seja, cada parte tem o que a transmitir, conhecer e se aperfeiçoar com a outra.
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Capacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python
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Título: Capacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python Coordenador:EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA Contato do coordenador: edmundo@land.ufrj.br
Resumo: Este curso é uma ação prevista no projeto de Extensão “Ensino Hibrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico” já registrado no SIGA, pela COPPE. O projeto de extensão registrado no SIGA tem como um dos seus objetivos a criação de cursos em áreas chave para o desenvolvimento do Estado e de acordo com a experiência multidisciplinar da COPPE. Através de uma parceria com a Ong Ideas de Friburgo que proporcionou a infraestrutura necessária (espaço físico, computadores, pessoal local, etc.) foi criado um local para treinamento de jovens oriundos de escolas públicas do segundo grau. A ideia do curso surgiu durante a elaboração de disciplinas de programação para um curso avançado de técnicas de Inteligência Artificial com o formato hibrido baseado no Aprendizado Voltado a Projetos (PBL, projeto FAPERJ) de forma a que a experiência do projeto em PBL fosse aplicada a jovens alunos. O curso visa introduzir os jovens em linguagens modernas de computação, e fornecer o treinamento essencial para que o aluno da rede pública de ensino possa mais facilmente ingressar no mercado de trabalho local. Os alunos selecionados têm a oportunidade de aprender programação na prática, com base na linguagem Python, para melhor entender e tentar propor soluções a problemas reais e da cidade de Friburgo quando possível. O curso visa também fornecer incentivos para que os egressos possam continuar os estudos em tópicos adicionais de tecnologias da computação.
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Disseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental
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Título: Disseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental Coordenador:INAYA CORREA BARBOSA LIMA Contato do coordenador: inayacorrea@gmail.com
Resumo: Em sua Décima Edição, a Semana do Meio Ambiente da BR Marinas integra em sua agenda o Dia Mundial do Oceano, inserindo-se no contexto da Década do Oceano da ONU. Este evento conta com os apoios do Núcleo de Vida Marinha e do Centro de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e da Cidade do Rio de Janeiro e da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, trazendo para o público carioca a importância dos Oceanos na mitigação das Mudanças Climáticas, o debate sobre a biodiversidade e as potencialidades do Oceano, e a integração entre Ciência, Educação, Políticas Públicas e Sociedade Civil. Ademais, serão incorporadas pela primeira vez aplicações nucleares e atômicas de medidas para englobar a temática em tela com cujo acadêmico-cientifico. E, por fim, teremos uma ação de Sensibilização Ambiental será realizada através da promoção de um Mutirão de Limpeza com foco nos resíduos sólidos do entorno da Marina da Glória, incluindo o Lixo Marinho, com a participação de voluntários.
Resumo: Em 2022, os desastres causaram mais de 30,704 mortes e com 185 milhões de pessoas afetadas, e prejuízos de 223.8 bilhões de dólares segundo o Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). No Brasil, entre 2011 a 2022, especificamente no Rio de Janeiro, houve 591 ocorrências de desastres, resultando em 987 mortes e afetando 3,9 milhões de pessoas, e prejuízos econômicos superior a R$ 3,08 bilhões (Atlas digital de desastres no Brasil, 2023). Tais dados demonstram a importância e a complexidade das Operações Humanitárias e de Desastres (OHD), as quais envolvem o acesso as áreas afetadas, a coordenação de diversos stakeholders e falta de recursos. Assim surge o projeto Droneiros Voluntários, idealizado no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ de forma a auxiliar a escassez de recursos humanos e tecnológicos na resposta a desastres. O projeto conta com uma plataforma tecnológica que atua como um facilitador, unindo proprietários de drones, defesa civil e outras organizações no desenvolvimento de ações de mapeamento de áreas de risco e afetadas por desastres, promovendo uma colaboração entre stakeholders mais eficaz e eficiente no contexto de OHD. Nesse sentido, o projeto atua no engajamento e promoção da troca de conhecimento entre os diferentes atores tratados como público alvo, promovendo OHD eficazes e mais eficientes, com integração entre diferentes áreas de conhecimento científico e pesquisadores de diferentes níveis que atuam em OHD.
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INSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO
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Título: INSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO Coordenador:ARGIMIRO RESENDE SECCHI Contato do coordenador: arge@peq.coppe.ufrj.br
Resumo: A InSilicoNet é um espaço de colaboração onde diversos atores da sociedade são convidados a trazer seus problemas técnicos para construir, em conjunto com os membros acadêmicos, soluções tecnológicas inovadoras baseadas em ferramentas digitais. Está estruturado como uma rede de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ e SENAI CETIQT) e profissionais de engenharia com experiência na área de engenharia de sistemas em processos (Process Systems Engineering, PSE). A InSilicoNet tem a missão de promover o desenvolvimento científico e tecnológico comprometidos não apenas com o desempenho econômico, mas com os impactos sociais e ambientais por meio de atividades de extensão integradas a iniciativas de pesquisa e ensino em PSE, contemplando: a) Fábrica de Aprendizagem, que desenvolve competências e habilidades de discentes de graduação e pós-graduação para o trabalho colaborativo empregando PSE na solução de problemas tecnológicos, sociais e ambientais tratáveis por ferramentas de engenharia digital; b) Oferta de cursos de extensão que promovam competência para o desenvolvimento de pesquisa, tecnologia e inovação; e c) Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento integrando discentes de graduação e pós-graduação sob orientação acadêmica e mentoria por indústrias, organizações e/ou governos.
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Rede Refugia
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Título: Rede Refugia Coordenador:THARCISYO COTTA FONTAINHA Contato do coordenador: tcottaf@gmail.com
Resumo: O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) revela que em 2022 o mundo ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas em deslocamento forçado, motivados por inúmeras razões. No Brasil, desde 2011 foram realizadas 297.712 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Devido a sua complexidade e alta quantidade de pessoas afetadas, a crise humanitária de refugiados precisa ser enfrentada pelos governos em comunhão com a sociedade civil e o setor privado, a fim de se garantir que as pessoas em deslocamento forçado tenham seus direitos humanos protegidos durante um processo de acolhimento efetivo e atento às suas necessidades. Assim, interessados em auxiliar no enfrentamento brasileiro à crise migratória, a Rede Refugia foi idealizada no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ. Trata-se de uma plataforma tecnológica colaborativa que objetiva facilitar o processo de acolhimento, proteção e integração de pessoas em deslocamento forçado que estão no Brasil. Dessa forma busca-se fortalecer os processos de colaboração mútua entre refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas, poder público, entidades privadas, organizações humanitárias e outros stakeholders. Por meio de um processo de inovação social, a Rede Refugia busca fomentar um ambiente que favoreça a implementação de soluções inovadoras para os problemas vivenciados pelas pessoas em deslocamento forçado vivendo em solo brasileiro.
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Agendamento com a GRH
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Agendamento com a GRH
Setor da COPPE responsável pela orientação aos funcionários, no tocante a direitos e deveres em sua vida funcional, além de promover diversas ações que contribuem para capacitação profissional e bem-estar dos trabalhadores.
A Equipe é formada por profissionais da área de Administração, Recursos Humanos e Pedagogia, que estão prontos para atender a força de trabalho COPPE.
O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:
O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.
O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.
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Gestão Eletrônica de Documentos
Gestão Eletrônica de Documentos
O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.
Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.
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Limpeza de Espaços
Limpeza de Espaços
O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.
Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.
E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br
O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.
Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.
O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.
O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.
Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços: Conserto de ar central, conserto de ar de janela, conserto de ar tipo split, conserto de refrigerador, instalação de ar tipo split, serviço de elétrica, serviço de hidráulica, serviço de lustrador, serviço de pintura, serviço de serralheria, serviços de marcenaria, serviços de obras civis, serviços gerais, troca de disjuntor, troca de lâmpadas
O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Como faço para fazer uma baixa?
Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.
Como faço para fazer uma transferência?
Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.
Como faço para fazer uma doação?
Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.
Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?
Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .
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Agendamento de Transporte
Agendamento de Transporte
O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.
Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.
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Almoxarifado
Almoxarifado
O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única
Para reserva de locação do salão de eventos da sede do Grêmio ou do campo de futebol para qualquer atividade a ser realizada no local, deve-se seguir os procedimentos adotados na página do grêmio.
Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education
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Action name: Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education Coordinator: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS Contact information: campos@smt.ufrj.br
About the action: The COVID-19 pandemic enforced a drastic transition from the traditional teaching model to strictly online classes, having required a great effort to prepare and offer courses to students ranging from primary to higher education, since only a few were prepared to deal with technologies for online teaching. Even months after social distancing started, the in-person to online transition was not a trivial process, especially when it came to maintaining the quality of the courses offered in this new modality. This process taught us one important lesson: it is necessary that we permanently invest in implementing innovative/efficient technologies for improved teaching and learning. As such, this project aims to support public education in the state of Rio de Janeiro, from basic education to higher Education in engineering at other universities. With a hybrid learning modality, our purpose is to develop resources and courses that incorporate active learning methods, flipped classrooms, multimodality, etc.
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Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering
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Action name: Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering Coordinator: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO Contact information: pacheco.h.pacheco@gmail.com and helen@peq.coppe.ufrj.br
About the action: The Pilot School for In-Person Education (EPP) in Chemical Engineering was created in 1993 by our Program of Chemical Engineering (PEQ/COPPE) as a tool for improvement and continuing education. It was very beneficial for high school and undergraduate teachers, but also very popular with students, technicians, and industry workers in general. This edition of EPP is called ADVANCED TECHNIQUES FOR MATERIALS CHARACTERIZATION and will comprise 10 modules. It consists in teaching cutting-edge methods for characterizing various types of materials, discussing the fundamentals of such techniques, and exemplifying them with real-world data. The modules are as follows: Module 1: Spectroscopy techniques (FTIR, DRIFTS, RAMAN, and UV-vis); Module 2: Nuclear magnetic resonance (NMR); Module 3: X-ray diffraction (XRD); Module 4: Mass spectrometry and temperature-programmed reduction (MS and TPR); Module 5: Gel permeation chromatography (GPC); Module 6: Droplet and particle size analysis; Module 7: Gas and liquid chromatography troubleshooting methods; Module 8: Aspects of petroleum characterization; Module 9: Thermal analysis - TGA, DSC, and DMA; Module 10: Biotechnology in everyday life.
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Laboratory for Informatics and Society – LabIS
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Action name: Laboratory for Informatics and Society – LabIS Coordinator: HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN Contact information: hcukier@cos.ufrj.br and lealsobral@cos.ufrj.br
About the action: LabIS stems from the long journey traversed by the work and research of Informatics and Society (IS), a line of research from our Systems Engineering and Computer Science Program (PESC). We are driven by the desire to better comprehend the many faces of our society, seeking to contribute towards more equality and fairness. We develop software for accessibility (LibrasOffice), educational games (Damática), community banks (Mumbuca and Preventório) and offer programming courses for public high school students.
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Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ
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Action name: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ Coordinator: DENISE CUNHA DANTAS Contact information: ddantas@oceanica.ufrj.br
About the action: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly is a project for all those who are not literate and those who did not have access to or did not complete primary and/or lower secondary school at the corresponding age. It was created in 2005 by COPPE's Department of Social Development, based on a survey of civil servants and outsourced workers involved in cleaning and general services. We extended our research to other units and sectors of our university. Today, our students are civil servants and outsourced workers at UFRJ, most of whom work at the Technology Center, and citizens who live near Ilha do Fundão, mainly in Vila Residencial and Complexo da Maré. Our classes are held at the Technology Center for the Basic, Intermediate, and Advanced Literacy classes, Monday to Friday, from 3 p.m. to 4:30 p.m.
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Polymers in Oil and Gas – Additives
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Action name: Polymers in Oil and Gas – Additives Coordinator: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES Contact information: taissazl@yahoo.com.br and elucas@metalmat.ufrj.br
About the action: our action comprises theoretical and practical classes on obtaining, characterizing, and analyzing the properties of polymers in solution, as well as their applications as additives in the petroleum industry.
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Polymers: applications and awareness
Demo Description
Action name: Polymers: applications and awareness Coordinator: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA Contact information: ariane.pent@gmail.com and ariane@pent.coppe.ufrj.br
About the action: Plastic recycling has become a very important matter, since over 60% of all plastic produced globally has already become waste but only 9% has been recycled. In Brazil, the situation is even more alarming. A recent WWF report states that Brazil is the fourth largest producer of plastic waste worldwide, with a recycling rate of less than 2%. Our policies for recycling and environmental education are still insufficient and poorly publicized. Furthermore, plastics have recently been made out to be villains, making it increasingly desirable that these materials are banned. However, it is worth remembering that plastics are polymers with high value-added, low production costs, and very versatile properties. When recycled, they can be reinserted into the production chain, which enables the production of new materials and boosts the energy industry. As such, our project aims to guide and encourage students from public and private schools to reproduce the concept of recycling in their schools, families, and communities. We hold online lectures and fun activities that stimulate the reuse and proper disposal of plastic waste, preventing it from being disposed of in inappropriate places.
A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators
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Action name: A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contact information: amandaxavier86@gmail.com
About the action: Since its creation, the ITCP/COPPE (Technology Business Incubator for Community Cooperatives) has been working to support community-based enterprises, aiming at meeting the needs of the working class and informal workers, which have historically been marginalized and excluded from social actions developed by the government. The new challenges of today require new techniques and tools. As such, this is a proposal that researches innovative business incubation methodologies for the purpose of improving the activities of the incubated enterprises and providing continuity to the actions developed by ITCP/COPPE. Ultimately, implementing such new methodologies will improve the quality of Solidarity Economy Businesses.
Action name: Espaço COPPE Miguel de Simoni Coordinator: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER Contact information: werner@cos.ufrj.br
About the action: We promote a guided tour of the Espaço COPPE exhibitions, primarily arranged for high school students from the Rio de Janeiro Metropolitan Area. The visiting groups of students are accompanied by teachers from their corresponding schools. Environments such as Espaço COPPE are driven by science and technology and provide key elements in fostering intrinsically motivated learning. For instance, building personal meaning, taking up challenging tasks, learning to collaborate, and recognizing the positive feelings that come from the efforts we made can potentially induce the formation of new, sometimes more intense bonds.
QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS
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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br and karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br
About the action:Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG) of the Brazilian Foundation for Quality (FNQ). The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program
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QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE
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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br
About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG-TR) proposed by SEGES/Brazilian Ministry of Economy. The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program.
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UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro
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Action name: UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contact information: matheusoli@hotmail.com
About the action: Project BRA/15/010 – Strengthening and Expanding the National System for Racial Equality is an effort from the Ministry of Women, Family, and Human Rights (MMFDH) and the United Nations Development Programme (UNDP) aimed at decentralizing public policies on racial equality and strengthening and expanding the National System for Racial Equality (Sinapir). The COPPETEC Foundation was one of the organizations selected through the U.Lab project to provide the Local Government of Rio de Janeiro with a government innovation laboratory. Its purpose is to be replicable as a policy to promote racial equality within the Local Sustainable Development Plan at the time of its implementation, as developed by the Office of Planning from the Municipal Chief of Staff's Secretariat (EPL). Within the framework of Sinapir, this project aims to provide the municipality of Rio de Janeiro with a government innovation program that puts black youth at the forefront of technology and is capable of promoting well-being in their daily lives.
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Support Unit for Social Innovation – USIS
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Action name: Support Unit for Social Innovation – USIS Coordinator: CARLA MARTINS CIPOLLA Contact information: carla.cipolla@ufrj.br
About the action: Social innovation is a key aspect to development. The Support Unit for Social Innovation (USIS/UFRJ) is a result of the Latin American Social Innovation Network (LASIN), which is a project funded by the European Commission, aimed at implementing a university-community engagement model based on a combination of curricular and extra-curricular activities, learning materials and tools, practical training, workshops, and mentorship, with its own methodology developed by LASIN, to strengthen the connection of universities with a wider social environment (community groups, NGOs and/or OSCIPS (Civil Society Organizations of Public Interest),
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Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ
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Título: Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ Coordenador: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA Contato do coordenador: luizart@gmail.com
Resumo: O Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ visa visibilizar, fortalecer e refletir sobre tais experiências, seja na promoção de espaços de debate e de ensino-aprendizagem, seja no desenvolvimento de tecnologias com os coletivos envolvidos. Inspira-se na (e em articula-se com a) rede formada por pesquisadores extensionistas iniciada em 2020, o Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM). Este reúne pesquisadores engajados em aliar seus conhecimentos acadêmicos com as atividades práticas de bancos comunitários e moedas sociais do Brasil, nas perspectivas da escuta dos coletivos envolvidos, do engajamento extensionista e da análise das práticas dos coletivos envolvidos. “Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais”. Reúnem práticas e princípios, como a concessão de microcrédito para produção e consumo locais, sempre que possível em moedas sociais (válidas em um território restrito e com paridade com o Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). No Brasil, tais bancos tiveram como experiência pioneira o Banco Palmas (Fortaleza, 1998) e acumulam mais de 150 iniciativas. Com a digitalização de suas moedas sociais, inspiraram e articularam-se com políticas públicas de transferência de renda, notadamente no Estado do RJ.
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MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro
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Título: MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com
Resumo: O acesso às tecnologias de comunicação e informação oferece uma gama diversa de instrumentos de coleta de dados capazes de acompanhar o posicionamento de pessoas e objetos no espaço e registrar o seus deslocamentos ao longo do tempo. Compondo este conjunto de instrumentos, destacam-se os dispositivos de IoT (Internet of Things, em inglês e, traduzido para o português, Internet das Coisas), aplicativos, registros de utilização de serviços inteligentes (e.g. cartões, terminais) como potenciais fontes de dados para o planejamento, gestão, operação e monitorização dos serviços de transportes. Nesse contexto, o presente curso tem o propósito de validar o potencial do estado da arte em termos de instrumentos inteligentes de coleta de dados no campo do planejamento da mobilidade urbana para a construção de um ecossistema de planejamento inteligente da mobilidade no Estado do Rio de Janeiro. Metodologicamente, programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema se realiza através do desenvolvimento e validação de uma plataforma informacional voltada para o planejamento da mobilidade de forma inteligente, inclusiva e sustentável com foco nos municípios do Estado do Rio de Janeiro e um programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema.
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EAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano
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Título: EAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br
Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.
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EAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas
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Título: EAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br
Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.
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“Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society
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Action name: “Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society Coordinator: ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA Contact information: andreanascimento@cos.ufrj.br
About the action: All of us from the academic and school community had to adapt ourselves to the use of technological solutions in order to communicate, socialize and engage with each other during the pandemic while aiming towards reproducing a classroom routine. As a result, audiovisual language and the use of portable devices such as smartphones and tablets, which were already a very present reality in our lives, suddenly became fundamental. This proximity was a great motivation that brought to memory the emblematic quote from filmmaker Glauber Rocha – A camera in hand and an idea in my head – which inspired the name of this project and makes us comprehend that our current practice revolves around this idea which represents our current social scenario in the habits of registering and sharing our images, voice messages, our videos, whether directly or indirectly on social media. Therefore, this project aims to meet a technical demand to assist in the production of content regarding the dissemination of research, school work, video lessons, among others, in a way that the audience participating in the project is familiar with the details of audiovisual composition. Emphasizing the use of audiovisual language as a vehicle for learning and sharing knowledge, a dialectical communication where it is important not only to transmit the knowledge generated at universities but also enable society to contribute with its gaze, its action and its criticism.
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Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories
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Action name: Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA Contact information: amandaxavier86@gmail.com
About the action: SMEs make up 92% of companies in the State of Rio de Janeiro (RJ) and are responsible for over 50% of formal employment (Brazil, 2020). However, as SMEs face huge challenges, especially due to the extent of the current health, economic and social crisis (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), highlighting the dominant economic model, centered around the mass production of material assets and financial statement (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). In this sense, this project is based on the perspective of the Economy of Functionality and Cooperation (EFC), which aims to provide integrated solutions for assets and services through the cooperation between different territorial actors, abandoning the notion of stability and developing new governance models for companies and territories (Du Tertre et al., 2019). This interactionist approach allows for less consumption of natural resources and a renewal of social bonds, creating resilience for economic relations, which have been so fragile due to the current scenario (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). This project aims to support Micro and Small companies in the state of Rio de Janeiro in developing sustainable economic trajectories, creating a direct impact on society and the scientific community. To this end, it aims to train, monitor and intervene with business leaders for the transition of their economic model based on the Economy of the Functionality and Cooperation Model.
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Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning
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Action name: Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning Coordinator:VANDA BORGES DE SOUZA Contact information: vanda@adc.coppe.ufrj.br
About the action: It is understood that when providing care, one can expand the scope of its action beyond the psychosocial field, therefore also reaching the socioeconomic, academic and employment relations context, among others. Over time, other aspects of the care being provided started to emerge, as a way to survive situations of illness, such as financial care, academic care, care regarding relationship conflicts and challenges, as well as regarding labor due to the difficulty in absorbing and comprehending the new emerging work forms. From then on, it has been necessary to rethink a way to encompass all of these different types of care. In this sense, this project intends to highlight the importance of sharing information that directs and helps individuals in performing actions of care in several mutual commonspaces. Therefore, knowledge, coexistence and learning are a part of two-way street, meaning that each part has something to transmit, learn and improve with the other.
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Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming
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Action name: Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming Coordinator:EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA Contact information: edmundo@land.ufrj.br
About the action: This course is an action provided for in the Outreach Project: “Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education”, which is already registered in SIGA, by COPPE. The outreach project registered in SIGA has as one of its goals to create courses in key areas for the development of the State and in accordance with COPPE’s multidisciplinary experience. Through a partnership with the Ideias de Friburgo NGO, which provided the necessary infrastructure (physical space, computers, local staff, etc), a space for training youngsters with a public high school background was created. The idea for the course emerged during the development of programming classes for an advanced course in Artificial Intelligence techniques with a hybrid format based on Project-Based Learning (PBL, FAPERJ project) so that the experience of the PBL project was applied to young students. The course aims to introduce the youngsters to modern computer languages as well as provide essential training in order to enable the public school student to enter the local job market more easily. Selected students have the opportunity to learn programming in practice, based on the Python language, to better understand and try to propose solutions to real problems in the city of Friburgo when possible. The course also aims to provide incentive so that egressed students can continue their studies in additional topics of computer technology.
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The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability
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Action name: The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability Coordinator:INAYA CORREA BARBOSA LIMA Contact information: inayacorrea@gmail.com
About the action: In its Tenth Edition, BR Marinas’ Environment Week integrates World Ocean Day in its agenda, inserting it within the context of the UN's Ocean Decade. This event is supported by Núcleo de Vida Marinha, Environmental Education Center of Rio de Janeiro's State Environment Department and UNESCO Chair for Ocean Sustainability, bringing awareness to the people of Rio about the importance of the Oceans in mitigating Climate Change, the debate on biodiversity and Ocean potentials, and the integration between Science, Education, Public Policies and Civil Society. Furthermore, nuclear and atomic applications shall be incorporated for the first time as measures to encompass the academic-scientific theme in question. Lastly, we shall hold an Environmental Awareness action which shall be carried out through the promotion of a major Clean-Up Campaign focusing on solid waste in the surroundings of Marina da Glória, including Marine Litter, with the participation of volunteers.
About the action: In 2022, disasters caused over 30,704 deaths, affected 185 million people, and induced economic losses of 223.8 billion dollars according to the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). In Brazil, between 2011 and 2022, specifically in Rio de Janeiro, there have been 591 disaster occurrences, resulting in 987 deaths, affecting around 3,9 million people and inducing economic losses of over R$3,08 billion (Digital atlas of disasters in Brazil, 2023). Such data demonstrates the importance and complexity of Humanitarian and Disasters Operations (OHD), which involve access to affected areas, coordination of several stakeholders and lack of resources. Thus, the Volunteer Drone Pilots project was created, idealized within the scope of the COPPE/CT/UFRJ Industrial Engineering Program in order to help with the shortage of human and technological resources in disaster response. The project has a technological platform that acts as a facilitator, uniting drone owners, civil defense and other organizations in the development of actions to map areas at risk and affected by disasters, promoting more effective and efficient collaboration between stakeholders in the context of OHD. In this sense, the project works to engage and promote knowledge exchange among the different actors treated as target audience, promoting effective and more efficient OHD, with the integration of different scientific knowledge areas and researchers of different levels who act in OHD.
About the action: InSilicoNet is a collaboration space where diverse actors from society are invited to bring their technical problems to build, together with academic members, innovative technological solutions based on digital tools. It is structured as a network of seven Universities of the State of Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ and SENAI CETIQT) and engineering professionals with experience in the area of process systems engineering (PSE). InSilicoNet have a mission to promote the scientific and technological development committed not only to the economic performance, but also to the social and environmental impacts through outreach activities integrated to research and teaching initiatives in PSE, contemplating: a) Learning Factory, which develops skills and abilities of undergraduate and graduate students for collaborative work employing PSE to solve technological, social and environmental problems treatable by digital engineering tools; b) Offering outreach courses that promote competence for developing research, technology and innovation; c) Research and Development Projects integrating undergraduate and graduate students under academic supervision and mentoring by industries, organizations and/or governments.
About the action: The United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) reveals that in 2022 the world surpassed the mark of 100 million people in forced displacement, motivated by numerous reasons. In Brazil, since 2011 297.712 requests for the recognition of refugee status have been made. Due to its complexity and high amount of people affected, the humanitarian refugee crisis has to be addressed by governments in partnership with civil society and the private sector, in order to ensure that people in forced displacement have their human rights protected during an effective reception process that is attentive to their needs. Thus, those interested in helping Brazil face its migration crisis, Rede Refugia was created within the scope of the Industrial Engineering Program at COPPE/CT/UFRJ. It is a collaborative technological platform that aims to facilitate the process of reception, protection and integration of these people in forced displacement who are in Brazil. In this way, we seek to strengthen the mutual collaboration processes among refugees, asylum seekers, stateless people, public authorities, private entities, humanitarian organizations and other stakeholders. Through a social innovation process, Rede Refugia aims to foster an environment that favors the implementation of innovative solutions to the problems experienced by people in forced displacement living in Brazilian territory.
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UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency
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Action name: UFRJObservatory of Community Bank and Digital Local Currency Coordinator: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA Contact information: luizart@gmail.com
About the action: The UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency aims to make such experiences visible as well as strengthen and reflect on them, whether by promoting spaces for debate and teaching-learning or by developing technologies with the involved groups. It is inspired by (and works in tandem with) the network formed by science outreach researchers which began in 2020, the Observatory of Community Bank and Local Currency (OBM). This network brings together researchers engaged in allying their academic knowledge with the practical activities of community banks and social currency in Brazil, from the perspective of listening to the involved groups, engaging in outreach work and analysing the practices of the groups involved. “Community Banks are solidarity-based financial services, in a network, of an associative and communitary nature, aimed at generating work and income with a perspective of reorganizing local economies”. They bring together practices and principles, such as a microcredit granting for local production and consumption, whenever possible, in social currencies (valid in a restricted territory and at par with the Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). In Brazil, such banks had Banco Palmas (Fortaleza, 1998) as their pioneering experience and accumulated more than 150 initiatives. With the digitalization of their social currencies, they inspired and worked in tandem with public policies for income transfer, notably in the State of RJ.
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MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro
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Action name: MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA Contact information: matheusoli@hotmail.com
About the action: Access to information and communication technologies offers a diverse range of data collection instruments capable of tracking the positioning of people and objects in space and recording their movements over time. Composing this set of instruments, IoT (Internet of Things) devices, applications and records of the use of smart services (e.g. cards, terminals) stand out as potential sources of data for the planning, management, operation, and monitoring of transportation services. In this context, the present course aims to validate the potential of the state of art in terms of intelligent data collection tools within the field of urban mobility planning for the construction of an ecosystem of intelligent mobility planning in the State of Rio de Janeiro. Methodologically, the training program for the regulation, hiring and use of analytical tools and databases on the same topic is carried out through the development and validation of an information platform aimed at planning mobility in an intelligent, inclusive and sustainable way, focusing on the municipalities of the State of Rio de Janeiro.
About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.
About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.
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Agendamento com a GRH
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O Atendimento na Gerência de Recursos Humanos está sendo realizado através de agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração, contribuindo assim para a sua segurança e saúde. Portanto, escolhe o seu assunto, dia e horário e agende o seu atendimento conosco!
O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:
Auditório G-122
Auditório bloco M – anexo
Grêmio da Coppe
Tenda do auditório G-122
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Agendamento de Transporte
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O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.
Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.
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Descarte de Materiais
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O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.
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Gestão Eletrônica de Documentos
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O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.
Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.
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Infraestrutura e Redes
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Infraestrutura e Redes
O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.
O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.
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Manutenção Predial
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O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.
Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços:
Conserto de ar central
Conserto de ar de janela
Conserto de ar tipo split
Conserto de refrigerador
Instalação de ar tipo split
Serviço de elétrica
Serviço de hidráulica
Serviço de lustrador
Serviço de pintura
Serviço de serralheria
Serviços de marcenaria
Serviços de obras civis
Serviços gerais
Troca de disjuntor
Troca de lâmpadas
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Patrimônio
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O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Como faço para fazer uma baixa?
Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.
Como faço para fazer uma transferência?
Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.
Como faço para fazer uma doação?
Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.
Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?
Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .
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Projetos de Arquitetura
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O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.
Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.
E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br
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Resíduos Químicos
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O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.
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Segurança Patrimonial
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O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:
Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.
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Sistemas e Sites
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Sistemas Administrativos da DPADI
O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.
Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.
Sistemas Desenvolvidos pelo CISI
Solicitação de material de uso interno para unidades da COPPE
Serviços para manutenção predial nas unidades da COPPE
Emissão orçamentária e financeira pelo sistema SIAFI
Serviços para limpeza, transporte e descartes de materiais e equipamentos
Controle de bens permanentes da COPPE
Controle dos alunos de pós-graduação da COPPE
Controle de manutenção e reposição de extintores de incêndios nas unidades da COPPE
Monitorar a atuação dos serviços que DPADI oferece para a COPPE
Controle de alunos externos e emissão de certificados de disciplinas oferecidas na COPPE
Solicitação de serviços de segurança na área prevencionista e descartes de resíduos químicos
Aqui você pode sugerir ideias e mudanças em diversas áreas da DPADI
Avaliação de Docentes COPPE
Desenvolvimento e Manutenção de Sites
O serviço de Desenvolvimento e manutenção de Sites é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do gerente do setor (contato: gielkop@cisi.coppe.ufrj.br).
O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única.