Toda grande jornada começa com um primeiro encontro

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No dia 16 de março, a Coppe/UFRJ recebe seus novos alunos de mestrado e doutorado para a Recepção aos Novos Alunos 2026 — um momento especial que marca o início de uma nova etapa acadêmica e profissional.

Mais do que uma cerimônia, o encontro representa a entrada em uma comunidade que, há décadas, forma pesquisadores, líderes e inovadores que contribuem para o avanço da ciência, da engenharia e para o desenvolvimento do Brasil.

Conduzido pelo professor Jean-David Caprace, diretor de Assuntos Acadêmicos, o evento apresenta aos novos estudantes a história, os valores e as oportunidades que fazem da Coppe uma referência internacional em ensino, pesquisa e inovação.

Ao longo dessa jornada, os alunos terão acesso a infraestrutura de ponta, redes de colaboração nacionais e internacionais e a um ambiente acadêmico interdisciplinar que estimula a criação de conhecimento e soluções para grandes desafios da sociedade.

Por que participar?

  • Conexão: Conheça os recursos e as oportunidades únicas que a instituição oferece.
  • Excelência: Entenda como a infraestrutura de ponta e a reputação da Coppe impulsionam carreiras em um mercado que exige qualificação máxima.
  • Visão Global: Saiba como a reputação da Coppe abre portas nacionais e internacionais
  • Crescimento: Junte-se aos mais de 530 novos estudantes que, pelo terceiro ano consecutivo, consolidam o crescimento constante da nossa comunidade acadêmica.
  • Desenvolvimento profissional: As mudanças no mercado de trabalho exigem uma formação de excelência, com percursos formativos variados, networking, interdisciplinaridade, infraestrutura de ponta e visão de futuro.

Data: 16 de março
Horário: 8h30 (café de boas-vindas) – 9h (o evento)
Local: Auditório da Coppe, Bloco G, Sala 122 – CT/UFRJ

Inscreva-se no Sympla e participe!

Professor da Coppe dá orientações para evitar choques elétricos durante temporais

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As constantes tempestades têm marcado os primeiros meses do ano no Brasil, trazendo transtornos e riscos para a população. No Rio de Janeiro, uma turista chilena recebeu um choque elétrico em Copacabana, no dia 9 de fevereiro, durante uma forte chuva que inundou ruas em diferentes regiões da cidade.

O caso ilustra este risco pouco perceptível durante temporais, seja por curto-circuito e enchentes, seja pela incidência de raios. No caso de curto-circuito o choque é duradouro, e no caso de raios o choque dura milésimos de segundo, e às  vezes, o raio provoca o curto-circuito. O Brasil, inclusive, é o país com maior ocorrência de raios no mundo — são mais de 70 milhões por ano.

Para explicar esses riscos e orientar sobre como agir em situações de perigo, conversamos com o professor Edson Watanabe, do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ, onde coordena o Laboratório de Eletrônica de Potência (Elepot).

Durante alagamentos, como evitar choques elétricos?

Watanabe: É preciso evitar o contato com superfícies energizadas. O problema é saber o que está energizado ou não, porque a água, sendo condutora, pode criar caminhos inesperados para a corrente elétrica.Mas havendo instalação elétrica por perto, é recomendável tomar cuidado, pois pode haver contato entre os condutores da rede elétrica e alguma superfície condutora molhada.

Eu evitaria tocar superfícies metálicas que possam estar energizadas. Se for absolutamente necessário tocar, nunca use as duas mãos, porque isso aumenta as chances de fechar um circuito com o próprio corpo. E toque com as costas da mão — se houver choque, os dedos tendem a se fechar, afastando-se do contato. Ainda assim, o melhor é manter distância.

No caso da turista chilena, é muito difícil perceber que a pessoa está sendo eletrocutada, porque os sinais podem parecer de alguém passando mal. Provavelmente houve passagem de corrente dos condutores no alto do poste para o posteem si, que parecia de metal. Portanto, condutor e essa corrente fluiu pela água.A água destilada é praticamente um isolante, mas a água, mesmo a potável, por conta do cloro e outros elementos, é um bom condutor.

Se a pessoa estiver de pé na água, com os pés juntos, talvez não leve choque. Mas, ao dar um passo mais largo, pode criar diferença de potencial entre as pernas e sofrer choque. Uma pessoa leiga — e até técnica — pode não perceber que há fuga de corrente na água. Qualquer fio desencapado pode ser fonte de choque. O mais seguro é ficar longe.

Como socorrer alguém sem também correr risco? Se alguém estiver levando choque, como socorrer?

Watanabe: Se uma pessoa estiver tomando choque, não toque nela. Se tocar, você também pode levar choque. O primeiro passo é desligar a corrente elétrica. É fundamental saber onde ficam os disjuntores para agir rapidamente.

E se o caso acontecer na rua?

Watanabe: Se estiver claro que a pessoa está em contato com uma parte energizada, geralmente metálica, a opção mais segura é desligar o circuito. Quando isso não é possível, o socorro só deve ser feito com equipamentos de proteção — botas e luvas isolantes, por exemplo. Sem isso, o risco é grande.

No caso da turista, pelas imagens, não era evidente que se tratava de choque elétrico. Parecia que ela estava passando mal. Um dos socorristas também sofreu descarga, possivelmente por ter se aproximado demais do poste, que poderia estar energizado por um curto-circuitoentre o(s) condutor(es) e o poste.

O segundosocorrista manteve maior distância e ajudou. Parte do desfecho positivo parece ter contado com sorte. Aparentemente, o poste era do sistema de distribuição, onde a tensão pode estar entre uns 6 kV (mil Volts) e pouco mais de 30 kV. É provável, a tensão fosse que 13,8 kV (tensão muito usada), mas se a tensão fosse maior, pessoas a três ou quatro metros poderiam ter sido atingidas.

E quanto aos raios? Quais são as principais recomendações para quem está na rua durante tempestade?

Watanabe: Evite ficar embaixo de árvores, perto de postes ou de estruturas altas. Há um fenômeno chamado “efeito de ponta”, que favorece a incidência de descargas em objetos pontiagudos.

O professor Carlos Portela, ex-docente do programa, costumava contar que soldados romanos já sabiam disso e eram instruídos a carregar as lanças na horizontal durante tempestades.

Outro exemplo clássico é soltar pipas. Se a linha estiver molhada, vira condutora. É praticamente um convite para atrair um raio.

Praia, mar e areia oferecem risco? Para quem estiver na praia, há risco na areia ou no mar?

Watanabe: O mar é extremamente perigoso durante tempestades com raios. A água salgada é altamente condutora. Se houver sinais de chuva forte ou relâmpagos, o ideal é sair imediatamente da água e buscar abrigo em local fechado.

Na areia também há risco, principalmente se a pessoa estiver isolada ou próxima a estruturas metálicas. A recomendação é sempre buscar abrigo seguro.

Dentro de casa também há cuidados. Quais precauções devem ser tomadas em casa?

Watanabe: Evite usar celular conectado ao carregador durante tempestade com raios. Pode haver indução de altas tensões na rede elétrica e isso pode danificar o carregador, o aparelho e até causar choque.

Antigamente eu desligava da tomada TV e computadores quando havia raios. Hoje, utilizo tomadas com Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS), que reduzem esse risco. Esse dispositivo passou a ser obrigatório em instalações novas a partir de 2017, mas muitas casas antigas não possuem.

Como saber se o raio caiu perto? Há alguma forma simples de avaliar o risco?

Watanabe: Eu costumo contar o tempo entre ver o relâmpago e ouvir o trovão. Conte devagar: um, dois, três… Se chegar a cinco segundos, o raio caiu a pouco mais de um quilômetro. Se der um segundo, caiu muito perto, cerca de 250 metros.

Com cinco segundos, geralmente mantenho tudo ligado. Com menos que isso, prefiro desligar. Não está em livro nenhum — é uma prática pessoal.

Telefones fixos ainda oferecem risco? Há diferença entre telefone fixo e celular?

Watanabe: Celular desconectado do carregador não oferece risco significativo. O problema é utilizá-lo conectado à tomada.

Telefones fixos são mais delicados, especialmente em áreas rurais, onde há menos aparelhos para dissipação de descargas. Em cidades grandes isso era menos preocupante, mas hoje, com poucaslinhas fixas, talvez valha manter cautela.

Eu mesmo perdi a audição de um ouvido, em 1973, ao usar telefone fixo em área rural sem DPS. Foi uma experiência marcante.

E a história de cobrir espelhos? Existe fundamento?

Watanabe: Ouvi essa recomendação quando era jovem, mas não sabia o motivo. Pesquisei e encontrei explicações ligadas a mitos antigos, que associavam o brilho e molduras metálicas à atração de raios.

A menos que seja um espelho gigante no quintal, pode se pentear tranquilo.

Interação entre alunos marca início das comemorações dos 60 anos do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe

Os alunos Lucas Airam, Marcel Mendes e Túlio Resende contam suas experiências na Coppe

O Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ (PEE) realizou, no dia 2 de março, sua aula inaugural de 2026, evento que marcou oficialmente o início das comemorações pelos 60 anos do programa.

Mais do que apresentar informações institucionais, o encontro destacou a troca de experiências entre diferentes gerações de estudantes, reunindo novos alunos e pesquisadores mais experientes em um ambiente de acolhimento e integração acadêmica.

Um dos momentos centrais foi a conversa conduzida por alunos veteranos, que compartilharam suas trajetórias no programa — incluindo participação em projetos de pesquisa, congressos científicos e experiências internacionais, como períodos de pesquisa em universidades no exterior e doutorado em cotutela.

Metade dos novos estudantes presentes no evento não cursou a graduação na UFRJ, reforçando a importância de momentos de integração como esse no início da jornada acadêmica.

Dicas de quem já está no caminho

Durante o evento, os estudantes veteranos Lucas Airam de Souza, Marcel Mendes, e Túlio Resende também compartilharam algumas orientações práticas para quem está começando no programa:

  • Escolha das disciplinas: planejar bem a grade no início pode ajudar a organizar melhor a trajetória acadêmica.
  • Grupos de estudo: estudar em conjunto facilita o aprendizado e fortalece redes de colaboração.
  • Construção de amizades: relações acadêmicas e pessoais são parte importante da experiência na pós-graduação.
  • Tema de pesquisa: a escolha costuma ser feita em diálogo com o orientador, mas iniciativa e protagonismo do aluno fazem diferença no processo.

Criatividade, inovação e novos desafios

A programação contou ainda com uma palestra do professor Edson Watanabe, do PEE, sobre criatividade e inovação na pesquisa científica. Ele destacou a importância de os pesquisadores se manterem atentos ao desconhecido — espaço onde surgem novas ideias e soluções.

O professor também abordou o uso de inteligência artificial generativa na pesquisa, alertando para a necessidade de uso responsável da ferramenta, já que ela pode levar a situações de plágio involuntário se utilizada sem os devidos cuidados.

Durante o encontro, o vice-diretor da Coppe/UFRJ, Marcello Campos, destacou que, por meio de seu ecossistema de inovação, a instituição oferece apoio aos estudantes que desejam levar suas pesquisas até os níveis mais avançados de inovação tecnológica, apoiando projetos que podem alcançar estágios elevados de maturidade e aplicação no mercado.

Seis décadas de contribuição

A aula inaugural abriu uma agenda especial ao longo de 2026 dedicada a celebrar os 60 anos do Programa de Engenharia Elétrica, um dos mais tradicionais da Coppe e responsável pela formação de gerações de pesquisadores que contribuíram para o desenvolvimento científico, tecnológico e energético do Brasil.

Atualmente, o programa reúne 162 mestrandos, 128 doutorandos e 29 pesquisadores de pós-doutorado. Ao longo de sua história, já foram defendidas 500 teses de doutorado e 1.677 dissertações de mestrado.

🎥 Assista ao vídeo completo da aula inaugural no canal do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe no  YouTube.

Coppe realiza Aula Inaugural Aberta com o economista e escritor Eduardo Giannetti

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No dia 24 de março, a Coppe/UFRJ promove sua Aula Inaugural Aberta com o economista e escritor Eduardo Giannetti, que abordará o tema “O fim da hiperglobalização e o Brasil”. Ao longo das últimas décadas, Giannetti consolidou-se como uma das principais vozes do debate público sobre política econômica e suas implicações sociais para o país.

O evento será realizado às 9h30, no Auditório da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Rua Moniz de Aragão, 360, bloco 1, Cidade Universitária. As inscrições já estão abertas no Sympla.

A palestra será moderada pela diretora da Coppe, professora Suzana Kahn. “Em um cenário global marcado por transformações geopolíticas, econômicas e tecnológicas, o encontro propõe uma reflexão sobre os desafios do Brasil diante do novo contexto internacional”. Para ela, mais do que uma conferência, a Aula Inaugural constitui um fórum aberto ao debate. “Queremos estimular nossos alunos, professores, pesquisadores e parceiros institucionais a ampliar repertórios, questionar paradigmas e promover um debate que abra espaço para novas perspectivas e saberes que transcendam o conhecimento tecnológico e científico”, destaca.

Sobre o palestrante

Nascido em Belo Horizonte, em 1957, Eduardo Giannetti é graduado em Economia e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Economia pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Foi professor de História do Pensamento Econômico nessas duas instituições e também no Insper.

Membro da Academia Brasileira de Letras, é autor de diversos livros, entre eles Beliefs in Action (1991), Autoengano (1997), O Valor do Amanhã (2005), Trópicos Utópicos (2016), O Anel de Giges (2022) e, mais recentemente, Imortalidades (2025).

Diretora da Coppe debate o papel da Engenharia na evolução do Rio em encontro do Crea-RJ

A diretora da Coppe/UFRJ, professora Suzana Kahn, participará no dia 19 de março do “Crea Aqui 2026”, encontro promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) que reunirá lideranças das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências para discutir os rumos do desenvolvimento fluminense.

Suzana integrará, às 10h, o Painel 1 – Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, com a exposição “A Engenharia e a Evolução do Rio”. O debate contará ainda com o presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Celso Cunha, e com o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Vinícius Marquese. A mediação será do jornalista Sidney Rezende.

A presença da diretora da Coppe no encontro reforça o papel estratégico da instituição na formulação de soluções para os grandes desafios do estado. Ao longo de sua trajetória, a Coppe tem contribuído com pesquisa aplicada, inovação tecnológica e formação de recursos humanos altamente qualificados, impactando áreas como transição energética, mobilidade sustentável, infraestrutura, planejamento urbano e políticas públicas.

Ao discutir a evolução do Rio sob a perspectiva da Engenharia, Suzana Kahn deverá destacar como ciência, tecnologia e inovação são vetores fundamentais para reposicionar o estado em um cenário de transformação produtiva e transição para uma economia de baixo carbono. A abordagem conecta desenvolvimento econômico, sustentabilidade e competitividade, apontando caminhos para integrar conhecimento técnico, planejamento estratégico e responsabilidade socioambiental.

O Crea Aqui 2026 reunirá profissionais, estudantes, representantes de empresas e instituições de ensino em uma programação voltada à inovação, colaboração e construção de soluções para o futuro do estado.

O evento é gratuito para profissionais do Sistema e estudantes dos programas CREA JR-RJ e CREA Jovem RJ. Também haverá ingresso solidário, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, destinado à Ação da Cidadania.

Data: 19 de março de 2026

Horário: a partir das 8h (credenciamento)

Local: Píer Mauá – Armazém 3 (Av. Rodrigues Alves, 10 – Praça Mauá)

Inscreva-se e garanta sua participação.

Sérgio Besserman fala sobre sustentabilidade e o futuro das cidades em Aula Inaugural de MBA da Coppe

O presidente do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Sérgio Besserman, será o palestrante da Aula Inaugural do MBE – Pós-Graduação lato sensu em Meio Ambiente e Sustentabilidade da Coppe/UFRJ.

Ambientalista e economista, Besserman abordará o tema “Sustentabilidade, políticas públicas e o futuro das cidades”, trazendo reflexões sobre os desafios da agenda climática, a importância das políticas públicas ambientais e as oportunidades estratégicas para profissionais que desejam atuar na transição energética e na construção de uma economia mais sustentável.

Aberta ao público e transmitida ao vivo pelo YouTube, a aula marca o início de mais uma turma do MBA e também se apresenta como uma oportunidade de debate qualificado sobre temas centrais da atualidade, conectando academia, setor produtivo e sociedade.

A mediação será da professora Andrea Santos, coordenadora do curso e do Laboratório de Transporte Sustentável (LabTS), ligado ao Programa de Engenharia de Transportes da Coppe.

Anote na agenda: será na próxima segunda-feira, dia 9 de março, às 19h30.

Começa a seleção de novos docentes da Coppe

Cadeira vazia aguardando por um novo professor

Começa na próxima segunda-feira, 2 de março, a seleção de novos professores da Coppe/UFRJ — e a disputa já se mostra acirrada. Ao todo, 113 candidatos concorrem a oito vagas distribuídas por diferentes programas, em áreas estratégicas e diretamente conectadas aos grandes desafios contemporâneos da ciência, da tecnologia e do desenvolvimento sustentável.

A abertura do calendário será marcada por um dos concursos mais concorridos: 24 candidatos disputam uma vaga em Saúde e Nanobiotecnologia, no Programa de Engenharia da Nanotecnologia. A forte procura evidencia o dinamismo da área, que integra pesquisa de ponta, inovação biomédica e aplicações com impacto direto na qualidade de vida da população.

Mas é no Programa de Engenharia de Produção que a competição atinge seu ponto máximo: 27 candidatos disputam a vaga em Empreendedorismo, Inovação e Tecnologias Sociais, tornando-a a mais concorrida deste ano. O número expressivo reforça não apenas o interesse pela docência na instituição, mas também a centralidade do empreendedorismo na formação contemporânea de mestres e doutores.

Ao incorporar explicitamente o empreendedorismo como campo docente, a Coppe amplia horizontes e reafirma sua visão estratégica: formar cientistas e engenheiros capazes de transformar conhecimento em soluções concretas — produtos, processos, políticas públicas e tecnologias sociais — com impacto real na sociedade.

Todos os concursos serão realizados ainda neste mês de março, com envio dos resultados à Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A elevada concorrência demonstra, ao mesmo tempo, a atratividade da instituição e a relevância das áreas escolhidas, sinalizando um processo de renovação acadêmica que combina tradição de excelência e aposta no futuro.

Áreas de atuação dos futuros docentes:

  • Engenharia da Nanotecnologia: Saúde e Nanobiotecnologia
  • Engenharia de Produção: Empreendedorismo, Inovação e Tecnologias Sociais
  • Engenharia de Sistemas e Computação: Ciência de Dados
  • Engenharia de Transportes: Transporte e suas Mudanças Tecnológicas
  • Engenharia Elétrica: Sistemas de Energia Elétrica
  • Engenharia Nuclear: Análise de Segurança
  • Engenharia Oceânica: Hidrodinâmica
  • Planejamento Energético: Mudanças Climáticas

Segundo o diretor-adjunto de Assuntos Acadêmicos, professor Thiago Ritto, “o novo concurso é fundamental para a renovação da Coppe, considerando a aposentadoria recente ou iminente de muitos docentes. Precisamos atrair novos professores que somem esforços e fortaleçam áreas nas quais temos excelência acadêmica reconhecida, além de abrir espaço para áreas que apontam para o futuro”.

GMEPE/PAHCE 2026: O futuro da engenharia médica e física desembarca no Rio de Janeiro

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O Rio de Janeiro se prepara para receber a vigésima edição do Global Medical Engineering and Physics Exchanges (GMEPE) e Pan American Healthcare Exchanges (PAHCE) 2026, um dos mais importantes congressos internacionais sobre inovações em saúde e tecnologia. Entre os dias 6 e 10 de abril de 2026, a Coppe/UFRJ será o ponto de encontro de pesquisadores, profissionais da indústria e estudantes de todo o mundo, tornando-se o centro do debate sobre o futuro da engenharia médica e física.

Realizado pelo Programa de Engenharia Biomédica (PEB), o evento, que conta com o apoio do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), promete uma imersão profunda em tecnologias que estão revolucionando o diagnóstico, o tratamento e a gestão da saúde. Esta é uma oportunidade única para estar à frente das tendências e conectar-se com os principais nomes do setor.

Oportunidades de networking e aprendizado

GMEPE/PAHCE se destaca por uma programação abrangente e dinâmica. Os participantes terão acesso a palestras magnas, sessões técnicas, workshops práticos e apresentações de trabalhos científicos que cobrem temas de vanguarda como dispositivos médicos, imagens médicas, telemedicina e inteligência artificial aplicada à saúde.

O congresso foi desenhado para promover a troca de conhecimento e a colaboração, oferecendo um ambiente propício para o networking e o desenvolvimento de novas parcerias. Será uma semana intensa de aprendizado, ideal para quem busca aprimoramento profissional e acadêmico contínuo.

Conheça os especialistas confirmados

O GMEPE/PAHCE 2026 contará com a participação de pesquisadores que estão impactando o futuro da saúde global. Confira alguns dos nomes já confirmados:

PalestranteInstituiçãoTema da Palestra
Guillermo CortelaUdelar, UruguaiHIFU en acción: explorando la ablación térmica pulsada y continua
StérenChabertUniversidad de Valparaíso, ChileA definir
Cézar A. D. TeixeiraUniversidade de Coimbra, PortugalEpilepticseizurepredictionby machine learning
Eduardo MorenoICIMAF, CubaSimulaciones Numéricas en COMSOL (Palestra e Workshop)
Wilfrido Gómez-FloresCinvestav, MéxicoAn Overview of Artificial Intelligence for BreastCancerCare (Palestra e Workshop)
Ivonne B. TrujilloUAA, MéxicoSpectralanalysisofbiological tissue structures (Workshop)
Liliam F. de OliveiraCoppeA contribuição da elastografia nos estudos de biomecânica
Renata F. LeoniUSPNeuroimagem Quantitativa em Doença Neurodegenerativa
Joaquim M. MaiaUTFPRGeração de sinais com forma de onda arbitrária e recepção multicanais para pesquisas com ultrassom
Rodrigo C. FelixInmetro,Metrology improves experimental reliabilityofultrasoundapplications (Palestra e Workshop)
Eduardo TavaresUnicampTechnological Platform for Ultrasound Imaging EquipmentDevelopment
Alcimar B. SoaresUFUNeuromimeticTactile Feedback for MyoelectricProsthesesStrategies for Enhancing Performance and Embodiment
  • Agenda dos palestrantes sujeita a alteração

Inscrições Abertas: Últimos dias

Não fique de fora do principal evento de engenharia médica e física da América Latina.As inscrições vão até o dia 6 de março. Não deixe para a última hora, confira a programação completa e inscreva-se já.

Programa de Engenharia Elétrica da Coppe inicia comemorações de 60 anos com aula inaugural

O Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ (PEE) realiza, no dia 2 de março, às 10h, sua aula inaugural, que marca oficialmente a abertura das comemorações pelos seus 60 anos de trajetória. O evento dá início a uma agenda especial ao longo do ano, dedicada a destacar a contribuição do programa para a formação de mestres e doutores e para o desenvolvimento científico, industrial e energético do Brasil.

Criado em 1966, o PEE é um dos programas pioneiros da Coppe e consolidou-se como referência nacional e internacional nas áreas de geração e controle de energia, sistemas elétricos de potência, eletrônica de potência, robótica, controle e automação, eletrônica, incluindo teleinformática e automação, processamento de sinais e microeletrônica e instrumentação, além de inteligência computacional. 

Formação estratégica para o setor elétrico e tecnológico

Ao longo de seis décadas, o Programa de Engenharia Elétrica da Coppe tem formado profissionais altamente qualificados para atuação em empresas do setor elétrico, indústrias de base tecnológica, centros de pesquisa, agências reguladoras e universidades.

Egressos do programa ocupam posições de liderança em instituições como o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) — associado à Axia Energia (antiga Eletrobras) — e na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além de integrarem quadros estratégicos de empresas nacionais e multinacionais dos setores de energia, computação, telecomunicações e tecnologia.

O PEE também tem papel relevante na formação de docentes e pesquisadores que hoje atuam em universidades brasileiras e estrangeiras, ampliando o alcance da produção científica desenvolvida na Coppe. 

Aula inaugural reúne liderança acadêmica e novos talentos

A programação contará com sessão interativa com os novos alunos de mestrado e doutorado, fortalecendo a integração acadêmica desde o início da jornada no programa.

A palestra magna será ministrada pelo professor Edson Watanabe, referência na área de eletrônica de potência e sistemas elétricos. A abertura institucional ficará a cargo do coordenador e vice-coordenador do programa, professores Alessandro Jacoud e Miguel Campista, e do coordenador acadêmico, professor Luiz Wagner Biscainho.

Também faz parte da programação um painel de experiência dos alunos, com os doutorandos Lucas Airam de Souza e Marcel Mendes, e com o mestrando Túlio Resende, que compartilharão suas trajetórias acadêmicas, desafios e aprendizados, além de apresentar perspectivas de pesquisa e oportunidades no programa, promovendo um momento de troca e integração com os novos estudantes.

Onde será o evento

A aula inaugural será realizada no auditório da Coppe, bloco G, sala 122, no Centro de Tecnologia da UFRJ, na Cidade Universitária.

Coppe amplia oferta de disciplinas em empreendedorismo e inovação para pós-graduandos

A Coppe/UFRJ está ampliando sua formação em empreendedorismo e inovação com a oferta de três novas disciplinas voltadas a alunos de todos os 13 programas de pós-graduação da instituição. As iniciativas reforçam a estratégia da diretoria de estimular a criação de tecnologias, negócios de base científica e soluções de impacto social a partir das pesquisas desenvolvidas nos laboratórios da Coppe.

Segundo o diretor-adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, professor Thiago Aragão, a ampliação dessa trilha formativa responde a uma demanda crescente dos próprios alunos e ao papel social da universidade. “Nossa produção acadêmica precisa ter aplicação prática. Se não desenvolvemos processos ou produtos, não damos o retorno esperado à sociedade que investe em nós. A formação empreendedora amplia horizontes e ajuda a transformar pesquisas em inovação”, afirma.

O professor destaca ainda que a iniciativa busca engajar estudantes de diferentes áreas, estimulando a troca de experiências e a construção conjunta de soluções. “Quanto mais diverso for o público das disciplinas, melhor. Em vez de ter uma trilha formativa impositiva, queremos caminhos que estimulem sinergia, criatividade e novas formas de pensar.”

Formação empreendedora como diferencial na Engenharia

Para o diretor-adjunto de Assuntos Acadêmicos, professor Thiago Ritto, as novas disciplinas representam um avanço natural da instituição diante das transformações do mercado e das expectativas das novas gerações.

“A visão do empreendedorismo complementa a visão acadêmica, trazendo novos conhecimentos, técnicas, metodologias. É importante ampliar nossos percursos formativos, não perdermos aquilo que nos transformou em referência no ensino de Engenharia, mas estarmos atentos às demandas dos novos tempos, novas expectativas”, avalia o professor.

“Temos excelência em pesquisa. A questão agora é dar o próximo passo: transformar conhecimento em produtos, processos e impacto. Cobrir o gap entre o TRL 4 e 9 (níveis de prontidão tecnológica, sendo o grau 9 quando a tecnologia está pronta para o mercado) não é uma responsabilidade/obrigação da Coppe, mas podemos contribuir com caminhos para isso”, conclui Ritto.

As inscrições para as disciplinas ficarão abertas de 2 a 13 de março, via SIGA.

Inovação, Empreendedorismo e Transições Sustentáveis

Professora Amanda Xavier (Programa de Engenharia de Produção – PEP)
 
 A disciplina discute modelos econômicos contemporâneos, governança participativa e inovações transformativas voltadas para transições sustentáveis. A abordagem é flexível e adaptada ao perfil dos alunos — muitos deles pesquisadores de diferentes áreas da engenharia.

O primeiro módulo é focado em inovação; o segundo em território; e o terceiro em governança. E empreendedorismo é um tema que permeia os três módulos. As aulas incluem análise de textos, atividades metacognitivas e discussões sobre autores como Darcy Ribeiro, Milton Santos e Mariana Mazzucato. O objetivo é desenvolver competências sociais e humanísticas que complementam a formação técnica, ampliando a capacidade crítica dos futuros profissionais.

Segundo a professora Amanda Xavier, o curso funciona como um espaço colaborativo de construção de conhecimento, fora de um conceito de educação tecnocentrada,em que o saber é situado de cima para baixo. “O meu papel não é ensiná-los, é dar as ferramentas de desconstrução e construção de novos percursos, que vão refletir os próprios repertórios que a gente traz. Meu papel é ser uma alavanca de novos futuros, de transformação e para que eles sejam formadores de opinião, sejam críticos, compreendam o contraditório e tomem boas decisões”.

“Trabalhamos com o conceito de cosmolocalismo, para que nossas pesquisas sejam úteis, de fato, para a vida das pessoas. Não é a sociedade que está a serviço da ciência, mas é a ciência que está a serviço da sociedade”, explica Amanda.

Empreendedorismo e Inovação em Saúde

Professor Gabriel Casulari (Programa de Engenharia Biomédica – PEB)

Voltada à área de saúde, a disciplina apresenta metodologias para desenvolvimento de startups, noções de regulação sanitária e atividades práticas. O curso conta com a participação do professor Flávio Grynszpan, diretor do Instituto iCorps Brasil, ex-presidente da Motorola do Brasil, que atua na formação de startups e na difusão da metodologia de Desenvolvimento de Clientes.

A proposta integra o ecossistema de saúde da Coppe, marcado por iniciativas de impacto social como a criação do ventilador pulmonar VExCO, o simulador pulmonar MECLung e as spin-offs surgidas a partir do Programa de Engenharia Biomédica. A disciplina busca fortalecer esse ambiente, formando engenheiros capazes de transformar pesquisa aplicada em soluções reais para serviços de saúde.

“O professor Flávio Grynszpan (ex-docente do PEB) tem uma experiência grande na área empresarial e hoje lidera uma aceleradora de empresas. A gente divide o curso da seguinte forma: ele fala sobre empreendedorismo e eu falo sobre a organização da Saúde no Brasil, processo de registro, e outros temas da área de saúde mesmo. A disciplina é aberta a todos, podendo participar alunos de quaisquer programas, de outras unidades, outras instituições e até mesmo ex-alunos”, informa o professor Gabriel Casulari.

“Eu participei do programa Doutor Empreendedor, da Faperj e isso me fez pensar na oferta dessa disciplina e mostrar que o mestrado e o doutorado fazem parte desse processo, do empreendedorismo de base tecnológica, empreendedorismo disruptivo”, contextualiza Casulari.

Desenvolvimento de Novos Produtos, Serviços e Negócios de Base Tecnológica

Professor Tharcísio Fontainha (Programa de Engenharia de Produção – PEP)
 
 Estruturada com apoio da Diretoria de Tecnologia e Inovação da Coppe, a nova disciplina combina fundamentos de engenharia de produto, design de serviços e empreendedorismo. O objetivo é capacitar alunos a transformar pesquisas em tecnologias com impacto social, econômico e ambiental.

“A proposta é dar aos estudantes uma visão completa de como nasce e amadurece um negócio de base tecnológica, desde a concepção até a avaliação de sua maturidade (TRL)”, explica o professor Tharcísio Fontainha.

O conteúdo inclui modelos de negócio sustentáveis, registro de inovação, ciclo de vida de produtos e processos, financiamento e criação de startups. A avaliação envolve resenhas críticas e um pitch final de cinco minutos sobre soluções desenvolvidas a partir das pesquisas dos estudantes.

Metrôs do Brasil comparados a redes internacionais: Estudo da Coppe e do Cefet-RJ revela desafios estruturais e caminhos para o futuro da mobilidade urbana

O transporte público de alta capacidade é um dos maiores desafios impostos pela urbanização acelerada nas grandes cidades contemporâneas. Em metrópoles cada vez mais densas, desiguais e extensas, o metrô assume um papel central não apenas como meio de deslocamento, mas como indutor de desenvolvimento urbano, inclusão social e sustentabilidade ambiental. No Brasil, entretanto, transformar o transporte metroviário na espinha dorsal da mobilidade urbana ainda é um projeto em construção, e distante das principais referências internacionais.

professor Romulo Orrico

Esse diagnóstico é apresentado em um estudo comparativo multidimensional desenvolvido por pesquisadores da Coppe/UFRJ, em parceria com o Cefet-RJ, que analisou sistemas metroviários brasileiros à luz de redes consolidadas em cidades como Londres, Paris, Nova York, Tóquio, Berlim e Madri. A pesquisa integra o conjunto de estudos do Projeto de Integração, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Mobilidade no Rio de Janeiro (PRISMA-RJ), iniciativa voltada à articulação metropolitana entre Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.

O projeto é coordenado pelo professor Rômulo Orrico, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe, e desenvolvido no Laboratório de Otimização e Sistemas de Informações Geográficas (OPTGIS), reunindo competências em modelagem, análise espacial e avaliação de políticas públicas. A atuação da Coppe é central não apenas na coordenação científica do trabalho, mas na construção de uma metodologia capaz de traduzir dados técnicos em subsídios estratégicos para o planejamento urbano e de transportes no país.

Escala, densidade e acessibilidade: o tamanho do desafio

Os resultados evidenciam um descompasso estrutural entre os sistemas brasileiros e as grandes redes internacionais. Enquanto metrôs centenários como os de Londres (408 km) e Nova York (394 km) cobrem vastas áreas metropolitanas, os sistemas nacionais operam em uma escala significativamente menor. São Paulo, a maior rede do país, possui 104,2 km de extensão, enquanto cidades como Belo Horizonte operam com menos de 30 km de linhas.

Mais do que a extensão física, o estudo destaca a densidade da rede como fator decisivo para a eficiência do sistema. Redes internacionais apresentam maior concentração de estações e menor espaçamento entre elas, favorecendo o acesso a pé e a integração com o tecido urbano. Em Paris, por exemplo, a distância média entre estações é de 0,73 km. Em contraste, sistemas brasileiros operam com distâncias maiores entre paradas, chegando a 1,87 km em Recife, o que aumenta a dependência de ônibus alimentadores e reduz a atratividade do metrô como modal principal.

São Paulo: eficiência operacional em destaque

No cenário nacional, o Metrô de São Paulo se consolida como a principal exceção positiva. Com uma demanda diária de cerca de 4 milhões de passageiros, o sistema paulista alcança volumes comparáveis aos de grandes redes internacionais, como a de Paris, mesmo operando com menos da metade de sua extensão.

Esse desempenho é sustentado por elevados padrões operacionais, como o headway (termo que designa o intervalo de tempo entre a passagem de dois trens consecutivos na mesma linha) que em São Paulo atinge cerca de 1,6 minuto, superando padrões observados em cidades como Berlim e Tóquio. Em contrapartida, sistemas como os de Fortaleza e Belo Horizonte registram intervalos que podem chegar a 15 minutos, comprometendo a confiabilidade do serviço, desestimulando a demanda e levando à subutilização da infraestrutura existente.

Uma abordagem multidimensional para compreender o sistema

O diferencial da pesquisa conduzida pela Coppe está em sua abordagem multidimensional. Em vez de analisar isoladamente indicadores como extensão de linhas ou número de passageiros, os pesquisadores cruzaram dimensões operacionais, de planejamento, design, desempenho, tecnologia e governança. Essa metodologia permite compreender que o sucesso de um sistema metroviário depende menos de obras pontuais e mais da articulação consistente entre políticas públicas, financiamento, uso do solo e qualidade da gestão.

Na dimensão do planejamento, as redes internacionais analisadas apresentam forte alinhamento com planos diretores de longo prazo, como a visão estratégica de Tóquio para 2030. No Brasil, por outro lado, o planejamento tende a ser fragmentado e orientado pelo curto prazo. O caso do Rio de Janeiro ilustra essa dificuldade: o metrô apresenta apenas alinhamento parcial com diretrizes de desenvolvimento urbano integrado, o que dificulta a expansão coerente da rede.

No campo do financiamento, as referências globais operam com portfólios diversificados que combinam tarifas, subsídios governamentais, financiamentos de longo prazo e, sobretudo, receitas não tarifárias oriundas do comércio e da exploração imobiliária. No Brasil, persiste uma dependência excessiva de tarifas e de aportes diretos do tesouro, com aproveitamento ainda limitado do potencial econômico do entorno das estações.

Tecnologia e governança: contrastes relevantes

A análise tecnológica evidencia diferenças significativas na adoção de ferramentas digitais avançadas. Sistemas internacionais utilizam de forma sistemática o BIM (Building Information Modeling), metodologia de modelagem digital integrada da infraestrutura, que reúne informações sobre estações, túneis, vias e sistemas operacionais ao longo de todo o ciclo de vida do empreendimento. Também empregam amplamente o GIS (Geographic Information Systems), sistemas de informações geográficas que integram dados espaciais, operacionais e urbanos, apoiando o planejamento da rede, a análise de demanda e a gestão territorial no entorno das estações.

No Brasil, a automação plena e o uso contínuo dessas ferramentas ainda estão concentrados em poucos sistemas, como São Paulo e Salvador. Nos demais casos, BIM e GIS são aplicados majoritariamente nas fases de projeto e construção, com uso limitado na gestão operacional cotidiana.

Na dimensão da governança, os casos internacionais analisados apresentam predomínio de operações públicas com forte regulação e metas rigorosas de desempenho, frequentemente associadas à satisfação do usuário. No Brasil, observa-se uma tendência crescente de adoção de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs), como nos casos do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, em resposta à escassez de investimento público direto e à necessidade de modernização da infraestrutura.

Financiamento, TOD e os caminhos para o futuro

O estudo conclui que a sustentabilidade financeira é uma das maiores barreiras à expansão do transporte metroviário no Brasil. Nesse contexto, ganha destaque o Desenvolvimento Orientado ao Transporte (TOD – Transit-Oriented Development), estratégia de planejamento urbano amplamente adotada em metrópoles globais, mas ainda pouco explorada no país. O TOD propõe a criação de áreas compactas, densas e de uso misto no entorno das estações, integrando moradia, trabalho e serviços ao transporte de alta capacidade.

Além de reduzir a dependência do automóvel, esse modelo permite que o próprio metrô se beneficie da valorização imobiliária e da geração de receitas comerciais. Enquanto cidades como Tóquio e Madri transformaram essa integração em um pilar de financiamento e eficiência operacional, o Brasil ainda trata o transporte de forma dissociada do desenvolvimento urbano.

Conhecimento aplicado para transformar cidades

Ao articular rigor técnico, visão sistêmica e compromisso com políticas públicas, o estudo reafirma o papel da Coppe como protagonista na produção de conhecimento estratégico para o desenvolvimento urbano sustentável. Mais do que diagnosticar limitações, a pesquisa oferece subsídios concretos para repensar o metrô brasileiro como infraestrutura estruturante das cidades, capaz de conectar territórios, reduzir desigualdades e orientar um novo modelo de urbanização no país.

O novo som da Sapucaí

Foto: Alexandre Cassiano – O Globo

O Carnaval de 2026 marcará uma das transformações tecnológicas mais profundas na história da Marquês de Sapucaí. A tradicional passarela do samba passará por uma mudança significativa em seu sistema de sonorização, abandonando os antigos carros de som e adotando uma infraestrutura digital de última geração.

Mais do que uma atualização técnica, trata-se de uma reengenharia completa da experiência sonora do maior espetáculo da Terra — um projeto que envolve acústica, telecomunicações, processamento digital de sinais e infraestrutura urbana em larga escala.

Para entender a complexidade desse desafio, conversamos com Daniel Carvalho, aluno de Engenharia Eletrônica e de Computação da Escola Politécnica (Poli/UFRJ) e bolsista de Iniciação Científica no laboratório SMT (Sinal, Multimídia e Telecomunicações) do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ.

Um desafio de engenharia em campo aberto

Daniel Carvalho, bolsista de Iniciação Científica no laboratório SMT

Daniel Carvalho, que traz no currículo atuações com nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte, Gal Costa e Roberta Sá — além da experiência atual na regulagem de som da turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil — destaca que a Sapucaí é um dos cenários mais desafiadores do país para projetos de sonorização.

“Há especificidades na avenida que fogem à zona de conforto. A avenida é longa e estreita, o que complica o posicionamento e a distribuição dos equipamentos. Além disso, o ambiente de radiofrequência é extremamente ‘poluído’, devido às transmissões simultâneas e aos shows nos camarotes, o que gera interferências na comunicação sem fio.”

Sonorizar a Sapucaí significa projetar para um espaço aberto, com múltiplas fontes de interferência, milhares de pessoas, transmissão ao vivo e exigência de sincronização absoluta — uma operação que demanda planejamento técnico minucioso e testes em condições reais.

O fim da era dos carros de som

A mudança mais emblemática anunciada pela Liesa é a aposentadoria dos carros de som, utilizados desde a inauguração do Sambódromo, em 1984. Historicamente, esses veículos funcionavam como suporte para mesas de som e antenas, ajudando a minimizar interferências para os músicos ao longo da avenida.

No novo modelo, o áudio passa a ser distribuído por uma rede de fibra óptica com processamento digital, garantindo o que os técnicos chamam de “latência zero”.

Na prática, isso significa que o som chegará de forma síncrona do Setor 1 ao Setor 13, com um atraso imperceptível — abaixo de cinco milissegundos — eliminando o chamado “atravessamento” do samba (o descompasso entre bateria e demais músicos causado por atrasos distintos de audição) e o eco que historicamente incomodava integrantes das escolas e o público.

A solução envolve protocolos modernos de áudio sobre IP e arquitetura digital de rede, aproximando o Carnaval carioca dos padrões tecnológicos das grandes arenas internacionais.

Tecnologia wireless e monitoramento “in ear”

A engenharia por trás do novo sistema também substitui o retorno físico dos carros de som por fones de ouvido (in ear) para os intérpretes, permitindo maior mobilidade ao longo da avenida.

Tecnicamente, a inovação está na transição de sistemas de banda estreita (400 MHz) para tecnologia wireless de banda larga (1,4 GHz), com maior capacidade de dados e menor suscetibilidade a interferências.

“A geração mais antiga é muito acostumada com carro de som para ter o retorno. Mas os músicos mais jovens já estão habituados aos fones sem fio e vão se adaptar bem à novidade”, acredita Daniel.

O sistema opera com 32 canais bidirecionais (totalizando 64), utilizando equipamentos robustos como o Spectera, da Sennheiser. Essa banda mais larga e segmentada é fundamental para reduzir a ‘sujeira’ sonora e garantir que a comunicação entre intérpretes e bateria seja cristalina — mesmo em um ambiente de altíssima complexidade eletromagnética.

Inovações na infraestrutura e experiência do público

As melhorias não se restringem aos músicos. A transformação do som da Sapucaí é sustentada por uma série de intervenções estruturais que exigem engenharia integrada.

  • Som de Arena

Novos clusters de som e caixas com maior pressão nos agudos foram instalados para garantir cobertura uniforme em arquibancadas, frisas e camarotes. O redesenho do sistema exigiu estudos detalhados de propagação sonora, considerando extensão da avenida, reflexões, dispersão e absorção acústica.

  • Intervenções Físicas

A Sapucaí passou por obras para a criação de canaletas subterrâneas, embutindo toda a fiação e eliminando cabos expostos na pista. Embora pouco visível ao público, a mudança envolve planejamento estrutural, redes elétricas de alta confiabilidade e integração entre engenharia civil e sistemas de áudio.

Com o cabeamento subterrâneo, há mais liberdade de circulação para equipes técnicas e para o puxador, que pode se locomover com maior autonomia ao longo da avenida, sem obstáculos ou limitações impostas por fios aparentes. A solução também contribui para a organização visual do espaço, melhora a logística de montagem e desmontagem das estruturas e aumenta a confiabilidade do sistema elétrico, reduzindo a exposição a intempéries e falhas operacionais.

Mais do que uma intervenção física, trata-se de uma reconfiguração da infraestrutura da avenida para sustentar um espetáculo de escala global com padrões tecnológicos elevados.

  • Áudio Espacial

Pela primeira vez, a transmissão oficial via streaming utilizará mixagem em áudio espacial (baseado em objetos), permitindo que quem assiste de casa perceba o posicionamento real da bateria ao longo da avenida.

  • Testes e Ajustes

O sistema foi testado em 2025 e nos ensaios técnicos da Série Ouro, com o objetivo de proporcionar uma experiência sonora mais limpa, uniforme e sincronizada.

Para o pesquisador do SMT/Coppe, a mudança preserva a busca histórica do Carnaval pela excelência, agora amparada por protocolos modernos de áudio sobre IP e soluções de engenharia que enfrentam problemas clássicos de cancelamento de fase e latência.

O que o público perceberá como um som mais limpo, sincronizado e potente é resultado de camadas invisíveis de engenharia operando com precisão milimétrica.

“Há muito tempo buscam-se soluções para aprimorar a qualidade de som no espetáculo. Há mudanças, mas não uma ruptura, e sim um aprimoramento da experiencia acumulada.. Estou curioso para ver o resultado”, conclui Daniel.

Ciência se faz com diversidade

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, o mundo celebra o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. A data foi criada pela Unesco em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução 70/212 da Assembleia Geral das Nações Unidas, e é comemorada anualmente com o objetivo de promover a igualdade de gênero no setor científico. A iniciativa também propõe uma reflexão sobre os avanços conquistados e os desafios que ainda persistem.

No Brasil, embora as mulheres representem quase metade dos pesquisadores, o cenário permanece desafiador nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Apenas 14% dos profissionais das Engenharias são mulheres. Nas áreas de Computação e Matemática, esse percentual é de 18%. Entre as bolsas de produtividade de nível mais alto (PQ-1A), apenas 24% são concedidas a cientistas mulheres.

A Coppe é atualmente liderada pela professora Suzana Kahn, a segunda mulher a ocupar o cargo de diretora da instituição. Sua gestão se caracteriza por uma composição equilibrada da diretoria, com seis mulheres entre seus 11 integrantes, além de um ecossistema de inovação formado majoritariamente por mulheres.

A professora Angela Uller foi a primeira mulher a dirigir a Coppe, de 2003 a 2007. Seu pioneirismo também marcou outras instâncias da universidade: foi a primeira diretora da Fundação Coppetec, a primeira pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ e a primeira coordenadora da Unidade Embrapii-Coppe.

Para Angela Uller, o acesso das mulheres a direitos e oportunidades apresentou avanços significativos desde o início de sua trajetória acadêmica. “Acho que as mulheres realmente galgaram muitos degraus e os homens também passaram a se conscientizar de que precisam dividir igualmente as responsabilidades na família”, avalia.

Suzana Kahn compartilha dessa percepção. “Eu vejo meus colegas homens na diretoria dividindo os cuidados com a família, com a criação dos filhos e com suas esposas. As novas gerações estão sendo formadas de maneira mais equitativa, e isso trará impactos positivos no futuro”, afirma.

Suzana Kahn e Angela Uller, as únicas mulheres, até o momento, a comandarem a Coppe

Ambas concordam que a desigualdade no acesso a oportunidades costuma se manifestar antes do ingresso na universidade. Para Angela, a formação familiar tem papel central nesse processo. “Sempre achei que isso é uma questão de criação. Eu tive um pai extremamente progressista, que educava meninas e meninos da mesma forma, para estudar, trabalhar e ser independentes. Isso vai sendo internalizado e gera segurança para a vida, mostrando que não há diferença entre homens e mulheres quando são tratados de forma igual. Isso foi muito importante para a minha carreira”, relata.

Ela complementa que, ao ingressar na universidade, havia poucas mulheres docentes e nenhuma em cargos de chefia. “Hoje, olhando com atenção, houve uma grande evolução. Ainda não chegamos a uma equidade plena, mas os avanços são significativos”, observa.

Na avaliação de Suzana Kahn, em uma unidade acadêmica como a Coppe não existem barreiras institucionais à ascensão feminina, embora persistam desafios estruturais. “Cada vez mais, o nível de escolaridade das mulheres supera o dos homens. Em áreas como a Medicina, elas já são maioria e com forte destaque acadêmico. Esse avanço é perceptível quando se observa a universidade como um todo, mas não ocorre com a mesma intensidade na engenharia, que é uma área bastante específica.”

Na Coppe, a cada três estudantes, uma é mulher e, no corpo docente, a participação feminina é de aproximadamente 20%.

Suzana também destaca que, em outros ambientes profissionais, a desigualdade tende a se perpetuar. “Em contextos predominantemente masculinos, a liderança masculina tende a se reproduzir, pois muitas vezes se busca no sucessor alguém com quem se identifica. Isso cria um círculo vicioso, reduzindo a diversidade. Sem intervenções que rompam esse ciclo, a situação se mantém.”

Para a diretora, a diversidade é um fator essencial para a inovação. “Em qualquer ambiente, quanto maior a diversidade de pessoas, com diferentes perspectivas e formas de pensar, melhores são os resultados em termos de criatividade e produtividade. Políticas de diversidade são importantes para romper esses ciclos, desde que tenham critérios e prazos bem definidos”, avalia.

Os avanços alcançados podem parecer insuficientes para quem vivencia o presente. “Quem vive o tempo atual deseja transformações mais rápidas, o que é compreensível. No entanto, quando se observa a trajetória histórica, os avanços foram significativos”, reforça Angela Uller.

Dar visibilidade a trajetórias como as de Angela Uller e Suzana Kahn reafirma um princípio fundamental: a ciência se fortalece quando incorpora diferentes experiências, perspectivas e vozes. Mais do que reconhecer conquistas, é preciso incentivar que meninas acreditem em seu potencial e ocupem, com confiança, os espaços da pesquisa, da engenharia e da inovação. Que sejam muitas Suzanas, Ângelas, Marias, Denises, Tatianas — e tantas outras — ingressando na universidade, liderando projetos e transformando o país por meio da ciência.  

Parceria anglo-brasileira em IA e energias renováveis

Ampea Karikari-Boateng (ORE Catapult), professor Milad Shadman (PEnO/Coppe) e Edvaldo Mendes (ORE Catapult)

A Coppe/UFRJ e a Offshore Renewable Energies (ORE) Catapult realizaram, no dia 29/1, um workshop dedicado às inovações impulsionadas por Inteligência Artificial aplicadas a sistemas de energia eólica offshore. A iniciativa reforça a cooperação entre Brasil e Reino Unido em áreas estratégicas para a transição energética e o desenvolvimento tecnológico sustentável.

A parceria entre a Coppe e a aceleradora britânica de inovação, referência internacional em energias renováveis oceânicas, tem como objetivo aplicar tecnologias avançadas de IA para ampliar o desempenho, a confiabilidade e a sustentabilidade de sistemas eólicos offshore. As ações conjuntas estão organizadas em seis frentes estratégicas de pesquisa e desenvolvimento:

  • Aplicação de Inteligência Artificial para aumentar a eficiência operacional e a confiabilidade de parques eólicos offshore;
  • Uso de modelos avançados para otimizar o arranjo e o desempenho de parques eólicos em ambiente oceânico;
  • Desenvolvimento de soluções integradas para portos e logística no contexto da energia offshore;
  • Criação de gêmeos digitais para apoiar o planejamento, a operação e a manutenção de subestações offshore;
  • Aprimoramento de estudos e análises de impacto ambiental por meio de ferramentas baseadas em IA;
  • Pesquisa e inovação em subestruturas de concreto voltadas a aplicações offshore.

Durante o workshop, lideranças e pesquisadores das duas instituições apresentaram uma visão integrada das oportunidades abertas pela IA no setor das energias renováveis oceânicas, além de compartilhar competências técnicas, científicas e de inovação.

Edvaldo Mendes, engenheiro sênior de P&D da ORE Catapult, destacou que o Brasil é um dos países prioritários para o governo britânico e que a aprovação da parceria com a Coppe reflete a relevância estratégica da colaboração. “Nossa intenção é levar essa parceria ainda mais longe, com uma visão de longo prazo”, afirmou.

O evento contou com a participação de professores e pesquisadores da Coppe, de diferentes programas e grupos de pesquisa, além de representantes da ORE Catapult e da startup 3DMatCIS. A abertura foi conduzida pelo coordenador do projeto, professor Milad Shadman, pelo diretor de Assuntos Acadêmicos da Coppe, professor Jean-David Caprace, e por Edvaldo Mendes.

Ampea Karikari-Boateng, engenheiro principal de P&D da ORE Catapult, apresentou projetos desenvolvidos nos centros de inovação da instituição britânica, incluindo aplicações de IA para monitoramento de componentes críticos de turbinas eólicas, que permitem manutenção proativa e redução significativa de custos operacionais.

Professor Alexandre Evsukoff abordou diversos projetos da Coppe em ciência de dados e IA

Pela Coppe, o professor Alexandre Evsukoff apresentou o Centro de Excelência em Inteligência Artificial em Energias Renováveis (Ceaire) e destacou a versatilidade da IA em aplicações como sensoriamento remoto e previsões de curtíssimo prazo. Já o professor Luiz Paulo Assad evidenciou a competência do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) em modelagem hidrodinâmica e atmosférica, com geração de gêmeos digitais oceânicos em parceria com a indústria.

Ao integrar competências do Brasil e do Reino Unido, a parceria entre a Coppe e a ORE Catapult contribui para acelerar a transição energética, reduzir emissões e ampliar a eficiência e a segurança dos sistemas de energia. O uso de Inteligência Artificial em soluções para a eólica offshore fortalece a inovação, a competitividade do setor e a formação de talentos, gerando benefícios econômicos, ambientais e sociais alinhados aos desafios globais do desenvolvimento sustentável.

Tecnologia da Coppe traz mais autonomia e qualidade de vida a pacientes com Parkinson

O que você faria se tarefas simples, como segurar uma xícara, se tornassem um desafio diário? Para milhares de pessoas que convivem com a Doença de Parkinson e o Tremor Essencial, essa é a realidade. Uma inovação que nasce nos laboratórios da Coppe/UFRJ, no entanto, promete mudar esse cenário ao oferecer um tratamento eficaz, acessível e não invasivo — com impacto direto na qualidade de vida dos pacientes.

professor Carlos Júlio

Coordenado pelo professor Carlos Júlio Criollo, do Programa de Engenharia Biomédica da Coppe, o projeto desenvolve uma tecnologia assistiva e de baixo custo capaz de reduzir tremores por meio de estimulação elétrica aplicada sobre a pele. O protótipo do dispositivo já está em fase de testes clínicos com pacientes do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), evidenciando a capacidade da Coppe de transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade.

Como o tratamento é realizado atualmente
Hoje, o tratamento mais comum para a Doença de Parkinson baseia-se no uso de medicamentos à base de dopamina, que ajudam a controlar os sintomas motores. Com o passar do tempo, porém, esses fármacos tendem a perder eficácia, além de apresentarem efeitos colaterais. Em casos mais avançados, pode-se recorrer ao implante cirúrgico de estimuladores elétricos no cérebro — um procedimento altamente invasivo, de custo elevado e nem sempre indicado para todos os pacientes. Há ainda alternativas menos invasivas, como estimuladores implantados na medula espinhal.

Segundo a neurologista Ana Lúcia Rosso, chefe do serviço de Neurologia do HUCFF, a proposta desenvolvida pela Coppe é especialmente relevante para pacientes que apresentam restrições à realização de cirurgias, seja pela idade avançada ou por comprometimentos cognitivos. “Mesmo para pacientes mais jovens, a possibilidade de controlar os tremores sem intervenção cirúrgica ou aumento da carga medicamentosa é sempre o caminho preferível”, destaca.

Tratamento em casa, com monitoramento inteligente
A solução proposta pela Coppe representa uma alternativa inovadora a esses tratamentos. A estimulação elétrica é feita diretamente sobre a pele, sem necessidade de qualquer procedimento cirúrgico. O paciente pode realizar o tratamento em casa, com praticidade e autonomia, utilizando um dispositivo controlado por aplicativo no celular.

Cada sessão de uso é registrada automaticamente e os dados são enviados, por meio de telemedicina e da internet das coisas (IoT), para um banco de dados seguro. Isso permite que a equipe médica acompanhe remotamente, em tempo real, a evolução do paciente, ajustando parâmetros e protocolos de forma personalizada. A integração entre engenharia, conectividade digital e saúde coloca a Coppe na vanguarda do desenvolvimento de soluções inteligentes voltadas ao cuidado contínuo.

O novo equipamento
Batizado de Mestim Eléctrico, o dispositivo permite a configuração remota de sequências de estimulação elétrica por meio de um aplicativo conectado ao Wi-Fi. Essa flexibilidade garante maior precisão na programação dos estímulos, incluindo parâmetros como frequência, amplitude e largura de pulso, o que é essencial tanto para a prática clínica quanto para a pesquisa em controle motor.

Embora já existam dispositivos comerciais voltados à redução de tremores, a maioria utiliza apenas ondas quadradas ou retangulares de estimulação elétrica. O projeto da Coppe avança além desse padrão ao empregar ondas senoidais, que permitem uma ativação mais seletiva de diferentes tipos de fibras nervosas.

Danilo Molina

Essa abordagem possibilita um estímulo mais direcionado às vias aferentes envolvidas na modulação do controle motor, aumentando a eficácia na redução dos tremores e minimizando desconfortos. “O diferencial desse dispositivo é que ele é totalmente configurável. Conseguimos ajustar a frequência, a largura de pulso e a amplitude da onda de forma personalizada para cada paciente, buscando o ponto exato em que o tremor é reduzido sem causar desconforto”, explica Danilo Molina, aluno de doutorado em Engenharia Biomédica da Coppe.

Outro destaque é a versatilidade tecnológica do equipamento. Enquanto dispositivos existentes oferecem padrões restritos de estimulação, o Mestim Eléctrico é capaz de gerar praticamente qualquer forma de onda arbitrária de corrente. Isso amplia as possibilidades de protocolos terapêuticos, fortalece a pesquisa em neuromodulação e abre caminho para novos avanços clínicos.

Impacto social e transferência de tecnologia
Com foco na aplicação prática e no benefício direto à população, o projeto também prevê a transferência da tecnologia para o sistema de saúde. “Nosso objetivo é fazer com que essa inovação chegue à sociedade e não fique restrita ao ambiente acadêmico. Dentro do projeto, vamos desenvolver dez protótipos que serão implementados em outras unidades hospitalares do SUS”, afirma o professor Carlos Júlio.

Ao unir engenharia, inovação e tecnologia com custos acessíveis, a Coppe reafirma seu papel estratégico no desenvolvimento de soluções que promovem mais qualidade de vida, fortalecem o SUS e ampliam o acesso da população a tratamentos avançados. Assista o vídeo.

Financiado pela Finep, CNPq e Faperj, o projeto reúne uma ampla rede transdisciplinar, envolvendo sete laboratórios da UFRJ e integrando competências das áreas de engenharia, saúde e tecnologia. A iniciativa conta ainda com a parceria do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), do Instituto de Neurologia Deolindo Couto (INDC/UFRJ), do Departamento de Neurologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ), da Universidade Politécnica Salesiana, do Equador, e de empresas do setor de equipamentos médicos.

Coppe realiza workshop sobre IA e energias renováveis

Coppe/UFRJ, por meio do Grupo de Energias Renováveis no Oceano (GERO), em parceria com a ORE Catapult, realiza nesta quinta-feira, 29 de agosto, o workshop “Aplicações de Inteligência Artificial no Setor de Energias Renováveis”. O evento é aberto ao público e será realizado das 9h às 13h, no auditório da Coppe (sala G-122), no Centro de Tecnologia da UFRJ.

O workshop tem como objetivo discutir como técnicas de inteligência artificial e digitalização estão transformando o desenvolvimento, a operação e a manutenção de tecnologias energéticas sustentáveis. A iniciativa integra as atividades do memorando de entendimento firmado entre a Coppe e a ORE Catapult, aceleradora de inovação britânica especializada em energias renováveis oceânicas.

Ao longo da programação, especialistas vão abordar temas como modelos preditivos de vento, ondas e outros recursos naturais, digital twins, monitoramento inteligente, otimização de projeto e desempenho, além de aplicações em eólica offshore, energia oceânica e sistemas híbridos, com destaque para experiências e aprendizados relevantes para o contexto brasileiro.

A abertura do evento será conduzida pelo diretor de Assuntos Acadêmicos da Coppe, professor Jean-David Caprace, pelo coordenador do projeto, professor Milad Shadman, e por Edvaldo Mendes, da ORE Catapult.

O workshop contará ainda com apresentações de trabalhos desenvolvidos no Grupo de Energias Renováveis no Oceano (GERO), no Núcleo Avançado de Computação Avançada (Nacad), no Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) e na startup Matcis, criada por ex-alunos da Coppe.

👉 Pesquisadores, estudantes, profissionais do setor energético, gestores públicos, empreendedores e demais interessados estão convidados a participar e contribuir para o debate sobre o futuro das energias renováveis no Brasil.

Coppe reforça papel estratégico em nova iniciativa nacional de energia renovável no oceano

O Brasil dá um passo decisivo na consolidação da economia azul e na transição para uma matriz energética de baixo carbono com a criação do Centro Temático de Energia Renovável no Oceano – Energia Azul. A nova iniciativa nacional será dedicada ao desenvolvimento de tecnologias de geração de energia limpa em alto-mar e contará com a participação estratégica de pesquisadores da Coppe/UFRJ, além da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV). O projeto é liderado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO).

Contemplado com um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Centro Temático terá papel estruturante na articulação entre ciência, inovação e políticas públicas para o uso sustentável do oceano. As atividades estarão concentradas em quatro frentes tecnológicas consideradas estratégicas para o futuro energético do país: conversão da energia das ondas, aproveitamento das correntes de maré, sistemas baseados no gradiente térmico do oceano (Ocean Thermal Energy Conversion – OTEC) e produção offshore de hidrogênio de baixa emissão de carbono.

Para o diretor-geral do INPO e professor da Coppe, Segen Estefen, a iniciativa posiciona o Brasil de forma competitiva em um campo tecnológico emergente e de alto valor estratégico. “A ampla disponibilidade de recursos renováveis no oceano e a reconhecida experiência brasileira em atividades offshore são diferenciais decisivos. O projeto permite transformar o oceano em um aliado estratégico da transição energética, com a produção sustentável de eletricidade, hidrogênio e água dessalinizada, ampliando a segurança energética e reduzindo emissões”, destaca.

Além do avanço tecnológico, o Centro terá impacto direto na formação de recursos humanos altamente qualificados. Do total de recursos, R$ 4,3 milhões serão destinados a bolsas de pesquisa para estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, fortalecendo a base científica nacional e garantindo a continuidade do desenvolvimento tecnológico no setor.

A iniciativa também reforça o papel da Coppe como ponte entre a pesquisa acadêmica e a aplicação industrial, ao articular o desenvolvimento de protótipos com potencial de escala comercial. Entre os objetivos estratégicos está a geração de soluções para setores de difícil descarbonização, como petróleo e gás offshore, siderurgia, fertilizantes, transporte e produção de cimento — áreas-chave para o cumprimento das metas climáticas brasileiras.

Segundo o professor do Programa de Engenharia Oceânica (PEnO), o Centro atuará em um estágio crítico do ciclo de inovação: “As energias renováveis offshore ainda se encontram em fase pré-comercial, o que exige avanços nos níveis de maturidade tecnológica (TRL). O Centro de Energia atuará justamente nesse estágio intermediário, viabilizando provas de conceito e o detalhamento de projetos para aplicação em escala real. Ao final do projeto, cada tecnologia contará com um projeto-piloto para instalação no mar, preparando o caminho para aplicações comerciais em larga escala.”

Com essa iniciativa, a Coppe reafirma seu papel estratégico no planejamento energético nacional, na consolidação da economia azul e na construção de soluções inovadoras capazes de posicionar o Brasil como referência internacional em energias renováveis oceânicas.

*Informações Comunicação INPO

Coppe e Instituto de Pesquisa da Marinha desenvolvem sistema móvel de água e energia

Pesquisadores da Coppe/UFRJ desenvolveram, em parceria com o Instituto de Pesquisa da Marinha (IPqM), o Sistema Móvel de Água e Energia (SISMAE), uma solução tecnológica integrada que amplia significativamente a capacidade de resposta rápida a desastres naturais, operações humanitárias e missões em regiões remotas. O sistema foi montado e instalado em um reboque dos Fuzileiros Navais e inaugurado no dia 8 de dezembro, no IPqM, com testes de campo realizados pela própria tropa, mostrando sua robustez e aplicabilidade operacional.

Desenvolvido no Laboratório de Nano e Microfluídica e Microssistemas (LabMems) da Coppe, sob coordenação da professora Carolina Cotta, do Programa de Engenharia Mecânica, o SISMAE representa um avanço relevante em pesquisa aplicada, ao integrar, em um único sistema transportável, a geração de eletricidade e a produção de água potável. Essa integração permite ampliar a autonomia logística, reduzir vulnerabilidades críticas em campo e minimizar a dependência de cadeias externas de suprimento, especialmente em cenários de crise.

Do ponto de vista tecnológico, o sistema combina um gerador a diesel com um módulo de dessalinização por membranas, aproveitando o calor residual da geração de energia para viabilizar o processo de produção de água potável. Esse reaproveitamento de energia térmica eleva a eficiência global do sistema, reduz perdas energéticas e contribui para uma solução mais confiável, compacta e sustentável. Trata-se de um exemplo concreto de como a pesquisa em engenharia térmica, microfluídica e sistemas integrados pode gerar soluções inovadoras com impacto direto na sociedade.

Além do benefício imediato em situações de calamidade — nas quais o acesso rápido à água potável e à energia elétrica é decisivo para salvar vidas e restabelecer serviços essenciais —, o projeto também fortalece a capacidade tecnológica nacional em áreas estratégicas, como defesa, segurança e proteção civil. O SISMAE atende às necessidades da Marinha do Brasil em missões anfíbias, bases temporárias e pontos avançados de difícil acesso, mas também foi concebido para uso dual, podendo apoiar ações emergenciais voltadas à população civil.

Coordenado pela professora Carolina Cotta, o projeto contou com apoio da Capes, por meio do programa Procad Defesa, e do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN), e evidencia o papel da Coppe como um centro de excelência em pesquisa que transforma conhecimento científico em soluções concretas para desafios complexos do país. Além do equipamento em si, o desenvolvimento do SISMAE gerou conhecimento, capacitação de pesquisadores e abriu novas possibilidades de aplicação da tecnologia em contextos civis e humanitários, ampliando o alcance social da pesquisa acadêmica.

Título: Ensino Híbrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico
Coordenador: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contato do coordenadorcampos@smt.ufrj.br

Resumo: A pandemia da COVID-19 impôs uma transição drástica do modelo padrão de ensino, para aulas estritamente virtuais, e tem exigido um grande esforço para preparar e oferecer cursos aos alunos, seja no ensino universitário ou no ensino básico, pois poucos estavam preparados para lidar com as tecnologias de ensino online. Passados meses após o isolamento, não tem sido trivial a transição do presencial para o virtual, principalmente na manutenção da qualidade das disciplinas oferecidas neste novo formato. Uma lição foi aprendida neste processo: é necessário investir de forma permanente na implementação de tecnologias inovadoras/eficientes no melhoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, este projeto visa a dar apoio à rede pública de ensino, seja no âmbito do ensino básico ou do ensino de engenharia em outras universidades, no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é o desenvolvimento de recursos e cursos em formato híbrido, incorporando técnicas de aprendizado ativo, sala de aula invertida, multimodalidade, etc.

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TítuloEscola Piloto em Engenharia Química Prof. Giulio Massarani
Coordenador: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contato do coordenadorpacheco.h.pacheco@gmail.com e helen@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A Escola Piloto Presencial (EPP) em Engenharia Química surgiu em 1993, no PEQ/COPPE, e é uma ferramenta de atualização e de educação continuada, bastante útil para professores de ensino médio e de graduação, mas também muito procurada por estudantes e técnicos, além de empregados da indústria em geral. Nesta proposta da EPP desta edição serão oferecidos 10 módulos: TÉCNICAS AVANÇADAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS (DIVIDIDA EM 10 SUB-MÓDULOS) ensina técnicas de ponta para caracterização de diversos de tipos de materiais, discutindo o fundamento das técnicas e exemplificando com dados reais. Os módulos são: Módulo 1: Técnicas espectroscópicas (FTIR, DRIFTS, RAMAN e UV-Vis) Módulo 2: Ressonância magnética nuclear (RMN) Módulo 3: Difração de raios x (DRX) Módulo 4: Espectrômetro de Massas e Redução à Temperatura Programada (MS e TPR) Módulo 5: Cromatografia por permeação em gel (GPC) Módulo 6: Análises de tamanho de gotas e partículas Módulo 7: Técnicas cromatográficas gasosa e líquida – Uma visão de Troubleshooting Módulo 8: Elementos de caracterização de petróleo Módulo 9: Análises térmicas – TGA, DSC e DMA Módulo 10: Biotecnologia no Cotidiano.

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TítuloLaboratório de Informática e Sociedade – LabIS
Coordenador:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contato do coordenadorhcukier@cos.ufrj.br e lealsobral@cos.ufrj.br

Resumo: O LabIS veio se configurando ao longo de uma caminhada que remonta aos trabalhos e investigações da linha de pesquisa em Informática e Sociedade (IS) do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC) da COPPE/UFRJ. Uma linha de pesquisa há tempos em busca de um Brasil ainda por inventar, movida pelo desejo de compreender a realidade brasileira para colaborar com a construção de um país mais justo e equânime. Trabalhamos com a produção de software de acessibilidade (LibrasOffice), jogos educativos (Damática), bancos comunitários (Mumbuca e Preventório) e oferecemos cursos de programação para estudantes da rede pública do ensino médio.

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TítuloLetramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ
Coordenador: DENISE CUNHA DANTAS
Contato do coordenadorddantas@oceanica.ufrj.br

Resumo: O Letramento de Jovens, Adultos e Idosos da COPPE/UFRJ é um projeto aberto a todo aquele que não é alfabetizado e aquele que não teve acesso ou não concluiu os estudos no Ensino Fundamental na idade escolar referente. Foi criado em 2005 pela Assessoria de Desenvolvimento Social da COPPE, a partir de uma pesquisa com os servidores e trabalhadores terceirizados que atuavam em atividades de limpeza e serviços gerais. A pesquisa foi ampliada para outras unidades e setores da Universidade. Hoje o Projeto tem como aluno servidores da UFRJ e terceirizados que, em sua maioria, trabalham no Centro de Tecnologia, e cidadãos moradores do entorno da Ilha do Fundão, principalmente da Vila Residencial e do Complexo da Maré. As aulas são ministradas no Centro de Tecnologia para as turmas de Letramento Básico, Intermediário e Avançado. E acontecem de segunda a sexta feira, de 15 às 16:30 horas.

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TítuloPolímeros para o setor de petróleo e gás – Aditivos
Coordenador: TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contato do coordenadortaissazl@yahoo.com.br e elucas@metalmat.ufrj.br

Resumo: A ação contempla aulas teóricas e demonstrativas e obtenção, caracterização e propriedades em solução dos polímeros, além de suas aplicações como aditivos na indústria do petróleo.

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TítuloPolímeros: aplicações e uso consciente
Coordenador: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contato do coordenadorariane.pent@gmail.com e ariane@pent.coppe.ufrj.br

Resumo: A reciclagem de plásticos é um tema importante, visto que mais de 60% de todo plástico produzido já virou resíduo e apenas 9% foi reciclado em todo mundo. No Brasil os dados são ainda mais alarmantes. O relatório apresentado pelo WWF recentemente afirma que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla menos de 2% desse montante. Contudo, políticas de reciclagem e educação ambiental ainda são precárias e pouco divulgadas, e a disseminação de informações que tornam os plásticos vilões fazem com que o banimento desses materiais seja cada vez mais desejável. No entanto, vale lembrar que os plásticos são polímeros de alto valor agregado, baixo custo de produção e muito versáteis, e quando reciclados podem ser reinseridos na cadeia produtiva, possibilitando a produção de novos materiais, além de alavancar o setor energético. Dessa forma esse projeto visa instruir e incentivar alunos de escolas públicas e privadas a serem multiplicadores dos conceitos de reciclagem em suas escolas, famílias e comunidade. Onde palestras e atividades lúdicas serão realizadas, de forma virtual, incentivando o descarte correto ou reutilização de resíduos plásticos, evitando que esses resíduos sejam descartados em lugares impróprios.

Site onde os trabalhos realizados pelo projeto de extensão são divulgados
Instagram do Grupo EngePol (PEQ/COPPE/UFRJ), onde todos os nossos trabalhos e laboratórios são divulgados, inclusive os do projeto de extensão

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TítuloPrograma de Incubação de Empreendimentos Populares – Inovação Social dos Processos de Incubação de EES
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenador: amandaxavier86@gmail.com

Resumo: A ITCP/COPPE vem atuando, desde a sua criação, no apoio aos Empreendimentos Populares. Desenvolve ações que vão de encontro às necessidades das classes populares e dos setores informais, que historicamente ficam à margem das ações sociais desenvolvidas pelo Estado. Hoje novas técnicas e ferramentas são requeridas para enfrentar os novos desafios que se apresentam. Esta proposta visa investigar metodologias inovadoras de incubação, que propiciem o aperfeiçoamento das atividades dos empreendimentos incubados, dando continuidade às ações desenvolvidas pela ITCP/COPPE. A implantação das novas metodologias desenvolvidas permitirá melhorar a qualidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários – E. Site da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP/COPPE/UFRJ 

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TítuloEspaço COPPE Miguel de Simoni
Coordenador: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contato do coordenador: werner@cos.ufrj.br

Resumo: A atividade central deste projeto é a visitação guiada a exposição do Espaço COPPE, realizada predominantemente por estudantes do Ensino Médio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os grupos de estudantes realizam as visitas acompanhados por professores das escolas de origem. O ambiente dos espaços de divulgação científica e tecnológica, como o Espaço COPPE, pode proporcionar elementos-chave de fomento à motivação intrínseca do aprendizado – por exemplo: construção de significado pessoal, tarefas desafiadoras, colaboração e sentimentos positivos sobre os esforços realizados e, portanto, são potenciais indutores da formação de vínculos novos, por vezes mais intensos. Site do Espaço COPPE  

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS – DEFESA
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br e karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloSISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) e MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG) PARA SERVIDORES PÚBLICOS GERAIS E UFRJ
Coordenador: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contato do coordenadoreduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: O Curso tem por objetivo a elaboração, implantação, manutenção, melhoria contínua e auditorias internas de sistemas de gestão da qualidade segundo requisitos das normas NBR-ISO:9001 e implantação de boas práticas de gestão segundo os critérios definido no Modelo de Excelência em Gestão (MEG-TR) preconizada pela SEGES do Ministério de Economia). O curso está vinculado ao Programa FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS.

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TítuloUBUNTU.lab – Programa de inovação aberta em cidades inteligentes para a redução da desigualdade racial no Rio de Janeiro

Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenadormatheusoli@hotmail.com

Resumo: O Projeto BRA/15/010 – Fortalecimento e Expansão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial é uma ação entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de descentralizar as políticas públicas de igualdade racial e fortalecer e expandir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). A Fundação COPPETEC foi uma das entidades selecionadas através do projeto U.lab para apresentar a prefeitura do Rio de Janeiro um laboratório de inovação governamental a ser replicado como política de promoção da igualdade racial no âmbito de implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Município desenvolvido pelo Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal da Casa Civil (EPL). No âmbito do Sinapir, o presente projeto tem o objetivo de entregar ao município do Rio de Janeiro, um programa de inovação governamental que coloca o jovem negro como protagonista da tecnologia capaz de promover o bem-estar no seu dia a dia.

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TítuloUnidade de Suporte à Inovação Social – USIS
Coordenador:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contato do coordenadorcarla.cipolla@ufrj.br

Resumo: A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento. O USIS/ UFRJ – Unidade de Suporte à Inovação Social – nasceu do projeto LASIN – Latin American Social Innovation Network -, financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentorias para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais, empresas e escolas) com metodologia própria desenvolvida por LASIN.

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Título“TÁ” LIGADO?! MINHA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA – A LINGUAGEM AUDIOVISUAL COMO LIVRE EXPRESSÃO NA CONSTRUÇÃO DIALÉTICA NO ESPAÇO ENTRE A UNIVERSIDADE, A ESCOLA E A SOCIEDADE
Coordenador:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contato do coordenadorandreanascimento@cos.ufrj.br

Resumo: Todos nós da comunidade acadêmica e escolar tivemos que nos adaptar à utilização de soluções tecnológicas para nos comunicar, socializar e nos relacionar durante o período de pandemia para reproduzir a rotina de uma sala de aula. Com isso, a linguagem audiovisual e o uso de dispositivos portáteis, como smartphones e tablets, que já era uma realidade muito presente em nossa vida, de repente, se tornou fundamental. Essa proximidade foi uma grande motivação que trouxe a memória da frase emblemática do cineasta Glauber Rocha – Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – que inspirou o título deste projeto e que nos faz compreender que atualmente a nossa práxis gira em torno dessa máxima que representa nosso atual cenário social nos hábitos de registrar e compartilhar nossas imagens, nossos áudios, nossos vídeos, seja de forma direta ou indiretamente nas redes sociais. Portanto, este projeto visa atender a uma demanda técnica para auxiliar a produção de conteúdo de divulgação de pesquisas, trabalhos escolares, vídeo aulas, entre outros, de forma que o público participante do projeto conheça detalhes da composição audiovisual. Enfatizar o uso da linguagem audiovisual para acesso ao conhecimento e para a troca de saberes, uma comunicação dialética onde é importante não só transmitir o conhecimento gerado na universidade mas também possibilitar que a sociedade contribua com o seu olhar, seu fazer, sua crítica.

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TítuloApoio às Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis
Coordenador: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contato do coordenadoramandaxavier86@gmail.com

Resumo: As MPE compõe 92% das empresas do Estado do Rio de Janeiro (RJ) e são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais (Brasil, 2020). No entanto, as MPE enfrentam enormes desafios, sobretudo pela amplitude da atual crise sanitária, econômica e social (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), colocando em evidencia o modelo econômico dominante, centrado na produção em massa de bens materiais e de performance financeira (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). Nesse sentido, esse projeto se fundamenta na perspectiva da Economia da Funcionalidade e da Cooperação (EFC), que tem como proposta fornecer soluções integradas de bens e serviços a partir da cooperação entre diferentes atores territoriais, abandonando a noção de escalabilidade e desenvolvendo novos modelos de governança de empresas e territórios (Du Tertre et al., 2019). Essa abordagem interacionista permite um menor consumo de recursos naturais e a renovação do vínculo social, criando resiliência para as relações econômicas, tão fragilizadas diante do cenário atual (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). Este projeto visa apoiar as Micro e Pequenas Empresas do estado do Rio de Janeiro no desenvolvimento de trajetórias econômicas sustentáveis, criando impacto direto na sociedade e na comunidade científica. Para tanto, visa a formação, acompanhamento e intervenção de dirigentes de empresas para transição de modelo econômico a partir do Modelo da Economia da Funcionalidade e da Cooperação.

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TítuloBoas Práticas de Acolhimento – Saberes, Convivências e Aprendizagens
Coordenador:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contato do coordenadorvanda@adc.coppe.ufrj.br

Resumo: Entende-se que o acolhimento poderá ampliar sua esfera de atuação, para além do campo psicossocial, podendo alcançar também o contexto socioeconômico, acadêmico, das relações laborais entre outros. Com o passar do tempo, a sobrevivência às situações de adoecimento, outros aspectos do acolhimento foram se apresentando. O acolhimento financeiro, o acolhimento acadêmico, o acolhimento dos conflitos e dificuldades de relacionamentos, o acolhimento laboral pela dificuldade de absorção e entendimento das novas formas de trabalho surgidas. A partir de então, se fez necessário repensar como dar conta de considerar todos esses tipos de acolhimentos. Neste sentido, este projeto pretende evidenciar a importância de compartilhar uma informação que oriente e facilite os indivíduos para o desempenho de ações de acolhimento nos diversos espaços de convivência. Por isso, saberes, convivências e aprendizagens fazem parte de uma via de mão dupla. Ou seja, cada parte tem o que a transmitir, conhecer e se aperfeiçoar com a outra.

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TítuloCapacitação de jovens para o mercado de TI em NF, uma abordagem através de aprendizado ativo: introdução à programação em Python
Coordenador:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contato do coordenador: edmundo@land.ufrj.br

Resumo: Este curso é uma ação prevista no projeto de Extensão “Ensino Hibrido: Desafios e perspectivas nas engenharias e no ensino básico” já registrado no SIGA, pela COPPE. O projeto de extensão registrado no SIGA tem como um dos seus objetivos a criação de cursos em áreas chave para o desenvolvimento do Estado e de acordo com a experiência multidisciplinar da COPPE. Através de uma parceria com a Ong Ideas de Friburgo que proporcionou a infraestrutura necessária (espaço físico, computadores, pessoal local, etc.) foi criado um local para treinamento de jovens oriundos de escolas públicas do segundo grau. A ideia do curso surgiu durante a elaboração de disciplinas de programação para um curso avançado de técnicas de Inteligência Artificial com o formato hibrido baseado no Aprendizado Voltado a Projetos (PBL, projeto FAPERJ) de forma a que a experiência do projeto em PBL fosse aplicada a jovens alunos. O curso visa introduzir os jovens em linguagens modernas de computação, e fornecer o treinamento essencial para que o aluno da rede pública de ensino possa mais facilmente ingressar no mercado de trabalho local. Os alunos selecionados têm a oportunidade de aprender programação na prática, com base na linguagem Python, para melhor entender e tentar propor soluções a problemas reais e da cidade de Friburgo quando possível. O curso visa também fornecer incentivos para que os egressos possam continuar os estudos em tópicos adicionais de tecnologias da computação.

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TítuloDisseminação das aplicações da Engenharia Nuclear no âmbito da sustentabilidade ambiental
Coordenador:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contato do coordenador: inayacorrea@gmail.com

Resumo: Em sua Décima Edição, a Semana do Meio Ambiente da BR Marinas integra em sua agenda o Dia Mundial do Oceano, inserindo-se no contexto da Década do Oceano da ONU. Este evento conta com os apoios do Núcleo de Vida Marinha e do Centro de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e da Cidade do Rio de Janeiro e da Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano, trazendo para o público carioca a importância dos Oceanos na mitigação das Mudanças Climáticas, o debate sobre a biodiversidade e as potencialidades do Oceano, e a integração entre Ciência, Educação, Políticas Públicas e Sociedade Civil. Ademais, serão incorporadas pela primeira vez aplicações nucleares e atômicas de medidas para englobar a temática em tela com cujo acadêmico-cientifico. E, por fim, teremos uma ação de Sensibilização Ambiental será realizada através da promoção de um Mutirão de Limpeza com foco nos resíduos sólidos do entorno da Marina da Glória, incluindo o Lixo Marinho, com a participação de voluntários.

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TítuloDroneiros Vonluntários
Coordenador: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenadortcottaf@gmail.com

Resumo: Em 2022, os desastres causaram mais de 30,704 mortes e com 185 milhões de pessoas afetadas, e prejuízos de 223.8 bilhões de dólares segundo o Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). No Brasil, entre 2011 a 2022, especificamente no Rio de Janeiro, houve 591 ocorrências de desastres, resultando em 987 mortes e afetando 3,9 milhões de pessoas, e prejuízos econômicos superior a R$ 3,08 bilhões (Atlas digital de desastres no Brasil, 2023). Tais dados demonstram a importância e a complexidade das Operações Humanitárias e de Desastres (OHD), as quais envolvem o acesso as áreas afetadas, a coordenação de diversos stakeholders e falta de recursos. Assim surge o projeto Droneiros Voluntários, idealizado no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ de forma a auxiliar a escassez de recursos humanos e tecnológicos na resposta a desastres. O projeto conta com uma plataforma tecnológica que atua como um facilitador, unindo proprietários de drones, defesa civil e outras organizações no desenvolvimento de ações de mapeamento de áreas de risco e afetadas por desastres, promovendo uma colaboração entre stakeholders mais eficaz e eficiente no contexto de OHD. Nesse sentido, o projeto atua no engajamento e promoção da troca de conhecimento entre os diferentes atores tratados como público alvo, promovendo OHD eficazes e mais eficientes, com integração entre diferentes áreas de conhecimento científico e pesquisadores de diferentes níveis que atuam em OHD.

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TítuloINSILICONET – PROGRAMANDO O FUTURO
Coordenador:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contato do coordenador: arge@peq.coppe.ufrj.br

Resumo: A InSilicoNet é um espaço de colaboração onde diversos atores da sociedade são convidados a trazer seus problemas técnicos para construir, em conjunto com os membros acadêmicos, soluções tecnológicas inovadoras baseadas em ferramentas digitais. Está estruturado como uma rede de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ e SENAI CETIQT) e profissionais de engenharia com experiência na área de engenharia de sistemas em processos (Process Systems Engineering, PSE). A InSilicoNet tem a missão de promover o desenvolvimento científico e tecnológico comprometidos não apenas com o desempenho econômico, mas com os impactos sociais e ambientais por meio de atividades de extensão integradas a iniciativas de pesquisa e ensino em PSE, contemplando: a) Fábrica de Aprendizagem, que desenvolve competências e habilidades de discentes de graduação e pós-graduação para o trabalho colaborativo empregando PSE na solução de problemas tecnológicos, sociais e ambientais tratáveis por ferramentas de engenharia digital; b) Oferta de cursos de extensão que promovam competência para o desenvolvimento de pesquisa, tecnologia e inovação; e c) Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento integrando discentes de graduação e pós-graduação sob orientação acadêmica e mentoria por indústrias, organizações e/ou governos.

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TítuloRede Refugia
Coordenador:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contato do coordenadortcottaf@gmail.com

Resumo: O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) revela que em 2022 o mundo ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas em deslocamento forçado, motivados por inúmeras razões. No Brasil, desde 2011 foram realizadas 297.712 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Devido a sua complexidade e alta quantidade de pessoas afetadas, a crise humanitária de refugiados precisa ser enfrentada pelos governos em comunhão com a sociedade civil e o setor privado, a fim de se garantir que as pessoas em deslocamento forçado tenham seus direitos humanos protegidos durante um processo de acolhimento efetivo e atento às suas necessidades. Assim, interessados em auxiliar no enfrentamento brasileiro à crise migratória, a Rede Refugia foi idealizada no âmbito do Programa de Engenharia de Produção da COPPE/CT/UFRJ. Trata-se de uma plataforma tecnológica colaborativa que objetiva facilitar o processo de acolhimento, proteção e integração de pessoas em deslocamento forçado que estão no Brasil. Dessa forma busca-se fortalecer os processos de colaboração mútua entre refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas, poder público, entidades privadas, organizações humanitárias e outros stakeholders. Por meio de um processo de inovação social, a Rede Refugia busca fomentar um ambiente que favoreça a implementação de soluções inovadoras para os problemas vivenciados pelas pessoas em deslocamento forçado vivendo em solo brasileiro.

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Agendamento com a GRH

Setor da COPPE responsável pela orientação aos funcionários, no tocante a direitos e deveres em sua vida funcional, além de promover diversas ações que contribuem para capacitação profissional e bem-estar dos trabalhadores.
A Equipe é formada por profissionais da área de Administração, Recursos Humanos e Pedagogia, que estão prontos para atender a força de trabalho COPPE.

 

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Agendamento de Espaço

O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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Enviar

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Resíduos Químicos

O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.

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Segurança Patrimonial

O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

  • Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
  • Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.

 

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Gestão Eletrônica de Documentos

O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.

Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.

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Limpeza de Espaços

O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Clique aqui para agendar

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Projetos de Arquitetura

O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.

Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.

E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br

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Sistemas da DPADI

O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.

Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.

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Infraestrutura e Redes

O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.

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Manutenção Predial

O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.

Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços: Conserto de ar central, conserto de ar de janela, conserto de ar tipo split, conserto de refrigerador, instalação de ar tipo split, serviço de elétrica, serviço de hidráulica, serviço de lustrador, serviço de pintura, serviço de serralheria, serviços de marcenaria, serviços de obras civis, serviços gerais, troca de disjuntor, troca de lâmpadas

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Patrimônio

O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

Como faço para fazer uma baixa?

Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.

Como faço para fazer uma transferência?

Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.

Como faço para fazer uma doação?

Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.

Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?

Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .

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Agendamento de Transporte

O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.

Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.

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Almoxarifado

O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única

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Descarte de Materiais

O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.

 

Procedimentos

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Terapias no Acolhe COPPE

 

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Atividades de Saúde e Bem Estar

 

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Agendamento de Espaços do Grêmio

Para reserva de locação do salão de eventos da sede do Grêmio ou do campo de futebol para qualquer atividade a ser realizada no local, deve-se seguir os procedimentos adotados na página do grêmio.

 

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Action name: Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education
Coordinator: MARCELLO LUIZ RODRIGUES DE CAMPOS
Contact information: campos@smt.ufrj.br

About the action: The COVID-19 pandemic enforced a drastic transition from the traditional teaching model to strictly online classes, having required a great effort to prepare and offer courses to students ranging from primary to higher education, since only a few were prepared to deal with technologies for online teaching. Even months after social distancing started, the in-person to online transition was not a trivial process, especially when it came to maintaining the quality of the courses offered in this new modality. This process taught us one important lesson: it is necessary that we permanently invest in implementing innovative/efficient technologies for improved teaching and learning. As such, this project aims to support public education in the state of Rio de Janeiro, from basic education to higher Education in engineering at other universities. With a hybrid learning modality, our purpose is to develop resources and courses that incorporate active learning methods, flipped classrooms, multimodality, etc.

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Action name: Prof. Giulio Massarani Pilot School of Chemical Engineering
Coordinator: HENRIQUE POLTRONIERI PACHECO
Contact information: pacheco.h.pacheco@gmail.com and helen@peq.coppe.ufrj.br

About the action: The Pilot School for In-Person Education (EPP) in Chemical Engineering was created in 1993 by our Program of Chemical Engineering (PEQ/COPPE) as a tool for improvement and continuing education. It was very beneficial for high school and undergraduate teachers, but also very popular with students, technicians, and industry workers in general. This edition of EPP is called ADVANCED TECHNIQUES FOR MATERIALS CHARACTERIZATION and will comprise 10 modules. It consists in teaching cutting-edge methods for characterizing various types of materials, discussing the fundamentals of such techniques, and exemplifying them with real-world data. The modules are as follows: Module 1: Spectroscopy techniques (FTIR, DRIFTS, RAMAN, and UV-vis); Module 2: Nuclear magnetic resonance (NMR); Module 3: X-ray diffraction (XRD); Module 4: Mass spectrometry and temperature-programmed reduction (MS and TPR); Module 5: Gel permeation chromatography (GPC); Module 6: Droplet and particle size analysis; Module 7: Gas and liquid chromatography troubleshooting methods; Module 8: Aspects of petroleum characterization; Module 9: Thermal analysis - TGA, DSC, and DMA; Module 10: Biotechnology in everyday life.

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Action name: Laboratory for Informatics and Society – LabIS
Coordinator:  HENRIQUE LUIZ CUKIERMAN
Contact information: hcukier@cos.ufrj.br and lealsobral@cos.ufrj.br

About the action: LabIS stems from the long journey traversed by the work and research of Informatics and Society (IS), a line of research from our Systems Engineering and Computer Science Program (PESC). We are driven by the desire to better comprehend the many faces of our society, seeking to contribute towards more equality and fairness. We develop software for accessibility (LibrasOffice), educational games (Damática), community banks (Mumbuca and Preventório) and offer programming courses for public high school students.

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Action name: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly of COPPE/UFRJ
Coordinator: DENISE CUNHA DANTAS
Contact information: ddantas@oceanica.ufrj.br

About the action: Literacy for Youth, Adults, and the Elderly is a project for all those who are not literate and those who did not have access to or did not complete primary and/or lower secondary school at the corresponding age. It was created in 2005 by COPPE's Department of Social Development, based on a survey of civil servants and outsourced workers involved in cleaning and general services. We extended our research to other units and sectors of our university. Today, our students are civil servants and outsourced workers at UFRJ, most of whom work at the Technology Center, and citizens who live near Ilha do Fundão, mainly in Vila Residencial and Complexo da Maré. Our classes are held at the Technology Center for the Basic, Intermediate, and Advanced Literacy classes, Monday to Friday, from 3 p.m. to 4:30 p.m.

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Action name: Polymers in Oil and Gas – Additives
Coordinator:  TAISSA ZANGEROLAMI LOPES RODRIGUES
Contact information: taissazl@yahoo.com.br and elucas@metalmat.ufrj.br

About the action: our action comprises theoretical and practical classes on obtaining, characterizing, and analyzing the properties of polymers in solution, as well as their applications as additives in the petroleum industry.

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Action name: Polymers: applications and awareness
Coordinator: ARIANE DE JESUS SOUSA BATISTA
Contact information: ariane.pent@gmail.com and ariane@pent.coppe.ufrj.br

About the action: Plastic recycling has become a very important matter, since over 60% of all plastic produced globally has already become waste but only 9% has been recycled. In Brazil, the situation is even more alarming. A recent WWF report states that Brazil is the fourth largest producer of plastic waste worldwide, with a recycling rate of less than 2%. Our policies for recycling and environmental education are still insufficient and poorly publicized. Furthermore, plastics have recently been made out to be villains, making it increasingly desirable that these materials are banned. However, it is worth remembering that plastics are polymers with high value-added, low production costs, and very versatile properties. When recycled, they can be reinserted into the production chain, which enables the production of new materials and boosts the energy industry. As such, our project aims to guide and encourage students from public and private schools to reproduce the concept of recycling in their schools, families, and communities. We hold online lectures and fun activities that stimulate the reuse and proper disposal of plastic waste, preventing it from being disposed of in inappropriate places.

For more information about our activities, click here to go to our website.
For more information on our work and laboratories, including those related to our outreach project, go to the Instagram page of the EngePol Group (PEQ/COPPE/UFRJ)

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Action name: A Program for Community Business Incubation – Social Innovation in EES (Solidarity Economy Business) Incubators
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: Since its creation, the ITCP/COPPE (Technology Business Incubator for Community Cooperatives) has been working to support community-based enterprises, aiming at meeting the needs of the working class and informal workers, which have historically been marginalized and excluded from social actions developed by the government. The new challenges of today require new techniques and tools. As such, this is a proposal that researches innovative business incubation methodologies for the purpose of improving the activities of the incubated enterprises and providing continuity to the actions developed by ITCP/COPPE. Ultimately, implementing such new methodologies will improve the quality of Solidarity Economy Businesses.

 More information on the ITCP/COPPE/UFRJ website.

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Action name: Espaço COPPE Miguel de Simoni
Coordinator: CLAUDIA MARIA LIMA WERNER
Contact information: werner@cos.ufrj.br

About the action: We promote a guided tour of the Espaço COPPE exhibitions, primarily arranged for high school students from the Rio de Janeiro Metropolitan Area. The visiting groups of students are accompanied by teachers from their corresponding schools. Environments such as Espaço COPPE are driven by science and technology and provide key elements in fostering intrinsically motivated learning. For instance, building personal meaning, taking up challenging tasks, learning to collaborate, and recognizing the positive feelings that come from the efforts we made can potentially induce the formation of new, sometimes more intense bonds.

Espaço COPPE website.

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br and karina.andrade@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG) of the Brazilian Foundation for Quality (FNQ). The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program

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Action name: QUALITY MANAGEMENT SYSTEM (SQG) and MODELS FOR MANAGEMENT EXCELLENCE (MEG) FOR CIVIL SERVANTS AT UFRJ AND OTHERWISE
Coordinator: EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS
Contact information: eduardo.oliveira@adc.coppe.ufrj.br

About the action: Our course aims to develop, implement, maintain, continuously improve, and internally audit quality management systems as required by the NBR-ISO:9001 standards and to implement good practices in management according to the criteria defined in the Model for Management Excellence (MEG-TR) proposed by SEGES/Brazilian Ministry of Economy. The course is related to the CONTINUING EDUCATION FOR CIVIL SERVANTS program.

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Action name: UBUNTU.lab - Open innovation program in smart cities to reduce racial inequality in Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Project BRA/15/010 – Strengthening and Expanding the National System for Racial Equality is an effort from the Ministry of Women, Family, and Human Rights (MMFDH) and the United Nations Development Programme (UNDP) aimed at decentralizing public policies on racial equality and strengthening and expanding the National System for Racial Equality (Sinapir). The COPPETEC Foundation was one of the organizations selected through the U.Lab project to provide the Local Government of Rio de Janeiro with a government innovation laboratory. Its purpose is to be replicable as a policy to promote racial equality within the Local Sustainable Development Plan at the time of its implementation, as developed by the Office of Planning from the Municipal Chief of Staff's Secretariat (EPL). Within the framework of Sinapir, this project aims to provide the municipality of Rio de Janeiro with a government innovation program that puts black youth at the forefront of technology and is capable of promoting well-being in their daily lives.

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Action name: Support Unit for Social Innovation – USIS
Coordinator:  CARLA MARTINS CIPOLLA
Contact information: carla.cipolla@ufrj.br

About the action: Social innovation is a key aspect to development. The Support Unit for Social Innovation (USIS/UFRJ) is a result of the Latin American Social Innovation Network (LASIN), which is a project funded by the European Commission, aimed at implementing a university-community engagement model based on a combination of curricular and extra-curricular activities, learning materials and tools, practical training, workshops, and mentorship, with its own methodology developed by LASIN, to strengthen the connection of universities with a wider social environment (community groups, NGOs and/or OSCIPS (Civil Society Organizations of Public Interest),

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TítuloObservatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ
Coordenador: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contato do coordenador: luizart@gmail.com

Resumo: O Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais UFRJ visa visibilizar, fortalecer e refletir sobre tais experiências, seja na promoção de espaços de debate e de ensino-aprendizagem, seja no desenvolvimento de tecnologias com os coletivos envolvidos. Inspira-se na (e em articula-se com a) rede formada por pesquisadores extensionistas iniciada em 2020, o Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM). Este reúne pesquisadores engajados em aliar seus conhecimentos acadêmicos com as atividades práticas de bancos comunitários e moedas sociais do Brasil, nas perspectivas da escuta dos coletivos envolvidos, do engajamento extensionista e da análise das práticas dos coletivos envolvidos. “Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais”. Reúnem práticas e princípios, como a concessão de microcrédito para produção e consumo locais, sempre que possível em moedas sociais (válidas em um território restrito e com paridade com o Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). No Brasil, tais bancos tiveram como experiência pioneira o Banco Palmas (Fortaleza, 1998) e acumulam mais de 150 iniciativas. Com a digitalização de suas moedas sociais, inspiraram e articularam-se com políticas públicas de transferência de renda, notadamente no Estado do RJ.

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Título: MOB4.0 - Hub de planejamento inteligente da mobilidade do estado do Rio de Janeiro
Coordenador: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contato do coordenador: matheusoli@hotmail.com

Resumo: O acesso às tecnologias de comunicação e informação oferece uma gama diversa de instrumentos de coleta de dados capazes de acompanhar o posicionamento de pessoas e objetos no espaço e registrar o seus deslocamentos ao longo do tempo. Compondo este conjunto de instrumentos, destacam-se os dispositivos de IoT (Internet of Things, em inglês e, traduzido para o português, Internet das Coisas), aplicativos, registros de utilização de serviços inteligentes (e.g. cartões, terminais) como potenciais fontes de dados para o planejamento, gestão, operação e monitorização dos serviços de transportes. Nesse contexto, o presente curso tem o propósito de validar o potencial do estado da arte em termos de instrumentos inteligentes de coleta de dados no campo do planejamento da mobilidade urbana para a construção de um ecossistema de planejamento inteligente da mobilidade no Estado do Rio de Janeiro. Metodologicamente, programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema se realiza através do desenvolvimento e validação de uma plataforma informacional voltada para o planejamento da mobilidade de forma inteligente, inclusiva e sustentável com foco nos municípios do Estado do Rio de Janeiro e um programa de capacitação para a regulamentação, contratação e uso de ferramentas analíticas e bases de dados sobre o mesmo tema.

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TítuloEAD Baixo Carbono: Energias Renováveis no Oceano
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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TítuloEAD Baixo Carbono: Mudanças Climáticas
Coordenador: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contato do coordenador: skr@pet.coppe.ufrj.br

Resumo: Estamos aumentando o volume de carbono na atmosfera, o que representa um risco para a sociedade, e isso irá gerar um impacto mundial muito grande. No curso de Baixo Carbono, oferecido pela COPPE/UFRJ, vamos apresentar formas de reduzir esse impacto através das soluções de baixo carbono, mostrar a importância e necessidade de se ter tecnologias de baixo carbono.

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Action name: “Y’KNOW”?! my camera in my hand and an idea in my head – audiovisual language as free expression in the dialectic construction within the space between university, school and society
Coordinator:  ANDREA MARIA DO NASCIMENTO SILVA
Contact information: andreanascimento@cos.ufrj.br

About the action: All of us from the academic and school community had to adapt ourselves to the use of technological solutions in order to communicate, socialize and engage with each other during the pandemic while aiming towards reproducing a classroom routine. As a result, audiovisual language and the use of portable devices such as smartphones and tablets, which were already a very present reality in our lives, suddenly became fundamental. This proximity was a great motivation that brought to memory the emblematic quote from filmmaker Glauber Rocha – A camera in hand and an idea in my head – which inspired the name of this project and makes us comprehend that our current practice revolves around this idea which represents our current social scenario in the habits of registering and sharing our images, voice messages, our videos, whether directly or indirectly on social media. Therefore, this project aims to meet a technical demand to assist in the production of content regarding the dissemination of research, school work, video lessons, among others, in a way that the audience participating in the project is familiar with the details of audiovisual composition. Emphasizing the use of audiovisual language as a vehicle for learning and sharing knowledge, a dialectical communication where it is important not only to transmit the knowledge generated at universities but also enable society to contribute with its gaze, its action and its criticism.

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Action name: Support for Micro and Small Companies in the state of Rio de Janeiro for the development of sustainable economic trajectories
Coordinator: AMANDA FERNANDES XAVIER PEDROSA
Contact information: amandaxavier86@gmail.com

About the action: SMEs make up 92% of companies in the State of Rio de Janeiro (RJ) and are responsible for over 50% of formal employment (Brazil, 2020). However, as SMEs face huge challenges, especially due to the extent of the current health, economic and social crisis (CNI, 2021; SEBRAE, 2020), highlighting the dominant economic model, centered around the mass production of material assets and financial statement (Fernandes et al., 2021; Lima & Dias, 2020). In this sense, this project is based on the perspective of the Economy of Functionality and Cooperation (EFC), which aims to provide integrated solutions for assets and services through the cooperation between different territorial actors, abandoning the notion of stability and developing new governance models for companies and territories (Du Tertre et al., 2019). This interactionist approach allows for less consumption of natural resources and a renewal of social bonds, creating resilience for economic relations, which have been so fragile due to the current scenario (Xavier et al., 2021; Roman et al., 2020). This project aims to support Micro and Small companies in the state of Rio de Janeiro in developing sustainable economic trajectories, creating a direct impact on society and the scientific community. To this end, it aims to train, monitor and intervene with business leaders for the transition of their economic model based on the Economy of the Functionality and Cooperation Model.

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Action name: Best Practices on Emotional Care – Knowledge, Coexistence and Learning
Coordinator:  VANDA BORGES DE SOUZA
Contact information: vanda@adc.coppe.ufrj.br

About the action: It is understood that when providing care, one can expand the scope of its action beyond the psychosocial field, therefore also reaching the socioeconomic, academic and employment relations context, among others. Over time, other aspects of the care being provided started to emerge, as a way to survive situations of illness, such as financial care, academic care, care regarding relationship conflicts and challenges, as well as regarding labor due to the difficulty in absorbing and comprehending the new emerging work forms. From then on, it has been necessary to rethink a way to encompass all of these different types of care. In this sense, this project intends to highlight the importance of sharing information that directs and helps individuals in performing actions of care in several mutual commonspaces. Therefore, knowledge, coexistence and learning are a part of two-way street, meaning that each part has something to transmit, learn and improve with the other.

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Action name: Training youngsters for the IT market in Nova Friburgo, an approach through active learning: introduction to Python programming
Coordinator:  EDMUNDO ALBUQUERQUE DE SOUZA E SILVA
Contact information: edmundo@land.ufrj.br

About the action: This course is an action provided for in the Outreach Project: “Hybrid Education: Challenges and perspectives in engineering and basic education”, which is already registered in SIGA, by COPPE. The outreach project registered in SIGA has as one of its goals to create courses in key areas for the development of the State and in accordance with COPPE’s multidisciplinary experience. Through a partnership with the Ideias de Friburgo NGO, which provided the necessary infrastructure (physical space, computers, local staff, etc), a space for training youngsters with a public high school background was created. The idea for the course emerged during the development of programming classes for an advanced course in Artificial Intelligence techniques with a hybrid format based on Project-Based Learning (PBL, FAPERJ project) so that the experience of the PBL project was applied to young students. The course aims to introduce the youngsters to modern computer languages as well as provide essential training in order to enable the public school student to enter the local job market more easily. Selected students have the opportunity to learn programming in practice, based on the Python language, to better understand and try to propose solutions to real problems in the city of Friburgo when possible. The course also aims to provide incentive so that egressed students can continue their studies in additional topics of computer technology.

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Action name: The Dissemination of Nuclear Engineering Applications in the field of environmental sustainability
Coordinator:  INAYA CORREA BARBOSA LIMA
Contact information: inayacorrea@gmail.com

About the action: In its Tenth Edition, BR Marinas’ Environment Week integrates World Ocean Day in its agenda, inserting it within the context of the UN's Ocean Decade. This event is supported by Núcleo de Vida Marinha, Environmental Education Center of Rio de Janeiro's State Environment Department and UNESCO Chair for Ocean Sustainability, bringing awareness to the people of Rio about the importance of the Oceans in mitigating Climate Change, the debate on biodiversity and Ocean potentials, and the integration between Science, Education, Public Policies and Civil Society. Furthermore, nuclear and atomic applications shall be incorporated for the first time as measures to encompass the academic-scientific theme in question. Lastly, we shall hold an Environmental Awareness action which shall be carried out through the promotion of a major Clean-Up Campaign focusing on solid waste in the surroundings of Marina da Glória, including Marine Litter, with the participation of volunteers.

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Action name: Volunteer Drone Pilots
Coordinator: THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: In 2022, disasters caused over 30,704 deaths, affected 185 million people, and induced economic losses of 223.8 billion dollars according to the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED). In Brazil, between 2011 and 2022, specifically in  Rio de Janeiro, there have been 591 disaster occurrences, resulting in 987 deaths, affecting around 3,9 million people and inducing economic losses of over R$3,08 billion (Digital atlas of disasters in Brazil, 2023). Such data demonstrates the importance and complexity of Humanitarian and Disasters Operations (OHD), which involve access to affected areas, coordination of several stakeholders and lack of resources. Thus, the Volunteer Drone Pilots project was created, idealized within the scope of the COPPE/CT/UFRJ Industrial Engineering Program in order to help with the shortage of human and technological resources in disaster response. The project has a technological platform that acts as a facilitator, uniting drone owners, civil defense and other organizations in the development of actions to map areas at risk and affected by disasters, promoting more effective and efficient collaboration between stakeholders in the context of OHD. In this sense, the project works to engage and promote knowledge exchange among the different actors treated as target audience, promoting effective and more efficient OHD, with the integration of different scientific knowledge areas and researchers of different levels who act in OHD.

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Action name: INSILICONET – PROGRAMMING THE FUTURE
Coordinator:  ARGIMIRO RESENDE SECCHI
Contact information: arge@peq.coppe.ufrj.br

About the action: InSilicoNet is a collaboration space where diverse actors from society are invited to bring their technical problems to build, together with academic members, innovative technological solutions based on digital tools. It is structured  as a network of seven Universities of the State of Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, PUC-Rio, UFF, UFRRJ and SENAI CETIQT) and engineering professionals with experience in the area of process systems engineering (PSE). InSilicoNet have a mission to promote the scientific and technological development committed not only to the economic performance, but also to the social and environmental impacts through outreach activities integrated to research and teaching initiatives in PSE, contemplating: a) Learning Factory, which develops skills and abilities of undergraduate and graduate students for collaborative work employing PSE to solve technological, social and environmental problems treatable by digital engineering tools; b) Offering outreach courses that promote competence for developing research, technology and innovation; c) Research and Development Projects integrating undergraduate and graduate students under academic supervision and mentoring by industries, organizations and/or governments.

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Action name: Rede Refugia
Coordinator:  THARCISYO COTTA FONTAINHA
Contact information: tcottaf@gmail.com

About the action: The United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) reveals that in 2022 the world surpassed the mark of 100 million people in forced displacement, motivated by numerous reasons. In Brazil, since 2011 297.712 requests for the recognition of refugee status have been made. Due to its complexity and high amount of people affected, the humanitarian refugee crisis has to be addressed by governments in partnership with civil society and the private sector, in order to ensure that people in forced displacement have their human rights protected during an effective reception process that is attentive to their needs. Thus, those interested in helping Brazil face its migration crisis, Rede Refugia was created within the scope of the Industrial Engineering Program at COPPE/CT/UFRJ. It is a collaborative technological platform that aims to facilitate the process of reception, protection and integration of these people in forced displacement who are in Brazil. In this way, we seek to strengthen the mutual collaboration processes among refugees, asylum seekers, stateless people, public authorities, private entities, humanitarian organizations and other stakeholders. Through a social innovation process, Rede Refugia aims to foster an environment that favors the implementation of innovative solutions to the problems experienced by people in forced displacement living in Brazilian territory.

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Action name: UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency
Coordinator: LUIZ ARTHUR SILVA DE FARIA
Contact information: luizart@gmail.com

About the action: The UFRJ Observatory of Community Bank and Digital Local Currency aims to make such experiences visible as well as strengthen and reflect on them, whether by promoting spaces for debate and teaching-learning or by developing technologies with the involved groups. It is inspired by (and works in tandem with) the network formed by science outreach researchers which began in 2020, the Observatory of Community Bank and Local Currency (OBM). This network brings together researchers engaged in allying their academic knowledge with the practical activities of community banks and social currency in Brazil, from the perspective of listening to the involved groups, engaging in outreach work and analysing the practices of the groups involved. “Community Banks are solidarity-based financial services, in a network, of an associative and communitary nature, aimed at generating work and income with a perspective of reorganizing local economies”. They bring together practices and principles, such as a microcredit granting for local production and consumption, whenever possible, in social currencies (valid in a restricted territory and at par with the Real)(https://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/). In Brazil, such banks had Banco Palmas (Fortaleza, 1998) as their pioneering experience and accumulated more than 150 initiatives. With the digitalization of their social currencies, they inspired and worked in tandem with public policies for income transfer, notably in the State of RJ.

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Action name: MOB4.0 – Hub of smart planning of the mobility of the state of Rio de Janeiro
Coordinator: MATHEUS HENRIQUE DE SOUSA OLIVEIRA
Contact information: matheusoli@hotmail.com

About the action: Access to information and communication technologies offers a diverse range of data collection instruments capable of tracking the positioning of people and objects in space and recording their movements over time. Composing this set of instruments, IoT (Internet of Things) devices, applications and records of the use of smart services (e.g. cards, terminals) stand out as potential sources of data for the planning, management, operation, and monitoring of transportation services. In this context, the present course aims to validate the potential of the state of art in terms of intelligent data collection tools within the field of urban mobility planning for the construction of an ecosystem of intelligent mobility planning in the State of Rio de Janeiro. Methodologically, the training program for the regulation, hiring and use of analytical tools and databases on the same topic is carried out through the development and validation of an information platform aimed at planning mobility in an intelligent, inclusive and sustainable way, focusing on the municipalities of the State of Rio de Janeiro.

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Action name: EAD Low Carbon: Offshore renewable energy
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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Action name: EAD Low Carbon: Climate Change
Coordinator: SUZANA KAHN RIBEIRO
Contact information: skr@pet.coppe.ufrj.br

About the action: We are increasing the volume of carbon in the atmosphere, which poses a risk to society and will generate a major global impact. In the Low Carbon course, offered by COPPE/UFRJ, we will present ways to reduce this impact through low carbon solutions, showing the importance and need for low carbon technologies.

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O Atendimento na Gerência de Recursos Humanos está sendo realizado através de agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração, contribuindo assim para a sua segurança e saúde. Portanto, escolhe o seu assunto, dia e horário e agende o seu atendimento conosco!

 

Ressaltamos que disponibilizamos TAMBÉM o atendimento on-line, através da ferramenta Google Meet

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O serviço de Agendamento de Espaço é fornecido pelo Setor de Eventos Institucionais e Operação, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

Este serviço realiza o agendamento para uso dos seguintes espaços:

  • Auditório G-122
  • Auditório bloco M – anexo
  • Grêmio da Coppe
  • Tenda do auditório G-122

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O serviço de Agendamento de Transporte é fornecido pela Gerência de Logística Institucional e Operação.

Este serviço é atualmente administrado pela Divisão de Frota Oficial, sendo a Gerência de Logística Institucional e Operação responsável pela interface de agendamento do serviço para os usuários da Coppe.

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O serviço de Descarte de Materiais e Equipamentos pode ser fornecido por diversos setores, conforme a especificação do material a ser descartado.

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O serviço de Gestão Eletrônica de Documentos é fornecido pela Gerência de Documentação, e deve ser solicitado em contato direto com o setor, de forma presencial, na sala I-125A.

Este serviço contempla a preservação e acesso dos documentos em meios físico e eletrônico da COPPE.

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Infraestrutura e Redes

O serviço de Manutenção de Infraestrutura e Redes é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do sistema de Helpdesk do CISI, que possibilita uma maior agilidade e transparência no atendimento do suporte técnico. A ferramenta adotada para implantação deste sistema foi o software livre OcoMon.

Acesse aqui

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O serviço de Limpeza de Espaço é fornecido pelo Setor de Administração Predial e deve ser solicitado por meio do Sistema de Administração Predial, pelo Entrada Única.

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O serviço de Manutenção Predial é fornecido pelo Setor de Infraestrutura, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Manutenção, pelo Entrada Única.

Este sistema contempla a solicitação dos seguintes serviços:

Conserto de ar central
Conserto de ar de janela
Conserto de ar tipo split
Conserto de refrigerador
Instalação de ar tipo split
Serviço de elétrica
Serviço de hidráulica
Serviço de lustrador
Serviço de pintura
Serviço de serralheria
Serviços de marcenaria
Serviços de obras civis
Serviços gerais
Troca de disjuntor
Troca de lâmpadas

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O serviço de Incorporação / Baixa de Patrimônio é fornecido pelo Setor de Patrimônio, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

Como faço para fazer uma baixa?

Enviar uma carta ao Setor solicitando a baixa , descrevendo o bem, mencionando o nº da plaqueta COPPE e nº da UFRJ.

Como faço para fazer uma transferência?

Enviar uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a transferência do bem , com a descrição do mesmo e o nome do laboratório que ficará responsável.

Como faço para fazer uma doação?

Fazer uma carta ao Setor de Patrimônio solicitando a doação , enviando os documentos onde o Setor de Patrimônio fará a abertura de processo para dar encaminhamento ao Conselho de Curadores da UFRJ para autorização.

Como faço (alunos/doutorandos) para patrimoniar?

Enviar a nota fiscal junto com o formulário e o vínculo com a Instituição (TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE BOLSA ou TERMO DE OUTORGA ao Setor de Patrimônio .

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O serviço de Elaboração de Projeto de Arquitetura é fornecido pelo Grupo de Apoio de Arquitetura e Engenharia, e deve ser solicitado por meio de envio por e-mail do formulário de Solicitação de Projeto de Arquitetura.

Este serviço contempla a elaboração do projeto conforme a solicitação, e inclui: levantamento do local, estudo preliminar para ser aprovado pelo Prof. Responsável e desenvolvimento do projeto.

E-mail para solicitação: fernanda@adc.coppe.ufrj.br

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O serviço de Retirada de Resíduo Químico é fornecido pela Gerência de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, pelo Entrada Única.

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O serviço de Segurança Patrimonial é fornecido pelo Grupo de Apoio de Segurança Patrimonial, e deve ser solicitado conforme as orientações abaixo:

  • Em caso de furto, roubo ou agressão, ligar para a sala de segurança da Coppe no ramal: 8457 ou 2560-8858.
  • Em caso de furto ou roubo de patrimônio, ligar para a Divisão de Segurança da UFRJ – DISEG: 3938-1900 e setor de segurança da Coppe, ramal: 8457 ou 2560-8858.

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Sistemas Administrativos da DPADI

O serviço de Manutenção e acesso a Sistemas Administrativos é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio da gerência do próprio setor.
Este serviço está disponível para toda a Coppe.

Os Sistemas Administrativos da DPADI estão disponíveis por meio do Entrada Única.

Sistemas Desenvolvidos pelo CISI

Solicitação de material de uso interno para unidades da COPPE

Serviços para manutenção predial nas unidades da COPPE

Emissão orçamentária e financeira pelo sistema SIAFI

Serviços para limpeza, transporte e descartes de materiais e equipamentos
Controle de bens permanentes da COPPE

Controle dos alunos de pós-graduação da COPPE

Controle de manutenção e reposição de extintores de incêndios nas unidades da COPPE

Monitorar a atuação dos serviços que DPADI oferece para a COPPE
Controle de alunos externos e emissão de certificados de disciplinas oferecidas na COPPE

Solicitação de serviços de segurança na área prevencionista e descartes de resíduos químicos

Aqui você pode sugerir ideias e mudanças em diversas áreas da DPADI

Avaliação de Docentes COPPE

Desenvolvimento e Manutenção de Sites

O serviço de Desenvolvimento e manutenção de Sites é fornecido pelo CISI, e deve ser solicitado por meio do gerente do setor (contato: gielkop@cisi.coppe.ufrj.br).

Este serviço está disponível para toda a COPPE.

Sites desenvolvidos pelo CISI

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O serviço de Solicitação de Material ao Almoxarifado é fornecido pelo Setor de Almoxarifado, e deve ser solicitado por meio do Sistema de Movimentação de Material, pelo link Entrada Única.

Isso vai fechar em 3 segundos

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